Minhas Pregas e o Garoto de Programa

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Olá a todos.Trabalho em uma multinacional em Campos dos Goytacazes – RJ, e o que passo a narrar aconteceu comigo há cerca de três anos. Estava às vésperas de completar trinta anos, tinha namorada e um razoável sucesso com as mulheres, embora não fosse nenhum galã. Sou branco, estatura mediana, cabelos e olhos castanhos e compleição física magra, mantida às custas de dieta e exercícios regulares. Minha vida transcorria dentro da normalidade, até o dia em que, olhando putaria na internet, abri um site gay, o que só descobri ao abrir um vídeo que continha uma cena entre homens. Eram dois caras, um deles um jovem franzino que chupava um pau que mal cabia na boca, de tão grosso. O que mais me chocou naquela cena foi minha reação: fiquei excitado com aquelas imagens, e, como se ainda fosse pouco, me masturbei. Com tanto tesão que gozei como se estivesse sem sexo há meses. Ao prazer intenso, porém, sobreveio a culpa. Eu nunca tivera qualquer experiência homossexual. Mas aquelas imagens me impressionaram a tal ponto que, depois daquele dia, passei a procurar, quase diariamente, por cenas como aquela. Era um paradoxo, pois eu sentia repulsa ao ver dois homens se esfregando e se comendo, mas me excitava vendo sexo oral entre eles; tanto que passei, depois de um tempo, a ter a curiosidade de saber como seria pegar um pau que não fosse o meu e chupar. Até tentei fazê-lo comigo mesmo, obviamente sem sucesso. Eu estava num ponto em que a curiosidade tinha se transformado em fantasia, mas realizar a fantasia eram outros quinhentos, pois, fora a culpa pelo desejo homossexual, eu tinha receio de me expor, social e profissionalmente. Quando a fantasia se tornou uma ideia fixa, passei a pensar em como concretizá-la. E, depois de algumas elucubrações, a solução que encontrei me pareceu tão simples quanto óbvia: contratar um garoto de programa. Um profissional a quem eu nunca mais veria, e a quem eu não precisaria dar qualquer explicação. Sem envolvimento nem qualquer constrangimento de parte a parte, e o melhor, com a garantia de sigilo absoluto. Parecia perfeito. Passei, então, a buscar em classificados e sites do gênero, evitando homens musculosos e peludos, que, além de não me atrair, embutiam, na minha cabeça, o risco de extorsão mediante ameaça física ou outro tipo de golpe. Já estava quase desistindo, quando encontrei o anúncio de um tal Tiago (nome fictício), do Rio de Janeiro. Jovem (vinte anos declarados), branco, magro, aparecia nas fotos do site com o rosto desfocafo e vestia uma sunga branca, segurando com as duas mãos o que me interessava. No anúncio, afirmava ter 23 centímetros de satisfação (registrei essa informação com reservas, pois sei que esses classificados costumam conter exageros. Além do mais, as fotos não mostravam o dote). Como viajava com frequência ao Rio, não seria difícil agendar um encontro. Quando surgiu a
oportunidade, liguei para ele, acertando detalhes como, dia, hora, duração do programa e cachê, e me surpreendi com a naturalidade com que tratei dessas questões. Parecia seguro. Na data marcada, fui ao seu encontro, num conjugado no centro da cidade, no meio da tarde. Conforme eu me aproximava da porta do apartamento, minha tranquilidade ia se transformando em um nervosismo que beirava um ataque de pânico. Meu coração parecia que ia sair pela boca, e minhas mãos estavam trêmulas e suadas. E se ele estivesse acompanhado ou armado? E se me dopasse? Quando a porta se abriu, surgiu um rapazote que não aparentava ter mais do que dezoito anos, com, no máximo, um metro e setenta de altura, pesando, se tanto, sessenta quilos. Tinha cabelos e olhos castanhos, calçava sandálias havaianas e vestia uma camiseta regata e uma bermuda de brim maiores que o seu manequim. O aspecto geral era o de um moleque incapaz de qualquer violência. Se por um lado isso me tranquilizou, por outro fiquei decepcionado. Ele não parecia ser bem dotado, e, pela aparência, poderia muito bem ser menor de idade. Apertamos as mãos e me apresentei. Ele me perguntou se eu queria beber algo. Aceitei água. Minha garganta estava tão seca que nem conseguia falar direito. Após alguns instantes nos avaliando mutuamente, ele me perguntou:
– Então, cara, o que é que eu posso fazer por você?
