Os desejos do meu marido – Parte 1

Autor

Meu nome é Jonas, tenho 30 anos, tenho uma estatura mediana, poucos pelos, pernas grossas e uma bunda bem empina, fruto de muito treino. Após ler muitos relatos, decidi contar a minha história aqui. Os nomes serão trocados por motivos de preservar a privacidade dos envolvidos.
Sou casado com Roberto de 43 anos. Ele tem o estilo daddy, meio parrudo, com pelos e uma rola de 20cm. Ele adora sexo e faz mais ativo, sendo passivo apenas algumas vezes. Não reclamo, afinal eu adoro sua rola grossa e cheia de veias explodindo porra dentro de mim (haha).
Conheci meu esposo a oito anos atrás, através da minha chefe na época. Trabalhava em uma loja de vestuário infantil para pagar os quatro semestres que ainda faltavam da minha faculdade de pedagogia. Minha chefe se chamava Vera, tem 38 anos hoje, bem conservada, independente e empreendedora. Seu esposa era Gregório, tem 45 anos hoje, alto, loiro, tipo lenhador, corpo bem conservado, sócio de uma empresa de publicidade com meu esposo. O casal possui dois filhos, Flavinho, com 10 anos e Robinho com 8 anos.
Roberto é amigo do esposo da minha chefe desde de criança e sempre frequentava a loja para cumprir algum favor ou algo parecido. Em uma dessas, ele me chamou para sair (ele era assumido, assim como eu). Saímos uma vez, duas, três… Então viajamos juntos, conhecemos a família um do outro e por fim estávamos em um relacionamento sério. Após o término da minha faculdade, dois anos depois, nós fomos morar juntos, como casados, onde vivemos felizes e apaixonados até o ocorrido.
A cerca de um ano, em uma sexta-feira a noite, estava assistindo um filme no sofá em nosso apartamento e Roberto dormia em meu colo após um dia corrido no trabalho. Então, ouço uma notificação no celular dele. Para não acorda-lo, decido ver o que era e se fosse importante, eu o acordaria. Nunca tivemos o hábito de mexer no celular um do outro, deste modo, não colocamos senhas no celular. A notificação era um email de uma loja de compras online. Assim, decidi não acorda-lo.
Quando ia colocar o celular de volta, notei que haviam mais de 200 mensagens não lidas no whatsapp. Achei estranho e decidi entrar para ver da onde vinha tanta mensagem. Era de um grupo chamado “toy boy” com uma foto de perfil de um garoto. Achei curioso, pensei que fosse algo do trabalho, afinal Roberto trabalhava com publicidade. Entretanto, não compreendi porque tanta notificação e mensagem não lida. Decidi entrar no grupo e ver sobre o que realmente se tratava. Meu susto foi enorme. Se tratava de um grupo onde rapazes compartilhavam experiências, fotos e vídeos sexo com meninos. Fiquei desnorteado ao ler os relatos, ver as mídias. Não conseguia entender como meu esposo estava vendo conteúdos como aqueles. Decidi entrar para ver quem eram esses caras, mas Roberto soltou um suspiro e se mexeu. Com medo de ser pego no flagra, coloquei o celular onde estava. Pouco tempo depois ele acordou e me chamou para dormir. Disse que queria transar, mas estava assustado de mais com o que eu descobri e disse que estava cansado. Passei horas pensando no que vi. Não conseguia compreender como meu esposo, o cara com quem vivi por oito anos, a pessoa que mais amo e confio estaria envolvido com pornografia infantil. Me sentia sem chão, principalmente porque tínhamos conversado sobre adotar um filho e estávamos na fila de espera a mais de um ano. O que aconteceria se alguém descobrisse isso? Não poderíamos mais adotar, Roberto seria preso e perderiam os tudo que tínhamos. No meio dessas divagações, acabei dormindo.
Ao acordar no dia seguinte, Roberto disse que queria uma mamada. Ainda groge de sono, me inclino e começo uma chupeta. Após fazer ele gozar tudo na minha boca e eu engolir tudo obedientemente, deito de novo enquanto Roberto diz que iria sair para resolver algumas coisas do trabalho, mas que voltaria para o almoço. Quando ele saiu, a memoria das coisas que vi noite passada voltaram e mais uma vez senti uma angústia. O que eu deveria fazer? E se ele descobrisse que li suas mensagens? Esta a perdido, sem saber o que fazer. Passei o dia pensando nisso.
A noite, tínhamos um churrasco marcado na casa de Vera e Gregório, junto com alguns outros amigos. Ao chegar lá, acabei me entretendo e esqueci o ocorrido. Eu e alguns amigos sentamos na cozinha, alguns homens, inclusive meu esposo, foram para a churrasqueira e as crianças brincavam na sala. Em determinado momento me dei falta de Roberto, não ouvia sua voz nem via ele com os homens, mas não liguei muito, ele deveria ter ido ao banheiro ou vendo algo na TV. Depois de 20 minutos ele retorna dizendo que tinha bebido de mais e que queria ir embora, era tarde, então fomos.
