Juliana novinha e o padastro negão – parte 7

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Oi, sou eu Juliana mais uma vez. Estou contando minha história de iniciação sexual que aconteceu 1 ano atrás e que mudou a minha vida.
Rememorando, eu tinha 14 anos na época dos acontecimentos narrados, mas ninguém acreditava, porque tenho o corpo muito desenvolvido para minha idade apesar de ser meio baixinha (tenho 1,62 metro). As pessoas dizem que sou muito bonita, mesmo eu me achando meio gorda, rs. Tenho o cabelo castanho escuro com luzes loiras, liso e longo até a altura da cintura, e tenho olhos bem azuis. Meus lábios são carnudos. Tenho as coxas muito grossas, e meu quadril é muito largo com meu bumbum muito grande. Tenho 106 cm de quadril. Minha cintura é fininha com 60 cm, e mantenho minha barriga chapada na academia, e fazendo dança, surf e skate, justamente para não parecer gorda. Tenho uns peitos bem grandes (92 cm), com aureolas rosadas e grandes também. Sou bem branquinha porque sou descendente de alemães e sérvios, e nasci no Rio Grande do Sul.
Um pouco antes de que eu fizesse 14 anos, minha mãe se separou do meu pai e pediu transferência para o Rio de Janeiro mudando eu e ela pra cá, onde ela arrumou um namorado, um negão bem rico, o Seu Rogerio. Bem, quem quiser saber mais leia meu primeiro relato (Juliana novinha e o padastro negão – parte 1), o segundo relato (Juliana novinha e o padastro negão – parte 2), o terceiro relato (Juliana novinha e o padastro negão – parte 3), e o quarto relato (Juliana novinha e o padastro negão – parte 4) até para poder entender direito o que está acontecendo nessa história.
Essa parte 7 acontece na mesma noite das partes 5 e 6. Então, seria interessante ler as três partes juntas.
A parte 5 está aqui (Juliana novinha e o padastro negão – parte 5) e a parte 6 aqui (Juliana novinha e o padastro negão – parte 6).

Saímos do banho que eu e seu Rogério tomamos juntos depois da foda do sofá, e ele me carregou para a cama imensa de casal que ficava no meu quarto na mansão dele.
Ele estava absolutamente nú, e eu estava nua, mas enrolada na toalha.
Ele me carregou no colo e me deitou na cama.
Eu já estava excitada de novo, até porque aquele caralho deformado do seu Rogério já estava duro e latejando de novo, e ele me deixava meio louca.
Além disso, seu Rogério estava sendo tão carinhoso comigo que eu fiquei sem graça de pedir para ele parar.
Meu cuzinho ainda estava dolorido da foda com dois dedos que ele tinha me dado no sofá, e eu sabia qual seria o final dessa brincadeira romântica que acontecia agora na cama, ou seja, seu Rogério ia me preparar, e ia estuprar meu cuzinho com aquele cacete gigante de animal, arrebentando minhas preguinhas, e satisfazendo todas as taras que aquele animal tarado negro tinha com a bundona da sua enteada novinha, branquinha, virgenzinha, lindinha, gostosa, bunduda e safadinha, ou seja EUZINHA, mas eu não tinha a coragem, nem a vontade de impedir isso.
Eu tinha gozado muito forte no final da foda do sofá, enquanto bebia o mingau grosso de porra do seu Rogério que esguichava daquela rola absurdamente enorme, e ele estuprava meu cuzinho sem dó, com dois dedos grossos, como se eu fosse qualquer putinha de rua. Não conseguia mais raciocinar direito, ou resistir a ter prazer com seu Rogério e dar muito prazer para ele.
Eu tinha vergonha sim. Tinha medo sim. Mas não conseguia encontrar forças para mandar aquele criolo tarado embora antes que fosse tarde.