Um tanto constrangido, eu disse:
– Bom, Tiago, então, … eu tenho a fantasia de pegar um pau e chupar. Sei lá, ver como é segurar num pau que não seja o meu. Eu nunca fiz isso antes e, … bem, é isso. Eu espero que você me ajude (até hoje não sei como consegui balbuciar essas palavras, e tenho taquicardia só de lembrar)…
Após um segundo impassivel, ele disse:
– Só isso mesmo?
– É. Só isso.
– Então tá. Vem aqui pro quarto comigo.
E me conduziu ao quarto, que tinha apenas uma cama de casal, um criado mudo e um guarda-roupa. Com um gesto, me fez sentar na cama e se pôs de pé diante de mim, tirando a camiseta e as sandálias, ficando apenas com a bermuda. Andando em minha direção, ele pôs a mão sobre a virilha por cima da bermuda e deu uma segurada no saco. A curiosidade mantinha meus olhos fixos no volume que começava a se formar ali. Ele se aproximou do meu rosto, afagou meu cabelo com uma das mãos, e com a outra pegou minha mão e conduziu até aquela protuberância, que continuava aumentando de tamanho, e sussurrou:
– Vem, pega…
Conduzido por ele, eu comecei a alisar aquele calombo que não parava de crescer, passando a mão de leve sobre o pano, ainda sem coragem de pegá-lo com vontade. Minhas mãos tremiam e minha boca estava seca, mas eu estava impressionado com a velocidade com que ele crescia. Era como se estivesse sendo inflado. Após um tempo me conduzindo naquelas carícias, ele afastou minha mão, e, soltando o botão e o zíper, abaixou a bermuda.
O susto que eu levei me fez arregalar os olhos e abrir a boca. Como que impulsionado por molas, de dentro da bermuda saltou uma cobra branca, com a cabeça rosada parcialmente coberta de pele e que deveria ter, no mínimo, um palmo de comprimento, mesmo sem ainda estar totalmente ereta. Tinha um formato que lembrava uma taça de champanhe, mais grosso no meio que nas extremidades. Grosso, não: melhor dizendo, MUITO grosso. Fiquei, por alguns instantes, paralisado e boquiaberto com o impacto daquela visão. Eu nem piscava.Tremendo de tesão, segurei aquele tarugo. Com uma das mãos empalmei o saco liso e rosado, e, com a outra, peguei o corpo, puxando a pele que cobria metade da glande. Timidamente, punhetei-o devagar, enquanto ele continuava inchando. O bicho não parava de crescer e engrossar, a ponto de eu não conseguir fechar a mão ao segurá-lo. O que antes lembrava uma taça de champanhe estava agora mais parecendo, pelo perímetro, uma garrafa de refrigerante. O comprimento, e, principalmente, a grossura, eram impressionantes, absolutamente desproporcionais ao corpo do garoto recém saído da adolescência; eu, hipnotizado, punhetava aquilo e era quase como se eu estivesse me masturbando, tal era o tesão que me dava. Meu pau latejava, de tão duro. Era uma delícia segurar aquela piroca. Ele era depilado e sua pele era fina como a de uma criança, e eu poderia ficar ali por tempo indeterminado sem me cansar, só segurando e admirando seu tamanho e grossura. Aproximando -se mais, ele soltou minha mão, pegou o pau e passou a esfregar na minha cara e nos meus lábios fechados, batendo de leve. O cheiro era uma mistura de suor, pele de criança e sabonete, e uma babinha começava a brotar de seu orifício. Era um odor inebriante.
– Chupa!…
Eu já nem raciocinava mais. Meu pau estava doendo, de tão duro; eu salivava, e, abrindo a boca ao máximo, abocanhei o que pude daquela tora. Mal consegui por a cabeça na boca e engasguei. Tive ânsia de vômito e recuei, tossindo. Ele procurou me acalmar.
