Juliana novinha e o padastro negão – parte 5

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Oi, sou eu Juliana mais uma vez, e essa é a quinta parte da minha história que começou 1 ano atrás e que mudou a minha vida.
Rememorando, eu tinha 14 anos na época dos acontecimentos narrados, mas ninguém acreditava, porque tenho o corpo muito desenvolvido para minha idade apesar de ser meio baixinha (tenho 1,62 metro). As pessoas dizem que sou muito bonita, mesmo eu me achando meio gorda, rs. Tenho o cabelo castanho escuro com luzes loiras, liso e longo até a altura da cintura, e tenho olhos bem azuis. Meus lábios são carnudos. Tenho as coxas muito grossas, e meu quadril é muito largo com meu bumbum muito grande. Tenho 106 cm de quadril. Minha cintura é fininha com 60 cm, e mantenho minha barriga chapada na academia, e fazendo dança, surf e skate, justamente para não parecer gorda. Tenho uns peitos bem grandes (92 cm), com aureolas rosadas e grandes também. Sou bem branquinha porque sou descendente de alemães e sérvios, e nasci no Rio Grande do Sul.
Um pouco antes de que eu fizesse 14 anos, minha mãe se separou do meu pai e pediu transferência para o Rio de Janeiro mudando eu e ela pra cá, onde ela arrumou um namorado, um negão bem rico, o Seu Rogerio. Bem, quem quiser saber mais leia meu primeiro relato (Juliana novinha e o padastro negão – parte 1), o segundo relato (Juliana novinha e o padastro negão – parte 2), e o terceiro relato (Juliana novinha e o padastro negão – parte 3), e o quarto relato (Juliana novinha e o padastro negão – parte 4) até para poder entender direito o que está acontecendo nessa história.

Terminada a “sauna” da tarde com o seu Rogério, eu estava meio molinha, mas não estava exausta como na noite anterior.
Na realidade eu continuava é com muito tesão e muito excitada. Não conseguia esquecer os prazeres que o seu Rogério tinha me proporcionado no dia anterior. E não conseguia esquecer como era bom ser a fêmea de um macho negro como o seu Rogério, como era bom fazer ele sentir prazer, fazer ele gozar com aquela rola monstruosa preta e cabeçuda.
Isso. Eu não conseguia parar de pensar naquele monstro de 25 cm de comprimento e 9 cm de diâmetro, naquela tora sempre dura e quente como ferro em brasa, cercada por aquelas veias pulsantes, que mais parecia um tronco de árvore negro. Não conseguia parar de pensar naquela chapeleta enorme, naquela laranja roxa com 10 cm de diâmetro, que pulsava como um coração, com o tesão louco que eu provocava no seu Rogério.
Era muito louca essa sensação que eu sentia. Eu, uma menina novinha de 14 anos, fazendo um homem velho, negro, poderoso, imenso, forte, rico, bonito, como o seu Rogério, sentir um tesão tão louco e forte como ele sentia por mim. Ver aquele homem obcecado por mim, pelo meu corpo, pelo meu rosto, pela minha bundona, por meu cuzinho apertadinho, rosinha e pulsante, pela minha xoxotinha apertadinha, molhadinha e virgem. Ver ele completamente tarado, urrando, gemendo, gritando como um animal, com os olhos fixos no meu cú, na minha bunda, no meu corpo, no meu rostinho, enquanto tentava invadir meu canalzinho anal apertadinho de menina com aquela rola deformada, e masturbava aquele monstro de maneira despudorada, querendo possuir meu corpinho adolescente de forma brutal e violenta e se satisfazer plenamente sexualmente, esvaziando todas as taras no meu cuzinho, na minha xotinha, na minha boquinha, ver aquele monstro sexual totalmente escravizado por mim, me dava uma sensação de poder que provocava um prazer enlouquecedor.
Eu me sentia não uma menina novinha cheia de medos, dúvidas e inseguranças, mas uma mulher poderosa, dominadora, a fêmea que escravizava o corpo, a alma e a mente do seu Rogério. Eu me sentia como uma rainha, e o seu Rogério e aquele cacetão deformado dele, eram meus escravos, meus servos fiéis, prontos para se humilharem e fazerem tudo que eu quisesse, por uma única simples chance de tocar ou lamber meu cuzinho apertadinho de menina, ou se masturbar perto dele.
