Juliana novinha e o padastro negão – parte 6

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Oi, sou eu Juliana mais uma vez. Estou contando minha história de iniciação sexual que aconteceu 1 ano atrás e que mudou a minha vida.
Rememorando, eu tinha 14 anos na época dos acontecimentos narrados, mas ninguém acreditava, porque tenho o corpo muito desenvolvido para minha idade apesar de ser meio baixinha (tenho 1,62 metro). As pessoas dizem que sou muito bonita, mesmo eu me achando meio gorda, rs. Tenho o cabelo castanho escuro com luzes loiras, liso e longo até a altura da cintura, e tenho olhos bem azuis. Meus lábios são carnudos. Tenho as coxas muito grossas, e meu quadril é muito largo com meu bumbum muito grande. Tenho 106 cm de quadril. Minha cintura é fininha com 60 cm, e mantenho minha barriga chapada na academia, e fazendo dança, surf e skate, justamente para não parecer gorda. Tenho uns peitos bem grandes (92 cm), com aureolas rosadas e grandes também. Sou bem branquinha porque sou descendente de alemães e sérvios, e nasci no Rio Grande do Sul.
Um pouco antes de que eu fizesse 14 anos, minha mãe se separou do meu pai e pediu transferência para o Rio de Janeiro mudando eu e ela pra cá, onde ela arrumou um namorado, um negão bem rico, o Seu Rogerio. Bem, quem quiser saber mais leia meu primeiro relato (Juliana novinha e o padastro negão – parte 1), o segundo relato (Juliana novinha e o padastro negão – parte 2), o terceiro relato (Juliana novinha e o padastro negão – parte 3), e o quarto relato (Juliana novinha e o padastro negão – parte 4) até para poder entender direito o que está acontecendo nessa história.

Essa parte 6 é a continuação dos eventos da noite que comecei a contar na parte 5. Por isso leiam as duas juntas.
A parte 5 está aqui (Juliana novinha e o padastro negão – parte 5).

Continuação da parte 5:

Eu continuava extasiada e molinha por causa do gozo imenso que eu tinha sentido, e com minha boquinha entreaberta quase encostando naquela tora imensa preta, eu observa minhas mãozinhas brincando com aquele monstro negro deformado. E aquilo me dava um tesão imenso.
Seu Rogério tirou a mão com que tinha masturbado meu grelinho, e ajeitou seu pauzão. Ele moveu a picona para bem debaixo da minha cabecinha que descansava ofegante no seu colo, encaixando o mastro bem na altura da minha boquinha entreaberta.
Eu tirei minhas mãozinhas quando ele pegou no seu pau, porque achei que estivesse machucando ou algo assim.
Depois que ele arrumou, ele disse: "Continua fazendo aquilo com suas mãozinhas, meu amorzinho. Tá doendo muito ainda. Continua me dando muito prazer como eu estou te dando prazer, minha princesa linda. Só você me dá tanto prazer. Cura minha dor, minha neném." Eu coloquei minha mãozinha esquerda de novo na chapeleta roxa, babada, inchada e pulsante, e voltei a brincar com o buraquinho da uretra daquela cabeça de dinossauro. Peguei meu braço direito e movi por baixo do cacetão e continuei a punhetar aquele mastro grosso, duro e quente.
Abri meus olhinhos e via aquele mastro pulsando em frente da minha carinha de menina. Minha boquinha estava encostada naquele cacetão veiudo e latejante. Eu sentia o cheiro de suor e sexo do seu Rogério, mas aquele pau monstro tinha um cheiro até bom. Sentia minha boquinha salivar muito.
Seu Rogério alisava meus peitões e brincava com meus mamilos com sua mão esquerda e com sua direita carinhava meus cabelos.
Ele começou a empurrar minha cabecinha na direção do seu pauzão de forma carinhosa. Eu coloquei minha linguinha para fora, e ela esbarrou no corpo duro daquele cacete preto e venoso. Não tinha gosto ruim nenhum, só meio salgadinho, e minha babinha escorreu pelo cacete, indo até minha mãozinha que deslizava naquela tora e lubrificando aquele movimento.
