O pequeno empreendedor

30-04-18 Por 1 ★ 4.77

Nos idos de 1980, as relações sociais e éticas eram bem diferentes se comparadas com os dias atuais. Abusos eram atos comuns e constantes, sem nenhum tipo de punição ao alcance. Esse fato era ainda mais verdade, se tratando do sertão brasileiro, uma terra árida e mal tratada, aonde poucos conseguiam prosperar. Fazendeiros jagunços e alguns miseráveis dividiam essa terra e tentavam a própria sorte ter algum êxito, muitos longe da família. Com um cenário devastador, e exaustivo, a grande diversão dessa gente era o sexo, sem pudor ou limites. Desde animais até garotas e garotos de programa, de todas as idades, o que importava era saciar seus instintos mais primitivos, porém era sabido, que jovens estavam sempre na lista dos mais preferidos.
Pedro, um garoto nascido no sertão, descobriu isso de maneira rápida. Dono de um corpo tipicamente infantil, era magro, tinha a pele morena, cabelos curtos e lisos. Seu membro era pequeno, com uma pele sedosa, encobrindo a pequena glande rosada. Desde cedo ele aprendeu como as coisas funcionavam por lá. Foi descoberto por um fazendeiro da região cujo nome era Jordão, enquanto dava o pouco de água que restava para algumas vacas que pastavam. Seu Jordão, um Branco de média altura, cabelos já grisalhos tinha seus 50 anos. Descobriu no jovem Pedro, a chance de se satisfazer. Todas as tardes, em troca de um punhado de moedas, Seu Jordão chamava Pedro e o convencia a se ajoelhar em sua frente. Abaixava as suas calças surradas até os pés, e começava a se masturbar, em frente ao garoto. Com o seu pênis bem próximo da cabeça do menino, ele se masturbava de maneira rápida até ejacular no rosto moreno de Pedro. Em algumas ocasiões, por uns trocados a mais, gozava dentro da boca do garoto, fazendo-o engolir todo o seu sêmen. Pedro não entendia muito o que estava acontecendo, mas realizava tudo de bom grado, enquanto estivesse ganhando seu dinheirinho, o bastante para comprar doces e guloseimas na quitanda da região.
Aos 10 teve sua primeira experiência sexual de fato, tendo sua inocência deflorada, dessa vez por um funcionário da fazenda, que já sabia de sua fama e suas histórias com o patrão. Jailson, um Negro forte e bem dotado, não se satisfazia mais com as mesmas putas do cabaré. Queria tentar algo novo, excitante, diferente de tudo que já tinha experimentado. Se aproximou do garoto e perguntou quanto seu patrão lhe pagava para se divertir com ele. Ao ser informado do valor pífio e simbólico, ofereceu muito mais. Um valor que encheu os olhos e os ouvidos de Pedro. Porém em troca Jailson deixou bem claro as suas vontades e requisitos. Ele teria liberdade para fazer o que quiser. Pedro, não entendeu muito bem o que aquilo significava, mas aceitou o acordo. Mais a tarde, quase no fim das atividades na fazenda, Jailson chamou pedro para o galpão de suprimentos. Trancou a porta, e começou a se despir, pedindo para Pedro fazer o mesmo. Ao notar o pequeno falo de Pedro rígido, Jailson se excitou. O garoto claramente gostava da brincadeira. Jailson colocou seu grande membro para fora, assustando o inocente jovem, que até então nunca tinha visto algo parecido. Se aproximou do garoto e ao mesmo tempo que acariciava seu pau, segurava com a outra mão o pequeno instrumento do Pedro. Pode sentir em sua mão toda a delicadeza e suavidade de um pênis novo, que se mostrava também muito excitado. Jailson pediu para pedro chegar mais perto e abrir a sua boca. Segurou sua nuca, e com a outra mão guiou seu pau diretamente para os lábios abertos de Pedro. Esse por sua vez, sabia que iria ter dificuldade com um membro tão gigante em sua boca. Se esforçava para tentar engolir o máximo que podia, e imaginava que seria mais do mesmo, logo depois que Jaílson gozasse ele se limparia e voltaria para casa com o dinheiro. Pobre inocente…