Isso me dava um tesão indescritível. Não era só o prazer que eu sentia, e eu sentia muito. Mas era esse poder de proporcionar prazer e enlouquecer o seu Rogério que amplificava meu prazer ao máximo, me deixando totalmente louca quando aquele homem perdia o controle e enlouquecia por mim.
Sim, as brincadeiras estavam ficando cada vez mais perigosas.
Por muito pouco seu Rogério não conseguiu empurrar aquele monstro pela minha passagem anal hoje de tarde. Aí sim teria sido um estupro, uma violação, porque aquele monstro com certeza me machucaria e destruíria meu cuzinho apertado de novinha. Mas eu confiava muito no seu Rogério. Sabia que o amor dele por minha mãe e por mim, impediria ele de perder totalmente o controle e me usar como um simples objeto sexual, uma bonequinha novinha linda e gostosa que aquele preto tarado usaria para realizar todas as suas taras as mais violentas.
Ele havia se controlado, tanto no sábado, quando apesar da loucura de abusar meu cuzinho, então virgem, com seu enorme dedo indicador, ele respeitou minhas preguinhas do cuzinho e a virgindade da minha xoxotinha, mesmo doido para me penetrar com aquele pau enorme. Ele também havia se controlado, sofrendo horrivelmente por causa disso, hoje de tarde, durante todo o tempo em que se masturbou por causa de mim e do meu cuzinho, e até mesmo, quando eu já era incapaz de me defender, no fim, quando ele teve a chance de continuar empurrando aquela cabeçona para romper meu anelzinho de vez e entrar todo dentro da minha bundona, que ele idolatrava, e pela qual ele estava totalmente hipnotizado e apaixonado.
Eu podia imaginar a dor e o sofrimento que o seu Rogério tinha passado hoje a tarde, com a novinha linda, gostosa e bunduda, objeto de todas as suas taras mais loucas e violentas, ali ao seu alcance, mas sabendo que não poderia alcançar o máximo prazer de depositar aquele monstro deformado e imenso de pau, dentro de mim, de forma brutal, animalesca e violenta, para satisfazer todos os seus desejos mais primitivos.
Seu Rogério cada vez mais mostrava ser um homem bom, que escolhia o próprio sofrimento físico e mental, para não causar danos a mim.
Cada vez mais gostava do seu Rogério, e via nele a figura do pai que nunca tive de verdade. Certo que ele havia abusado de mim, e explorado meu cuzinho com aquele dedo enorme que mais parecia um cacete, violando meu bumbum, e usando minha bundona para se masturbar como um criolo tarado estuprador, enquanto tentava romper meu esfincter que eu fazia um esforço enorme para manter fechadinho. Mas, isso não fazia com que ele deixasse de ser um homem bom, que se preocupava comigo e se controlova sempre no último momento. E eu tinha aproveitado muito, sentindo um prazer que nunca senti, tanto anteontem, quanto hoje a tarde.
O certo é que eu estava cada vez mais louca. Sentia saudades do que tinha acontecido anteontem. Queria ser penetrada de novo pelos dedos do seu Rogério. Queria sentir aquele prazer louco que eu senti. Queria ver seu Rogério se satisfazendo com meu corpo mais uma vez.
Além do mais, aquele pensamento de que “minha mãe é mulher, e tem até a bunda menor que a minha, já recebeu aquele monstro dentro dela, e está vivinha pra contar”, continuava se repetindo dentro da minha cabeça como um eco.
Toda vez que eu pensava isso, imaginava aquele cacete animalesco entrando em mim, e meu cuzinho e xoxotinha piscavam descontrolados de tesão.
Para tentar tirar essa tempestade de pensamentos e turbilhão de emoções da minha cabeça, eu aproveitei aquela noitinha para conversar com minha mamãe e o meu crush no telefone e depois Snapchat e no WhatsApp. Era bom saber que minha mamãe estava se sentindo bem, e meu DEUS THOR estava louquinho de saudades de mim. Combinanos dele me pegar de tardezinha amanhã, irmos visitar minha mamãe, e depois passarmos o fim de tarde e a noitinha juntos.
Eu estava realmente apaixonada pelo meu Thiago, e comecei a pensar se ele não seria o meu boy, o homem da minha vida, com o qual eu ía casar, e seria o pai dos meus filhinhos. Minha xoxotinha coçava também porque ele é excessivamente gato. Comecei a matutar um plano, uma ideia, lá no fundo da minha mente, e comecei a cogitar a possibilidade de perder minha virgindade com o Thiago, de uma maneira muito romântica, que garantiria que seríamos a princesa e o príncipe encatado e seríamos felizes para sempre.
