Nossas Menininhas 2

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Continuando meu relato…

Naquela noite, fui dormir sem entender muito bem o que tinha acontecido. Mas o que tinha acontecido foi maravilhoso. Dei uma das melhores gozadas da minha vida com minha filha Ana no meu colo enquanto minha mulher devorava nossa filha Luiza.
Assim que deitamos para dormir, eu não sabia o que falar para minha esposa, nem ela para mim pelo jeito.
Em certo momento ela levantou, saiu do quarto e voltou. Pra minha surpresa, ela trouxa Ana no seu colo. Ana estava com uma blusinha e um shortinho rosa claro curtinho, desses que eu havia comprado pra ela e sua irmã.
-Luiza já foi dormir, mas olha quem veio dormir aqui com a gente- disse minha esposa.
Ana sorria no colo da mãe. Minha esposa segurava ana no colo com as duas mãos em seu bumbum. Aquela bunda branquinha, lisa e macia que me fez gozar fartamente.
– Mamãe não provou essa delícia, mas vai querer depois- disse minha esposa- mas estou cansada, o papai cuida de você meu amor.
Ela passou a língua pelo rosto da nossa filha indo até o pescoço e apertando sua bunda por cima do shortinho fazendo esse entrar no bumbum e ficar mais curtinho ainda. Aninha se arrepiou toda com as cócegas que fazia a boca da sua mãe em seu corpinho.
– Nossa, deixa eu parar se não não resisto e não durmo hoje com essa delícia- disse minha esposa pondo Ana na cama no meio dos dois e deitando também.
-Boa noite. Não vão se divertir tanto e dormir tarde hein – disse ela.
Minha esposa se virou pro outro lado para dormir. Ana olhava pra nós dois sorrindo.
Meu pau estava à ponto de explodir.
Puxei ana pra cima de mim.
– Vem aqui meu amor.
Ela veio, deitou em cima da minha barriga. Segurei em sua cintura e à movimentei mais pra baixo lentamente. Ela foi parar em cima do meu pau duro feito pedra no seu bumbum macio.
O shortinho era tão curto que dava pra sentir toda sua bunda em minha mão como se fosse apenas uma calcinha.
Ana sentiu meu pau duro, e olhava pra baixo sem entender.
– O que é isso duro papai ? perguntou ela.
– Você quer ver meu amor ?
– Quero sim papai !
Ela ficou toda feliz. Pela primeira vez ia ver esse negócio duro que ela sentara em cima mais cedo e agora de novo.
Puxei ana pra minha barriga novamente. Então desci meu short junto com a cueca até o joelho.
Ana olhava pra trás tentando ver.
– Calma meu amor. Você vai ver e sentir agora.
Então a puxei pra baixo lentamente. E dessa vez foi mais incrível. Quase gozei ao sentir o contato da sua pele, da bunda, as coxas dela alisando meu pau completamente nu agora.
Ela também sentiu a diferença. E pode finalmente ver meu pau aparecer no meio das suas pernas.
Ela ficou admirada. E num impulso de criança curiosa, tocou meu pau com sua mão direita.
Quase gozei novamente.
Olhava seu rosto, curiosa, sem pensar em mais nada em volta.
Meu pau soltava uma babinha de tanto tesão. Ana passou os dedos pela cabeça e sentiu a baba. Numa curiosidade maior ainda, levou à mão ao nariz e depois à boca. Provou. Fiquei surpreso.
-Gostou meu amor ?
-Não papai. É ruim ! ela respondeu fazendo uma carinha feia.
-Mas o papai gosta que você prove meu amor. Faz de novo pro papai por favor.
Minha filha era um amor. Faz tudo pelos pais. E fez pra me agradar.
Passou os dedos na cabeça do pau, melou e levou à boca. Fez uma carinha feia mas menos que da outra vez.
Eu gemi. Disse que era muito gostoso. Que amava quando ela provava. Mas que ela tinha que gostar. Perguntei se ela queria provar de uma forma melhor.
Ela pensou e disse que sim.
Eu estava explodindo de tesão.
Segurei sua cabeça com as duas mãos levemente e fui levando pra baixo.
Ela foi descendo o corpinho e a cabeça.
Parou com o rosto de frente pro meu pau duro, apontando pro teto, agora pro seu rosto.
