Juliana novinha e o padastro negão – parte 3

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Oi, sou eu Juliana mais uma vez, e estou de volta contando a terceira parte da minha história que começou 1 ano atrás e que mudou a minha vida.
Rememorando, eu tinha 14 anos na época dos acontecimentos narrados, mas ninguém acreditava, porque tenho o corpo muito desenvolvido para minha idade apesar de ser meio baixinha (tenho 1,62 metro). As pessoas dizem que sou muito bonita, mesmo eu me achando meio gorda, rs. Tenho o cabelo castanho escuro com luzes loiras, liso e longo até a altura da cintura, e tenho olhos bem azuis. Meus lábios são carnudos. Tenho as coxas muito grossas, e meu quadril é muito largo com meu bumbum muito grande. Tenho 106 cm de quadril. Minha cintura é fininha com 60 cm, e mantenho minha barriga chapada na academia, e fazendo dança, surf e skate, justamente para não parecer gorda. Tenho uns peitos bem grandes (92 cm), com aureolas rosadas e grandes também. Sou bem branquinha porque sou descendente de alemães e sérvios, e nasci no Rio Grande do Sul.
Um pouco antes de que eu fizesse 14 anos, minha mãe se separou do meu pai e pediu transferência para o Rio de Janeiro mudando eu e ela pra cá, onde ela arrumou um namorado, um negão bem rico, o Seu Rogerio. Bem, quem quiser saber mais leia meu primeiro relato (Juliana novinha e o padastro negão – parte 1) e o segundo relato (Juliana novinha e o padastro negão – parte 2), até para poder entender direito o que está acontecendo nessa história.

Eram umas 10 horas quando eu coloquei meu biquini e minha canga e desci para piscina da mansão de Angra do Seu Rogério.
Passei pela mesa do café e percebi que todos já tinha tomado. Bebi um suco de laranja e comi uns biscoitos, e fui para piscina.
Como eu falei, era uma piscina maravilhosa gigantesca dessas de borda infinita.
Chegando na piscina, vi o Seu Rogério deitado em uma espreguiçadeira mexendo no seu iPad. Ele me viu e disse sorrindo: “Oi dorminhoca! Pensei que a bela adomercida não fosse mais acordar hoje!”
Eu sorri meio constrangida, lembrando dos olhares dele no dia de ontem, e perguntei logo sobre a minha mãe. Seu Rogério respondeu: “Ela conversou com a Maria a manhã toda e as duas resolveram que vão fazer uma receita especial para nossa janta. Daí o Nivaldo levou as duas até a cidade para comprar os ingredientes necessários e ela disse que deveria voltar antes das 4 da tarde. Somos eu, você e a piscina hoje o dia inteiro!” e riu.
Eu achei meio estranho ele falar isso, até pelo que tinha acontecido ontem, e fiquei ainda mais sem graça, sem saber o que fazer, e acabei meio que automaticamente tirando minha canga e me deitei sobre ela na beirada da piscina imensa.
Imediatamente o Seu Rogério mergulhou, o que me deixou mais a vontade. Mesmo assim eu me deitei de frente com medo de que o namorado da minha mãe fosse ficar olhando para a minha bunda de novo.
Ele saiu da água, falando como ela estava maravilhosa, e sentou na sua espreguiçadeira de frente pra mim.
Eu botei a mão na água da piscina e me molhei um pouco. Apesar de ser de manhã, o sol já estava um pouco forte e eu já havia me queimado muito no iate no dia anterior. Tinha visto durante o banho que o sol tinha deixado bem marcado em volta dos meus peitos, e também na minha bundona. Como sou muito branquinha, tinha ficado vermelha. Deveria ter usado protetor solar.
Além disso, esse biquini estava muito apertado, fazendo os meus peitinhos adolescentes grandões, ficarem estufados pra cima e encostando um no outro. Eu era orgulhosa dos meus peitos. Sempre me senti mulher por ter começado a usar sutien muito antes das outras meninas da minha idade.
O Seu Rogério então disse: “Juzinha, é melhor você usar um protetor solar, porque você está vermelha feito um tomate. Sua mãe também ficou muito queimada ontem. Vou pegar lá dentro de casa e já trago pra você.”