Minha xoxotinha ficou mais molhada e quentinha com essas ideias, e eu estava cada vez mais louquinha de tesão, pensando no Thiago, no seu Rogério e em todas as coisas loucas que tinham acontecido nos últimos dias.
Seu Rogério me despertou dos meus pensamentos batendo na porta do meu quarto e perguntando se eu não queria jantar.
Ouvir aquela voz grossa me fez tremer, e foi como se uma eletricidade percorresse todo meu corpo. Mas ao mesmo tempo que sentia um tesão enorme, tinha medo e vergonha de ficar perto do seu Rogério. Medo, porque sempre que eu estava perto dele eu deixava ele tão louco que ele perdia o controle e acabávamos fazendo as coisas mais depravadas. E vergonha, porque por mais que já tivessemos feitos coisas loucas anteontem e hoje, eu era só uma menina de 14 anos, virgem, e enteada, filha da namorada dele ainda por cima. Então era uma situação meio constrangedora.
Eu acabei respondendo que não queria jantar, que estava cansada e depois desceria para beliscar alguma coisa. Ele foi embora sem insistir, e eu até fiquei com pena, caso tivesse magoado ele de novo.
Continuei tentando tirar aqueles pensamentos da minha cabeça, mas o tesão que eu estava sentindo era muito.
Conversei com o Thiago mais um pouco no Snapchat e a nossa conversa começou a esquentar. Eu acabei mostrando meu bumbum e minha xoxotinha para ele VESTIDA COM MINHA CALCINHA, é claro, e deixei ele ver meus peitões. Ele me mostrou o volume do seu cacete duro por sob a cueca, e tivemos uma conversa bem HOT. Não pude deixar de comparar o tamanho do Thiago com o seu Rogério, e é claro que não tinha comparação. O pau do seu Rogério era um monstro anormal, o Thiago tinha um cacete normal, de um homem normal, que não me rasgaria toda! O Thiago teve que ir para um jantar de família, e acabou que por volta das 10 da noite, estava sem nada para fazer, e não conseguia dormir por causa do tesão imenso que eu sentia.
Comecei a surfar na Internet, e acabei buscando sem pensar por “YOUNG TEENS BIG BLACK COCK” no Xvideos, só por curiosidade e para ver se encontrava algum cacete que se comparasse ao do seu Rogério. Encontrei centenas de vídeos onde novinhas branquinhas e bundudas como eu davam seus cuzinhos e bucetinhas para caras pretos de todos os tipos. Os cacetes deles eram enormes mas NENHUM se comparava com aquele monstro que o seu Rogério tinha. Fui ficando cada vez mais excitada assistindo aquelas cenas de sexo interracial de todos os tipos, anal, vaginal, grupal, e afastei meu shortinho larguinho de lado e comecei a brincar com minha xoxotinha, meu grelinho e meu cuzinho.
Bolinava a portinha do meu ânus, e lembrava do dedo do seu Rogério, daquela língua maravilhosa e úmida e, principalmente, daquele cacetão deformado de 25 cm. Beliscava e alisava meu grelinho e coloquei dois dedinhos dentro da minha xoxotinha ensopada.
Enquanto alisava a portinha do meu cuzinho que piscava, lembrava daquele cabeçote de cavalo negro alargando as paredes do meu bundão, forçando a entrada da minha rodelinha adolescente com todas suas a preguinhas intactas, ganhando terreno e abrindo meu cuzinho de pouquinho em pouquinho, despejando aquele mingau grosso e quente dentro da minha bundona. Lembrei da sensação daquele mingau dentro do meu cú, aquela gosma quente que parecia queimar por onde escorria.
Comecei a pensar loucamente no seu Rogério. No seu rosto másculo, em suas mãos negras gigantes, em seus braços e peito musculosos, em sua barriga tanquinho perfeita, nas suas coxas musculosas e desenhadas, e principalmente naquele cacetão venoso e enorme de comprimento e largura, e naquela chapeleta roxa pulsante de 10 cm de diâmetro. Enfiei um dedo no meu rabinho pensando nele, e comecei a tirar e por, enquanto assistia as novinhas branquinhas como eu sendo curradas por negros enormes nos filmes pornográficos na tela do computador.