Enquanto eu pensava, seu Rogério deitou do meu lado esquerdou, e puxou a toalha debaixo de mim, me deixando completamente nua e me colocando de ladinho, com meu bundão virado para ele. Ele me abraçou por trás e começou beijando minha orelha, meu pescoço, minhas axilas, meus peitões, minha barriga, até chegar no meu bundão, enquanto dizia coisas como: “Gatinha linda”, “Meu bebê”, “Minha tesudinha”, “Minha menina gostosa”.
Ele beijou minhas nádegas enormes e apertou com tesão. Deu um gemido enquanto fazia isso.
Começou a abrir meu rabão de novo, afastando minhas carnes fartas e firmes de novinha. Finalmente viu meu cuzinho de novo, e soltou outro gemido alto com a visão do meu buraquinho apertadinho.
Ele puxou meu quadril para trás, empinando de novo meu bundão de novinha.
Eu podia ver aquele mastro negro duro e veiudo, coroado por aquela chapeleta roxa pulsante e monstruosa, aparecendo por detrás dos meus quadris, já totalmente teso, latejante e ereto.
Eu sempre me admirava de quanto tesão eu e minha bunda provocávamos no seu Rogério. Ele era completamente louco de tesão por mim. Isso me fazia sentir realizada. Me sentia uma mulher, uma fêmea completa, e não uma menininha novinha e bobinha. Eu estava ficando viciada no tesão do seu Rogério por mim. Estava ficando viciada em ser a fêmea e dar prazer aquele preto abusador de novnhas, aquele negro enorme estuprador e tarado.
Senti a língua do seu Rogério lambendo em torno do meu cuzinho, e minha xoxotinha ensopou na hora. Pisquei meu cuzinho abertinho várias vezes involuntariamente. Não queria provocar seu Rogério ainda mais, afinal, por mais que eu estivesse cheia de tesão e deixando ele fazer, eu continuava envergonhada dessa situação confusa. Eu sabia que era errado estar fazendo isso com meu padastro, mas não conseguia impedir nem fazer ele parar.
Mas eu sabia que meu cuzinho piscando tinha um efeito imenso sobre o tesão do seu Rogério por mim e pelo meu bundão, e isso logo provou ser verdade. Vendo meu cuzinho piscar seu Rogério gemeu alto várias vezes, e disse: “Que putinha!”
Ele então passou o dedo na minha xoxotinha e começou a beliscar meu grelinho de novo.
Eu comecei a gemer alto, ficando louca novamente.
Ele começou a enfiar aquela língua enorme no meu cú abertinho. Enfiava a língua toda nas minhas entranhas e gemia alto quando eu travava meu cuzinho, mastigando sua língua com meu cú. Eu fazia isso várias vezes. As vezes involuntariamente, outras vezes porque era muito gostosinho.
Vi seu Rogério mover sua mão esquerda para seu pauzão e começar a punhetar aquele mastro enorme, devagar e com força, espremendo aquele tronco de árvore veiudo preto, até alcançar a chapeleta que então inchava e pulsava assustadoramente.
Com a outra ele empurrava a banda esquerda da minha enorme bunda para cima garantindo seu acesso ao meu cuzinho cobiçado.
Ele então olhou para mim e viu que olhava fixo para seu cacetão. Ele sorriu e disse: “Linda, você pode segurar essa banda da sua bunda com sua mãozinha para eu poder tratar do seu cuzinho?”
Que criolo descarado! Ele queria que eu segurasse minha bundona aberta para ele poder estuprar livremente meu cú. Que preto tarado abusado!
Ele começou a apertar bem meu grelinho e puxar ele, que já estava durinho de novo, para fora da pelinha que protegia ele.
Eu comecei a gemer bem alto e coloquei meu braço esquerdo para trás inconscientemente. Aquele preto safado pegou meu braço e colocou minha mãozinha em cima da polpa esquerda do meu bundão, enquanto masturbava meu grelinho me deixando totalmente louca e tarada. Ele disse: “Puxa aqui, ó?” prendendo minha mãozinha bem na altura do meu reguinho e empurrando meu braço pra cima, fazendo eu abrir minha própria bunda.