O Seu Rogério era sempre muito legal, carinhoso e atencioso comigo. Eu só não gostei quando ele me olhou com aquela cara de tarado ontem, mas até fiquei duvidando se não tinha sido impressão ou imaginação minha, já que ele me tratava com a atenção que um pai dá para sua filha.
Sendo assim, eu respondi: “Obrigada, Seu Rogério. Quero sim.”
Seu Rogério voltou com o tubo de protetor solar na mão e disse: “Pronto, deixa eu passar em você.”
Nessa hora me deu um nó na garganta, queria falar pra ele que não precisava, que eu me virava, mas me deu um bloqueio.
Fiquei sem graça de dizer não e ele pensar que eu estava levando a mal os fatos de ontem. Resolvi agir como se nada tivesse acontecido.
Me senti desconfortável mas preferi não dizer nada e deixar ele cuidar de mim. Ora, ele era o namorado da minha mãe, que mal podia ter? E ele sempre foi atencioso comigo.
Ele se ajoelhou do meu lado, despejou um punhado do creme em uma de suas mãos e passou na minha barriga.
Aquele creme gelado me deu um arrepio, e na mesma hora eu contrai a barriguinha de susto.
Seu Rogério sorriu, e continou passando por toda a minha barriguinha. Despejou um pouco mais e passou nos meus braços e ombros, aparentemente sem maldade alguma.
O efeito do creme gelado e da proximidade daquele gigante negro, me arrepiavam toda, e eu senti os biquinhos dos meus seios endurecendo, involuntariamente.
Ele continuava agindo sem demonstrar maldade. Falava do sol que estava muito quente, e espalhava o creme me massageando carinhosamente, e inclusive respeitando áreas “críticas” como a proximidade dos meus seios ou a parte de baixo da minha barriga, proximo da minha xotinha.
Esse comportamento do seu Rogério me deixou mais tranquila. Ele conversava tranquilamente, e derramou um pouco mais de creme em sua mão, passando agora nos meus tornozelos, batatas das pernas, e até o meio das minhas coxas.
Percebi que ele olhou de relance para os meus mamilos que endureciam embaixo do biquini e também para o monte da minha xoxotinha que também fazia volume embaixo da calcinha do biquini, mas continuou passando o protetor de maneira respeitosa.
Contudo, quando ele cruzou para a parte de cima das minhas coxas grossas, acabei abrindo minhas pernas instintivamente e senti uma sensação de calor e umidade gostosas tomando minha xotinha.
Soltei um gemidinho discreto, e me senti envergonhada. O seu Rogério aparentemente não percebeu isso, ou fingiu que não percebeu.
Suas mãos espalhavam o protetor pelas minhas coxas grossas e conforme deslizaram para a parte interior das coxas, próximo do calor da minha bucetinha, foram ajudando minhas pernas a abrirem um pouco mais.
O efeito daquela massagem, as lembranças do dia anterior, e a minha bucetinha agora quase que totalmente exposta, ainda que por baixo do biquini, me deixaram estranhamente ofegante e meio tonta.
O seu Rogério me perguntou: “Está tudo bem, Juzinha?” e eu sem graça, e sem ter outra coisa para responder, disse que sim, que era só o calor.
Não sabia onde enfiar a cara de vergonha. Dava para ver que seu Rogério agora tinha uma visão do volume inchadinho da minha bucetinha bem de perto. Fiquei com medo que ele percebesse que eu estava ficando toda úmida ou que ele visse alguma mancha no meu biquini.
Me arrependi de ter deixado ele passar o protetor, me senti desconfortável, mas, quando tentei falar para ele parar, ele disse: “Pronto, agora só falta em volta do seu umbigo. Quer que eu continue passando?”
Eu meio que automaticamente disse um “hum, hum” e balancei a cabeça que sim. Seu Rogério abriu um sorriso de orelha a orelha, e começou a passar o creme em volta do meu umbigo. Eu me senti uma idiota por não ter falado para ele parar. Mas não conseguia tomar a iniciativa.
Fechei meus olhos para não transparecer as sensações que estava sentindo.
Suas mãos enormes ocupavam quase toda a minha barriga, ele movimentava até o limite dos meus seios massageando meu abdômen, e movendo em volta do meu umbigo.