Sentia vergonha de pensar no seu Rogério daquele jeito, mas meu tesão era maior. Continuava a penetrar meu anelzinho me explorando, lembrando de como foi gostoso todo o abuso que seu Rogério fez com ele, tanto anteontem, como naquele dia mesmo a tarde. Tirei a mão que usava na minha vagina e fiz como o seu Rogério, melei meus dedos da outra mão com o melzinho que escorria e levei esses mesmos dedos até minha boca, cuspindo neles e enchendo de saliva. Passava esse líquido no meu cuzinho e colocava também dentro do meu reto, lubrificando. Inseri dois dedinhos e não doeu nada. Seu Rogério estava fazendo um bom trabalho dilatando meu buraquinho, pensei. E logo, pensei envergonhada, que pensamento de puta!
Comecei um vai e vem rápido, escutando os sons de foda dos filmes no meu fone de ouvido, e pensando exclusivamente no seu Rogério e naquele cacetão negro dele.
Sentia todas as minhas preguinhas novinhas e intocadas reagindo aos meus dedos que penetravam com força. Sentia meu cuzinho pulsando selvagemente, e minha xoxotinha e meu grelinho latejavam, enquanto meu melzinho escorria molhando a cadeira.
Forcei um terceiro dedinho no meu cuzinho e não senti dor alguma. Enfiava meus dedinhos até o fundo na minha rabeta, alargando meu buraquinho, e sem saber, preparando meu cuzinho para a penetração de algo maior.
Eu queria aquela rola em mim. Não me importava que aquela rola de cavalo preto tivesse 25×9. Queria ter prazer e dar prazer ao seu Rogério. Pensava nele. Disse rouquinha e ofegante: “Mete seu Rogério, rasga meu cuzinho. Vai! Faz forte!” E gozei loucamente, tendo espasmos de tanto gozo.
Estava molinha do gozo, mas fui logo tomada por uma sensação terrível de culpa e de vergonha. Como podia imaginar aquilo? Por mais que o seu Rogério tivesse abusado de mim e fosse tarado no meu bundão de novinha, ele era MEU PADASTRO, O NAMORADO DA MINHA MÃE e que amava muito ela! Não era certo! Além disso eu tinha vergonha dele, porque apesar de estar louca de tesão, eu era só uma menina de 14 anos, e ele era um homem de mais de 40 anos, quase 50, adulto.
Fui interrompida nos meus pensamentos com batidas na porta do quarto. Eram 11 horas, quem poderia ser?
Ouvi a voz do seu Rogério: “Ju, você tá acordada ainda? Você não comeu nada, menina. Se você estiver acordada deixa eu entrar.”
Aquela voz grossa e máscula novamente me fez tremer torda.
Novamente as sensações de medo e vergonha entraram em confronto com meu tesão. Meu tesão dizia para eu tirar toda minha roupa, abrir aquela porta toda nua e dizer pro seu Rogério: “Entra e faz tudo que quiser comigo seu Rogério. Me fode forte”. Já, minha vergonha e meu medo, me diziam para ficar calada e fingir que eu estava dormindo, e escapar de fazer coisas depravadas com o namorado da minha mãe de que eu pudesse me envergonhar ainda mais depois.
Ele bateu de novo, e disse: “Ju, meu amor, abre se você estiver acordada. Trouxe um sanduíche e um suco pra você.”
Fiquei morrendo de pena. Eu com meus pensamentos sujos, e o coitado do seu Rogério preocupado comigo. Que bruxa desgraçada eu estava sendo!
Eu disse: “Peraí, seu Rogério, já vou abrir.”
Estava com meu shortinho todo melecado de gozo meu. A cadeira também estava com uma poça do meu melzinho! Tirei meu shorts e limpei a cadeira com ele. Fui até o banheiro e joguei ele no cesto de roupa suja.
Disse mais uma vez: “Já to indo, seu Rogério, só um momento.”
Estava só de blusa e imaginei o que aconteceria se seu Rogério me visse assim com a bundona que ele amava toda nua e exposta. Ri baixinho, peguei um shorts largo e vesti.
Abri a porta e o seu Rogério estava lá parado com uma bandeja na mão com um copo e um sanduíche. Coitado.
Ele perguntou: “Você tava dormindo?”
Eu disse: “Não, tava ouvindo música no computador.” Não podia dizer que estava vendo pornografia interracial de pretos com novinhas, rs.
Eu então disse: “Entra, por favor.”
Ele entrou e colocou a bandeja na mesa do computador. Eu não sabia que o quarto cheirava a gozo de xoxotinha novinha, mas o seu Rogério fez uma cara meio estranha, e com certeza percebeu.
Ele disse: “Fiz um lanche pra você. Você não pode ficar sem comer.”
