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Juliana novinha e o padastro negão – parte 4

Há 6 meses Por 14 ★ 4.90

Oi, sou eu Juliana mais uma vez, e essa é a quarta parte da minha história que começou 1 ano atrás e que mudou a minha vida.
Rememorando, eu tinha 14 anos na época dos acontecimentos narrados, mas ninguém acreditava, porque tenho o corpo muito desenvolvido para minha idade apesar de ser meio baixinha (tenho 1,62 metro). As pessoas dizem que sou muito bonita, mesmo eu me achando meio gorda, rs. Tenho o cabelo castanho escuro com luzes loiras, liso e longo até a altura da cintura, e tenho olhos bem azuis. Meus lábios são carnudos. Tenho as coxas muito grossas, e meu quadril é muito largo com meu bumbum muito grande. Tenho 106 cm de quadril. Minha cintura é fininha com 60 cm, e mantenho minha barriga chapada na academia, e fazendo dança, surf e skate, justamente para não parecer gorda. Tenho uns peitos bem grandes (92 cm), com aureolas rosadas e grandes também. Sou bem branquinha porque sou descendente de alemães e sérvios, e nasci no Rio Grande do Sul.
Um pouco antes de que eu fizesse 14 anos, minha mãe se separou do meu pai e pediu transferência para o Rio de Janeiro mudando eu e ela pra cá, onde ela arrumou um namorado, um negão bem rico, o Seu Rogerio. Bem, quem quiser saber mais leia meu primeiro relato (Juliana novinha e o padastro negão – parte 1), o segundo relato (Juliana novinha e o padastro negão – parte 2), e o terceiro relato (Juliana novinha e o padastro negão – parte 3) até para poder entender direito o que está acontecendo nessa história.