– Calma, devagar… Chupa só a cabeça e vai tentando abocanhar mais aos poucos, sem encostar os dentes, como se fosse um picolé… vai chupando e lambendo. Isso aí, vai bem devagar… agora volta… agora engole mais um pouco… alisa meu saco… punheta ele… isso… humm, porra, que tesão!…
Ele ia falando e afagava meus cabelos, ao mesmo tempo em que ia enfiando aquele tronco pela minha boca adentro, segurando minha cabeça e forçando o que conseguia para a frente. Obediente, eu fazia o que ele mandava, enquanto meu cérebro processava um turbilhão de sensações inéditas: o gosto levemente salgado, o cheiro, o tamanho… mas o mais gostoso eram a grossura e a textura. Segurando–o no meio, faltavam dois dedos para que meu polegar e dedo médio se tocassem, e, apesar de sua rigidez, ele era macio. Eu precisava abrir a boca ao máximo para abocanhá-lo sem roçar os dentes, e de vez em quando eu ficava parado, sentindo-o latejar, enquanto a saliva escorria pelos cantos da boca. Ele ia e vinha lentamente. Eu já estava quase gozando, mas não tirava as mãos de seu corpo, com medo dele empurrar mais e eu deslocar a mandíbula. Eu estava a ponto de sufocar. Suava, lacrimejava, babava e ele ia socando cada vez mais.
– Isso, porra…. Chupa gostoso que eu tô quase gozando!..
E prosseguiu, ora recuando, ora empurrando, praticamente estuprando minha boca, a ponto de eu não aguentar mais. Eu já estava com cãibras no maxilar. De repente, a ânsia foi mais forte e eu o empurrei bruscamente e corri para o banheiro, vomitando no vaso. Eu tossia sem parar, e, pior, havia interrompido a chupada no momento em que estava mais gostoso. Eu ofegava. Todo o meu tesão se fora, e eu, agora, era a imagem da derrota. Estava suado, todo babado, com a roupa amassada, constrangido e sem saber o que fazer. Ele notou meu estado e falou:
– Relaxa, cara. Fica assim não. Isso acontece com quem não está acostumado. Você não quer tomar um banho?
Aceitei de imediato. Naquele momento, um banho era tudo o que eu queria e precisava. Ele pegou duas toalhas limpas e disse:
– Toma aí.
Quando me despi e entrei no boxe, ele também veio, para minha surpresa.
– Eu também vou. Deixa eu te ajudar.
Pegou o sabonete e começou a esfregá-lo em mim, passando a mão ensaboada no meu pau e no dele, fazendo voltar minha ereção. Aproveitei e juntei nossos dois membros, segurando-os com as duas mãos. A comparação era humilhante para mim. Comparado àquele monstro, meu pau parecia uma miniatura, quase desaparecendo do lado daquele gigante. Aproveitando nossa proximidade, ele passou as mãos ensaboadas nas minhas nádegas.
– Você tem uma bunda muito bonita.
E, afastando minhas nádegas, enfiou o pau entre minhas pernas, esfregando no meu períneo, e me deu uma linguada na orelha. Senti uma espécie de descarga elétrica passando pela coluna, e meu corpo todo tremeu. Eu não sei se me surpreendi mais com a carícia ou se com a minha reação. Instintivamente, afastei as pernas e empurrei o quadril em sua direção, abraçando-o pelos ombros. Ele deu mais umas duas sarradas, e me virou de costas pra ele, me encoxando e passando as mãos pelo meu peito e virilha, enquanto esfregava a pica ensaboada entre as minhas pernas e sussurrava no meu ouvido.
– Você já deu o cu?
– Não. Nunca.
Era verdade, mas minha voz não expressava qualquer firmeza.
– Nunca mesmo?
– Não…
– Dá pra mim, então. Tu é muito gostoso e eu tô doido pra te comer. Deixa, vai, você não vai se arrepender…
E ia me cutucando e beijando meu pescoço. Nesse momento, eu estava num tipo de transe. Nu, ensaboado, com um homem me agarrando enquanto pincelava meu rego com uma rola tão grande que aparecia pela minha frente quando passava pelas minhas bolas, e nem me lembrava mais que tinha ido lá apenas para sexo oral. De pincelada em pincelada, ele posicionou o pau onde até então era apenas a “porta de saída” e deu uma cutucada. Dei um salto para frente, mais de susto do que por qualquer outro motivo.
– Opa, calma aí, Tiago.
– O que é que foi?
– Ai, sei lá, tô com medo…
– De quê?