Seu Rogério, levantou sua cabeça que estava recostada para trás e olhou para o meu rostinho lindo. Eu botei minha linguinha para fora de novo e lambi aquele mastro mais uma vez, babando muito. Seu Rogério soltou um gemido forte quando me viu fazendo isso.
Ele grunhiu ofegante: "Faz isso, meu bebê. Continua com suas mãozinhas, mas lambe e beija meu pau também, por favor, neném. Me dá mais prazer, minha gatinha."
"Me dá mais PRAZER". Meu Deus, como eu gostava de dar prazer para esse macho negro! Eu me sentia a maior das mulheres e das fêmeas! Quadruplicava meu tesão saber que eu era fonte de tanto prazer para aquele homem adulto, mesmo sendo uma menina virgem de apenas 14 anos.
Eu então comecei a lamber e dar beijinhos naquele mastro, ainda com minha cabeça deitadinha no colo do seu Rogério. Ele segurava minha cabeça de lado e não deixava eu virar para baixo, o que fazia que eu babasse mais. Ele queria ver meus lábios grossos e rosados beijando aquele seu cacetão deformado. Ele urrou forte, várias vezes em sequência quando eu fiz das primeiras vezes. E rosnou: "Isso, lambe meu ferro, minha gostosa! Beija esse cacetão que é louco por você, sua putinha safada!"
Meu tesão só aumentava, e minha xoxotinha já estava empapando de novo, e meu cuzinho piscava muito.
Seu Rogério olhava com os olhos esbugalhados meu rostinho de ninfeta, com minha boquinha carnuda lambendo e beijando seu pauzão e meus olhos azuis fixados naquele monstro latejante.
Mas, ele percebeu que meu bundão imenso estava bem empinado e levantou sua mão esquerda, que brincava com meus peitos, e levou ela até sua boca, cuspiu e babou nos dedos de novo, e colocou ela sobre o meu rabão, entrando pelo meus shorts larguinhos e deslizando seu dedo grosso pelo meu rego, pelo meio da minha bundona, pulando meu cuzinho, e chegando na minha bucetinha encharcada. Enquanto ele arrastava os dedos pelo meio da minha bundona, eu soltava gemidinhos baixos.
Ele enfiou a ponta do seu dedo na minha rachinha molhada, e entrou muito fácil, porque os dedos estavam muito babados e eu estava pingando mel.
Eu desesperei com aquele dedo grosso entrando na minha xoxotinha. Doeu um pouquinho. Eu então levantei minha carinha e olhei para cara de tarado estuprador do seu Rogério e implorei ofegante: "Por favor, seu Rogério. Minha xotinha não! Sou virgenzinha. Não quero perder minha virgindade da xotinha. Por favor, não faz isso!"
Ele deu um urro alto, e parou o dedo que estava dentro da minha entradinha, enquanto aquele cacetão latejava nas minhas mãos como se fosse explodir.
Ele então olhou pra mim e disse: "Pode deixar, meu amor. Não vou tirar seu cabacinho da bucetinha. Só se você pedir."
Deu pra perceber que ele ressaltou "cabacinho da BUCETINHA", ou seja, meu cuzinho estava na roda. E o "só se você pedir" porque ele já estava percebendo que eu estava ficando tão louca de tesão que daqui pouco estaria pedindo pra ele me fuder. Era um negro pervertido tarado estuprador, mesmo! Abusando da enteada novinha! Mas era muito gostoso também e me deixava completamente louca!
A gente continuava se encarando, olhando nos olhos um do outro, ofegantes, gemendo. Eu continuava punhetando o pauzão e a cabeçona. Ele continuava com a ponta do dedo atolada na minha xoxotinha, enquanto com outros dedos alisava toda a entrada da minha buceta encharcada.
Ele então tirou aquele dedo devagarzinho da minha bucetinha, me fazendo suspirar e gemer alto várias vezes, e melecou todos os seus dedos com meu melzinho abundante. Ele moveu então moveu sua mão pela minha rachinha até alcançar meu cuzinho pulsante, e melecou em volta dele com o melzinho em sua mão, movendo a ponta do seu indicador para enfiar o mel dentro do meu buraquinho e me lubrificar.