Depois daquela tarde que o seu Rogério passou abusando do meu cuzinho com aquele dedo enorme. Subi, tomei um banho e deitei exausta. Dormi na hora, e só acordei com minha mãe me chamando para jantar.
Não sei como consegui sentar na mesa de jantar com o seu Rogério e minha mãe. Meu cuzinho estava dolorido das 4 horas de abuso anal por aquele dedo grosso daquele animal. Mas eu tinha gozado muito. Nunca senti as coisas que senti naquela tarde. Mesmo tendo descansado e dormido, ainda estava meio bamba das várias gozadas e de todo o abuso sexual que aquele negro safado tinha feito comigo.
Tinha sido gostoso, no final das contas, mas ele havia me violado. Aquele criolo safado estuprador tinha abusado de mim por horas, eu, uma menina de 14 anos e filha da namorada dele.
Tinha sorte da minha virgindade da xotinha estar intacta, com o cabacinho da minha bucetinha virgem sem ter sido estourado, mas em compensação aquele tarado tinha violado meu ânus com aquele dedo grosso, e se aproveitado de mim.
Lembrava daquele cavalo dedando o meu cuzinho com força, enquanto se masturbava com violência.
O pior que lembrar aquilo não me deixava só com raiva, me deixava molhadinha, porque nunca tinha sentido prazer igual ao que eu senti naquelas 4 horas.
Coitada da minha mãe, nem imaginava que seu namorado tinha abusado da filha e continuava lá, passando o domingo com a gente “em família” como se nada tivesse acontecido.
O safado jorrou mais de 6 jatos de porra, se masturbando que nem um adolescente enquanto dedava o meu ânus, e me fazia de putinha. Tarado filho da puta.
Meu pensamento foi interrompido pelo seu Rogério falando com sua voz grossa.
Ele disse que deveríamos todos ir dormir cedo, logo depois do jantar, porque no dia seguinte iríamos à um encontro de iates. Ele virou para mim e falou com a maior naturalidade, como se nada tivesse acontecido naquela mesma tarde!
Ele disse: “Você vai gostar muito, Ju! Um pessoal jovem, filhos de uns vizinhos nossos conhecidos meus, vão estar lá com seus iates. E você vai poder se enturmar com um pessoal da sua idade. Melhor do que ficar segurando vela dos velhos aqui.” E riu.
Eu olhei ele fuzilando com os olhos, mas ele continuou rindo como se não fosse com ele! Que hipócrita filho da puta! Se minha mãe não gostasse tanto dele eu contava tudo agora e acabava com a raça desse estuprador desgraçado!
Minha mãe não entendeu nada da minha atitude, e, por sorte, o jantar já estava terminando e eu pude subir para dormir de novo.
Deitei, mas resolvi passar um hidratante em volta meu botãozinho inchado para ver se aliviava o dolorido.
Peguei um espelho, abri minhas pernas e pude olhar meu cuzinho. Ele estava meio inchadinho, e meio arroxeado, mas não parecia ferido de forma alguma.
Comecei a passar o hidratante na bordinha. No começo ardeu um pouco, mas depois começou a aliviar o ardido e a dorzinha que eu estava sentindo. Contudo, sem que eu percebesse, comecei a passar os dedos na minha xotinha e no meu grelinho, lembrando daquela tarde, de todo o meu prazer, das sensações, mas principalmente daquele cacete anormal do seu Rogério. E, sem que eu pensasse muito, comecei a forçar a entrada do meu cuzinho com meu indicador da mão direita, enquanto usava minha mão esquerda para brincar com minha xoxotinha e meu grelinho.
Meu cuzinho ainda estava bem dilatado e abertinho, e meu dedo entrou fácil, me dando uma sensação incrível, como se fosse um choque elétrico subindo meu pelo meu corpo. Me masturbei forte, lembrando daquela tarde e imaginando aquele cacetão enorme do seu Rogério entrando com força na minha xotinha e no meu cuzinho.
Gozei gostoso e cai no sono.
Naquela segunda feira de feriado saímos cedo no iate e chegamos logo na enseada onde vários outros barcos de todos os tamanhos estavam ancorados.
O seu Rogério saiu em um jet ski com minha mãe, e o Soares me levou no outro jet ski para uma ilhota onde o pessoal estava se reunindo.
Logo percebi uma galerinha mais jovem reunida em um canto. Uma menina que passava por mim perguntou se eu era a filha do seu Rogério, e eu, com raiva dele, disse que não, que era filha da namorada dele. Ela disse que dava no mesmo e que ía me apresentar o pessoal.
Tinha vários gatinhos no grupo e acabei conversando com um que era provavelmente o mais gato de todos. Ele tinha um físico malhadinho, era moreno queimado de praia, e loiro de olhos verdes. UM DEUS THOR! O nome dele era Thiago, ele tinha 18 anos e era filho de uma das famílias mais ricas do Brasil, donos de um império empresarial e jornalístico. Além disso, ele era inteligente e tinha papo. Tinha viajado para vários lugares, estudado na Inglaterra e nos Estados Unidos. Totalmente APAIXONEI NELE.
Esqueci completamente do seu Rogério e de todas as coisas do dia anterior. So lembrei da existência dele quando ele e minha mãe vieram me dizer que estavam indo mas que eles podiam mandar o iate me buscar depois se eu não quisesse ir agora.
O Thiago disse que não precisava, que ele me levaria. E assim veio a noite, e eu e meu SUPER CRUSH THOR ficamos pela primeira vez sob o luar de Angra dos Reis. Foi uma espécie de “amor a primeira vista” e o Thiago também ficou meio apaixonado por mim.
Voltei pra casa 1 da manhã, e minha mãe quase me descascou viva. Depois que eu cheguei em casa ainda fiquei com o Thiago horas no WhatsApp e só fui dormir as 4 da manhã.
Acordei por volta de meio dia e quando desci não encontrei ninguém. Achei estranho, e a Maria veio me contar que minha mãezinha tinha passado mal, talvez com insolação, e que o Nivaldo e seu Rogério sairam com ela de carro para levar ela para uma clínica na cidade de Angra.
Desesperei! Liguei para o celular da minha mamãe e estava na caixa postal. Mandei mensagem e ela não atendeu. Então mandei uma mensagem de WhatsApp para o seu Rogério. Ele me ligou de volta e explicou que minha mãe tinha tido um princípio de insolação e que ia ter que ficar internada de 48 à 72 horas em observação. Ele disse que minha mãe estava descansando agora, mas que se eu quisesse ir ver ela, ele mandava o Nivaldo me buscar, já que a clínica era caríssima e não tinha horário de visitas fixo.
O Thiago tinha mandado outra mensagem perguntando se podia ir me pegar, e eu falei para o seu Rogério que iria com o Thiago, já que a gente tinha combinado de ir na cidade mesmo.
Me arrumei para o crush, e ele veio me pegar e fomos ver minha mamãe. Minha mamãe disse que tinha mandado uma mensagem para o chefe dela avisando que ia enforcar a quinta e a sexta depois do feriado porque estava doente, e os médicos tinham desaconselhado a transferência. Minha escola ia ter dias de planejamento mesmo então eu não tinha aula na quinta e na sexta e não tinha problema nenhum de ficar (até porque seria mais tempo para passar com meu crush, rs).
Eu fiquei meio triste por causa da situação da minha mãe, e o Thiago me levou de volta para casa, porque ele tinha que resolver umas coisas com os irmãos dele e a gente se veria de novo no dia seguinte.
Eram mais ou menos umas 15:30. Desci, comi alguma coisa, e sentei na sala de TV.
Enquanto assistia TV, a Maria veio ver se eu estava bem. Ela disse que a melhor coisa que eu fazia era descansar minha cabeça, já que não era nada de mais sério com minha mãe, e sugeriu que eu pegasse uma sauna para relaxar e descansar.
Eu achei uma excelente idéia. E subi para botar um biquini, pegar uma toalha, e marchar para sauna.
A sauna da mansão do seu Rogério era enorme e ficava próxima a piscina. Passando por aquela piscina tão linda senti um arrepio na minha espinha lembrando do que tinha acontecido no dia anterior. Minha xotinha deu uma piscadinha quando eu comecei a lembrar. Acelerei o passo e entrei na sauna.
Ativei a sauna automática e deitei em um banco, aproveitando o vapor.
Estava na sauna deitada de bruços, cochilando, quando ouvi a porta abrir. Olhei e era o seu Rogério enrolado em uma toalha.
Pensei em levantar e sair na hora, mas olhei para ele e ele parecia realmente triste e preocupado com minha mãe. Acabei meio que ficando com pena e resolvi ficar.
Não tinha muita cara de olhar pra ele. Já não era bem mais raiva, mas estava meio constrangida e envergonhada.
Conversamos brevemente sobre a situação da minha mamãe e procuramos consolar um ao outro e nos animar.
Seu Rogério começou a contar umas piadas e sem que eu percebesse já estava rindo com ele. Ele era tão boa pessoa, e no final das contas, se ele tinha abusado de mim, eu tinha gostado e muito. Então não era essa tempestade toda também, pensei.
De qualquer forma deitei de bruços virada para o lado oposto ao dele. Não ia ficar cara a cara com aquele tarado, não tinha coragem de olhar nos olhos daquele pervertido.