No dia seguinte, domingo, levantamos tarde, saímos para almoçar em um shopping e depois voltamos para casa. Roberto novamente se deitou no sofá e dormiu e eu fiquei vendo algum filme na TV. Vendo isso, me lembrei da ultima sexta e decidi ver o celular de novo. As mensagens continuavam as mesmas. Porém, quando estava lendo, notei algumas mensagens de Roberto. A principio ele respondia alguns comentários dos participantes do grupo, mas não conseguia entender o que ele dizia. Decidi correr para o inicio da conversa e ler. Meu coração quase parou. As mensagens eram do dia anterior, a noite, enquanto estávamos no churrasco. Ele dizia que tinha acabado de comer um cuzinho muito gostoso. Então, mandou um vídeo, onde mostrava um homem adulto metendo sua rola enorme em um cu pequeno de criança. Suas mãos envolviam sua cintura e quase se encontravam. Ele metia com vontade. O vídeo não tinha áudio, apenas o som de pele com pele batendo. Nem mostravam rostos, mas impossível eu não reconhecer a rola que chupo a 8 anos.
Achei estranho, pois a criança, que aparentava ter entre 8-10 anos, não conseguiria aguentar 20cm de rola grossa. Aquele cuzinho já deveria estar acostumado e me perguntei a quanto tempo isso ocorria. O vídeo acabava com ele gozando enquanto gemia forte com tudo atolado naquele buraco infantil. Após terminar de ver, continuei lendo as mensagens. Todos perguntavam quem era, quantos anos tinha, quanto tempo levava rola e coisas do tipo, questionamentos que eu tinha comigo, mas Roberto dizia que não poderia responder, para manter sigilo, mas fazia comentários de como a criança é gostosa e que comia sempre. Quem era essa criança? Era algumas que estavam na festa ontem, pois era óbvio que isso aconteceu lá segundo o que ele disse. Mas quem? Tinham umas 6 crianças naquele lugar entre 8 e 10 anos. E como ele conseguiu fazer aquilo escondido de todos? Era muito para pensar. Eu deveria fazer algo, mas não sabia o que fazer.
A semana passou como um raio. Trabalhávamos o dia todo e a noite ficávamos em casa ou saiamos para jantar em algum lugar, sempre juntos. Mas o que vi ainda me perseguia. Na sexta a noite, Roberto decide chamar Vera e Gregório para jantar em casa. Por volta das 20h, eles chegam com os dois filhos. Fiquei olhando para eles, me perguntando se seriam algum deles. Eles sempre se sentavam no colo de Roberto, sempre se encaixando perfeitamente, afim de mostrar algo no celular ou para pegar algo cima da mesa, porém me parecia muita paranoia. Eles sempre fizeram isso? Não? Nunca havia olhado para isso com uma perspectiva sexual. Mas achei que não seria possível. Gregório e Roberto são melhores amigos, ele não faria algo assim com o filho do seu quase irmão. Mas ele não deveria fazer isso com nenhuma criança.
Nesse momento, Vera me chamou para irmos lavar a louça, pois estava ficando tarde para as crianças. Robinho, de 8 anos, já cochilava no colo do pai, enquanto Flavinho bocejava no colo do meu esposo. Roberto e Gregório foram para a sala com as crianças, enquanto eu e Vera arrumamos as coisas na cozinha e conversavamos mais um pouco.
Determinado momento, enquanto Vera terminava de enxaguar as últimas panelas, fui a sala para ver se eles precisavam de alguma coisa. Encontrei apenas Gregório com Robinho dormindo em seu colo. Perguntei por Roberto, ele disse que havia ido levar Flavinho ao banheiro. Disse que ia lá saber se estava tudo bem, mas Gregório logo disse que estava sim e logo eles voltariam. Entretanto, não dei bola fui até o banheiro social. Não havia ninguém lá. Então, fui até meu quarto onde também tem um banheiro e encontrei a porta fecha. Bati e tentei abrir, mas estava trancada. Roberto ofegante disse que já iriam sair. Fiquei desesperado, ele estava comendo o Flavinho no banheiro, com todo mundo em casa? Fiquei com raiva, mas precisei me controlar. Afinal, o que Gregório e Verá fariam com Roberto se descobrissem? Cinco minutos depois ele destranca a porta. Estava um pouco suado na testa e parecia cansado. Procurei por Flavinho e ele estava logo atrás. O cabelo meio desarrumado e também suado. Tentando me controlar, perguntei se estava tudo bem. Meu marido ofegante disse que sim, que Flavinho sentiu uma dor de barriga, por isso vieram no banheiro do quarto e fechou a porta, pois era maior e tinha chuveiro caso precisassem. Peguei Flavinho no colo e levei para sala. Perguntei novamente para ele se estava tudo bem, ele disse que sim, dando um grande sorriso e olhou para o meu esposo. Porém, ao me responder, senti um hálito de porra. Ele havia mamado Roberto e bebido toda a sua porra. Então era ele a criança do vídeo. Levei ele para seus pais e logo eles foram embora. Nessa noite eu decidi que precisava confrontar ele sobre os ocorridos.

É isso gente. Essa é uma historia real que ocorreu comigo. Ficou meio longo, mas gosto de ser detalhista. Muitas histórias aqui que tinham tudo para ser boa, ficaram ruins por falta de detalhes e coerência. Qualquer dúvida, comentem ai que eu respondo conforme posso. Espero que gostem. Abraços!!

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