Juninho o primeiro cuzinho

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Na época dos meus 13 anos o começo das punhetas, a cabeça do pau coçando toda hora, vivia brincando na rua e tinha crianças dos 10 aos 16 anos e um dia vi uns mais velhos levando um dos pequenos no terreno vazio que era cheio de mato alto, fui seguindo eles, sem ser visto, e ao chegar próximo das vozes que escutava me deparei com o Juninho ajoelhado em um papelão e os dois de 15 e 16 anos com o paus para fora batendo punheta e o Zélão foi o primeiro a falar.
– Ju, abre a boca e põe a língua para fora, é para tomar tudo…
Na minha posição só via as costas do Zelão e escutei:
– Vai engole, to gozando tudo na sua garganta, só solto quando engolir tudo
Vi o Juninho batendo com as mãos no seu macho e quando ele o soltou escutei o Ju tossindo e o Ricardo, Ri, falando alto ao Juninho
– Para de reclamar e vira pra mim, abre a boca que vai mais leite de homem na sua boca
O Ju virou para o lado do Ri e deu para ver o pequeno de boca aberta enquanto o outro se masturbava e direcionou o pinto na direção da boca do Ju e segurou na nuca dele e puxou de encontro ao seu corpo e iniciou os gritos.
– Toma minha porra viadinho, engole, engole, engole, se deixar cair uma gota apanha
Ri soltou o Ju e foi embora sem me ver. Fui até o JU que estava tentando pegar folego e tossindo baixinho e ao me ver fez uma cara de susto e medo e para me aproveitar disse.
– Ju, que é isso que vc fez? Eu vi tudo e vou contar para sua mãe e seu pai vai te matar de tanto te bater.
– Não fale nada, por favor, eu faço o que vc quiser
Já abaixando a minha bermuda e pondo meu pintinho para fora mandei ele chupar. Ju continuou de joelhos e iniciou uma chupeta bem ruizinha e fiquei um tempo aguentando mas não foi por muito tempo. Gozei na boca do Ju e mesmo sem mandar tomou tudo.
Pedi ao Ju para ir embora comigo e fui perguntando quando ele começou e com quem e ele foi contando.
– A primeira vez foi com o Zelão e eu só bati punheta para ele até ele gozar e melecar minha mão e me obrigou a lamber tudo. Dois dias depois ele me levou nesse terreno e enquanto eu o chupava, o Ri apareceu e pediu para fazer tb. É a terceira vez que venho com eles.
Como eu morava só com minha mãe que trabalhava fora e ficava sozinho eu falei ao Ju
– Vamos agora em casa e fique quietinho sobre o que aconteceu e quando o Zelão e o Ri te chamarem para ir no terreno fale que voce vai denunciar eles para o juizado de menores por estar fazendo aquelas coisas contigo. Comigo voce não pode denunciar pq só temos 3 anos de diferença.
O Ju vinha ao meu lado e ao entrar disse a ele.
– Voce está mentindo para mim e o Zelão e o Ricardo já te comeram e vou falar para seus pais.
O Ju começou a chorar e afirmava que não e eu sempre duvidando até o ponto de falar a ele:
– Prova que eles não te comeram, deixe eu ver a sua bunda.
Apontei ao sofá e o coloquei debruçado no braço do sofá com o shorts nos pés e abri a bundinha e vi um cuzinho rosinha e fechadinho, e por sorte nasci com o pinto fino na cabeça até o meio do pinto e depois engrossando bem até o final. Falei ao Ju.
– Parece que está aberto, preciso sentir se está fechado mesmo.
Guspi no cuzinho e melequei a ponta do meu pinto e encostei no cuzinho do Ju e mandei ele fazer força com se fosse fazer coco. O coitado todo ingênuo fez força e disse.
– Abre sua bunda com suas duas mãos e faz mais forte essa força.
Foi tiro e certo, segurando meu pinto apontado no cuzinho e empurrei com tudo, entrando até a parte que meu pinto fica mais grosso e o Ju tentando fugir da fisgada mas não conseguia devido o braço do sofá, começou a chorar e pedir gritando.
– Tira, tira, tira está doendo muito
Sabia que se tirasse ele nunca mais deixaria por e como bobinho que era falei.
– Calma, para tirar vc precisa empurrar para fora jogando a bunda para trás e fazendo força de novo ai ele sai, vamos lá, tenha coragem, vou contar até três e vc abre a bundinha, joga forte.
Eu com o objetivo de enfiar o resto e rasgar as preguinhas dele segurei a cintura dele com as duas mãos e contei, no dois ele abria a bundinha e no três, puxei a cintura dele contudo, ele forçou para trás e fez força para abrir o cu. PRONTO! Tudo dentro de um menino que se debatia e eu nem dando ouvido aos choros, vi com toda felicidade que meu pinto estava dentro do primeiro cuzinho que ele se enfiou, foi bombar sem deixar sair muito e em pouco tempo gozar gostoso dentre dele. Ao tirar vi escorrer um pouco de sangue e coco no meu pinto e mandei-o ir ao banheiro e lavei-o com o chuveirinho para ele não ver o sangue e o meu pau ficou limpinho. Falei ao Ju.
– A primeira vez é assim, doi, mas nas outras vezes vai sem dor e você vai adorar.
Se quiserem que eu continue, vou contar como me viciei em jovenzinhos e jovenzinhas.

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