Quando seus dedos tocaram um pouco a baixo do meu umbigo, perto do elástico da calcinha do biquini, eu gemi baixinho.
A vontade que deu foi de me matar! Foi outro gemido totalmente involuntário.
Cerrei meus olhos com vergonha de fitar os do seu Rogério, que agora descia as mãos gigantescas, passando o creme bem abaixo do meu umbigo e fazendo seus dedos deslizarem lateralmente por toda a margem do meu biquíni
Senti minha bucetinha, que já estava super melada, piscar várias vezes ao sentir sua mão passando sobre o final da minha barriga.
Seu Rogério então subiu a mão até o umbigo mais uma vez e desceu, dessa vez movendo a pontinha dos seus dedos por debaixo do elástico do meu biquíni.
Nessa hora tremi levemente e contrai minha barriguinha com força. Falei sem graça: “Pronto! Agora acabou.” e me virei rapidamente me deitando de barriga para baixo, para esconder os meus mamilos duros e doloridos e minha barriguinha arrepiada.
Seu Rogério, com a maior naturalidade, pegou mais protetor solar, derramou na mão e começou a passar nas minhas costas, dizendo: “Isso, agora só faltam as costas. Senão o churrasco da gaúcha vai ficar torrado só de um lado.” E riu, de uma maneira natural e até inocente. Eu, sem graça, sorri junto com ele e novamente por não saber o que fazer, fingi que nada estava acontecendo.
Ele derramou mais protetor solar em suas mãos gigantescas e começou a passar nos meus ombros e costas. O contato do creme gelado contra os pelinhos das minhas costas me deu um arrepio pelo corpo todo. O arrepio foi tão forte que os meus mamilos que estavam duros e bicudos, latejaram e doeram, e minha xoxotinha piscou, com uma dorzinha indo para meu grelinho que também já estava inchadinho.
Enquanto a mão gigante do seu Rogério deslizava sobre mim me cobrindo de creme, sem querer levantei meus braços me apoiando nos meus cotovelos e percebi que minha espinha deu uma curvadinha, empinando meu bumbum levemente. Como meu bumbum é muito grande, nenhum movimento que ele faça pode ser discreto, e quando observei seu Rogério de rabo de olho percebi que sua expressão tranquila havia mudado e que agora ele olhava com uma cara de tarado para minha bundona, e especialmente para o meio das minhas nádegas, bem no meu reguinho.
Seu Rogério passava o creme do meio das minhas costas, pela minha cintura fininha, até o elástico do meu biquíni, e enquanto espalhava tudo olhava fixamente minha bunda grande e gorda, com uma cara de tarado, me deixando totalmente sem graça.
Abaixei o rosto e deitei minha cabeça fingindo não estar vendo ou sentindo nada.
Seu Rogério passou o restante do protetor solar nas batatas da minha pernas, subindo levemente para a parte de trás das minhas coxas grossas.
Passava os dedos suavemente, mas apertava as minhas carnes, o que fazia com que meus glúteos tensionassem, inflando minha bunda enorme ainda mais.
Conforme seu Rogério se aproximava das polpas da minha bunda, o calor aumentava dentro de mim.
Quando ele passou seus dedos na dobra entre minhas coxas e minha bunda eu gemi mais uma vez com a cabeça embaixo dos meus braços tentando esconder, só que agora um pouco mais alto.
O safado fingiu não ouvir e continuou cinicamente a me massagear.
Agora eu já tinha notado que aquilo não era uma simples passada de protetor, ele estava me alisando ate o dobra do início da minha bunda. Minha vontade era de sair correndo! Estava muito sem graça, mas a situação era muito esquisita. Eu não tinha coragem de deixá-lo ali sozinho. Como eu iria falar com ele depois?
Continuei de cabeça baixa e tentando manter minha boca fechada. Não queria emitir nenhum som que pudesse excitar ou atiçar o seu Rogério.
Ele em alguns minutos iria terminar e tudo ficaria bem.
Mas não foi assim como eu esperava.
Seu Rogério passou sua mão grossa e enorme por entre as minhas coxas, passando o creme entre elas e subindo até o inicio da minha xoxotinha e a junção da minha xoxota com meu cuzinho e reguinho.