Quando o dedo dele entrou, deslizou fácil para dentro do meu cuzinho que pulsava. Ele arregalou os olhos e fez uma cara de surpresa e urrou, fazendo aquela rola enorme latejar e inchar ainda mais. Ele me olhou dentro dos olhos e disse: "Você andou brincando com seu cuzinho, minha neném? Tá abertinho e dilatadinho. Você é uma gatinha gostosa, muito safadinha!"
Eu morri de vergonha quando ele falou isso, mas gemi baixinho várias vezes, enquanto ele empurrava o dedo para dentro do meu cuzinho. Eu virei minha cara e comecei a lamber e beijar a rola dele de novo, para esconder a vergonha que eu estava.
Ele começou a empurrar e tirar bem devagarzinho, e foi acelerando aos poucos. Eu gemia alto agora, enquanto beijava e lambia aquele pauzão. Ele também gemia e urrava cada vez que eu fechava meu esfincter em volta do dedo dele, prendendo ele dentro de mim com meu reto pulsante e quente.
Ele tirou o dedo e levou até a boca para babar mais. Eu estava louca de tesão e queria que ele dedasse meu cú com força como ele tinha feito dois dias atrás. Quando eu senti o dedo sair, eu movi meu bundão instintivamente para trás querendo prender aquele dedo dentro de mim de qualquer forma, e acabei empinando ainda mais meu rabo enorme e firme de novinha bunduda. Eu então virei minha cabecinha olhando para o seu Rogério e disse algo que assustou até a mim mesma, mas que eu não pude controlar de tão tarada que eu estava: "Seu Rogério, tira o dedo não! Põe o dedo no meu cuzinho, por favor! Fode meu cuzinho com seu dedo! Eu gosto muito!"
Que merda. Saiu sem eu pensar. Agora era tarde. Seu Rogério urrou muito alto! Olhou pra mim com uma cara de totalmente fora de si, de tarado estuprador. O criolo pervertido do meu padastro, urrava alto, e o caralhão dele inchou e esquentou, latejando de uma maneira insana. Eu fiquei com tanta vergonha de ter dito aquilo que mais uma vez afundei minha cabeça na rola dele e voltei a beijar e lamber.
Seu Rogério melecou sua mão toda de baba e voltou para o meu cuzinho todo abertinho e piscando e atochou o dedo todo de uma vez, sem dó.
Eu dei um gritinho alto, e ele virou minha cara para ele, e olhando nos meus olhos disse: "Você é uma putinha muito safada e gostosa. E vou fuder muito esse cuzinho, pode deixar."
Quando eu ouvi isso eu gozei de novo, gemendo alto em sequência e olhando pra ele. Ele atochava o dedo enorme no meu cú até o talo, bem forte e rápido, e acelerou ainda mais quando eu comecei a gozar com meu cuzinho piscando em volta do dedo dele.
Ele urrou de novo alto como um animal. Aquele tarado estava ficando enlouquecido por minha causa de novo.
Eu sabia que agora não tinha volta. Seu Rogério não iria parar até romper as preguinhas do meu cuzinho juvenil com aquele cacete monstruoso de negro estuprador. Ele ía comer meu cú, e me encher com sua porra fértil de criolo pervertido. Eu tinha provocado esse destino com aquela besteira que eu falei.
Eu envergava minha cinturinha e empinava ainda mais meu bundão só pra abrir o meu anelzinho ao máximo, para receber aquele dedo, que agora ele girava dentro do meu reto de menina, alargando ainda mais minha abertura e provocando uma dorzinha que agora não se sentia como dor, mas era até prazerosa.
A minha bucetinha estava totalmente úmida. Meu gozo juvenil e cheiroso aquecia ainda mais minha xaninha, que latejava, piscando em sincronia com meu cuzinho que buscava prender cada vez mais aquele dedo dentro de mim e aceitar os movimentos que expandiam ainda mais a abertura do meu buraquinho, forçando minhas preguinhas intactas ao limite.