Eu falei: “Obrigada, seu Rogério. Não precisava se incomodar.”
Estava meio encabulada e com medo, por causa do que aconteceu das últimas vezes que ficamos sozinhos, mas também estava com minha xotinha e cuzinho piscando de tesão.
A blusa que eu estava vestindo não era indecente. Apenas era branca e meio transparente e deixava ver um pouco dos meus peitões e mamilos. Meu shorts era largo mas era meio curto, e deixava meu farto par de coxas grossas a mostra.
O seu Rogério estava sem camisa e com um short bem curto.
Reparei que ele deu uma filmada geral em mim, especialmente nos meus peitões e na bundona que enloquecia ele.
Ele sentou no sofá do quarto e me falou: “Come, Ju.”
Eu peguei o sanduíche e dei umas duas mordidas e bebi meio copo do suco. Enquanto eu fazia isso, olhava de relance e via que o seu Rogério me olhava de cima abaixo de novo.
Eu disse: “Obrigada, pelo lanche, seu Rogério. Não estou com fome mesmo.” Como uma espécie de deixa para ele sair do quarto, mas ele continuava sentado no sofá com seus enormes braços abertos.
Ele então me disse: “Senta comigo aqui, Ju. Quero conversar com você.”
Eu fiquei meio sem ação, mas pensei “caramba, eu tenho que parar com essas paranóias.” E fui e sentei do lado dele.
Do jeito que eu sentei, virada pra ele, meu short subiu um pouco, e minhas coxas grossas ficaram totalmente expostas.
Ele me olhou dentro dos olhos, e disse, na maior cara de pau: “Você sabia que você tem os olhos e a boca mais lindas que eu já vi?”
Eu fiquei vermelha e encabulada e respondi: “Obrigada, seu Rogério.”
Ele falou: “Eu queria te pedir desculpas pelo que aconteceu hoje de tarde. Eu sei que eu perdi o controle de novo.”
Minha xoxota começou a latejar forte porque eu já tinha experiência de onde essa conversa ia parar, rs.
Eu disse: “Não tem problema, seu Rogério.” Não sabia mais o que dizer e acabei falando besteira: “Obrigada, pelo senhor não ter forçado seu pênis no meu ânus. Eu fiquei com muito medo.”
Ele sorriu, e vi que o monstro começava a crescer embaixo do seu shorts. “Culpa minha! Porque eu tinha que ter lembrado ele disso! Que burra que eu sou!” pensei.
Ele disse: “Eu nunca faria nada que você não quisesse, meu amor. O problema é que você é uma mulher muito sexy e sensual, e eu perco meu controle. Seus olhos, sua boca, seu corpo, seu rosto, seu bumbum, tudo é muito lindo e perfeito, e me faz perder a razão.”
Ele me chamou de MULHER, e disse que eu era linda, perfeita, sexy e sensual! E disse que perdia o controle e a razão por minha causa! Comecei a sentir aquela sensação de poder, que o seu Rogério me fazia sentir. Me sentindo a mulher, que controlava o tesão dele, e não uma garotinha.
Meu tesão aumentou ainda mais. Estava começando a ficar louca. Estava envergonhada com a situação mas não conseguia me controlar.
Percebendo que eu estava gostando do papo, ele continuou: “Foi como eu disse hoje de tarde, o sexo que nós fizemos anteontem e o que nós fizemos hoje, foram as melhores experiências sexuais da minha vida. Nunca gozei tão forte, como com você.”
Eu me sentia super orgulhosa. Seu Rogério não era um qualquer. Era um homem bonito, rico, poderoso e bem sucedido. Ele podia ter e tinha qualquer mulher que ele quisesse, e ele estava dizendo que eu era A MELHOR de todas.
Meu ego estava inflado que nem um balão.
Ele complementou: “Mas não se preocupe que eu nunca vou contar nada para ninguém sobre o que aconteceu. Vai ser sempre nosso segredo. Você é muito novinha e tem um futuro enorme pela frente, e uma fofoca dessa poderia ser ruim pra você. Eu sempre vou te proteger.”
Novamente aquela ameaça velada. Mas de qualquer forma eu confiava mesmo que o seu Rogério jamais falaria, me sentia tranquila e protegida com ele.
Ele então colocou sua mão imensa na minha coxa, e me olhando nos olhos, me perguntou: “Você tem gostado também?”
Eu gelei. Meu Deus, o que eu faço? Me sentia mais e mais envergonhada, sem saber onde enfiar a cara.