– De você querer enfiar isso aí em mim. Eu nunca dei o cu, e não sei se eu vou conseguir…
– Consegue, sim, fica tranquilo. Eu tenho experiência com iniciantes. Fica despreocupado porque eu sei o que eu tô fazendo. Eu boto bem devagarinho, tá bom?
– E se eu não agüentar?
– Aí eu paro.
– Jura?
– Juro.
– Pô, Tiago, olha lá… eu tenho medo é de você me rasgar e eu ir parar no hospital…
– Confia em mim, vai, você vai gostar.
E, passando condicionador no pau, voltou a me encoxar e beijar meu pescoço, afastando minhas nádegas e esfregando a pica no meu cu. O que havia de hesitação e resistência em mim, a essa altura, já havia escorrido pelo ralo. Eu empinava a bunda e empurrava a bunda contra seu pau. Ele forçava e recuava, forçava e recuava, e eu chegava a piscar o cu com aquelas cutucadas.
– Então, tu vai me dar, não vai?…
– Tá bom. Vou. Se você garante que não vai me machucar, eu vou.
– Então vamos lá pra cama.
Saímos do chuveiro e nos enxugamos. Secos, fomos para o quarto, e ele me fez sentar na cabeceira da cama, com um travesseiro sob as costas, me mandou abrir bem a boca e começou a socar aquela cobra em mim. Parecia que estavam tentando arrancar meu queixo. Aquilo estava mais grosso que antes. Ele enfiava até onde conseguia e tirava tudo, esperava eu me recompor e tornava a enfiar, e, a cada vez, deixava mais tempo na minha boca, a ponto de eu quase sufocar. Já estava todo babado novamente (em cima e em baixo), mas nem me atrevia a tirar as mãos das suas coxas, e ele enfiava, deixava um pouco e tirava, tornava a enfiar, deixava um pouco mais e tirava. De repente, ele tirou o pau, todo babado pela minha saliva, me pegou pelo braço e me virou de costas pra ele, dizendo:
– Fica de quatro.
Ele foi até o criado mudo, pegou um tubo de gel e começou a passar no meu ânus, em movimentos circulares. Senti uma espécie de quentura no local, que logo passou; eu arrebitava mais a bunda, afundava mais a cara no travesseiro e nem pensava em encostar a mão no pau, com medo de gozar. Eu tremia de tesão. Quando ele enfiou o dedo médio em mim, meu gemido foi mais de prazer do que de dor.
– Tá gostando, né? Então espera só quando eu botar no teu cuzinho…
Subitamente, senti uma pontada de dor e, instintivamente, abaixei o quadril.
Olhei pra trás e vi que ele tinha enfiado dois dedos em mim. Tentei fugir, mas ele me segurou passando o braço pela minha cintura.
– Ai, Tiago, tá doendo…
– Calma, fica parado e relaxa. Esse gel tem anestésico e relaxante muscular. Espera que logo vai parar de doer.
De fato, a dor passou, e eu voltei a arquear o quadril. Ele, depois de algumas cutucadas, tirou os dedos, abriu a gaveta do criado mudo, pegou uma camisinha e começou a encapar o membro. A visão daquele garoto pondo o preservativo era ao mesmo tempo excitante e amedrontadora. O bicho parecia agora maior do que nunca, duro como pedra. O lubrificante fazia com que ele brilhasse, ressaltando suas dimensões gigantescas.
– Abaixa a cabeça e empina a bunda.
Agora não tinha mais volta. Fiz o que ele pediu, mas antes, falei, tentando ser o mais enfático que pude:
– Pelo amor de Deus, Tiago: muito cuidado, por favor!
Ele, sem dizer palavra, se ajoelhou atrás de mim, com os dedos polegar e médio afastou minhas nádegas e cuspiu no meu cu, espalhando a saliva com a ponta do pau, que segurava com a outra mão. Nessa posição, ele ficava alternando esfregadas e cutucadas cada vez mais fortes contra meu ânus virgem. Eu estava louco de tesão, e meu cu piscava feito um vaga-lume. De repente, ele encostou a cabeça do pau no meu cu e me segurou pela cintura. Forçou a entrada, sem sucesso. Aliviou a pressão e tornou a forçar, agora com mais força e por mais tempo, mas nada.
– Relaxa, senão não vai entrar.