Me dei conta que a sauna estava bem fraquinha e que minha bunda de biquini estava virada para ele. Mas não me preocupei, não seria possível ele ter a cara de pau de fazer alguma coisa depois de tudo que tinha acontecido e com essa situação da minha mãe.
De repente, o seu Rogério perguntou se estava tudo bem comigo desde ontem.
Nesse momento eu congelei com aquela voz grossa dele e fiquei quase sem palavras. Respondi que sim e não falei mais nada, permaneci em silêncio, morrendo de vergonha, queria sair correndo dali e me esconder.
Ele então me perguntou: “Posso te falar uma coisa, Ju?”
Eu sem saber o que fazer ou responder, respondi que sim.
Ele então disse: “Eu nunca senti tanto prazer na minha vida como ontem, menina! Nossa! Você é muito linda e sensual. Você é a mulher mais gostosa que eu já conheci. Deixa qualquer homem louco. Perdi o controle e queria pedir desculpas.”
Eu olhei para ele, e ele parecia verdadeiramente arrependido. Eu então disse: “Não tem problema, seu Rogério. Eu também gostei.” O QUE EU DISSE? De onde saiu esse “eu também gostei”? Queria que abrisse um buraco e eu sumisse ali mesmo.
Seu Rogério quebrou o silêncio estranho rindo discretamente e eu o acompanhei, sem graça, não sabendo mais o que falar.
Eu estava morrendo de vergonha de ter que passar por aquilo, mas ao mesmo tempo eu me sentia orgulhosa por ter feito ele sentir tanto prazer assim. Me sentia uma mulher ao invés de uma menina.
Nunca ia esquecer o prazer que eu tive, e a cara de tesão enlouquecido do seu Rogério enquanto enfiava seu dedo no meu cuzinho e se masturbava.
Fechei os olhos e lembrei dele gemendo alto, com cara de tarado, observando meu ânus virgem sendo penetrado e arrombado por seu indicador. Esses pensamentos fizeram com que minha xotinha piscasse e senti a umidade crescendo dentro da minha vagina de novo.
Pensei em sair dali, mas olhei o seu Rogério e ele parecia cochilar, enrolado em uma toalha, sentado no banco diretamente atrás do meu. Decidi ficar então.
Continuei em silêncio, repousando meu rosto sobre meus braços cruzados, de bruços.
Tive aquela sensação que temos quando estamo sendo observados. Virei meu rosto para o lado, e de relance vi o seu Rogério com uma das mãos alisando discretamente a toalha, perto de sua coxa, enquanto olhava para minha bunda.
Imediatamente ele desviou o olhar da minha bunda e virou o rosto disfarçando. Ele então respirou fundo e falou: “Eu não te machuquei né?”
Eu fiquei vermelha! Não sabia o que responder!
Dei uma risadinha sem graça e falei: “Não seu Rogério, tá só um pouco dolorido.”
Ele pareceu preocupado e falou: “Desculpa, não queria te machucar, meu amor. Você é como uma filha pra mim. Mas tá muito dolorido?”
Respondi que não era nada, que era só um pouqinho mesmo e que mesmo assim ia passar em breve.
Então o safado respondeu: “Eu axagerei, estava muito gostoso! Você é muito linda. Desculpa se eu fiz muito, mas você tava muito apertadinha e quentinha…”
Eu novamente falei que estava tudo bem, que não tinha problema. Envergonhada com os “adjetivos”.
Eu realmente achei legal da parte dele de se preocupar comigo e perguntar se estava tudo bem.
Mas ao mesmo tempo não sabia aonde enfiar a cara.
Estava rezando pra ele não falar mais nada quando ele disse: “Posso ver se eu te machuquei? Não quero ter te machucado meu amorzinho. Tô preocupado.”
Eu respondi: “Não seu Rogério, não foi nada não, juro pro senhor, tá tudo bem mesmo.” –
Ele insistiu: “Não, meu amor, deixa eu dar uma olhadinha, eu só quero ver se tá tudo bem… se eu não te machuquei…Aí esse vai ser o nosso segredinho. Pode deixar que eu não vou contar pra sua mãe e nem pra mais ninguém.”
Eu não sabia o que fazer! Minha vontade era sumir dali de vergonha.
Sabia que ele estava preocupado mesmo. O seu Rogério não era má pessoa.
Ele não chegou a me machucar e me tratou até com carinho, e eu gostei muito do que aconteceu, apesar de tudo.
Ele só me deu prazer, respeitou o cabacinho da minha xoxotinha, e sempre se preocupou em não me machucar, agindo com todo o cuidado e paciência.
É claro que ele tinha sido um pervertido em fazer aquilo comigo mas ele era uma pessoa boa e amável, que gostava de mim e da minha mãe.
Mesmo assim eu estava muito sem graça. Não queria ter que mostrar a minha bunda de novo pro namorado da minha mãe!
Realmente fiquei com pena dele que parecia verdadeiramente preocupado, ainda mais com essa doença da minha mãe no meio.
Lembrei do seu Rogério com os olhos cheios d’água do lado da minha mãe na clinica, como se ela tivesse a doença mais terrível do mundo. Olhei para cara dele e vi a mesma preocupação. Coitado do seu Rogério.
Então resolvi atender ao pedido dele para ver se eu estava machucada. Rezei para ele só olhar e não fazer nada.
Eu disse: “Seu Rogério, pode olhar para não ficar preocupado, mas por favor, só olhe, não precisa tocar.”
Ele disse: “Claro, Juzinha. Como um pai olha uma assadura em sua filhinha. Prometo que vou só olhar.”
Eu senti confiança nele, e fiquei tranquila.
Ele me pediu pra virar pro lado, eu estava deitada de bruços, me virei para o lado esquerdo ficando de ladinho e empinando minha bunda para trás intencionalmente. A calcinha do biquini foi absorvida pelo meu bundão e parecia que eu estava de fio dental.
Seu Rogério arregalou os olhos e exclamou: “Nossa, minha linda, vc tem o bumbum muito grande pra sua idade!”
Ri sem graça e agradeci: “Obrigado, seu Rogério.”
Seu Rogério disse: “Deixa eu dar só uma olhadinha, tá? Pode deixar, que eu só quero ver se eu machuquei você e se tá vermelho ou ferido.”
Respondi que tudo bem. Estava morta de vergonha e torcendo pra ele ver logo e parar.
Ao mesmo tempo eu sentia algo estranho, meus mamilos já estavam endurecendo, meu grelinho também, e minha xoxotinha já estava ficando bem molhada. Eu sabia que o seu Rogério ficava muito excitado comigo, muito tarado por minha causa.
Era uma sensação estranha, que me fazia sentir diferente. Eu era uma menina ainda, mas tinha o poder de fazer um homem enorme e já adulto como o seu Rogério perder completamente o controle. Isso me dava uma sensação de poder, e me excitava ainda mais.
Ele botou uma de suas mãos enormes no meu quadril e forçou levemente o meu bumbum, empinando ele com carinho enquanto levantava a parte de trás do meu biquini com os dedos. De forma bem carinhosa afastou as minhas nádegas e disse: “Desculpa se tenho que tocar mas é só pra poder ver direito, Juzinha, eu prometo. Sua bunda é muito grande e preciso separar suas nádegas para poder ver seu ânus, se não ele fica perdido no meio das suas carnes.” E enquanto falava isso, arregalava os olhos estranhamente.
De qualquer modo, me senti violada.
Aquele criolo estava abrindo minha bunda e procurando o meu anelzinho. Novamente botou os seus dedos mais para dentro do meu rego, e separou minhas nádegas, mantendo elas separadas e esticadas, assim como a pele do meu rego, e mostrando a porta do meu cuzinho.
Com a outra mão abriu a outra banda do meu rabo imenso e arreganhou o meu ânus ainda mais, mantendo meu rabo gordo de ladinho com as nadegas arreganhadas.
Na mesma hora pisquei meu cuzinho e senti meu anel dolorido, minha xotinha também piscou em sincronia com meu cuzinho.
O depravado continuava com as mãos firmadas e arreganhando as duas polpas do meu rabão.
Permanecia imóvel enquanto observava meu anel, examinando de perto meu buraquinho e mantendo ele a mostra para que pudesse continuar com sua análise.
Ee disse: “Tá um pouquinho vermelho, menina… mas não tá machucado não, tá tudo bem.”
Eu falei obrigado. Não sabia o que dizer e agradeci aquele tarado. Aquele negão gigantesco fingia examinar o meu cuzinho como se fosse um médico, me fazendo ficar de lado com a bunda empinada para ele, enquanto ele olhava o meu ânus e me abusava.
Sentia minhas nádegas totalmente esticadas, meu cuzinho dolorido sofria a observação do seu Rogério que o esticava sem parar, fazendo o anelzinho que já estava dilatado com o abuso de ontem, começar a se abrir e piscar.
Seu Rogério olhava fixamente para o meu cuzinho piscando, enquanto apertava minha bunda enorme com suas mãos. Os seus olhos estavam esbugalhados, e já se percebia o volume enorme se formando embaixo da toalha.
Me vinham na cabeça as lembranças de ontem, e eu ficava cada vez mais molhada, e o seu Rogério já devia estar percebendo pois estava bem perto da minha xoxotinha.
Ele resmungou do nada, baixinho: “É gostosa demais…”
Ele então disse: “Juzinha, meu amor, eu vou fazer uma coisa pra você não sentir dor, tá ok? Nâo vai doer e vai ajudar a melhorar, confia em mim…”