Ele insistiu, dessa vez colocando outra mão sobre o meu ombro e subindo pelo meu pescoço até o meu rostinho, alisando com seus dedos grossos devargazinho minha pele lisinha, e dizendo: “Eu queria saber se você tem gostado. Eu senti o seu gozinho várias vezes. Sabe, você é uma mulher muito linda e eu quero muito te dar prazer. Você merece que os homens te dêem muito prazer.”
Aquele carinho tinha me deixado toda arrepiada. Eu me sentia toda mole, minha xoxota e meu cuzinho piscavam freneticamente. Minha xoxota babava tanto que eu senti molhar o meu shorts. Por um lado, eu queria implorar para aquele homem ir embora dali. Por outro, eu queria agarrar aquela tora negra que já estava dura e ereta embaixo do short e pedir pra ele enfiar forte em mim.
Eu olhei com meus imensos olhos azuis no rosto do seu Rogério e respondi: “Eu gostei sim. Foi bom, tanto anteontem quanto hoje.”
Eu estava vermelha de tesão e vergonha.
Eu recostei no sofá, virada de lado pra ele, como eu estava, e ele colocou o seu braço esquerdo em volta dos meus ombros, me fazendo carinho, enquanto com a outra mão alisava minha coxa.
Ele continuava o ataque: “Sabe, não consigo pensar em outra coisa que não seja você. Foi muito dolorido pra mim hoje de tarde. Por isso eu gemi daquele jeito. Eu sentia muita dor. Eu sou um homem, Juzinha. E você é o sonho sexual de todo homem. Eu queria muito penetrar você. Se eu não amasse tanto você, e tivesse a obrigação de proteger, eu teria forçado meu pênis para dentro de você para passar a minha dor. Mas eu jamais farei nada que você não quiser.”
Eu meio que constrangida, mas mole de tesão disse: “Obrigado, seu Rogério. Obrigado por me proteger. Desculpa se eu fiz o senhor sentir dor. Mas o senhor é muito grande pra mim, eu não ía aguentar. Ía me machucar muito.” Estava morrendo de pena do seu Rogério, agora eu imaginava o tamanho da dor que ele sentiu para me proteger.
Ele disse: “É uma dor tão grande que pode até matar. Mas eu aguentaria qualquer coisa por você, minha princesa.”
Eu sorri e recostei minha cabeça no braço do seu Rogério, enquanto ele movia sua mão pelo meu ombro, e a outra sobre a minha coxa.
Eu estava de olhos fechados. Minha xoxotinha doía de vontade. Meu cuzinho piscava. Meus peitos já estavam inchados e meus mamilos durinhos e doendo. Creio que seu Rogério percebeu isso, e por isso moveu sua mão por sobre meu seio, tocando o mamilo de leve sobre a blusa.
Eu senti como um choque e dei uma tremidinha, e gemi baixinho. O seu Rogério percebeu que eu não reagi e moveu os dedos mais uma vez sobre o meu seio, alisando meu mamilo durinho. Eu gemi de novo, dessa vez mais alto.
Ele subiu a mão na minha coxa para dentro do meu shorts larguinho e alcançou a minha virilha com as pontas dos dedos. Ele gemeu baixo ao perceber que eu estava sem calcinha.
Quando eu percebi seu Rogério já estava beijando minha boca. Eu meio que retribui, mas não tinha muita experiência em beijar. Ele mordiscava meus lábios e enfiava a língua na minha boca. Eu fiquei meio sem ar, tonta.
Ele gritou, meio que rosnou: “Você é muito linda, gatinha! Eu estou completamente louco por você.”
Na hora veio um pensamento sobre a minha mãe na minha cabeça, mas foi logo sufocado pelo tesão.
Ele me puxou pra mais perto dele, e me beijou na boca de novo.
Eu estava totalmente amolecida, sem reação.
Eu abri meus olhos e olhei para baixo, e vi o monstro. Aquela tora monstruosa já saltava ereta de dentro do shorts curto que o seu Rogério vestia.
A cabeça gigantesca meio que explodiu, e a pele se separou fazendo brotar o cogumelo roxo inchado e pulsante.
Novamente eu estava do lado daquele caralho anormal. Um pênis de 25cm preto que nem carvão que conseguia se manter ereto e pulsante que nem um tronco de árvore, cheio de veias e latejante.
Seu Rogério olhou pra mim que estava com o olhar fixado no seu cacetão negro, e meio que implorou e rosnou: “Minha linda, tá doendo muito. Me ajuda, por favor. Não vai ser nada de mal. Por favor?”
