Nossas famílias – O início

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Olá, meu nome é Pedro, sou casado com Rita há 15 anos. Temos dois filhos, Rodrigo de 12 e Raíssa de 09. Nossa história começa em meados de 2016. Rita estava afastada do trabalho por conta de uma lesão no punho, e eu trabalhando como um condenado, para dar o maior conforto possível à minha família. Vivíamos como uma família normal de classe média num bairro da zona norte de Porto Alegre. Num final de semana, próximo do final do mês de junho, fomos convidados por um casal de amigos a irmos num churrasco na casa de um outro casal, que na realidade, nem conhecíamos direito, tínhamos visto uma ou duas vezes em festas anteriores. Rita, se animou e tratou de confirmar presença. Eu, cansado de minha labuta diária, me daria um pouco de lazer merecido. Partimos os 4, para uma boquinha na faixa. Só de não precisarmos ir para a cozinha fazer almoço ou gastar dinheiro em algum restaurante, já estava valendo.
O dia passou voando. Casa cheia, festa animada! Num clima amistoso, de muitas risadas e um ótimo papo, conhecemos um pouco mais intimamente, os anfitriões, Paula e Ricardo, casados há 15 anos assim como nós, e com um casal de filhos, Benito, com 13 e Duda, com 11. O almoço transcorreu muito bem, as crianças brincaram até cansar, a maioria foi embora, e nós, num papo animado, nos juntamos na sala de estar, no auge da noite. Conosco, Paula e Ricardo, Maria Clara e Zé Henrique (nossos amigos de longa data) e Tereza e Samir, amigos dos anfitriões.
Lógico que, em dado momento, o papo esquentou. Falamos de tudo um pouco. Como tinha sido a nossa primeira vez, onde, etc. Podia até parecer, ao primeiro momento, que a conversa seria invasiva, que nossa intimidade estivesse sendo exposta, mas pelo contrário, o papo tava excelente, respeitoso e incrivelmente excitante. Tereza e Samir, o casal mais velho entre nós, relutou um pouco em se abrir, mesmo porque, demonstraram serem os mais tradicionais. Samir, transou com Tereza pela primeira vez num barco, ao estilo romântico, típico da boa vida que levavam e levam até hoje. Queríamos os detalhes e, encabulados, se resumiram em contar que a noite havia sido mágica e encantadora.
Porra Samir, cadê a putaria?? Esbravejou Ricardo, deixando transparecer toda a intimidade que tinha com o casal.
Fudi gostoso a Tereza! Gozei dentro, sem camisinha e lembro até hoje do pânico da Tereza!!
A risada foi geral! Ótimo pra quebrar o clima!! Tereza quis bater em Samir. Envergonhada, só disse que tinha sido muito bom, apesar da juventude e inexperiência. Insistimos um pouco mais, mas Tereza apenas lembrou que, na gulosa que fez, quase engasgou!!
Em seguida, Maria e Zé.
Conhecíamos Maria Clara e Zé Henrique desde nossa adolescência. Estudei com o Zé desde a 1° série. Comemos várias menininhas da cidade no interior do Paraná, onde nascemos. Minha primeira suruba o Zé estava. No primeiro ménage, também. Mas depois que o Zé casou com a Maria Clara, nos distanciamos. No início, ela sempre se demonstrou antipática e fechada. E a vida seguiu. Anos depois, o destino nos recolocou nos trilhos. Devido a uma mudança na empresa dele, ele e a família vieram morar em Porto Alegre. Três meninas, Pietra, com 16, Penélope, 12 e Pâmela, 08. Neste dia, estavam sós. As meninas haviam viajado para a casa da avó, em Foz.
Eu já sabia como tinha sido a primeira vez deles, Zé havia me contado em detalhes tempos atrás, mas evitei ser indelicado. Fiz caras e bocas demonstrando surpresa. Maria Clara, acho que por conta da maturidade, estava mil vezes mais simpática e falante, interagindo com todos, sem melindres ou “não me toques”. Zé me surpreendeu com a riqueza de detalhes:
Tinha 17 e a Clara, 16. Meu tesão era incontrolável. Clara era uma ninfeta daquelas, tinha um corpo escultural e uma bunda de dar inveja em qualquer menina da sua idade. Namorávamos fazia uns seis meses.
Oito! Corrigiu Clara!