Eu fiquei pasma com a cara de pau dele! Não queria que aquele tarado fizesse nada pra melhorar meu cuzinho! Queria que ele parasse e me deixasse sair dali.
Continuei com o ânus esticado para aquele depravado e falei: “Não seu Rogério, não precisa fazer nada, não tá doendo não…”
Ele falou: “Nâo, menina, pode deixar, esse vai ser o nosso segredo, ninguém vai saber. Eu vou fazer isso aqui pra você melhorar e depois eu não conto nada pra ninguém, ok? Não conto para sua mãe, não conto pra ninguém que possa contar pra outras pessoas…”
Eu me senti confusa com aquilo. Me senti ameaçada, com medo de que o seu Rogério pudesse contar algo sobre o que aconteceu para alguém e essa pessoa contar para outras pessoas. Imagine se meus colegas de escola soubessem? Ou se o Thiago soubesse? Ía destruir minha vida! Eu não podia deixar ele contar.
Por outro lado, eu também já estava excitada e ainda curiosa para saber o que ele ia fazer.
Na mesma hora ele abriu ainda mais as minha nádegas com as duas mãos e eu senti alguma coisa mollhada e delicada alisando meu cuzinho. Era a língua do seu Rogério!
Instintivamente eu gemi baixinho, não esperava sentir a ponta daquela lingua molhada no meu cuzinho, ele passava ela bem devagar arrastando pela circunferencia do meu buraco e a entradinha, entrando com a pontinha da língua no meu cuzinho abertinho e tirando. Linguava com carinho o meu anelzinho e depois observava meu botãozinho delicadinho de novinha piscando molhado de saliva.
Eu fechei meus olhos, continuei de ladinho com o braço sobre o meu rosto fingindo que nada estava acontecendo.
Novamente aquele tarado linguou meu cuzinho por três vezes bem devagar e parou pra observar. Gemeu alto que nem um tarado e abriu meu rabo examinando com cuidado o meu anelzinho úmido. Ele disse de novo: “Como é gostosa…”
Eu uivei baixinho não deixando o seu Rogério ouvir. Me sentia muito excitada e sentia um prazer esquisito no meu buraquinho enquanto a minha bucetinha ficava mais molhada a cada beijo que aquele criolo dava no meu cuzinho.
Mais uma vez ele passou a lingua bem devagar por três vezes e afastou o rosto, observando a saliva depositada na portinha daquele botãozinho rosado. Eu, sem querer contrai meu cuzinho e pisquei ele várias vezes, sugando toda a baba da porta do meu ânus pra dentro do meu reto.
Vendo aquilo, o seu Rogério gemeu alto e gritou de tesão como um animal, e disse: “Que putinha mais safada.”
Na mesma hora atolou a cara na minha bundona com força e enfiou toda a ponta da sua lingua no meu buraquinho.
Eu gemi alto, me tremendo toda, e gritei “ai que gostoso”, perdendo o controle.
O tarado segurou minha bunda contra seu rosto e atolou ainda mais sua língua.
Eu sentia aquele negócio úmido invadindo meu cuzinho.
Eu contraia meu anelzinho, apertando a língua daquele homem que pressionava minha bundona feito um louco contra sua boca.
Quando meu cuzinho começou a piscar freneticamente na língua dele, o safado gemeu e afastou sua cara.
Ele viu meu bundão grande balançar e esconder o meu cuzinho enquanto ele abria de novo as poupas da minha bunda para continuar violando e espiando o meu anel juvenil. Ele então disse: “É gostosa demais.”
Levantei o braço direito e apoiei a minha cabeça sobre a mão, observando minhas nádegas enormes totalmente babadas. Aquele criolo estava tentando fuder meu cuzinho com a língua. Ele atolou a ponta da lingua no meu rabinho e pressionou o rosto contra a minha bunda até babar!
Mais uma vez eu observava aquele delinquente totalmente hipnotizado e tarado tentando expor e se aproveitar do meu buraquinho.
Sua mão deslizava sobre meu bundão babado, pressionando, massageando, como aquele tarado pauzudo já tinha feito antes.
Como eu tinha parado ali de novo? Eu observava aquele negro enorme completamente enlouquecido pela minha bunda, e isso acabava aumentando ainda mais o prazer que eu estava sentindo por deixar um homem adulto, daquela idade, bem sucedido, bonito, e com aquela pica enorme, morrendo de tesão por mim, completamente obcecado com meu corpo.
Foi quando, instintivamente, olhei mais para baixo e vi novamente…. os 25 centimetros de vara preta e dura do seu Rogério.
O que mais chamava atenção era o ferro grosso e anormal daquele deus negro.
Era uma piroca gigante de 25 centimetros de comprimento por quase 9 cm de grossura! Aquele mastro preto se mantinha totalmente ereto e pulsante enquanto as suas veias estufadas bombeavam sangue para aquela chapeleta arroxeada.
Aquele cogumelo roxo pulsava como um coração. A cabeça daquele poste preto tinha pelo menos uns 10 centimetros de diâmetro e conseguia ser ainda mais grossa do que aquele cacete.
Ainda mais excitada, virei e olhei mais uma vez em direção aquela abominação.
Observei a toalha já quase caida, pendurada sobre a perna. O saco gigante do seu Rogério balançava suavemente enquanto o tarado olhava vidrado para minha bunda. Eu via aquelas bolas gigantes, aqueles limões gigantescos bailando suavemente suavemente naqueles 15 centimetros de saco. Do lado direito surgia o seu membro gigante.
Era quase sobrenatural ver aqueles 25 centimetros balançando suavemente, totalmente ereto, inchado e duro.
O balançar daquele escroto pesado fazia o mastro preto tremer enquanto permanecia muito duro e ereto, com as veias pulsantes latejando.
A visão daqueles órgãos anormais me deixava cada vez mais excitada, com um tesão indescritível.
Ele novamente voltou a enfiar sua lingua no meu cuzinho, cortando a minha visão daquele poste de aço negro.
Seu Rogério mantinha seu rosto parado, enfiado, entre minhas nádegas e linguava devagar o meu ânus, penetrando e tirando até a metade daquela lingua enorme do meu buraquinho pulsante e abertinho.
Ele abria com vontade as minhas polpas e com carinho pressionava seu rosto contra meu anelzinho
Eu sentia a saliva ser depositada com suavidade dentro de mim. Aqueles 5 centimetros de língua entravam no cuzinho juvenil e quentinho, alargando meu buraquinho e empurrando cuspi bem de leve pra dentro dele.
Eu involuntariamente abria mais e mais meu cuzinho, suavemente, após cada investida, deixando aquela lingua penetrar com mais facilidade e contraia fechando meu anelzinho quando o seu Rogério parava de me penetrar com sua língua, o que apenas facilitava o acúmulo de saliva, lubrificando meu cuzinho quentinho.
Levantei o rosto e novamente vi aquele preto safado e tarado deslumbrado com minha bunda. Ele abria ela, exibindo meu cuzinho babado, e admirava as paredes do meu rego cheias de saliva.
Eu gemia de tesão sem ele ouvir, estava muito excitada, já tanto quanto tinha estado ontem.
Eu sentia meu buraquinho todo molhado e contraia ele quando aquela lingua enorme e macia acariciava minhas preguinhas. Procurei com os olhos a mão direita do seu Rogério e logo achei. Enquanto ele abria meu rego com uma das mãos, com a outra ele masturbava aquele caralho de cavalo que latejava duro que nem um ferro, a apenas alguns centimetros do meu corpo, do meu cuzinho abertinho, da minha bundona e da minha xoxotimha rosinha, molhada e virgem.
O safado se deliciava, brincando com o meu cuzinho, linguando, chupando e molhando ele, enquanto se masturbava morrendo de tesão, doido para alojar aquele monstro dentro das minhas carnes adolescentes.
Observei aquele tarado punhetando seu mastro enorme, indo da base até aquela chapeleta pulsante e inchada.
Seu Rogério afastou minhas nádegas com mais força e tornou a enfiar a língua no meu cuzinho.
Eu gemi agora mais alto, vários gemidinhos em sequência.
Ele novamente afastou o rosto e deslumbrou o meu anelzinho babado, arreganhando o meu bundão grande pra melhorar a visão. Urrou que nem um animal selvagem no cio, e esfolou o seu poste negro com força. Ele rosnou algo como: “Cu gostoso. Preciso rasgar. Meu saco dói.”
Fiquei chocada. Vi seu cabecote pulsar que nem um coração e as veias daquele mastro incharem, pude ver todos aqueles 25 centimetros de ferro preto latejarem enquanto ele punhetava com força e observava diretamente meu buraquinho rosinha que piscava de tesão.
Novamente atolou a cara na minha bunda, e dessa vez eu gritei alto: “Ai, tá abrindo tudo.” e comecei a gemer alto, um gemidinho de prazer atrás do outro.
Senti sua língua tentar penetrar desesperadamente cada vez mais fundo em meu interior.
Ele esticava meu reguinho com suas mãos grandes e pressionava seu rosto contra meu ânus, forçando com seu braço meu corpo contra sua boca.
Meu buraquinho apertado sentia aquela sensação úmida de invasão, e se contraia involuntariamente, tentando aprisionar o invasor e me dar mais prazer.