Eu olhei para o rosto dele, e via aqueles mesmos olhos esbugalhados de pervertido estuprador me olhando, mas havia uma expressão genuína de dor na sua testa franzida. Eu então perguntei, meio que automaticamente: “O que o senhor quer que eu faça?”
Ele sorriu, e disse: “Só preciso que você alise meu membro com suas mãozinhas. Por favor. Dói muito, princesa.” E gemeu alto, como um animal ferido.
Meio que por pena, meio que por estar louca para sentir aquele ferro em brasa nas minhas mãozinhas, e também porque isso era até algo que eu quase fiz com meu namoradinho de escola, então não era nada demais, eu movi minhas duas mãozinhas e segurei aquela tora descomunal.
Minha mão esquerda eu repousei no cabeção e minha mão direita no tronco. Minha mão pequena apenas alisava aquela cabeçona, como se fosse uma pequena bola. Era impossível alcançar metade do diâmetro daquela aberração. Eu comecei a deslizar a mão pelo mastro, e novamente, minha mãozinha alcançava apenas a metade do diâmetro daquele tronco.
O cacete do seu Rogério fervia, muito duro. No exato momento em que toquei naquela monstruosidade eu soltei um gemido forte e senti como se meu corpo todo tomasse um choque elétrico.
Seu Rogério, mais uma vez, urrou alto depois de me ver gemer de tesão tocando em seu pauzão anormal.
Eu alisei a cabeçona que babava e sujei minha mãozinha naquela baba que saia dela. Mais por curiosidade eu passei meu dedinho na uretra, e enfiei minha unha para sentir aquele buraco. Seu Rogério urrou alto, umas três vezes, e até me assustou. Eu achei que estivesse machucando ele e parei, olhando para o rosto dele que estava reclinado para trás e com os olhos fechados. Ele levantou sua cabeça e foi em direção ao meu rosto e me deu outro beijo de língua molhado.
Eu perguntei: “Eu machuquei o senhor?”
Ele disse: “Não, minha gatinha linda! Eu gemi porque foi muito gostoso. Pode ficar fazendo isso se você quiser. E desliza sua outra mãozinha pelo meu pau, por favor. Tá ajudando a diminuir a dor, meu amor.”
Eu então voltei a fazer aquilo na uretra dele. Ele arriou a cabeça para trás, e me puxou com a mão que alisava minha coxa para mais perto dele. Do jeito que ele me puxou, fiquei meio que de joelhos de ladinho, virada quase de frente para ele. Essa posição empinou e expôs o meu rabão imenso para que a mão dele pudesse explorar.
Ele percebeu imediatamente e moveu sua mão por sobre meu rabo gordo, apertando minha nádega. Ele urrou alto, quando apertou pela primeira vez, e eu senti seu pauzão e a cabeçona latejar nas minhas mãozinhas. Eram como se minhocas, sei lá, estivessem se movendo por dentro daquele corpo de alienígena! Mas eram só as veias grossas pulsando loucamente.
Ele levantou sua mão e cuspiu nos dedos, enchendo eles de baba, e foi para o meio do meu shortinho, por baixo do paninho larguinho. Ele encontrou minha xoxotinha molhada, e na hora que ele tocou nos meus lábios vaginais quentinhos, eu dei um gritinho.
Ele gemeu alto em resposta ao meu gritinho. E soltou um rosnado rouco: “Que gostosa!”
Eu tinha meus olhos fixos naquele pauzão nas minhas mãos. Era uma visão ao mesmo tempo assustadora e erótica. Em seu varão gigante, sua chapeleta pulsava e se mantinha inchada, sob a minha mãozinha que brincava com sua uretra e a babinha que saia. As veias daquele membro preto delineavam o contorno de seu cacete exibindo todo seu tamanho cavalar e ereto, enquanto minha outra mãozinha deslizava devargazinho por aquela tora dura e quente como ferro em brasa. Era absurdo, sobrenatural. E me deixava louca de tesão.
Seu Rogério moveu a mão pelos meus lábios vaginais inchados e encharcados e alcançou meu grelinho durinho e saltadinho. Ele pegou na ponta do meu pininho com seu polegar e indicador e começou a alisar e apertar ele devagarinho e delicadamente, empurrando a pelinha que cobria ele para trás e trazendo ele mais para fora. Aquilo me deixou louca. Eu gemi alto várias vezes com a boca entreaberta e respirando forte.