O Pau de Jailson latejava dentro daquela boca. Cada vez que sentia a pequena Língua de Pedro, sua glande se contraia, sentia um choque, um tesão incrível, que apenas poderia ser proporcionado por uma boca jovem e sem experiência como aquela. Seu pau começava a soltar o líquido pré-seminal, que misturava com a saliva de Pedro, e deixava o seu pau bem lubrificado e molhado. Jaílson sabia que aquela era a hora. Se afastou de Pedro, pegou o garoto pela cintura e o levantou facilmente com o seu braço musculoso. O apoiou em cima de um tablado cheio de estopas e o ajoelhou. Começou a beijar sua nuca, suas costas descendo para suas pequenas nádegas… Com as mãos facilmente as abriu. Soltou um cuspe certeiro em cima daquele ânus virgem, rosado e perfeito. Ficou um tempo massageando com o dedo polegar a entrada de seu cuzinho. Pedro, não estava entendendo o que estava acontecendo, nem sabia o que esperar. Sentia um arrepio subir pela suas costas, a cada passada que aquele polegar calejado dava em cima do seu buraco. Estava excitado/preocupado/ansioso… o que viria a partir daquele momento?
Ele não teve muito tempo de pensar.
Jaílson alinhou o seu pau já lubrificado com o ânus de Pedro. Encostou a cabeça morena de seu pau naquela entradinha intocada e forçou. Para a jovem criança, Não restou muita reação, a não ser o susto. O que inicialmente estava gostoso, se tornou doloroso em frações de segundos.
Pedro tentou ser forte, mas não aguentou. Ia gritar, mas sentiu uma mão grande tapando a sua boca rapidamente.
Jaílson tentou acalmar o pobre garoto. O lembrou do trato e do valor do dinheiro que ele iria receber. Aquele pobre cu estava fechado o deixando ainda mais apertado na hora da penetração. Pedro tentava suportar da sua maneira. Escutava tudo o que o seu macho falava. Mas pobre garoto. Apenas pensava, sua primeira vez tinha que ser com aquele exagero de pau?
Jaílson não desistia, foi enfiado lentamente seu pau, que ia vencendo com dificuldade a resistência daquelas preguinhas virgens. Ele sabia que não poderia colocar o seu pau todo, mas queria ver até aonde poderia chegar. Pouco a pouco seu Pau foi tomando conta e preenchendo aquele cu. Sentiu a resistência diminuir. E também achou um limite confortável para não machucar o garoto. Começou então a tirar e penetrar aquele cu várias vezes. Hora mais lento , sentindo cada centímetro, hora mais rápido. De pedro apenas se ouvia gemidos e alguns gritos abafados. Jailson queria gozar forte, precisava de um apoio melhor. Soltou a mão que tapava a boca de Pedro e virou o seu rosto. Jailson fez o sinal com seu dedo indicador de silêncio. Pedro consentiu com a cabeça. Jailson então bota as duas mãos na pequena cintura de Pedro. Dessa vez começa a penetra-lo com força e vigor. Pedro aguentava como podia para não gritar, então se ouviu um gemido, forte, mas dessa vez vindo de Jailson, que apertou ainda mais aquela cintura e deu uma ultima bombada que foi rasgando aquele cu. Pedro sentiu o grande Pau de Jailson inchar ainda mais dentro dele. Logo mais uma sensação estranha. Quase desfaleceu sem forças.
Jailson apenas o segurava pela cintura enquanto terminava de gozar. Queria ejacular até a ultima gota de porra que pudesse. Estava nas nuvens, saciado. Foi tirando seu Pau de dentro daquele cu, antes intacto, agora totalmente aberto pela sua grossa rola. Se apoiou em uma pilastra atrás dele, exausto, porém ainda com forças para ver sua porra escorrer por aquele ânus lambuzado.
Pedro deitou de lado, ficou na posição fetal, segurando seus joelhos. Sentiu um líquido saindo pelo seu cu. Parecia que estava defecando, mas era uma sensação diferente. Com sua pequena mão, passou por cima de seu cuzinho e pôde verificar pela primeira vez, o tamanho do estrago. Sentiu sua mão melada, igualzinho quando o Fazendeiro Jordão gozava em sua face. A dor ainda existia, mas não lhe preocupava mais. O pequeno garoto , apenas sentia a sensação de dever cumprido. Sabia que o dinheiro que iria receber ia ser bom. Já tinha planos para ele. Jailson se vestiu, jogou a grana para o moleque, como se ele fosse uma puta suja de péssima qualidade. Fechou a porta do galpão, olhou para os lados e foi embora como se nada tivesse acontecido. Pedro pegou seu suado dinheiro e foi para a casa. Ele entendeu naquele dia, que se quisesse ganhar mais dinheiro, tinha que fazer mais coisas e coisas diferenciadas. Começou a entender como as putas que seu pai tanto falava do cabaré sobreviviam. Para ele ali poderia ser apenas o começo.

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Bom galera espero que tenham gostado do conto. Se gostarem escrevo a continuação dessa história. abraços JOTA B

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1 comentário

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  1. Carlos

    Muito bom, continue.