Seu Rogério se afastou de novo e contemplou meu rabão. Eu mantive ele todo empinado, do jeito que ele havia deixado e do jeito que ele gostava. Ele resmungou baixinho arfando: “Que putinha mais tesuda.”
O preto safado e tarado, todo suado, olhava hipnotizado pro meu cuzinho. Ele masturbava seu cacete gigante bem rápido e violentamente, e babava olhando a minha bundona, completamente apaixonado por ela.
Seu Rogério esticou minha rego com a mão e abriu minhas nádegas por completo.
Urrou mais uma vez de tesão ao ver meu anelzinho piscando, todo rosinha e apertadinho, e masturbou de novo aquele membro de cavalo.
Era impressionante como nem ele com aquela mão giantesca conseguia segurar seu membro todo. Aqueles 8 centimetros de grossura faziam daquele caralho algo anormal e fora do comum. Ele gemia que nem um bicho e punhetava seu cacete preto sem pudor, provavelmente já imaginando em sua mente doente de tarado como aquele monstro se sentiria dentro do meu buraquinho quente e apertado de novinha bunduda.
Eu sentia um frio na barriga só de imaginar a possibilidade de que esse negro tarado viesse tentar enfiar essa tora no meu rabinho, para me rasgar, como ele disse que precisava fazer. Com certeza ele me rasgaria e me mataria. Nenhuma fêmea normal pode aguentar um monstro deformado como o cacete do seu Rogério em seu cú. Nem mulheres adultas, e muito menos uma novinha virgem como eu.
Me assustava observar aquela chapeleta inflar enquanto aquele homem abusava do meu cuzinho.
Sentia o prazer em seu rosto. Ele parecia completamente possuído de tesão.
Fazia nesse momento a mesma expressão do dia anterior, a mesma cara de quando havia jorrado os seus mais 6 jatos de porra grossa no chão da piscina, na minha frente, e em cima de mim. Tudo pra que eu visse seu esperma de macho garanhão estuprador sair daquela cabeçona gigante.
Agora ele exibia meu cú como seu eu fosse uma vagabunda, uma puta qualquer. Ele mantinha minhas nádegas abertas e olhava obcecado para o meu buraquinho apertadinho, me mantendo de ladinho com a bunda empinada e se deliciando na punheta.
O tarado urrava a cada arreganhada que ele dava no meu bumbum, e em cada piscadinha que meu cuzinho rosinha dava.
Eu ficava cada vez mais excitada com o jeito desse negro tarado me tratar. Minha bucetinha pingava melzinho e ele escorria pela minha virilha e coxa, caindo no banco em que eu estava deitada de lado.
Ele se aproximou e passou a se masturbar a um palmo do meu bundão.
Ele agora acariciava a minha bunda com um tesão louco e abria minhas nádegas mais suavemente.
Eu tinha abaixado minha cabeça e estava morrendo de tesão e vergonha ao mesmo tempo.
Mantinha meu braço cobrindo parcialmente meu rosto e deixando o seu Rogério a vontade.
Na posição em que eu estava eu podia espiar seu rosto másculo, seus braços e peitorais musculosos, e olhar seu tronco de árvore duro e latejante. Ele era um homem muito bonito.
Ele deslizou seus dedos por toda a polpa da minha bunda e puxou o meu biquini totalmente para o lado, fazendo saltar para fora minha xoxotinha inchada, vermelhinha e transbordando de melzinho.
Nessa hora eu gelei. Mas confiei no seu Rogério que sempre agia com muito carinho, nunca fazendo nada a força comigo, e isso de certo modo me deixava segura. Se me sentia violada por aquele tarado, sabia que ele nunca ia me machucar, e isso me confortava. Sabia que seu único objetivo era ter prazer com meu corpo e me dar prazer também, sem me causar nenhum dano, pois sabia que ele se importava comigo e era uma pessoa de bom coração.
Sentia um leve pressão, e algo quente e pesado sobre minha bunda e espiei. Vi aquele cogumelo roxo gigante repousar sobre meu rabão enquanto aquele tronco inchado e duro era punhetado selvagemente pelo criolo safado. A punheta violenta fazia aquela chapeleta balançar o meu rabão como uma gelatina dura.
Ele soltou, por um momento, seu mastro por alguns segundos e pude sentir todo o peso daquela piroca preta monstruosa.
Era muito pesada, e se sentia muito dura e quente.
O filho da puta do seu Rogério passou a se masturbar e deixar aquela cabeçona bater em mim, enquanto com a outra mão apalpava a minha bunda.
Agora deslizava a mão por ela toda apertando levemente minha carne farta e sempre arreganhando de forma suave a minha bundona. O negro tarado sempre procurava a visão do meu cuzinho rosado e apertadinho.
Brincava com a minha bunda apertando ela com tesão e abria minhas nádegas esticando toda a parede do meu ânus abertinho.
O pervertido de repente gemeu alto e aumentou o ritmo da punheta. Sua cabeçorra já batia suavemente no meu bundão, fazendo um barulho seco, como tapas leves.
Enquanto o seu Rogério apertava com força seu cacete preto bem no inicio fazendo sua punheta exibir seu mastro todo inchado, venoso e duro que nem uma barra de ferro, ele me viu espiando com meus olhinhos azuis arregalados, e punhetou ainda mais forte seu pau preto da base até a cabeça, se exibindo que nem um pervertido pra uma novinha virgem.
Aquela árvore preta inchou com as veias estufadas e o cogumelo pulsou várias vezes, como um coração, batendo suavemente na minha bundona.
Ele gemeu alto, e grunhiu: “Que gostosa safada…”. Eu abaixei o rosto sem graça e senti a minha bucetinha completamente encharcada. Eu queria doidamente ser penetrada, mas sabia que não podia ser penetrada por aquele monstro. Por isso tomava ainda mais cuidado para não excitar ainda mais o seu Rogério e fazer ele perder o controle.
Foi aí que seu Rogério disse para minha surpresa: “Juzinha, meu amor, eu vou passar a cabeçona dele bem devagarinho em você, tá bom?”
Ele me pegou desprevinida, nessa hora eu não sabia o que responder. Estava muito mas muito excitada, meu corpo todo latejava de tesão, mas eu não aguentaria aquela jibóia dentro de mim, de jeito nenhum.
Eu então, com a voz rouca de tesão, gaguejei e falei: “Não seu Rogério, por favor, eu sou virgem, eu sou novinha. Tirando o que nós fizemos ontem, eu nunca tinha feito nada. Meu cuzinho não vai aguentar o seu pau.”
Ele meio que teve uns espamos quando ouviu isso, sua boca tremia, seus olhos estavam arregalados.
Ele insistiu: “Deixa eu só passar ele um pouquinho em você. Pode confiar em mim, meu amor, eu só vou passar ele, não vou colocar dentro de você não. Você é muito linda e gostosa, mas eu sei que vc é virgem. Eu nunca vou fazer nada de mal com você, minha linda. Você é minha enteada, minha filhinha querida.”
Eu estava com muito medo, e também muito tesão, mas nessa hora me senti super protegida. Mesmo antes do divórcio, meu pai sempre foi ausente. Se afastou da minha mãe quando eu ainda era pequena, e até mesmo em meus aniversários deixava de aparecer. O seu Rogério sempre me tratou com muito carinho, atenção e afeto. Imaginei que ele nunca fosse fazer nada pra me machucar realmente, mas ao mesmo tempo não queria que aquilo passasse dos limites. Até ali estava bom, estava gostoso. Mais que isso poderia ser perigoso.
Eu queria ser penetrada de novo no cuzinho. Queria que o seu Rogério colocasse seu dedo de novo dentro de mim. Mas eu não tinha coragem de pedir isso, por medo de que ele perdesse o controle e me estuprasse com aquele pauzão. E também não queria aquele pau monstro dentro de mim. Não queria que seu Rogério me matasse ou me machucasse, as únicas coisas que eu achava que aquele cacete anormal poderia fazer.
Com meu tesão a flor da pele, no meio desse turbilhão de pensamentos, eu acabei respondendo: “Tá bom seu Rogério, só um pouquinho, mas com cuidado, por favor.”
A face do seu Rogério se modificou quando eu disse aquilo. Seus olhos estavam muito arregalados e sua boca aberta meio que babava. Era a face de um tarado estuprador safado, completamente louco de tesão por uma novinha branquinha, tesuda e linda.
Não pude acreditar, quando vi aquele criolo punhetar novamente aquele poste preto todo ereto e inchado.
Me arrependi de ter aceitado. Ainda bem que ele tinha prometido que só ia passar ele sobre minha bunda. Era impossível imaginar que alguma mulher pudesse ter algo daquele tamanho dentro dela. Aquilo era anormal. A cabeça do seu caralho ainda conseguia ser maior do que a grossura do seu pau, aquela chapeleta roxa de 10 centimetros estava inchada e pulsando de tesão quando eu olhava pra ela.
Ao mesmo tempo que esses pensamentos vieram na minha cabeça. Outro pensamento também voltou: “Minha mãe já tomou esse cacetão dentro e está viva. E a bunda dela é até menor que a minha.” Eu me repreendi por ter pensado isso. Eu não podia considerar a possibilidade de receber aquele monstro negro dentro do meu cuzinho. Não era nornal. Não podia acontecer.