Relaxei o quanto me foi possível naquelas circunstâncias, mas nem assim entrava. Meu cu estava trancado. Então ele disse:
– Porra, tu é muito apertado. Faz o seguinte: quando eu empurrar, faz força como se fosse cagar.
Passou um pouco mais de lubrificante nele e em mim, encostou a cabeça do pau e forçou. Dessa vez, fiz o que ele mandou, como se estivesse defecando, e ele aumentou a pressão. Meu cuzinho virgem começou ceder, e, fazendo uma espécie de “ploft”, a ponta da glande passou pelo esfíncter. Se eu não estivesse com a boca apoiada no travesseiro, meu berro teria sido ouvido em todo o prédio. Dei um salto para frente, batendo com a cabeça na cabeceira da cama e tampei a bunda com uma das mãos, enquanto com a outra cobria minha boca, para não gritar mais. A dor que eu sentia não tinha comparação com nenhuma outra que eu já havia sentido. Uma dor aguda, lancinante. Só quem já deu o cu sabe o que eu quero dizer. Eu me contorcia e contraía com força os glúteos, desejando apenas que meu cu parasse de doer.
– Aaii…! Puta que pariu!… Que dor, puta que pariu, que dor!!…
Eu bufava e tinha vontade de chorar. Tudo o que eu queria era me vestir e sair daquele lugar o quanto antes. Subitamente, perdi completamente a vontade de estar ali. A ideia de ser penetrado me parecia, agora, completamente absurda. Bateu um arrependimento do tipo “o que é que eu vim fazer aqui?” e falei que queria desistir.
– Pô, Tiago, vamos parar. Meu cu tá doendo muito; eu acho que não vou conseguir. Teu pau é muito grande…
– Calma, cara… Peraí, não desiste não… Você vai conseguir, sim, eu garanto. Só doeu assim porque foi a primeira vez. Vamos de novo que dessa vez vai doer menos. Faz o seguinte: deita de frango assado e abre bem a bunda. Toma esse travesseiro que é mais alto e põe debaixo do corpo.
Ele ia falando e passando mais lubrificante. A razão me mandava desistir e sair logo dali, mas a visão daquele tronco de carne apontando para cima me impedia de pensar em qualquer outra coisa que não fosse fazer o que ele mandava. Após um suspiro de resignação, deitei como ele pediu e abracei o outro travesseiro, cobrindo o rosto e me preparando para o momento fatal. Ele se posicionou diante de mim, segurou o pau e encostou no meu cu enquanto se inclinava para a frente. Após encaixar-se, ele me segurou nos ombros e sussurrou:
– Agora relaxa e deixa entrar..
E foi empurrando devagar, até que a cabeça entrou completamente, esticando meu cuzinho. A dor voltou, mais aguda que antes; eu gritei e tentei escapar, mas agora eu estava meio preso por ele, e não tinha como fugir.
– Ai, ai, pára, pára, pára! Tira, pelo amor de Deus!!…Tá doendo!!.. Tiraaa!!!…
– Calma, relaxa, senão dói mais… Não se mexe que eu vou ficar parado até você se acostumar. Respira que nem cachorrinho que a dor vai passando.
Rebolei tentando escapar, mas era impossível, devido à posição em que eu estava. Eu suava frio, mordia o travesseiro para abafar meus gemidos e tinha vontade de chorar, e, por absoluta falta de alternativa, tentei fazer o que ele mandava, arfando como um cãozinho, ou melhor, como uma cadelinha. Meus olhos estavam marejados. Não sei quanto tempo durou esse sofrimento. Eu esperava que a dor descesse a níveis suportáveis, ou eu me acostumasse com ela, mas, apesar de todo o meu esforço, eu não estava conseguindo suportar a dor.
– Ai, porra, Tiago, chega!.. Tira!.. Tá doendo pra caralho! Tira, por favor!..
Para meu alívio, fui atendido. Saindo de mim, ele se levantou e tirou a camisinha. Eu estava aliviado pelo fim daquela tortura. Se dar o cu era aquilo, definitivamente não era para mim. Apesar do alivio, fiquei com uma ponta de frustração, pois achei que fosse acabar ali minha aventura. Só que depois de tirar o preservativo, ele encheu o pau de lubrificante, deitou-se de costas na cama e me chamou:
– Vem cá, senta em cima de mim.