Eu estava com tanto tesão que acabei fazendo o que ele mandou, e arreganhava minha bunda para que aquele velho tarado abusasse do meu cuzinho.
Ele disse: “Amorzinho, usa sua outra mãozinha pra brincar com seu grelinho. Põe ela na sua bucetinha e deixa eu por ela no lugarzinho certo.”
Eu gemia alto e arfava porque ele não parava de brincar com meu grelinho, e acabei obedecendo ele sem nem questionar.
Coloquei a minha mão direita entre minhas coxas grossas, em cima da minha bucetinha, e o tarado do seu Rogério colocou meu polegar e meu indicador apertando meu grelinho durinho e inchadinho.
Ele disse: “Aperta devagarzinho e puxa ele devagarzinho também.”
Eu obedeci ele e dei um gritinho, porque nunca tinha masturbado meu grelinho assim. Cada vez que eu fazia o que ele tinha mandado, era como se eu tomasse um choque que saia do me clítoris e se espalhava pelo meu corpo até meu cérebro. Era MUITO BOM!
Eu comecei a gemer bem alto agora.
Ele voltou a lamber meu cuzinho que piscava loucamente, enquanto brincava com meus lábios vaginais e a portinha da minha xoxotinha, enchendo seus dedos com meu melzinho.
Ele virou minha mãozinha um pouco e colocou meu dedo mindinho dentro da minha bucetinha. Eu gritei alto. Ele deu um urro de tesão, e falou: “Vai trocando os dedinhos dentro da sua bucetinha, sem parar de brincar com seu grelinho. Vai tentando colocar dois, três dedinhos dentro, mas toma cuidado pra não seu machucar.”
Eu gritava feito uma cadela, enquanto aquele criolo estuprador tarado me ensinava a masturbar minha xoxotinha de um jeito que eu nunca tinha feito antes.
Com a mão livre, e eu segurando meu próprio bundão aberto, ele pode mover sua mão direita para abusar do meu cuzinho.
Ele lambia e enfiava a língua no meu cuzinho, deixando bem babado, e depois enfiava um dedo, movendo ele pra dentro e pra fora e em círculos.
Ele ia me fazer gozar forte de novo assim. Tarado filho da puta!
E quando ele colocou dois dedos no meu buraquinho, entrando e saindo enquanto lambia a borda do meu cuzinho, eu gozei forte, gritando e gemendo alto.
Eu soltei minha bundona e ela desceu dando uma pancada na cara do preto estuprador. Ele urrou, vendo que eu estava gozando forte, e depois riu, tirando a mão que estuprava me cú e usando ela para levantar a banda da minha bunda gorda, para que ele pudesse continuar lambendo e chupando meu cuzinho rosinha de menina novinha.
Eu fiquei meio desmaiada, ofegante. Ele levantou da sua posição pegou meus braços, colocou o esquerdo sobre a minha bundona e o direito entre minhas pernas de novo.
Então ele disse: “Brinca com sua bucetinha do jeito que eu te ensinei, amor. E segura seu bumbum pra mim.”
Eu meio que em um estado de transe, como um zumbi, obedeci sem questionar.
Meu tesão voltou a mil, até porque minha xoxotinha estava muito sensível depois de ter gozado tanto e tantas vezes. Eu separei minha bunda com força, arregaçando meu cuzinho ainda mais no processo, e fazendo o seu Rogério urrar alto e dizer “Que putinha!” quando percebeu isso.
Ele me dedava com dois dedos e babava meu cú. Eu sentia minhas pregas começando a estalar, meu buraquinho esgarçando. Doía, mas estava tão gostoso que a dor não importava mais.
Ele gemia alto, e de vez e quando grunhia coisas como “que cú”, “que buraco quentinho”, “só você menina. só você é tão tesuda”, “minha putinha gostosa”.