Senti a ponta dos seus dedos grossos tocarem rapidamente meu sexo sob o biquíni e deslizar por cima do meu bundão abrindo as minhas nádegas discretamente, enquanto esfregava minha grande bunda.
Quando voltou com a mão, tocou discretamente o elástico do meu biquini, expondo parte da minha xaninha, que latejava.
Nessa hora gemi alto e ele falou: “To acabando já…”
Eu respondi com uma voz estranhemente rouca, acho que fruto da minha excitação, que estava tudo bem.
Não devia ter gemido, ele não deveria saber que eu estava gostando daquilo!
Novamente fez o mesmo movimento para cima e de volta, desta vez direcionando a ponta do dedo para o meio da racha da minha buceta, que estava ligeiramente exposta, correndo o dedo por ela e tirando rapidamente.
Arrastou as mãos na minha grande bunda como se massageasse e espalhasse o creme, aproveitando para deslizar sua mão na parte de baixo da minha bunda, com seus dedos delineando o contorno do meu cuzinho, enfiando de maneira ligeira ainda mais o biquíni dentro dele.
Levemente abriu minhas pernas mais um pouco.
Eu queria fechar mas não consegui resistir, e não consegui impedir que seu Rogério arrastasse suas mãos mais uma vez pelo vão entre minhas pernas, separando os lábios da minha bucetinha, que fizeram um som “ploft” de duas coisas molhadas se separando.
Me senti encharcada. Meus lábios se separaram totalmente ensopados, com um deles preso por debaixo do biquíni, o que deixou minha vagina, que babava, totalmente aberta.
A sensação do ar frio batendo na minha vagina toda quente, molhada, e agora, abertinha, me fez gemer forte mais uma vez.
Eu escondia minha cabeça entre meus braços, escondendo meu rosto com vergonha, e instintivamente, empinei mais a minha bundona, enquanto seu Rogério mais uma vez separava minhas nádegas, arreganhando ainda mais minha xaninha.
Estava sentindo tanto tesão que minha buceta piscava como louca.
Seu Rogério viu isso e sussurrou: “Que coisa mais linda…”, gemendo também discretamente.
Enquanto ele abria minha bunda mais uma vez, ele sentiu a minha xoxotinha se contraindo e piscando, e com certeza já podia ver o meu melzinho que eu sentia escorrer pela minha xoxota, como se pingasse no chão.
Com os movimentos de abrir e fechar minhas nádegas, ele cada vez mais expunha minha bucetinha e fazia meu cuzinho abrir e fechar, prendendo o pano do biquini dentro dele.
Continuei escondendo minha cara entre meus os braços não acreditando que aquilo estava acontecendo.
Seu Rogério desceu suas mãos enormes até a parte interna das minhas coxas e afastou minhas pernas mais uma vez, suavemente e com muito carinho, me alisando devagar.
Com dois de seus dedos enormes ele tocou a minha xoxotinha, e fez um carinho bem devagar, afastando os dedos e separando meus lábios vaginais ainda mais.
Eu, instintivamente, fechei minhas pernas e gemi. Ele, descaradamente, deixou os dedos serem trancados entre minhas pernas e ficarem com suas pontas na portinha da minha xoxotinha, aproveitando ainda para tirar para o lado o pouco do pano que ainda cobria minha xotinha.
Ele começou a mover seus dedos bem devagar, em um carinho que me deixava louca, e mais uma vez separou minhas pernas com as mãos.
Quando minhas pernas foram abertas, eu gemi forte, e não recusei o carinho que ele fazia com os dois dedos na abetura da minha xoxotinha virgem.
Senti que ele já tinha visão total da minha bucetinha por debaixo de minha bunda.
Observei de rabo de olho, e percebi que ele mantinha meu biquíni de lado, e observava minha xoxota encharcada, enquanto movia seus dedos gigantes suavemente na minha portinha.
Fiquei sem graça dele reparar que eu estava molhada com o que ele estava fazendo.
Pensei em fechar as pernas imediatamente, mas o safado rapidamente passou seus dedos sobre minha bucetinha e encharcou seus dedos com o meu melzinho qe escorria.
Eu estava toda empinada, e com um movimento rápido mas delicado ele levou seus dedos por toda a extensão da minha portinha, tocando no meu grelinho que estava duro e inchadinho, e espalhando o melzinho pelos meus lábios até o fim da minha vagina e um pouco mais até o meu cuzinho.
