O Padre da praça

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Olá, esse será meu 2o conto. Me chamo Allan e tenho 33 anos. Sempre fui aquela pessoa que tem uma idade e aparenta ser mais novo: quando tinha 10, eu parecia ter uns 06, quando tinha 18, parecia ter 14 e hoje com 33, muitos me dão 23 anos. Talvez, por isso eu despertasse o desejo em caras mais maduros, um garotinho experiente, porém com cara de novinho. Hoje, com 33 os caras me olham pouco, claro né? Têm muitos novinhos por aí de verdade. Enfim.
Com uns 17 anos eu costumava correr na praça principal da minha cidade, corria uns 04km por dia pra manter o corpinho legal e sempre jovem. Neste dia eu corri até umas 19h e então fui descansar na frente da cidade, pegar um vento. Foi lá, que ao admirar o rio, deparei-me com um senhor: alto, branco, bonito, olhos azuis e com roupa de padre. Ele começou a perguntar sobre a cidade e pelo sotaque, percebi que ele era italiano. Falei sobre os aspectos culturais e históricos da cidade, como um bom nativo. Despedi-me e ele, então, ofereceu-me uma carona. Em princípio, não vi nada demais. Geralmente, os caras quando querem curtir oferecem carona nas ruas, mas passam antes e nos olham com desejo. Esse padre apenas me ofereceu, pois disse que iria pro mesmo lado que eu. Aceitei e fomos.
No caminho, ele começou a me indagar sobre os pecados da carne, se eu tinha pensamentos impróprios e foi aí que comecei a sacar a investidas do padre (ele dissera que tinha 45 anos, era bem conservado e tinha uma viz grave e gostosa). Olhei pra ele e vi que ele dirigia e olhava pra entre as minhas pernas, então, comecei a apertar meu pau. Ele começou a roçar seus joelhos um contra o outro como se tivesse com uma coceirinha nas partes. Deitei um pouco o banco e me mostrei interessado. Ele começou a falar da bíblia, deu-me uma aula sobre pecados e eu nem liguei. Foi aí que ele perguntou: – Você é virgem? -Sou! (Claro que não era, mas entrei na linha filosófica eclesiástica que virgens são inocentes e puros e padres adoram isso). Continuei: – Eu nunca transei, só me masturbo, estou procurando a pessoa certa pra tirar minha pureza. Sou um garoto muito certinho. O senhor é puro? – Não, já fiz coisas erradas, mas sempre peço a paz e o perdão da minha alma. – Eu também, quando me masturbo, eu rezo depois pedindo desculpas a deus ( eu falava com uma voz de garotinho inocente, eu entrei no personagem, se um diretor de cinema me visse, eu seria digno de um Oscar). Foi aí que ele desviou o caminho e me levou para um lugar abandonado e super escuro. Ele rezou baixinho e eu fiquei fitando-o com cara de tarado, ele nem conseguiu terminar de rezar direito. Eu tirei a camisa e ele me olhou com desejo. Eu nem tinha pelos ainda, só nas axilas e no pau, comecei a ter barba com 21 anos. Ele começou a ficar nervoso e a falar coisas religiosas como se estivesse pedindo perdão, talvez estivesse fora de si. Peguei a mão dele e passei no meu peito, eu fiz que tremi pra ele pensar que eu estava sendo tocado pela 1a vez, larguei um suspiro gostoso. Ele puxou a mão e disse que era pecado. Eu disse que ele poderia ser o meu 1o e tirar o pecado que estava tomando conta de mim. Ele me tocou novamente e disse que eu estava quente. Desceu ate meus mamilos e os lambeu e os mordeu e os chupou. Subiu e fixou me olhando sério, olhamo-nos fixamente, ele estava gelado e suado e eu estava doido de tesão, louco pra foder, mas teria que me conter e fingir ser puro. Ele me tascou um beijo, cara, o padre beijava muito bem pra um padre. Foi na minha orelha, pescoço, axilas, ele realmente sabia o que estava fazendo e eu delirando dizia: -Padre, o que é isso que eu tô sentindo? – É o demônio do pecado querendo ser expulso. -Tira ele de mim, por favor! -Não posso, isso é errado. – Errado é eu ser um jovem com o demônio em mim. Tira, vai, eu tô precisando me aliviar dessas angustias e desses pensamentos. – Que pensamentos? – De ser tocado, e penetrado por um homem. Foi aí que ele não aguentou. Tirou minha bermuda e começou a me punhetar, abriu o zíper dele e eu o punhetei, gente, a pica do padre era grossa, grande e babava muito. Grossa tipo um braço. Eu nem precisaria mentir sobre o cabaço porque sabia que seria difícil entrar. Ele pediu perdão e me chupou, chupou como se estivesse diante do apocalipse na Terra, eu me contorcia de tesão, ele parou e pediu pra eu mamá-lo, nem cabia na minha boca direito. Mas dei meu jeito. Ele falava coisas religiosas durante a mamada, era sinistro, bizarro e excitante tudo aquilo. Eu e um padre fodendo, logo eu que me considero ateu desde os 15 anos. Perguntei se ele queria meu cu e ele se negou, eu mamava e parava e oferecia o cu e ele dizia que deus não o perdoaria, foi aí que eu melei o dedo dele e com a bunda empinada pus no meu reguinho, ele ficou alisando e disse: – Meu filho, você realmente é muito apertado, mas não posso. Enfiei o dedo dele e ele disse: tá ok, eu aceito o que você está me oferecendo (ele dizia com aquele sotaque italiano que me deixava mais louco). Virei de lado pra ele e ele começou a lambuzar meu cu, o pau dele tava melado de gozo, era um rio de gozo que saía, nunca tinha visto um pau se melar tanto. – Meu filho, vai doer um pouco, mas você tem que aguentar. – Padre, se for a vontade de deus, eu aguento tudo pela salvação da minha alma. Eu vi na cara dele o tesão pelas minhas palavras. Ele passou a cabeça varias vezes e eu doido pra que entrasse, mas eu era "virgem", ele se posicionou, pôs a boca no meu ouvido e pediu perdão e foi pondo, cara, foi uma dor com um mix de tesão que não tem como descrever, eu fui me tremendo enquanto entrava, ele disse: – Deve ser o demônio tomando conta de você. (Risos). Realmente, eu estava possuído pelo tesão. Foi entrando tão gostoso que eu contraí várias vezes o meu cu. Ele gemeu ensandecido. Foi aí que percebi que ele tava gozando. Não demorou nem 03 min dentro de mim, ele tirou e eu fiquei muito puto. Tava com p tesão à flor da pele. Não havia gozado. Ele se limpou. E me deu papel e eu disse que havia sangue e joguei pela janela do carro pra ele não confirmar, -Deve ser porque você era virgem. Não doeu? – Doeu, mas eu tava tão possuído que não senti nada de dor. Achei gostoso. Ele me deu um beijo e fomos em silêncio até próximo de casa. Desci e fui pra casa tomar banho. Durante o banho, eu me masturbei pensando nele me comendo em várias posições. Gozei gostoso. Só fiquei triste porque ele gozou rápido, não sei se por medo, excitação, por ele ser "inexperiente", mas o foda foi que nem cheguei a tocar no cu dele. Hoje sou frustrado por nunca ter comido um padre. Nessa vida eu já fiz de quase tudo.
SE QUISEREM MAIS CONTOS É SÓ PEDIR QUE ESTAREI PRONTO PRA MAIS EXPERIÊNCIAS MINHAS NA JUVENTUDE TRANSVIADA.

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