Meu irmão, meu amor ( continuação 1)

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Parte 4 ( “ Todo pecado será perdoado” Marquês de Sade )
O sentimento de pecado tomou conta. Aquela noite, mal consegui dormir. O remorso, tomou conta, e acho que para Jonas também. Ouvia na penumbra, ele revirar seu corpo desesperadamente para tentar uma posição que aliviasse seu pesar. No dia seguinte ao irmos à escola, ele andava na frente e eu atrás alguns metros. Ficamos sem conversar quase 1 semana. Só monosílabos vagos. Evitávamos a presença do outro. Até encarar. Nossos pais notaram mas, pensaram ser briguinha comum, coisa que acontecia com certa freqüência. Aproveitava cada momento de folga para rezar. Andava com a “cabeça na lua”. Foi numa dessas que esqueci a porta do cercado onde ficava o cavalo à noite, aberta. Acordei com meu pai me puxando pelos cabelos e arrastando para fora da casa.
– OLHA O QUE VOCÊ FEZ!!!!!!!!! ( Berrou apontando o cercado vazio). E, me atirou ao chão. Senti os pedregulhos do quintal entrando na minha perna, enquanto deslizava. Logo, vários filetes finos de sangue começaram a escorrer. Mal, levantei, senti a sola da bota nas minhas costas me arremessando uns 2 metros a frente.
– VAI PROCURAR O PRÍNCIPE( cavalo)!!!!!!!!!!!!!SE NÃO ENCONTRAR, NÃO PRECISA VOLTAR PARA CASA!!!!!!!!!!!!. Gritou……. Tentei sair correndo. E, antes que conseguisse, fui segura pela minha mãe. Me pegou pela orelha ( minha orelha, tão judiada, até hoje, ela tem uma cicatriz com uma pele tão fina, que mesmo com beijo abre e sangra. Resultado daqueles anos onde ela servia de arreio para me puxar). Me virou para meu pai e Jonas que assistia calado. Tirou o chinelo e começou a me bater nas costas, enquanto me prendia pela orelha. Logo, senti o sangue escorrer pela lateral da minha face. Desta vez, ela batia nas minhas costas e ombros. Não nas nádegas como sempre. Eu gritava, mais pela dor que sentia nas orelhas. Até que me soltou.
– Saí correndo…. ( O cavalo estava numa encruzilhada, no pasto vizinho a menos de 1 km de casa. Voltei conduzindo Príncipe com uma varinha. Meu corpo todo doía. Como castigo, não fui à escola 3 dias. ( Jonas mentiu dizendo que eu estava doente). Não pude tomar café da manhã, almoço e janta aquele dia. Evitava passar perto do meu pai, pois ele sempre me dava um tapa ou empurrava. Também, aquela noite me obrigaram a dormir fora de casa com o cavalo ( “ para aprender”). Ainda vestia a roupa do dia anterior, shorts e camiseta. E já era outono, as noites eram frias. Não vi Jonas o dia inteiro, e quando chegou da escola entrou e não mais saiu. Foi o pior para mim. A sensação de estar sozinha no mundo, foi pior que a surra. Quando esfriou mais, fui para a amoreira. Entrei embaixo e, encolhi meu corpo. Não conseguia dormir por causa do frio. Foi quando vi um vulto se aproximando. Tremi, pensei que era meu pai, pois havia mandado dormir no cercado do cavalo. Mas, era Jonas.