Enquanto eu brigava com meus pensamentos, seu Rogerio se colocou em posição para começar a pincelar minha bunda com seu cacetão.
Ele deslizou a ponta daquela tora do início ao final do meu reguinho, entre as minhas nádegas imensas, pelo meio do meu bundão.
Ele deslizava só a pontinha e bem devagrinho, misturando o mel que escorria da ponta do seu cacete preto preto com a baba que estava no meio da minha bunda
Gemi baixinho de tesão sem deixar ele ouvir.
Novamente ele passeou com seu mastro sobre as duas polpas enormes da minha bunda, e posicionou sua chapeleta do meu cóccix, no topo do meu reguinho, e começou a deslizar aquela laranja roxa pulsante entre as polpas da minha bundona, agora com mais força fazendo minha bundona abrir e se deformar com a pressão daquela chapeleta monstra.
Ele urrou alto como um animal. Parecia tentar se controlar pra não fazer uma loucura
Seu pau preto e seu corpo tremiam enquanto aquele pervertido urrava de tesão e observava meu rabão adolescente como que hipnotizado.
Abriu minhas nádegas com força e observou meu anelzinho ainda umido da sua baba. Fiz um esforço para controlar meu esfincter para que meu cuzinho não piscasse, porque sabia que meu cuzinho rosinha piscando deixava o seu Rogério louco, e estava morrendo de tesão e medo com a proximidade daquela anormalidade do meu cuzinho tão apertadinho e pequenininho.
Seu Rogério mollhou com saliva o cabeção inchado e pulsante do seu pauzão, e direcionou ela em direção ao meu buraquinho apertadinho.
Com a baba ainda escorrendo da ponta do seu mastro em riste, ele posicionou sua bengala na porta do meu ânus, soltou a banda da minha bunda e observou minhas nadegas acolherem a ponta enorme daquele cogumelo. Minha bunda é tão grande que as polpas do meu bundão fecharam em volta daquela cabeçona desproporcional, e praticamente cobriram ela toda, acolhendo aquele monstro no meio das minhas carnes durinhas juvenis.
Vendo isso, o seu Rogério soltou outro urro animalesco, e balançou a minha bunda, observando ela deslizar pra um lado e para o outro, batendo com carinho no seu cabeção. Minha bunda enorme tremia em torno da cabeção atochado no meu rego, e como que alisava aquela deformidade, cobrindo ele em quase sua integridade.
Seu Rogério sofria com um tesão desesperado. Ele gemeu de novo, como um animal ferido, e deslizou seu cacete pra cima e pra baixo, deslizando ele sobre meu buraquinho e arrastando seu cabeçote pelas minhas nádegas. Repetiu esse movimento bem devagarinho algumas vezes, espalhando a saliva molhada sobre minha fresta e meu butãozinho. Eu mantinha meu anelzinho contraído, com medo de que ele piscasse e fizesse o seu Rogério me estuprar. A tensão estava me deixando louca, e meu tesão estava nas alturas. Eu via a hora se aproximar na qual eu teria um gozo forte. Se isso acontecesse, com certeza seu Rogério perderia o controle e enfiaria aquele cacete monstruoso no meu cuzinho.
Apesar desse tesão louco, eu estava morrendo de medo daquela árvore entrar dentro de mim.
Sentia aquele limão roçar no meu ãnus apertadinho, que eu mantinha fechadinho a força. Aquela cabeçona viril e máscula passeava e se arrastava na portinha do meu bumbum, com carinho. Mas eu mantinha aquele meu buraquinho quente inpenetrável.
Aquele tarado sabia disso, e eu sei que era desesperador para ele. Ele podia deslizar com tesão a sua chapeleta e brincar com minha rabeta grande, mas o prazer máximo que ele poderia sentir seria esse, pincelar o meu cuzinho com sua chapeleta enorme, e só isso. Por mais que ele quisesse rasgar, meter, arrombar meu cú e me fuder com violência no sexo anal. O amor dele por minha mãe e por mim forçava ele a se controlar.
Cada vez que ele chegava perto da entradinha do meu reto o safado gemia alto e pulsava seu limão em direção a meu buraquinho fechado a vácuo. Eu sentia minha bundona envolver aquela cabeçona com carinho, e ao mesmo tempo toda a circunferencia do cabeçote roçando na porta do meu cuzinho, acariciando e pincelando meu buraquinho apertadinho e que eu mantinha lacrado a força.
Agora ele se concetrava mais no meu ânus.
Seu Rogério posicionou a chapeleta na direção do meu buraquinho e começou a punhetar sua rola, se masturbava com carinho e sentia ao mesmo tempo a circunferencia do meu buraquinho apertado contra a cabeça enorme do seu poste negro.
Ele sentia o calorzinho do meu cuzinho contra a ponta do seu cabeção, diretamente contra sua uretra, e eu sentia o calor imenso daquele martelo de destruição pressionando a portinha do meu cuzinho, que eu trancava com força total.
O criolo tarado esfolava seu cacete duro e punhetava da base até o meio, fazendo o seu saco de cavalo balançar e sua chapeleta pulsar na porta do meu buraquinho.
As veias inchavam e latejavam. E seu Rogério olhava fixamente para meu bundão apertando sua chapeleta, gemendo como um condenado a morte, enquanto segurava seu tesão enlouquecido com as últimas forças, para não estrupar meu buraquinho rosinha, quentinho e apertadinho de novinha bunduda e linda. Esse era o desejo que queimava dentro dele. Me segurar a força e enfiar aquele monstro no meu rabão satisfazendo de uma vez todas as taras que latejavam em sua mente pelo cuzão de novinha gostosa.
Seu Rogério mais uma vez gemeu alto. Ele já havia perdido sua postura, e urrava que nem um louco e fazia caras e bocas de tesão enquanto abusava da novinha deliciosa, sem contudo poder se satisfazer penetrando meu cuzinho com força.
Abriu mais a minha bunda e viu novamente minhas nádegas cairem sobre seu limão gigante encostado no meu cuzinho.
Olhou aquilo e gritou muito alto, apertando a minha bunda e forçando levemente seu tronco preto contra o meu anelzinho.
Eu instintivamente recuei e gemi, escapando daquela tora de ferro em brasa.
Ele reparou que tinha exagerado, e acariciou minha bunda comm carinho, e disse: “Me perdoa, nenezinha linda. Você é muito gostosa, é muito dificil resistir.”.
Tirou a chapeleta da entrada do meu cú, e colocou sua rola entre minhas nádegas, com o cabeção saindo por cima.
Ele agora acariciava toda a extensão da minha fresta e arrastava a base do seu cacete de leve sobre meu cuzinho apertado de novinha.
Eu sentia a minha buceta ensopada e escorrendo. Era muito dificil eu continuar daquele jeito. Eu sentia um tesão monstruoso e uma vontade louca de gozar.
A saliva e a baba pauzão tinham escorrido levemente do meu cuzinho para minha xotinha e haviam se misturada com o mel que vazava da minha xaninha virgem.
Aquela sensação de dar prazer para um homem de verdade estava me deixando completamente louca. Eu sabia que não podia mas queria aquele homem dentro de mim agora. Queria que ele gozasse forte e se satisfizesse com meu corpo gostoso de novinha. Queria que ele enfiasse aquele pauzão de animal no meu cuzinho e na minha xotinha. Queria que ele me montasse como a égua dele. Queria que ele forçasse aquele pauzão pela minha boquinha linda até o fundo da minha garganta, como eu tinha visto nos filmes pornográficos. Queria que ele gozasse na minha cara, nos meus peitões, em cima de mim, me fazendo a putinha dele.
Queria dar muito prazer aquele homem. Queria que ele descarregasse todas as taras dele em mim e satisfazer ele totalmente.
Observava aquele homem enorme tocando punheta como um adolescente e usando o meu rego como um grande tocador de punheta.
Ele continuava sabendo que jamais poderia entrar naquele cuzinho, que não poderia violar aquele buraco apertadinho e satisfazer seus desejos brutais, Mas mesmo assim pinçelava a sua cabeça de cavalo nele e se masturbava sentindo a porta daquele buraco virgem se fechar inviolada pelo seu mastro gigantesco.
Masturbou mais seu pau com raiva e começou a punhetar ele da base até a chapeleta.
Aquele mastro preto estava todo molhado de saliva e brilhava expondo suas veias inchadas e grossas.
Sua mão enorme batia violentamente na base daquele caralho, fazendo seu saco gigante balançar, e voltava batendo na minha bunda, já que meu rabão engolia quase toda sua cabeçona, presa dentro do meu rego contra o meu cuzinho..
Começou a aumentar o ritmo ainda mais.
Eu ouvia o barulho daquela mão grande bater no começo daquele ferro com força e voltar esporrando na minha bunda.
Sem querer, eu pressionava seu limão gigante contra meu buraquinho, que começava a se abrir mesmo que eu não quisesse.
Sentia a pontinha daquela chapeleta bem no meio do meu cuzinho, acariciando minhas preguinhas, todas ainda invioladas.
Eu observava tudo que seu Rogério estava fazendo. Ele gemia sem parar como um animal ferido.