Eu olhava, como que em transe, para aquele cacete gigante deformado, e imaginava aquilo entrando dentro de mim com violência, como o que eu tinha visto nos filmes pornográficos que tinha acabado de assistir. Imaginava o quanto de prazer eu daria para o seu Rogério, deixando ele satisfazer suas taras de estuprador pervertido abusador de novinhas branquinhas, ocupando meu cuzinho com violência e brutalidade. Imaginava o quanto de prazer eu teria com aquele monstro dentro da minha bunda. Esses pensamentos dominavam a minha mente e me deixavam ainda mais louca e eu gemia alto, em cadência com o dedo grosso que violava meu ânus juvenil.
Seu Rogério metia aquele dedo bem rápido e forte, e a cada três estocadas, parava e dava uma rodadinha para lá e para cá alargando meu buraquinho ainda mais. De vez em quando ele levava os dedos até a boca e enchia eles de cuspi e voltava rapidamente ao estupro violento do meu cuzinho rosado e apertado de novinha.
Ele ficou alargando um bom tempo, até que ele começou a tentar colocar um segundo dedo. Ele fudia um pouco, tirava o dedo e tentava voltar com dois dedos juntos. Parava, babava os dedos, e tentava de novo. Quando ele tentava com os dois dedos eu gritava alto, porque doía bastante, mas não pedia para ele parar.
Ele continou por mais um tempo, até que meu cuzinho de menina finalmente aceitou o segundo dedo. Eu gritava alto, tentava travar o cú, mas ele foi controlando, colocou as pontinhas, foi empurrando devagarinho. Tirava a mão, babava os dedos de novo, voltava com um dedo entrando e saindo, até aumentar meu tesão de novo, e depois voltava com o segundo dedo. Cada tentativa ele entrava mais, já estava entrando até a metade dos dois dedos juntos.
Eu gritava e apertava o pauzão do seu Rogério. Doía mesmo. Eu não pedia para parar. Mas seu Rogério percebeu que ele estava me machucando. Ele começou a acariciar minha cabeça, e falou: "Deixa a mãozinha que tá na cabeça do meu pau, e com a outra brinca com seu grelinho e sua xoxotinha."
Eu fiz o que ele mandou, e quando eu toquei meu grelinho durinho, eu senti um choque elétrico por todo meu corpo. Comecei a me masturbar gostoso, imaginando o cacetão do seu Rogério entrando no meu cuzinho, e a dor do meu cuzinho começou a diminuir. Já dava para aguentar aqueles dois dedos no meu buraquinho, e eu não queria que seu Rogério parasse de dedar meu cú.
Ele disse: "Empurra com sua mãozinha o seu melzinho na direção do seu cuzinho."
Eu obedeci seu Rogério mais uma vez. Eu brincava com meu grelinho, aí atochava meus dedos na minha xoxotinha, empapava eles de melzinho, e esticava meu braço até alcançar meu cuzinho. Lá eu passava o melzinho nas bordas do meu cuzinho abertinho e sentia o líquido sendo empurrado pra dentro do meu cuzinho pelos dedos do seu Rogério que entravam e saiam devargazinho.
Em breve a dor do meu cuzinho tinha passado completamente. Eu só sentia um prazer imenso em todo meu corpo. Estava completamente tarada e louca de tesão.
Eu tinha agora, com os dois dedos do seu Rogério no meu cuzinho, uma abertura de uns 4 ou 5 cm. Minhas preguinhas estavam dilatadas ao máximo. Mas ainda estava muito longe do tamanho daquela tora absurda.
Seu Rogério urrava alto, e eu percebi que seu gozo estava se aproximando. Ele de vez em quando olhava para minha carinha e virava meu rosto pra ele, olhava nos meus olhões azuis e dizia coisas como: "Você é muito deliciosa!". "Você é uma putinha muito tesuda!". Eu olhava para ele e só sentia mais tesão quando ele falava essa coisas. Eu realmente estava fora de mim.
Ele de repente virou minha cabeça para ele e falou: "Minha linda, mela bem sua mãozinha na baba do meu pau."