Ele começou a puxar meu grelinho ainda mais para fora da pelinha que cercava ele, e eu comecei a gritar. Era como se eu estivesse recebendo vários choques elétricos por todo corpo que vinham em ondas.
Meus mamilos estavam excessivamente duros, inchados e doendo. Seu Rogério tentou enfiar a mão pela gola da minha camisa, mas aquela mão gigante não passou. Ele então agarrou a gola e deu um puxão forte que rasgou minha camiseta de cima abaixo expondo meus dois peitões e meus mamilos eretos.
Na hora me veio uma sensação de vergonha. Nunca tinha mostrado meus peitões adolescentes para nenhum homem, além do meu namoradinho de colégio, uns dias atrás. Mas, novamente, a vergonha foi logo soterrada pelo tesão.
Seu Rogério dobrou o corpo e seguro meu seio direito com sua mão, apertando. Ele então colocou o meu mamilo durinho na boca e deu uma mordidinha. Eu que estava dando gritinhos seguidos pelo que ele fazia com meu clítoris. Dei outro grito quando ele deu a mordidinha. Ele então começou a lamber e chupar meu peitinho, criando uma nova descarga elétrica que tomava meu corpo.
Eu quase enfiava o meu indicador na uretra do monstro, e deslizava a outra mão rápido sobre o membro pulsante. Seu Rogério gemia alto, ao mesmo tempo que mordiscava, lambia e chupava meu peitão e masturbava meu grelinho duro.
Era uma sinfonia de sexo, os gemidos, gritos e urros se repetindo, e nós dois proporcionando um prazer intenso um ao outro. Enquanto nós estávamos ambos com os olhos fechados, nossos corpos estavam integrados naquele mesmo ritmo, naquela pulsação sexual sincronizada. Isso me deixava mais louca ainda, a sensação de poder por ser a fêmea capaz de proporcionar todo esse prazer ao seu Rogério.
Ele continuo brincando com meu grelinho, enquanto passava seus outros dedões pela portinha da minha xoxotinha molhada. Tocando suavemente, afastando meus lábios vaginais encharcados de tesão. Brincando com meu melzinho, me fazendo delirar e gritar e gemer alto, me sentindo uma putinha ninfomaníaca.
Aquela mãzona enorme me deixava complemente louca e eu movia meu quadril pra trás como se quisesse cavalgar aquela mão. Seu Rogério não parava e não diminuia o ritmo, fazendo minha xoxotinha virgem e rosadinha palpitar e babar de uma maneira louca.
Ele estava me deixando completamente maluca. Me viciando naquilo que ele fazia, e que era muito bom.
Eu senti algo enorme vindo de dentro de mim. E repeti gemendo e rouca de tesão: “Ai, eu vou gozar! Eu vou gozar! Vou gozar!”
Soltei um grito longo, e gozei forte, sentindo todo meu corpo tremer, e espasmos que vinham ondas, na minha xoxotinha, cuzinho, peitões, e por todo meu corpo. Eu senti como se tivesse me mijado toda, mas não sentia cheiro de urina. De qualquer forma senti minhas coxas molhadas.
Cai com a cabeça no colo do seu Rogério, meio que desmaiada, gemendo baixinho e respirando ofegante. Ele me pegou pelos cabelos, levantou minha cabeça, olhou no fundo dos meus olhos azuis, e beijou minha boca ofegante. Eu busquei sugar aquela língua enorme dele, passando minha linguinha em volta dela. Seu Rógerio mordia e chupava meus lábios carnudos e rosinha. Ele afastou minha cabeça de novo e gritou pra mim: “Você é a mulher mais tesuda desse mundo todo, minha gatinha safada!”
Ele soltou meu cabelo e eu arriei a minha cabecinha no colo dele de novo, enquanto continuava movendo minhas mãozinhas naquele membro gigantesco.
Inconscientemente, naquela posição, eu empinei minha bundona ainda mais, facilitando o acesso do tarado pervertido do seu Rogério ao meu cuzinho e xoxotinha, e ainda por cima minha boquinha estava a milímetros da rola monstruosa, o que, estranhamente para mim, me fazia salivar muito.
Sem querer, eu acabei preparando o terreno para todas as taras sexuais que ainda estavam por vir. E eu bem que queria muito, rs. Apesar de toda a vergonha e confusão na minha cabeça.

Essa foda continua na parte 6. Parei aqui porque o pessoal dos comentários reclamou que meus textos são muito longos, e ainda tenho muita coisa para contar dessa mesma noite, rs. Beijinhos.

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