Atônito com aquele gesto, falei:
– Hã? Como assim? Sem camisinha?…
– É. Eu não vou enfiar, não. Já que você não tá aguentando, vamos ficar só sarrando. Você só senta em cima e fica esfregando. Anda, vem logo…
Não sei se me surpreendi mais com o convite ou se com o tom menos gentil de sua voz. Mas como não haveria penetração, consenti. Aquela seria a minha última tentativa; pelo menos ficando por cima eu poderia controlar as ações. Ajoelhei-me de frente para ele, montando em sua cintura. Cuspi na mão, passei-a pra trás e peguei seu pau besuntado, espalhando a saliva. Por via das dúvidas, repeti a operação. Depois de segurá-lo, fui, aos poucos, me encaixando nele. Eu forçava o cu para baixo até o limite, e quando começava a doer eu aliviava a pressão, piscando o cu. Enquanto sentava, eu alisava seu pau e seu saco. Além da sensação de manejar e “morder” com o cu a ponta daquele porrete, eu saboreava o prazer de segurá-lo e sentir sua textura. Como eu estava por cima e mais relaxado, eu conseguia, aos poucos, suportar a dor sentida cada vez que a glande pressionava meu ânus. A tarefa exigia cautela, pois qualquer descuido faria a cabeça entrar, e tudo o que eu não queria era sentir novamente aquela dor, além do risco de uma relação sem camisinha com um desconhecido. De vez em quando eu simplesmente ficava me esfregando no seu pau enquanto piscava o cu e sentia a delícia de segurar aquela pica grossa. Aquilo era o máximo de prazer que eu já havia experimentado na vida, e eu estava a ponto de gozar, mesmo sem tocar meu pau. A repetição contínua de piscar o cu e sentar foi, aos poucos, me dando coragem para fazer o impensável: fui arriando o corpo e me deixando ser invadido. Mordi a mão e dei um gemido abafado quando a cabeça entrou, esticando meu esfíncter. Ele permaneceu imóvel, enquanto eu arfava, tentando me acostumar com aquele trabuco no rabo. Em câmera lenta, comecei a subir e descer. À custa de muito sofrimento, consegui fazer entrar um pouco mais do que a cabeça. Era quase como um parto ao contrário. Ele continuou parado enquanto eu ia e vinha, tentando agasalhar um pouco mais a cada descida. Eu suava frio e sentia seu pau latejando dentro do meu reto. Meu cu estava completamente alargado, mas, aos poucos, a dor, embora ainda grande, ficou mais suportável. Ele notou.
– E aí? Tá doendo menos?
– Tá, mas fica parado. Deixa que eu me mexo.
E fui tentando acomodá-lo dentro de mim. Quando eu me acostumei um pouco mais com aquela invasão, comecei a rebolar, e ele me acompanhou nos movimentos. Com medo dele enfiar mais e me arregaçar, eu fiquei segurando seu pau e percebi que, mesmo eu empurrando o corpo para baixo, só conseguia fazer entrar um pouco menos da metade. A partir daí, ele era tão grosso que simplesmente empacava, por mais que nós dois forçássemos. Achei que aquele fosse o meu limite, uma espécie de fim da linha, de onde era fisicamente impossível passar. Isso me deu uma certa tranquilidade, e eu relaxei. Eu estava completamente entregue, tomando no cu com o maior pau que eu já vira na vida, e, agora, adorando tudo aquilo. O tesão que eu sentia não era desse mundo. Àquela altura, a dor passou a ter uma importância menor, e ele percebeu isso.
– Não falei que ia ficar gostoso? Agora eu vou arrombar esse cu…
E foi socando cada vez mais rápido, segurando minha cintura. Pode ter sido o efeito do anestésico, ou jeito dele se mexer, ou a sensação daquela tora me alargando e socando cada vez mais rápido ou tudo isso junto, mas, à medida em que ele acelerava os movimentos, um calor começou a percorrer meu corpo, da base da coluna até a nuca, foi se transformando em arrepio, e, sem aviso e sem me tocar, eu tive o maior orgasmo da vida, lançando jatos de porra longe (e sobre seu peito também), gemendo alto como uma puta, em espasmos violentos, desabando sobre ele depois, quase desfalecendo. Eu tremia dos pés à cabeça. Beijando e mordendo minha orelha, ele cochichou:
– E aí, meu veadinho, gostou?