Eu estava com minha cabeça deitada no travesseiro e olhava, enfeitiçada, o seu Rogério punhetando o seu cacete gigante e anormal, por detrás do volume dos meus quadris largos. Via as veias incharem conforme ele passava sua mão enorme, dilatando, latejando e enviando sangue para aquela cabeçona roxa enorme, que pulsava. Lembrava daquele cacetão nas minhas mãozinhas. Lembrava dele na minha boquinha. Lembrava do gosto do gozo grosso e adocicado que saiu daquela chapeleta animalesca. Lembrava daquele cacetão forçando a entrada do meu cuzinho e conseguindo entrar com a pontinha da cabeçorra, enquanto eu gozava desprotegida. Lembrei daquela porra grossa e quente dentro do meu cuzinho.
Sabia que seria estuprada por aquele cacete anormal naquela noite. Sabia que aquele monstro penetraria meu rabão de novinha, e que seu Rogério ia satisfazer todas as suas taras acumuladas com a sua enteada branquinha novinha, virgenzinha, lindinha, gostosa, cuzuda e safadinha. Ele iria me estuprar selvagemente no cú, ía me abrir toda e romper minhas pregas. Ía gozar muito dentro do meu cuzinho apertado estuprado e arrombado, satisfazendo suas loucuras de criolo tarado e safado. E eu iria gozar muito enquanto tudo isso acontecesse.
Esses pensamentos, a imagem daquele cacetão preto entrando com força e violência no meu cuzinho, enquanto eu gritava e chorava sendo estuprada pelo meu padastro criolo tarado, que ía me usar só como um objeto sexual para ter prazer, me deixaram totalmente louca, e eu comecei a gemer alto de novo, enquanto brincava com minha xaninha virgem e meu grelinho durinho, e enquanto aquele preto estuprador filho da puta violava meu ânus com dois de seus dedos grossos e sua língua babada de velho tarado.
Ele percebendo que eu já estava ficando tarada de novo, começou a rodar mais os dedos grossos, alargando ainda mais meu cuzinho.
Eu gemia sem parar, ele também. A sinfonia do sexo tinha voltado.
Ele colocou então um terceiro dos seus dedos enormes no meu cuzinho. Primeiro, só a ponta, junto com os outros dois, o que não mudava muito o tamanho ao qual eu já tinha me acostumado. Mas, após algumas metidas, lambidas e chupadas mais, ele começou a forçar os 3 dedos até a metade, as articulações forçando e dilatando meu anelzinho, que voltou a doer e muito.
Apesar do tesão, e com medo que seu Rogério parasse de dedar o meu cú, eu gemi e reclamei: “Seu Rogério, calma, por favor. Tá doendo. Tá me machucando.”
Ele tirou o terceiro dedo e a dor passou, voltando o prazer intenso.
Ele então meio que rosnou, arfando de tesão: “Eu tenho que por o outro dedinho, amor. Você tem que aguentar um pouquinho pra se acostumar com o tamanho. Você sabe que a dorzinha passa e fica gostoso. Deixa eu por, vai, minha mulherzinha linda?”
Eu mordisquei meus lábios carnudos, cheia de tesão, e disse: “Tá. Mas faz devagarinho, por favor.”
Seu Rogério urrou alto de tesão com minha resposta. E começou de novo a por a pontinha do terceiro dedo, e a meter aos pouquinhos, passando sua língua em volta e babando muito meu cuzinho, para lubrificar bem e relaxar meu anelzinho.
Assim com persistência e carinho, seu Rogério finalmente estava conseguindo me abrir toda. Os três dedos chegavam até quase o talo agora, e abriam um diâmetro de quase 8 cm no meu buraquinho. Eu estava pronta para começar a levar aquela rola enorme no meu rabão.
Gozei forte de novo, com a expectativa do que estava para acontecer. Gemi e gritei muito alto, já sem pudor nenhum: “Ai, tô gozando forte!”