Eu melei bem minha mão na chapeleta, enquanto movia minha outra mãozinha com mais força na minha xoxotinha, e mordiscava meus lábios carnudos, cheia de tesão.
Ele então disse, enquanto arfava forte: "Meu bebé, agora dá uma lambida na sua mãozinha e prova minha babinha."
Mesmo com o tesão que eu estava, eu fiquei com nojo de fazer isso. Saía mijo dali! Eu via as mulheres bebendo porra nos filmes, achava erótico, mas tinha nojo de fazer. Eu disse: "Não, seu Rogério. Por favor, eu tenho nojo."
Ele disse: "Só dá uma provadinha, meu amor. Se você não gostar não precisa fazer mais.
Enquanto falava isso, ele tirou os dedos do meu cuzinho, me fazendo gemer forte, e quase desmaiar de tesão. Ele encheu eles de baba e voltou a enfiar eles, rodando eles dentro de mim, e quase me fazendo gozar de novo.
Eu acabei dizendo meio tonta: "Tá." E peguei minha mão toda melecada e lambi um pouquinho.
Não era ruim. Tinha um cheiro meio de de água sanitária, eu acho, mas o gosto era meio doce. Não era mau, e eu coloquei meus outros dedinhos na minha boquinha e lambi eles engolindo a babinha que estava neles.
Seu Rogério urrou alto quando viu aquilo, e gemeu: "Ai, que putinha tesuda!"
Eu vi que aquilo deu muito prazer pra ele e isso me deixou realizada e muito mais excitada.
Eu perguntei, meio inocentemente, querendo fazer algo para agradar o seu Rogério que me dava tanto prazer: "O senhor quer que eu lamba a cabeça do seu pau?"
Ele me olhou com os olhos esbugalhados, e soltou outro urro alto, ele disse bufando: "Claro meu amor, levanta a cabecinha que eu vou botar ele ereto pra você."
Ele ajeitou o pauzão duro e teso bem ereto. Eu segurei aquele poste negro, punhetando o mastro com a mãozinha que estava antes na cabeçona, enquanto seu Rogério apertava com a mão dele embaixo da chapeleta. Fui com minha boquinha carnuda e minha linguinha e comecei a lamber toda a extensão daquela laranja roxa, engolindo a babinha acumulada e deixando aquele cabeça pulsante brilhando com minha baba. Até que cheguei na uretra e comecei a passar minha linguinha dentro dela enquanto chupava a babinha que saia com meus lábios carnudos e rosinha.
Seu Rogério se descontrolou com aquela cena. Ele via aquela gatinha novinha branquinha bunduda e linda, com seus cabelos e rosto lindos, seus olhos azuis e seus lábios carnudos, lambendo e sugando a porra do seu pauzão, e aquilo deixava ele completamente maluco.
Ele começou a gemer alto, e começou a enterrar os dedos no meu cuzinho com muita força e muito rápido. Doeu um pouco mais logo passou, e aquilo começou a me deixar mais maluca também.
Eu gemia entre as chupadas e lambidas, com a pontinha da chapeleta do seu Rogério na minha boca. Estávamos prestes, os dois, a gozarmos forte.
Ele disse: "Eu vou gozar, gatinha. Engole meu gozo, tá? Pega o máximo que você puder na sua boquinha."
Eu fiz "han, han", concordando, e também caminhava para um gozo forte, e sentia meu corpo todo pulsando.
Então seu Rogério urrou alto: "Tô gozando, neném! Engole tudo, putinha!" e o pau dele inchou de uma forma bizarra, aumentando de tamanho.
O primeiro esguicho veio e, por sorte, eu estava com a boquinha aberta gemendo porque estava quase gozando também. O mingau grosso saiu como um jato e acertou direto no fundo da minha garganta. Eu engasguei e fechei a boca. O segundo esguicho bateu direito na minha cara e só não acertou meu olho porque eu desviei na hora. Eu abri a boca de novo e peguei o terceiro esguicho, mas como era muita porra, ela encheu minha boca antes que eu tivesse tempo de engolir e caiu tudo sobre o pauzão do seu Rogério.