É…sei lá, porra! Continuou Zé! (rs) Já havíamos feito muitas loucuras por conta da idade, mas nunca chegado aos finalmente. Levei Clara pra jantar e inventamos aos pais dela que iríamos a uma festa na casa de parentes da minha família. Pedi para que dormisse em casa. Depois de tanta insistência, conseguimos. Avisei aos meus pais que, caso ligassem, confirmassem nossa versão. Saí do restaurante direto para um motel…o plano era perfeito. Clara tirara xerox do documento da irmã, Maria Cinthia, que recém completara 18 anos. Tudo era novo pra gente, mas eu consegui controlar minha ansiedade e fui pra cima!!
Todos caíram na risada!!
Conta logo!! Esbravejou Ricardo!!
Tirei toda a roupa dela e a deixei só de calcinha e sutiã. Aquele conjunto de renda me deixou de pau duro! Fiz Clara dançar pra mim e ela sensualizou. Terminou num strip foda!
Clara ruborizou!
Resolvi apimentar, perguntando se ela tava depilada ou não, mesmo já sabendo a resposta! Recebi um cutucão de Rita e a resposta veio em tom entusiasmado:
Depiladinha, do jeito que eu gosto!
Quem não gosta? disse Ricardo.
Parecia de uma menininha! retrucou Zé. Inchada e lisinha, com os lábios escondidinhos!!!
Assim eu fico louco! vibrou Ricardo, levantando do sofá, ajeitando o pau nitidamente duro e indo direto pro banheiro mijar.
Todos caíram na gargalhada, e Samir e Tereza também levantaram, informando que iriam embora, alegando cansaço. Paula logo protestou, dizendo que eles não poderiam ir embora no melhor da festa. Tereza riu e consentiu e Samir tratou logo de sentar outra vez.
Realmente, tô curioso! disse Samir, esfregando as mãos, em tom animado.
Clara, demonstrando naturalidade com toda a história que o marido contara, emendou:
Aquele dia foi muito especial! Transamos com muito amor e tesão! Me entreguei de corpo e alma aquele homem que eu amava tanto!!
Detalhes, Clara, detalhes por favor!! disse Paula.
O pau do Zé era maior do que eu imaginava. Pensei, como vou aguentar tudo isso na minha…na minha…
Buceta!! Gritamos em coro. Todos riram!!
É…na minha buceta! Não posso reclamar, ele foi muito carinhoso comigo!!
E aí, Zé? Indagou Samir!
Chupei muito essa buceta naquela noite, disse Zé, enchendo a mão na buceta da companheira, (sendo repreendido com um tapa!!) que estava em pé, se servindo de um copo de vinho na mesinha ao lado. – Lembro do cheiro, do gosto…lembro de ter posto ela com as pernas em meu ombro e ter colocado minha língua lá no fundo, arrancando um gemido delicioso!!
Mas como? Questionou Paula, querendo saber o malabarismo feito pelo casal.
Assim ó!! Clara deitou no sofá, e Zé, mais do que depressa, refez a cena, que ficou muito mais compreensível quando vimos.
Ao deitar, sua saia logo subiu, mostrando uma calcinha rosa bebê bem cavada. Zé se posicionou e sem cerimônia, meteu a língua por sobre a calcinha mesmo! Um alvoroço tomou conta da sala, esquecendo, inclusive, das crianças que dormiam no quarto ao lado. Rita, ao meu lado, me olhou sorrindo, num misto de surpresa e tesão. Ainda pude perceber a reação de todos na sala. Ricardo, que voltara do banheiro, era o mais próximo dos dois, tendo uma visão pra lá de privilegiada. Samir e Tereza riam em uníssono, com Samir com a mão na coxa da esposa, bem próximo de sua buceta. Paula vibrava com a situação e, em dado momento, correu pra junto do marido, pra ver mais de perto aquele show. Isso durou, mais ou menos, uns 30 segundos, um minuto, sei lá, mas na minha mente, até hoje, pareceu uma eternidade.
O clima esquentou ainda mais. Barreiras foram quebradas. A cumplicidade tomou conta daquela sala. Quando chegou a vez de Ricardo e Paula, já estávamos muito mais relaxados. Contaram a todos como havia sido a primeira vez com Paula.