– Puta que pariu, adorei! Nunca gozei assim antes…
– Deixa agora eu gozar nesse cuzinho gostoso, deixa?
Àquela altura dos acontecimentos, ele estar sem camisinha era só um excitante detalhe. Num fio de voz, eu disse:
– Deixo. Goza bem gostoso.
– Então espera um pouco.
Ao nos separarmos, eu gemi alto quando ele tirou o pau. Mesmo já aberto, doeu quase tanto pra sair quanto para entrar. Eu fiquei vendo-o se limpar, admirado comigo mesmo por ter conseguido aguentar aquilo tudo. Ele tornou a passar lubrificante no pau, que parecia maior e mais grosso que antes.
– Vira de bruços.
– Tá bom, Tiago, mas vai devagar porque eu já tô ardido…
– Põe dois travesseiros debaixo da barriga e abre a bunda. Abre as pernas
Fiz o que ele mandava e, embora estranhando o tom de sua voz, fiquei deitado com a bunda mais empinada. Ele segurou minhas mãos e as apoiou sobre minhas nádegas, me deixando totalmente arreganhado. Eu relaxei, só pensando em retribuir o prazer que ele me proporcionara. Ele encaixou a cabeça do pau no meu ânus e foi enfiando, me fazendo gemer alto e bufar. Quando chegou no meio, onde era mais grosso, parou. Eu me senti totalmente esticado e arfei, respirando rápido e cravando as unhas no lençol. Ele se deitou sobre mim e me abraçou pelos ombros, parando por um instante. Eu suava frio. Pensei que ele fosse começar o vaivém, mas, após um instante imóvel, ele simplesmente enfiou tudo de uma vez, passando a parte mais grossa pelo meu anel de couro, arrebentando todas as minhas pregas. Eu arregalei os olhos e meu urro foi abafado pelo travesseiro, e tentei, desesperadamente, escapar, só que dessa vez ele não teve piedade. Segurando meus ombros e mordendo minha nuca, começou um verdadeiro estupro, indiferente aos meus apelos.
– Aaaii, Tiago!!. Pára,… tira, porra!! Tá doendo, caralho!!…AAAHH!!…
Ele não dizia nada. Só bufava no meu cangote como um animal, enquanto ia me rasgando por dentro, com movimentos que lembravam um bate-estacas, socando rápido e sem dó, e, de vez em quando, enfiava até o saco e esfregava o ventre em mim, quase me matando de dor. Eu bufava a cada socada, urrava e esperneava, enquanto mordia o travesseiro. As lágrimas escorriam. Meu ânus estava alargado ao máximo, como se fosse arrebentar a qualquer momento, e eu já estava sentindo a vista escurecer quando, aumentando ainda mais de tamanho, ele gozou, atolando aquele monstro enrubescido em mim até as bolas encostarem nas minhas, me fazendo esbugalhar os olhos e gritar de dor. Seu pau latejava. Eu choramingava e soluçava baixinho. Por um tempo que não sei precisar, ficamos imóveis e mudos, até que, aos poucos, ele foi tirando. Parecia que eu estava parindo uma melancia em brasa. Quando saiu tudo, eu gemi alto:
– Oohh…
E senti um vazio. Fiquei ainda um tempo deitado, imóvel, me recuperando, sem forças para mover nem um dedo.. Assim consegui me levantar, com as pernas trêmulas e abertas, fui cambaleando até o banheiro, e, ao passar em frente ao espelho, virei-me e vi, estarrecido, uma cratera onde antes havia um cu virgem. Estava arrombado, vermelho e um filete de sangue escorria. Fiquei apavorado e, quase chorando, falei pra ele:
– Puta merda! E agora, Tiago? Meu cu tá sangrando! Vou precisar ir direto para um hospital, porra!…
– Fica tranquilo; já, já, passa. Você só vai ficar um pouco dolorido, e o cu depois volta ao normal. Tenho certeza de que você vai querer repetir a dose.
Tomei um banho, paguei o combinado e nos despedimos. De tudo o que ele me disse, só era verdade a parte de eu querer repetir a dose. Fiquei dolorido por mais de uma semana e meu cu, bem, isso já é uma outra história

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