Era docinho e eu engolia o que podia. Eu baixei minha boquinha sobre a uretra no cabeção deformado para engolir o máximo possível e evitar que caísse mais porra na minha cara e no meu cabelo.
Consegui pegar os outros esguichos, apenas deixando vazar da minha boquinha porque era muita, mas muita porra.
Seu Rogério urrou alto mais uma vez, e gritou: "Bebe minha porra, putinha boqueteira que gosta de dar o cú! Bebe meu leite, vadiazinha!"
Escutando isso eu gozei muito forte, e caí com a cabeça no colo do seu Rogério gritando: "Ai, que bom, que gostoso!"
A cabeçona gigante continuava esguichando porra e caiu tudo na minha cara, nas minhas costas e no meu cabelo.
Finalmente, o pau deformado do seu Rogério parou de cuspir porra. Eu não conseguia me mexer. Aquele gozo tinha sido muito forte, e eu estava meio tonta e me sentia exausta, mas totalmente e absolutamente feliz e satisfeita como nunca tinha me sentido nos meus 14 anos de vida.
Seu Rogério também estava parecendo desmaiado. O pauzão ainda latejava e balançava, todo melecado de porra, mas só se percebia que aquele negão sentado continuava vivo, pelo seu peitoral másculo que subia e descia arfando.
Eu me virei e me enrosquei no sofá, com a cabeça deitada no colo do seu Rogério, olhando aquela vara animalesca pulsando semi-ereta na minha frente. Meu cuzinho estava meio dolorido, mas piscava satisfeito. Minha xoxotinha e meu grelinho também doíam um poquinho mas também estavam satisfeitos, e encharcados do meu melzinho. Meus peitões ainda estavam inchandos e meus mamilos estavam meio dormentes.
Seu Rogério finalmente levantou sua cabeça, como que voltando a vida, e acariciou meu cabelo. Ele falou: "Só você, minha menina linda, para me dar um gozo assim. Você é a melhor foda do universo!"
Eu virei minha cabecinha com meu rostinho olhando para o rosto másculo do seu Rogério, com uma expressão de total satisfação na minha carinha de menina, e ele, olhando meus olhos azuis, perguntou: "Você gostou também, minha linda? Quero te dar muito prazer, tá, meu amor?" Eu balencei minha cabecinha pra cima e pra baixo, dizendo que sim, e eu percebi que aquela tora, ali do meu ladinho, deu uma pulada alta quando seu Rogério viu minha resposta.
Ele acarinhou minha cabecinha de novo, e disse: "Vamos tomar um banhinho, minha princesa?" Eu fiz que sim de novo com a cabeça, e seu Rogério levantou devagar, colocando minha cabecinha delicadamente no sofá, e veio pela frente e me pegou no colo, como um bebê.
Fomos para o box ali da minha suite mesmo e tomamos um banho rápido. No fim do banho, seu Rogério já estava animado de novo e aquela jeba descomunal já estava semi-ereta de novo. Ele me beijou na boca várias vezes e me abraçou, e pegou a toalha para me secar o corpo, enquanto eu secava meu cabelo.
Ele se dedicou especialmente a secar o meu bundão, separandos as polpas da minha bunda, e olhando meu cuzinho várias vezes.
Eu já estava ficando excitada de novo também.
Seu Rogério falava enquanto me secava: "Como você é linda.", "Como você é gostosa.", "Você é a única mulher que me faz gozar assim.", "Você me deixa totalmente louco." e me beijava o corpo.
Eu ria do jeito apaixonado dele. Achava muito engraçado aquele homem velho enorme e negro todo baboso com uma menininha de 14 anos.
Quando terminamos de nos secar, seu Rogério me pegou no colo de novo. Estávamos completamente nus.
Ele disse: "Vou ter que aplicar meu tratamento especial no seu cuzinho de novo, porque ele está todo vermelinho e inchadinho."
Eu ri alto, e saímos do banheiro para a cama de casal do meu quarto.

Essa sessão de foda acaba aqui, mas essa mesma noite de sexo continua na parte 7.

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