Eu via minha bunda grande balançar no ritmo da sua punheta a cada estocada da sua masturbação. Sua mão batia no meu rabo fazendo ele tremer ainda mais, acariciando o cogumelo gigante que estava guardado no meio dele.
Meu rabão gordo balançava e balançava, enquanto o anelzinho inviolado sentia o cogumelo pulsar e pulsar, agora já piscando de volta, como se quisesse aceitar aquele gigante dentro do meu reto.
O tarado pressionou seu pau ainda mais, e senti mais ainda a pontinha do cabeçote no meu cuzinho, dessa vez abrindo aos poucos e entrando lentamente, menos que um centímetro de abertura, apenas milimetros.
A uretra daquele cavalo estava posicionada na direção do meu buraquinho querendo entrar mas não conseguindo.
O criolo continuava a punheta, totalmente possuido de tesão, e se masturbava com força e agora sem respeito a mim, se punhetando com vigor e batendo com força a mão contra meu rabo, sem tirar o limão gigante dentro das minhas nádegas.
Ele arfou: “Fica assim, amor, não se mexe, tá?”
Pressionou mais um pouco seu cacete contra meu cuzinho, que ia abrindo mais. Eu tranquei meu cú com força e ele sentiu resistência total. No entanto ele continuava forçando sua chapeleta suavemente contra meu cuzinho, usando sua força de gigante negro, e sentindo aquela parede virgem inviolada resistindo. Desse jeito, conseguiu permanecer com a ureta encaixada na portinha do meu cuzinho, que beliscava os poucos milímetros da ponta do cabeção que tinham conseguido se alojar no meio do meu esfincter.
Minha bunda enorme abraçava aquele cabeçote por completo, alisando ele enquanto tremia, enquanto o danado se masturbava ainda mais rápido e mais forte.
Sua mão batia ainda mais forte contra minha bundona, fazendo barulho e ecoando pela sauna com aquele estalar da minha rabeta grande
Seu Rogério segurou minha bunda contra seu poste preto e falou: “Fica assim amor, não sai, tá? Confia em mim.”
Eu sem saber continuei do mesmo jeito, recolhendo sua cabeça na porta do meu buraquinho e sentindo meu rabão tremer na mão daquele preto.
Ele começou a gritar, uma, duas, três vezes, cada vez mais alto: “Puta gostosa, eu quero comer esse cú! Eu quero te fuder! Sua gatinha gostosa e putinha!”
Aquilo me levou a loucura e meu gozo forte começou a vir de maneira incontrolável. Eu sabia que se gozasse ele enterraria aquele cacetão no meu cuzinho e minha vida acabaria ali. Chorava, e gemia alto. Meus mamilos duros doíam. Meu grelinho duro doía. Minha xotinha latejava e meu cuzinho começou a piscar descontrolado, permitindo que a cabeçona ganhasse mais terreno, 1 cm, 2 cm de abertura.
Foi aí que seu Rogério fechou as bandas da minha bunda, escondendo mais seu cabeção e pressionando a pontinha daquele monstro que agora começava a entrar no meu buraquinho pulsante e quente.
E então, ele gritou: “Eu vou gozar! Minha gatinha tesuda!”
Senti ele jorrando o primeiro jato de porra grossa contra meu cuzinho.
Senti sua cabeça contra meu buraco e sua uretra despejando a primeira rajada daquele leite farto e grosso contra ele.
Ainda me lembro que pude sentir o primeiro jato de esperma invadir o meu ânus, pelos 2 cm de abertura que o cabeção tinha conseguido no final.
Senti aquele liquido quente pela primeira vez dentro de mim, e pude acolher um pouco daquele creme grosso e quente no meu buraquinho apertado.
Gozei forte e gemendo: “Ai, tá quente, tá abrindo.” e contrai meu cuzinho para absorver aquele leite grosso e fervendo, o resto do jato transbordou e caiu respingando no chão, ao mesmo tempo que escorria pelo me rego, lubrficando minhas nádegas. Sentia aquele primeiro gozo escorrendo pela minha bunda e, ao mesmo tempo, sentia parte deslizar para o meu interior, sendo acolhido pelo canal do meu cuzinho quentinho, enquanto eu tremia toda e quase perdia a consciência com um gozo ainda mais forte que aqueles que eu tive no dia anterior.
O depravado gritou alto e mais uma vez masturbou violentamente seu cacete, pressionando sua chapeleta pulsante contra meu buraquinho que piscava ainda mais, por causa do meu gozo.
Eu já havia reparado nesse momento que a intenção do seu Rogério era gozar dentro do meu cuzinho.
Mesmo sem me comer, o filho da puta queria inserir seu esperma dentro do meu corpo.
O objetivo daquele filho da mãe estuprador era depositar seu esperma grosso dentro da garotinha virgem gostosa.
Não entendi aquilo muito bem, mas pude perceber todo o tesão louco que aquele homem estava sentindo por mim.
O segundo jato de leite também se alojou em parte dentro do meu cuzinho, e o resto bateu com força na minha bunda e voltou forte, melecando todo o mastro preto daquele tarado.
Olhei para trás e vi o depravado observar o seu gozo se espalhar sobre seu mastro preto e lubrificando ainda mais a sua chapeleta de cavalo. Ele urrou alto de novo e apertou a minha bunda ainda mais, fechando sua cabeçona ainda mais entre meu rabão.
Senti aquela cabeça gigante totalmente molhada, pronta para deslizar contra meu cuzinho.
Ela agora deslizava na porta do meu buraquinho com mais facilidade, enquanto ele segurava seu mastro na base posicionando o cacete preto bem reto em direção a meu anelzinho, continuou apertando meu rabão ainda, com mais vontade e forçou a chapeleta contra meu ânus, ganhando mais alguns mílimetros de abertura, na luta entre a minha tentativa de trancar meu cuzinho e aforça daquele cabeção melecado.
Meu cuzinho doía porque estava abrindo muito para um cuzinho com todas as preguinhas. 2 cm e pouco já era a mesma largura do dedo do seu Rogério.
Eu em desespero gritei: “Seu Rogério, não! Não força mais, tá entrando. Por favor, não!”
Ele não me ouvia e apenas urrava como um animal.
Senti sua uretra soltando o terceiro jato daquele creme grosso e quente e outra parte passou para dentro do meu buraquinho sendo acolhido pelo meu cuzinho apertadinho. Instintivamente tranquei meu cuzinho de novo, e novamente proporcionei um banho de porra quente sobre o cacete gigante do seu Rogério e entre minhas nádegas.
Mais uma vez senti aquele esperma escorrer quente sobre meu corpo desenhando um rastro denso na minha bunda, e ao mexer meu rabão pude sentir um pouco daquele mingau grosso, escorrer até a porta da minha bucetinha.
Minha bunda estava toda melada de porra daquele negro tarado.
Sentia desde o pouquinho de porra que havia entrado dentro de mim até o creme quente repousando na porta da minha buceta virgem
Os urros daquele macho me deixavam completamente maluca, me fazendo sentir uma mulher, uma fêmea de verdade, Empinei a bunda suavemente e senti aquele homem gigante com o corpo todo tremendo, gozando como louco, e eu gozei de novo junto com ele, gemendo alto e gritando: “Ai que gostoso! Ai que grande!”
Aquele preto safado gritava de prazer como um animal e usava o rego do meu bundão para punhetar aquele mastro enorme. Deu uma punhetada longa e soltou o quarto jato de leite contra o meu cuzinho, que agora já tinha uns 3 cm de abertura.
Dessa vez a uretra da sua bengala se alojou toda dentro da abertura do meu cuzinho, e ele encheu a portinha do meu rabinho de porra grossa.
Eu estava no meio de um gozo forte e não conseguia me defender. Ele então meio que voltou a si, e puxou o seu cacete para fora da minha bunda.
Ele perdeu o controle da punheta e gozou mais dois jatos fortes, riscando e desenhando jatos de leite sobre meu bundão e minhas costas.
Ele observou aquele desenho lindo de porra sobre meu corpo e gritou de novo, como um gorila na selva, balançando seu cacete preto com força e respingando o resto de esperma de sua cabeçona sobre mim.
Meio desmaiada olhei para trás e vi minha bundona e minhas costas todas cobertas de gotas de porra grossa e quente.
A fresta do meu rabo estava toda melada de porra e o esperma daquele depravado escorria sobre a rachinha da minha xotinha procurando se depositar na minha vagina virgem.
Estava uma delicia sentir meu cuzinho todo molhado de porra, a porra quente se mexendo dentro do meu rabinho, e o leite que escorria para portinha da minha buceta enquanto aquele homem urrava de tesão me observando como se eu fosse uma deusa do sexo.
Era muito bom fazer aquele homem se satisfazer, ser a fêmea dele.
Ele ligou a ducha da sauna, e me pegou no colo, dizendo: “Vem princesa, deixa eu te levar para o banho.”
Ele me deixou no banho e saiu pela porta da sauna, e escutei o “splash” dele pulando na piscina.
Terminei meu banho, peguei meu biquini que tinha lavado para tirar a porra acumulada, me enrolei na toalha e saí para o jardim.
Já era noite, o que significava que eu e seu Rogério tinhamos passado mais uma tarde inteira brincando de sexo. As preguinhas do meu cuzinho escaparam por pouco. Mas quanto tempo ainda iriam sobreviver?