Eu segurava tufos dos seus cabelos macios. Fui abaixando sua cabeça levemente.
-Abre a boquinha meu amor – pedi pra ela.
Ana abriu a boca e eu fui descendo sua cabeça levemente.
A curiosidade movia Ana. O tesão me movia.
Foi quando senti sua boquinha quente e pequena no meu pau. Ai veio a língua, quente, molhada, macia.
Ana tirou a boca. Acho que não gostou do sabor. Olhou pra mim e limpou a boca fazendo uma carinha feia.
Eu, com a cara de desejo e prazer pedi:
-Não para meu amor. Faz isso pro papai, faz.
Ana pensou… pensou… e provavelmente, pra me agradar, abriu a boca novamente.
Desci sua cabeça mais uma vez, feliz da vida. Estava ganhando uma das melhores chupadas da minha vida.
Ana não sabia chupar nem nada. Mas estar dentro da boca de uma menina onde nenhum pau esteve antes, uma boquinha que cheirava à leite, rosadinha, pequena, macia, com uma língua quentinha e vermelhinha, era de mais.
E era minha filha. Era minha filhinha.
Subi um pouco minha cintura. Desci a cabeça de Ana. E penetrei aquela boca. Como era gostoso. A boca dela apertava meu pau como nunca havia sido apertado, o que me dava mais prazer. O pouco espaço na boca pra língua se mecher. Mas ela mechia. Não sabia o que fazer.
Então eu comecei à fazer um vai e vem com a cabeça dela e a minha cintura. Um vai e vem lento, delicioso.
Ana me olhava. Pra saber quando poderia parar provavelmente. Pra ver o quanto eu estava gostando.
Eu gemia. Revirava os olhos.
No quarto só se ouvia o barulho da boca de Ana chupando, mamando, a saliva. Um barulho molhado e enlouquecedor de prazer.
– Não para meu amor. Só mais um pouco. Só mais um pouco -eu dizia.
Ana continuava. Sugava. Me olhava.
E eu segurava mais forte em seus cabelos. Alisava, agarrava, fazia um carinho e trazia mais pra baixo, minha cintura mais pra cima.
Ana engasgava às vezes. Tentava sair. Mas eu dizia:
-Calma, já está terminando meu amor. Só mais um pouco…
Pensava na minha esposa ali dormindo, na Luiza. Será que o seu boquete era tão bom assim ? Porque o de Ana estava muito melhor até que o da minha esposa.
E foi pensando assim que senti o gozo vir.
Comecei à acelarar as metidas na boca de Ana. Ana me olhava sem entender mas, obediente, não parava de chupar, de mamar. Até porque eu segurava sua cabeça, controlando o ritmo das estocadas.
Olhei pra baixo e vi sua bunda empinada no shortinho. Pensei "será que essa xaninha aguenta meu pau? Sabia que era mais apertada que essa boquinha. E essa bunda branquinha e lisinha. Como seira ter meu pau ali dentro, apertado pelo seu bumbum macio" ?
E foi pensando assim que o gozo veio.
-Não para meu amor. Não para Aninha…
E já sem voz:
-Não pa…
E acelerei o ritmo ainda mais. Ana se assustou. Ainda mais quando eu finalmente gozei.
Veio o primeiro jato. Na sua garganta. Ela engasgou e se assustou. Tentou sair, tirar a cabeça. Eu louco de tesão à segurava.
-Toma meu amor. Bebe. É todo seu. Você chupou tão bem. Merece tudinho. Toma bebê. Tomaaaa…
E gozei, gozei, gozei.
Ana teve que engolir à maior parte. A outra parte começou à escorrer da sua boca pelo meu pau.
Cai no travesseiro, exausto da melhor gozada da minha vida.
Ana olhava, assustada, com porra na sua boquinha.
Pedi pra ela ir buscar papel no banheiro. Ela foi. Aproveitou e lavou a boca na pia. Trouxe papel. Eu ajudei à limpar seu rosto onde ainda estava melado e meu corpo tbm.
Pedi pra Ana jogar os papéis no lixo.
Ela foi e voltou. Deitou.
Eu à beijei no rosto dizendo:
-Você fez a melhor coisa do mundo pro papai. Eu te amo.
Ana sorriu. Já estava tudo bem.
Ela virou de costas e eu a abracei. Coladinho no seu corpo. Sentindo seu bumbum. Logo logo meu pau estaria dentro dele, pensei.
Ainda tinha Luiza todinha pra mim também.
Que vida hein.

***Continua***

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