Aquele dia ficou marcado. Já tinha vivenciado muita putaria nessa vida. Não era um expert, mas bobo também não era. Chamei Paula para passar a tarde em minha casa. Meus pais haviam viajado, e a casa era toda nossa. Uma boa música, uns comes e bebes e “armadilha” estava preparada. Paula sempre foi muito fogosa. Sempre me provocava com suas mini saias, blusinhas sem soutien e muito charme. Naquele dia ela usava uma mini saia jeans apertadinha e uma blusa decotada que mostrava o contorno dos seus seios. O primeiro beijo foi o estopim. Beijei com um puta tesão e fui descendo. Desci um lado da blusa e o bico do seio direito surgiu imponente. Beijei, seguido de uma lambida na ponta, mordendo, sem muita pressão. Paula deu leve gemido, e desceu a mão em busca do meu pau. Minha rola não via hora de escapar daquela prisão, e apontar em direção ao céu. Assim foi. Paula pressionou, rola e saco juntos, como quem quer marcar território, me causando um pequeno incômodo, mas que logo foi superado pelo tesão que estava.
Na sala, todos o olhavam atentos a descrição dele dos fatos. Samir já acariciava Tereza com muito menos pudor. Clara, depois de ser lambida por Zé, ouvia atentamente, sentada no colo do marido, que a dedava com tesão. Eu me animava. Mexia na rola, apertando e soltando, enquanto Rita, ao lado de Paula, se entreolhavam, cochichando algumas vezes sobre um detalhe ou outro.
Surpreendentemente, Paula tomou a palavra:
Quando vi o Ricardo com a cueca e a calça na canela, todo atrapalhado resolvi tomar iniciativa da situação. ( Todos riram!!)
Ela é muito boa nisso! – comentou Ricardo.
Abaixei pra abocanhar aquela rola. Botei na boca e deixei escorregar pro fundo da minha garganta. Com os lábios, pressionei e comecei a punhetá-lo com a boca.
Que delícia amiga, conta mais!! disse Clara no canto da sala.
Senti minha buceta molhada! continuou Paula! Tirava da boca, tentando deixar o mais úmido possível! Com a ponta da língua, desci toda a extensão da rola e lambi o saco liso, sem nenhum pelo! Tentei colocar uma bola na boca, mas fiquei com medo de machucar o Ricardo! Comecei a punhetá-lo com a mão e como estava agachada, olhei pra cima, procurando encará-lo. Ele, de olhos fechados, curtia o momento! Lembro de ter descido minha mão até minha buceta, arregaçada pela a posição que eu estava, e massageado meu clitóris!
Faz pra gente ver como vocês estavam!! disse Clara, a mais íntima do casal!
Como o clima tava pra lá de excitante, Ricardo levantou mais do que depressa e se pôs ao lado de Paula, que, sentada, pôs a mão no rosto, em sinal de vergonha! Um coro descoordenado iniciou na sala, com gritos e lamentos de “ Vai Paula!!” “Sem medo, vai!!” “ Vai Paulinha, vai Paulinha!!!”
Depois dos insistentes pedidos, Paula se agachou na frente de todos e simulou a gulosa, achando mais graça do que tesão com a situação!
Em meio aos gritos e risadas, alguém disse:
Tem que ser pelados!!
Aquilo me causou surpresa! Meu pau, que até então estava duro, recuou!!Olhei a cara de todos, para saber a reação de cada um e surpreendentemente, mais tesão do que tensão pairava no ar. Ricardo, o mais desinibido de nós, com toda a sua cara de pau, fez a dança característica do strip tease e meteu a mão no zíper da calça, descendo, desabotoando e deixando a calça cair! Paula, por sua vez, se soltou, botou a rola do marido pra fora, arregaçou a cabeça e pôs na boca!!
A algazarra que até então reinara naquela sala, silenciou. Viramos espectadores de uma cena de filme pornô! Por mais putanheiro que fui na vida, nunca havia presenciado ou participado de algo tão excitante e incomum. Principalmente ao lado de Rita. Cruzamos os olhares e, sem nenhuma palavra, decidimos curtir aquele momento. Na sala, o barulho característico de uma chupada na rola, com avidez e desejo, que só nós, homens, sabemos identificar… depois de alguns minutos curtindo aquilo, levantei a cabeça e pude observar o tesão dos casais ali presentes. A atenção que prestávamos naquele ato, com respeito e cumplicidade divididos, nos elevou a uma outra dimensão! Nos desligamos do mundo e nos esquecemos de tudo, inclusive das crianças que dormiam no quarto ao lado e podiam acordar a qualquer momento. E acordaram…

(Continua…)

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