O vizinho e o chaveiro

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Me chamo Allan (nome fictício), e tenho 33 anos. Quando eu tinha 10 anos, meus vizinhos do lado esquerdo (uns 07 rapazes) tinham mania de me iniciar, eles batiam punheta na minha frente e gozavam, ou na minha boca ou na minha cara. Chegaram até a mijar, mas não curti. Eles deveriam ter entre 13 a 19 anos na época. Eram grandes em relação a mim, paus grandes, peludos e eram muito tarados. Mas nunca houve penetração ou estímulo do meu cuzinho por parte deles. Acho que eles tinham medo de me violar. Isso ocorria toda tarde quando eu chegava da escolinha.
Uma certa vez, fui à casa do meu vizinho do lado direito, ele tinha mts sobrinhos da minha idade os quais eu adorava brincar. Neste dia fui lá e os meninos não estavam, estava só o tio deles Alex (17 anos) que me pediu para entrar e esperá-los no quarto dele. Ficamos por 30min vendo TV, foi aí que ele começou a massagear o pau por baixo da bermuda. Ele estava sem camisa, era atlético, com poucos pelos, apenas nas axilas e barriga, e era um rapaz muito bonito (até hoje é, só que barrigudo), eu olhei e fiquei estático, já esperando ele pedir pra eu pegar, como ele e os outros vizinhos faziam comigo. Mas como a gente estava só, ele pediu pra eu pôr na boca, eu disse q não, q não era certo (eu nem sabia o q era certo ou errado), só fikei com medo pois era grande, grosso e peludo, era um pau mt bonito, deveria ter uns 17cm. Ele insistiu e eu pus na boca com a pele do prepúcio cobrindo a glande, mas ele insistia em esfolar e eu cobria. Nem dava td na minha boca. Ele tava babando e eu comecei a achar akilo nojento. Foi aí q ele me mostrou um chaveiro em formato d guitarra, mt bacana e disse q seria meu se eu fizesse o q ele pedisse. Eu topei.
Ele pôs esfolado na minha boca e sem jeito eu chupei. Era estranho mas foi ficando bom. Ele começou a esrimular meu cu, pois fikei d 4 na cama com a bunda mirada pra ele e na época eu nem usava cueca. Só senti qndo ele passou o dedo melado e contrai a bunda. -Calma! Deixa eu brincar um poko aki tá? Continua aí senão, não vai ter o chaveiro. Eu continuei. Ele: -Vamos mudar, se ajeita aki. E me pôs d 4 na beira da cama, baixou meu short e cuspiu. Ficou passando a pica, era estranho e gostoso ao mesmo tempo. Ele forçou a cabeça e pulei pra frente em resultado à investida. Ele disse: -Calma, vou melar mais e colocar bem devagar, se doer, tu avisas. Fikei apenas olhando-o com a cabeça virada pra trás e pude ver o desejo no semblante dele, ele tava suado, nervoso, excitado e doido pra meter e eu nem sabia o q vinha pela frente.
Ele meteu a cabeça, doeu tanto q eu mordi o meu braço, ele ficou parado e meu cu piscava e ele se deliciando. Eu sentia meu cu morder o pau dele. Enqnto eu mordia por reflexo o pau dele com meu cu, ele levantava o rosto e olhava pra cima, pro teto com um tesão enorme. Ele foi forçando mais. E doía até q ele meteu uns dois dedos e eu pulei pra frente. Segurei meu cuzinho violado, era uma dor imensa que eu pensei q gosse morrer. Ele se deitou sobre mim e ficou fazendo carinho e falando coisas indecentes q eu nem entendia: – Deixa eu pôr, vai? Não vai maos doer. Coloco com carinho! E eu voltei pra posição e deixei. Ele cuspiu mais ainda e foi entrando devagar. Era uma dor imensa. O prazer era em sentir ele sentindo tesão, mas prazer em ser penetrado eu não sentia. Ele não conseguiu pôr td, pq eu não aguentava, faltou uns 3 dedos, e ele ficou num vai e vem devagar e me acariciando. Começou a me punhetar, meu pauzinho era pekeno e aí eu comecei a gostar, ele percebeu q qndo pegava no meu pau, o meu cu contraía apertando o pau dele, e assim ele ficou. Uns 10 min nisso e eu pedi pra parar, ele parou e tirou o pau sujo d sangue e cocô, mandou eu mostrar o cu e disse q precisava me limpar, e me carregou até a pia da cozinha e me lavou aki. Qndo ele lavava, doía mt mas ele sempre passava os dedos com malícia. Voltamos pro quarto e ele ainda d pau duro me sentou na cama e ficou em pé se punehtando, pixou minha cabeça e meteu na boca e gozando, ele dizia: -Chupa e engole! E eu o fiz. Era gostoso pois já tinha tomado outras vezes dos outros meninos. Ele me vestiu e disse q se eu contasse pra alguém, ele me bateria até a morte e eu disse q não contaria pq iria lá de novo pra gente repetir. Ele riu. Me deu um beijo na boca, eu nem sabia beijar ainda, apenas fikei tomando a saliva dele e fui embora com meu chaveiro. Pus na minha mochila nova e no outro dia fui pra escola andando meio torto e dolorido. Fikei assim por uma semana, depoia voltei lá e fizemos outras vezes. Fodemos até meus 12 anos. Ele se mudou.
Se quiserem mais contos sobre mimha juventude de muito sexo, só comentar que contarei as outras.

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