O loirinho gostava!

Autor

Como já contei a vocês tem um rio que passa no fundo do meu campo, é lá onde as vezes vou para ficar só, descansar, pois lá é difícil aparecer alguém, foi lá que eu fodi as duas viadinhas. Pois num sábado desses peguei um pão, uma linguiça assada e um refrigerante e me fui para o rio, passar o dia, descansar. Me ajeitei num casebre de arbustos que eu fiz, tirei a roupa e fui tomar banho, lá tomo banho pelado, pois ninguém aparece por lá. Perto do meio dia sai da água, coloquei um calção, peguei uma cachacinha que tinha levado, tomei uns aperitivos e almocei. Depois de almoçar coloquei uns pelegos no chão e me deitei um pouco, peguei um livro e to lá entretido quando ouço um "boa tarde", dei um pulo e já fiquei de pé, era um vizinho lindeiro comigo, que viu que eu estava lá e resolveu dar um dedo de prosa, junto com ele um guri loirinho, de uns olhos azuis lindos, um olhar arisco meio provocante e ao mesmo tempo ligeiros, um sorriso lindo, e um corpo de piá, nem magro, nem gordo.
Eu e o pai dele conversamos um pouco falamos do tempo, das plantas, da carestia, e depois de um tempo ele disse que já ia, que já tinha atrapalhado meu descanso bastante, eu disse que nada, de vez em quando é bom uma boa conversa, o guri perguntou para ele se podia ficar mais um pouco, ele disse não, tu vai incomodar seu fulano, eu disse incomoda não, até é bom uma compania, ele disse então fica mais não vai muito tarde, eu disse não se preocupe eu também daqui a pouco já me vou. Ele foi e eu fiquei ali com o guri, começamos a conversar várias coisas, e eu comecei a notar que ele me dava umas olhadas meio ligeiro, sempre com um sorrisinho, e eu pensei aí tem, deitei nos pelegos e conversava com ele e alisava o pau por cima do calção, e toda vez que eu alisava o pau ele olhava curioso, convidei ele para nadar, e disse eu tomo banho pelado, tu podes fazer o mesmo, quando tirei o calção ele vidrou o olho no meu pau que esta hora já estava duraço, ele também tirou a roupa e eu pude admirar a beleza daquele corpinho, entramos na água e nadamos até uma pedra grande que tem bem no meio do rio, por isso o nome do lugar "poço da pedra", subimos na pedra e eu deitei com a piça apontando para cima, ele deitou do meu lado e olhava para minha piça, eu disse gostou, ele perguntou do que? eu disse disto que tu estás olhando, pode pegá um pouquinho, fez uma punhetinha em mim, eu disse chupa um pouquinho, ele disse não gosto, eu disse eu também não, mas esta bundinha tu me dá?, Se o senhor for com jeitinho eu dou, eu disse deixa comigo, tu vais querer muito mais. Beijei aquele guri da nuca até os pés, beijei na orelhinha, no rosto, na bundinha, na nuca, deixei ele doidinho, fiz ele fechar as perninhas, cuspi bem no rêguinho e nas coxas, montei em cima colocava o pau na bundinha e ele deslizava pelo rêguinho e entrava nas coxinhas, eu dava uma encoxada gostosa, ia subindo o pau encostava na portinha do cú e dava uma fincadinha, fiz isto umas quatro vezes, até que numa dessas subidas encaixei na portinha do cuzinho, me segurei bem nele e soquei, as preguinhas lacearam e a cabeça se foi, ele deu um gemido alto, se apertou mas não tentou sair, e eu fui empurrando até as bolas colarem na bundinha dele, comecei uma foda louca de desejo, de vontade, de tesão, tirava e quando metia de novo empurrava até os nervos das minhas nádegas fazer aquelas covinhas, aquelas fincadas que vai tudo. Quando gozei parecia um cavalo despejando porra, o pau amoleceu e eu cai para o lado, e fiquei alí relaxando me recuperando, comecei a indagar ele de quem tinha sido o primeiro, ele disse que era um amigo do pai dele, mas foi ele que provocou o cara, que o cara era casado, maduro já, mas o cara era bonito e ele viu o cara mijando e ficou louco pelo pau dele., que já tinha dado para um primo também, que eu era o terceiro, caímos na água ele botou um monte de porra para fora, que saiu boiando na água e os lambaris comendo, fomos para o acampamento, botei ele nos pelegos demos outra foda gostosa, demorada, nos arrumamos, nos despedimos com um delicioso beijo ele agarrado no meu pau e eu na bundinha dele, prometeu que quando eu for lá no rio ele vai me ver de novo> Fui embora, feliz, relaxado, descansado, parecia estar nas nuvens. Que dia!

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 4,45 de 20 votos)
Loading...