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14 Comentários

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  1. Zoof Bahia

    Somos um casal e praticamos incesto gostaríamos de conhecer pessoas real que praticam do mesmo.
    [email protected]

  2. grisalho

    Muito bem escrito, extremamente excitante, uma das melhores séries que li. Aguardando continuação. Parabéns.

  3. Andre

    To cm vontade fuder seu cu tambem. Tenho a rola grossa e cabeçuda bati uma punheta bem gostosa pra vc. Meu email [email protected]

  4. Gato Safado

    A história é boa, mas do jeito que vai indo não vai terminar nunca, parece um livro, pra ser bom não precisa alongar tanto o texto, existem muitos detalhes desnecessários, assim perde a graça e tira o tesão. Mas de qualquer forma vou esperar a continuação

  5. Velhinho

    Excelente conto…
    Mas pare de fingir inocência…e tão pouco ele esta te violentando. Tudo esta sendo feito com seu total consentimento.
    E você adorando…Sua criatividade é sensacional.
    Um tesão grande

  6. Velhinho

    Excelente conto…
    Mas pare de fingir inocência…e tão pouco ele esta te violentando. Tudo esta sendo feito com seu total consentimento.
    E você adorando…Sua criatividade é sensacional.
    Um tesão

  7. Candido

    Esse x conto e ruim demais nada.aver ja erra pra ter acabado nao precisava tanto bra bra bra

    • Marisa

      Todas as pessoas que SABEM LER, estão dizendo que essa série de contos é boa. Agora quem se formou na escola com promoção automática, tem preguiça ou não sabe ler, não sabe escrever direito e, provavelmente, vota errado nas eleições, em virtude das razões anteriores, fica reclamando que os contos são grandes.
      Para nós mulheres é uma SÉRIE DE CONTOS MUITO EXCITANTE. Nós gostamos de expectativa, de espera, de provocar, de atiçar, de suspense. Nós mulheres somos assim. Homens que não entendem isso. jamais terão chance com mulheres de qualidade (tanto física quanto intelectual).

    • Japonês Pintudo

      Só teremos chance com vadias como você,né,Marisa?

  8. Silva.

    Juliana é dos melhores contos que tenho lido ,……obrigado

  9. Janete Souza

    Que conto maravilhoso
    Continua

  10. Pachecao

    Ju assim você me mata estou super excitado e com o meu Pau hiper duro vou agora tomar um belo banho e tocar uma Gostosa Punheta pensando em você…. Por favor continue…

    • Japonês Pintudo

      Pára de mentir,veado,você tá é com a rosca coçando de tanta vontade de estar no lugar dela pra dar seu rabo

  11. Anônimo

    Já tinha lido esse conto, mas vc deixou ele muito mais excitante, rico em detalhes…. Espero continuação