Seu Rogério urrou de novo com meu gozo de putinha despudorada. Ele sabia que a hora tinha chegado.
Ele subiu corpo lentamente, me beijando as costas, os lados dos meus seios, meu suvaquinho esquerdo, enquanto encostava a chapeleta enorme e babona no meu buraquinho sem tirar os três dedos que abusavam do meu cuzinho de menina.
Passou a usar a baba, que esguichava daquela cabeçona desproporcional, para lubrificar os dedos que entravam e saíam do meu cuzinho alargado. Ou seja, aquele criolo safado despudorado estava enfiando sua porra no meu cú e usando ela para lubrificar e preparar meu ânus de menina para o estupro violento que estava prestes a acontecer.
Com a chapeleta bem encaixada na frente do meu cuzinho, ele começou a encaixar aquele monstro na minha abertura. Os dedos entravam e saíam, mas agora eu sentia a presença enorme, quente, dura, latejante e negra daquele cabeçote roxo na portinha do buraquinho da minha rabetona, no meio das minhas nádegas firmes de novinha, gordas e enormes.
Eu gritava alto. Também sabia que a hora tinha chegado e agora era tarde demais para dizer não.
O seu Rogério empurrava o cogumelo cheio de baba lentamente contra meu cuzinho, afastando os dedos que agora se moviam por cima daquela chapeleta anormal. Eu sentia toda a circunferencia do cabeção gigante entre minhas nádegas gordas.
Seu Rogério olhava aquela cena e urrava alto como um animal raivoso e enlouquecido.
Apesar de tudo ele abria passagem para aquele monstro com delicadeza. Com certeza se não fosse eu ali ele já teria enfiado aquele pau no meu rabo com força há tempos. Mas ele me amava e tinha cuidado por mim.
Eu sabia que ia doer, mas sabia que seu Rogério não me machucaria além do necessário. Ele gostava de me dar prazer e não de me fazer sofer, eu sabia disso. E eu queria ser mulher para aquele homem negro que me deixava louca e dar todo o prazer do mundo para ele.
Lembrei como havia desejado esse momento naquela noite. Como havia alargado meu cuzinho me masturbando e pensando em ser estuprada no cú pelo pau de cavalo do seu Rogerio. Lembrei de como, inconscientemente, comecei a preparar meu cuzinho praticamente virgem para ser violado por aquele caralhão preto. Tinha chegado a hora. Eu ia ser violada por aquele tronco de árvore negro. A expectativa multiplicava ainda mais meu tesão. Fechei os olhos cerrados e cerrei os dentes como quem espera uma injeção dolorida no bumbum.
Eu envergava minha coluna fazendo papel de puta, mantendo o meu bumbum grande de menina empinado que nem o de uma mulher. Minhas nádegas se abriam naturalmente e, além disso, eu continuava puxando a banda esquerda da minha bunda com força, arreganhando meu rego e facilitando o trabalho de estuprador do seu Rogério, aquele preto caralhudo e safado, que não tinha vergonha ou pudor de estar estuprando a sua enteada novinha, filha da sua namorada.
Ele beijou minha orelha e meu pescocinho, e disse no meu ouvidinho: “Minha princesa linda, vou entrar em você. Você quer que eu pare, meu amor?”
Fiquei emocionada por isso. O seu Rogério se preocupava tanto comigo que mesmo tarado, enlouquecido de tesão por mim, me deu a opção de desistir.
Eu balancei minha cabecinha para os lados, sinalizando que não queria desistir, e falei baixinho, muito envergonhada, mas com um tesão louco: “Não para não, seu Rogério. Pode por.” e gemi alto, doida de tesão.

E… no próximo capítulo de “Juliana novinha e o padrasto negão”, rs, rs. Essa foda segue na parte 8.
Como o pessoal dos comentários reclamou que meus textos são grandes, resolvi dividir em duas partes, e terminei esse capítulo no momento decisivo, rs.

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