Parte 5 ( O gozo inocente se assemelha ao provocado pela mais alta depravação)
Entrou, sem falar nada, sentou na minha frente. Tinha trazido sua blusa.
– Veste ( Fiz, obediente) Também entregou um pano de prato. Dentro tinha pão, bananas, um pedacinho de carne e 1 ovo cozido.
– Comi desesperada e em silêncio. Após, minha digestão, se misturou ao meu choro. Tentava segurar mas, elel vinha em golfadas, como vômito, chegando a sufocar.
– Me abraça ( pedi ) Jonas sem jeito, levantou, sentou do meu lado e me abraçou. O toque do seu braço nas minhas costas me causaram dor, mas foi uma dor gostosa. Encostei minha cabeça no seu ombro.
– Jonas, será que todos os pais são assim?
Silêncio
– Um dia Zinha, nós vamos embora daqui. Eu vou te tirar daqui. Prometo. Você nunca mais vai apanhar…
Silêncio ( O choro voltou forte novamente. Mas, agora não de tristeza misturado com ódio, mas sensibilizada por essas que acho foram as primeiras palavras de carinho que ouvia na vida).
– Eu te amo Jonas ( falei chorando)
– Deixa de bobagem, nós somos irmãos…
– Mas eu amo, me beija, ( Virei o rosto dele e, encostei meus lábios nos dele. Ele surpreso, afastou, eu com uma força e ousadia que não sei de onde veio, puxei novamente a sua cabeça e beijei novamente. Desta vez, ele não recusou. Ficamos assim, com os lábios colados, sem saber o que fazer. Ele passou a mão em volta do meu pescoço e ficávamos assim, encostando e separando. Dado instante, alguém fez um bico com os lábios. E, nossos beijos começaram a fazer um sutil ruído….Ele distanciou o rosto, levantou e me levantou pelas mãos. Me puxou, e abraçou. Senti dor quando senti seus braços me envolvendo mas, não demonstrei. Ele começou a beijar novamente. Correspondi. Não lembro ao certo que momento, mas, senti sua língua penetrando na minha boca semi-aberta. Achei estranho no início, mas, desajeitadamente correspondi. Levava minha língua de encontro à dele. Logo, nossos lábios e envolta deles se encheram de saliva. Sentia nossa face, deslizando uma na outra molhadas de saliva. Sentia o pinto duro de Jonas cutucando minha pélvis. Ficamos muito tempo nos beijando. A iniciativa foi minha. Enfiei minha mão pelo elástico do shorts do meu irmão até atingir seu pênis. Ao tocar, fiquei alguns segundos com a mão parada, só sentindo ele pulsando. Ele parou de beijar e ficou me encarando. Apesar da pouco iluminação, conseguia ver seus olhos castanhos me encarando e sentia sua respiração ofegante. Ficou como se aguardasse alguma coisa. Eu inexperiente, comecei a apertar. Após um tempo, ele sussurrou:
– Pera, vou mostrar. ( Abaixou o shorts, colocou minha mão novamente e começou a fazer um vai e vem lento. Depois de algum tempo parou e eu prossegui. Algumas vezes, voltava a segurar minha mão, impondo o ritmo. Senti a mão de Jonas, tateando a abertura da perna do meu shorts. Levantou o elástico da calcinha começou a tatear a minha bucetinha.
– Pera, falei. ( Desci num movimento, o shorts e a calcinha). Ele voltou a tocar. Eu estava ensopada, percebi quando toquei a entrada da bucetinha. Retornei a masturbar Jonas. Ele apesar de não saber o que estava fazendo, estava me dando um prazer incrível. Até esqueci as dores da surra. Bocas abertas coladas,língua enroscando na língua, tive meu primeiro orgasmo. Minhas pernas amoleceram. |Nesse momento, acidentalmente 1 dedo de Jonas penetrou um pouco na minha rachinha, pois, curvei os joelhos. Até esse momento, ele não havia me penetrado com os dedos. Sómente me tocava fora.
– Ai, falei.
– Machucou? ( tirando o dedo)
– Não…( Naquele momento, a mistura de tesão e ódio pela surra que tinha levado, me deixaram mesmo sem eu saber, disposta a tudo.
– Coloca o dedo de novo Jonas, mas devagar. ( Ele ajoelhou e foi enfiando seu dedo indicador lentamente. Como eu estava ensopada, chegava a escorrer pelas minhas coxas, penetrou com facilidade. Até que senti encostar em algo dentro de mim. Havia chegado ao meu cabacinho.
– Pára, disse segurando sua mão e cabeça. Mas, fica assim. Sentia meu anelzinho pulsando em volta do dedo. Intuitivamente, comecei um movimento com os quadris ao mesmo tempo que massageava meu próprio botãozinho. Comecei a gemer alto.
– Xiiiiiii ( não faz barulho, reclamou Jonas) Obedeci. Com a outra mão, tapei a boca abafando meus gemidos e respiração pesada. Logo gozei novamente. O segundo foi mais intenso. Minhas pernas começaram a tremer. Tirei o dedo de Jonas do meu interior antes de sentar. Fiquei assim algum tempo, tendo espasmos. Minhas nádegas feridas arrastavam no solo a cada espasmo. Eu gostei daquela mistura de dor e tesão. Eu estava muito agradecida a Jonas, que havia transformado aquele que foi o mais triste dia da minha curta existência no mais prazeroso até então. Fiquei de joelhos entre suas pernas e comecei a masturabar como havia me ensinado. O pequeno pinto de Jonas, ereto, apontado para cima, pulsava a poucos cm de meu rosto. Ele de tempos em tempos colocava o dedo na boca e lubrificava a cabeça do pinto. Podia sentir o cheiro ocre de sexo que vinha do seu pênis. Como não era circuncizado, somente parte da glande aparecia quando puxava a pele.
– Coloca o pinto na boca ( sussurrou). Obediente, coloquei. Ele afastou minha mão e começou ele mesmo a se masturabar.
– Vai passando a língua…Logo ele gozou. Começou a fazer o vai e vem com mais velocidade até que empurrou sua cintura em direção ao meu rosto. Seu pinto entrou inteiro na minha boca indecentemente aberta. Senti como se ele tivesse mijado dentro da minha boca. Naquela época Jonas gozava somente um líquido quase incolor. Ele segurou minha cabeça por alguns segundos . Depois, foi retirando seu pinto lentamente. Ele continuava duro e apontando para o alto. Pequei seu pênis e comecei o vai e vem. Ele contraiu e gemeu.
– Espera um pouco falou. E me beijou. Sentamos de frente para o outro . Passei minhas coxas sobre as dele. O tesão tinha voltado. Peguei sua mão e dirigi à minha bucetinha. Ele pela posição desta vez enfiou o dedo médio. Toquei novamente seu pênis ainda ereto e comecei o vai e vem lentamente. Desta vez ele não reclamou. Ficamos assim muito tempo. Num dado momento, ele segurou minha mão e fez com que acelerasse os movimentos. Gozou a segunda e a terceira vez quase simultâneo. Senti que o seu pinto ficava mole. Ele pediu para parar. Já fazia algum tempo que havia tirado o dedo dentro de mim. Estava com a atenção totalmente voltada para seu orgasmo que estava vindo. Após, preocupado com o tempo que estávamos juntos, levantou o shorts e saiu correndo. Eu ainda estava com tesão. Ali sentada de pernas abertas, comecei a me masturbar recordando o que havia se passado a alguns minutos. Demorei um pouco para gozar pois, quando sentia que aproximava, parava e tentava prolongar o máximo aquele momento. Fiquei assim muito tempo, até que o frio da madrugada invadiu meu refúgio. Deitei encima da blusa que Jonas trouxera e abri o máximo as pernas, enfiei meu dedo e comecei a tocar meu grelinho simultaneamente. Logo gozei. Aquela noite dormi bem, apesar do frio, umidade e das dores da surra
( Continua…..)

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