Com um movimento leve ele retirou o pano do biquini que tinha atolado no meu cuzinho, e passou seus dedos molhados com meu mel em volta do meu anelzinho que piscava.
Eu retribui ao carinho gemendo baixinho. E ele soltou uma espécie de grunhido de tesão, e depois sussurrou de novo: “Que coisa mais linda…”
Ele empurrou seu indicador contra meu botãozinho, fazendo o mel da minha bucetinha que estava na ponta daquele dedo entrar um pouco no meu cuzinho. Eu gemi alto, e soltei um gritinho involuntário.
Ele parou e perguntou carinhosamente: “Tudo bem?” Eu respondi bem baixinho que sim, enquanto empinava ainda mais minha bunda, abrindo minhas pernas involuntariamente.
Ele então tocou meu grelinho com três dedos e dessa vez arrastou com mais força sua mão pelos meus lábios, removendo uma grande quantidade do meu melzinho.
Ele então pegou essa grande quantidade do meu melzinho e começou a molhar e untar meu cuzinho.
Eu não me contive e gemi bem alto, e falei: “Seu Rogério, por favor, eu sou virgem. Toma cuidado por favor.” e dei outro gritinho rouco.
Ele respondeu falando que estava tudo bem, que era pra eu ficar tranqüila que ele não iria fazer nada de mau.
Eu me senti mais calma, e relaxei. Mas nessa hora ele mais uma vez fez o movimento de brincar com meu grelinho e tirar o líquido da minha xotinha para untar a portinha do meu ânus.
Não entendia o que ele queria com aquilo, mas a sensação que eu sentia era muito gostosa.
Ele falou: “Vou fazer uma massagem aqui, tá, minha linda? Você vai gostar muito, confia em mim.”
Eu gemi baixinho e balancei minha cabeça concordando, mas não tinha voz para responder.
Reparei que ele molhou os dedos na boca, sugando meu melzinho levemente e sentindo meu sumo em seus lábios.
Começou a alisar com a ponta dos dedos a portinha do meu buraquinho que piscava muito.
Rodeava meu anus espalhando a saliva misturada com o mel ao seu redor e puxando suavemente para o lado, abrindo meu buraquinho virgem e deixando o líquido entrar.
Eu piscava minha bucetinha achando aquilo muito delicioso.
Ele botava só a pontinha do dedo dentro do meu cuzinho, espalhava o melzinho com saliva, forçava um pouquinho com carinho, e depois tirava, observando meu cuzinho piscar junto com minha bucetinha.
Eu gemi mais uma vez, só que agora bem alto.
Mais uma vez ele fez o processo e continuou untando meu rabinho com o meu melzinho e a saliva dele, e enfiando a ponta do dedo dentro do meu cuzinho, tudo com muito carinho e jeito.
Ele deu uma mexidinha na ponta do dedo dentro do meu rabinho, alargando um pouquinho para os lados.
A sensação foi muito gostosinha mas doeu também, eu dei um gemidinho, choramingando baixinho e contorcendo meu corpo.
Seu dedo era grosso e grande e eu sentia que ele estava preparando meu anus pra alguma coisa a mais além daquele dedinho, já que minha bucetinha virgem de 14 aninhos era intocável.
Eu não queria que ele enfiasse o dedo ou qualquer outra coisa nela, porque queria continuar virgem para o menino que ía ser o amor da minha vida, e o seu Rogério parecia saber disso e se concentrava em abrir meu cuzinho.
Empinei minha bundona um pouco mais, suavemente, abrindo mais as minhas nádegas e mostrando ainda mais meu anelzinho que piscava.
O seu Rogério posicionou de novo seu dedo grosso na entradinha do meu cuzinho, bem reto e untado de cuspi, e penetrou o seu dedo até a metade, em um golpe só.
Eu berrei e chorei, e expeli seu dedo rápido, cuspindo ele de dentro do meu rabinho.
“Doeu muito seu Rogério. O seu dedo é muito grosso. Tá gostosinho mas não faz forte assim, por favor, que me machuca. Eu sou novinha e sou virgem.” Eu falei. Percebi que o que eu disse excitou ainda mais o seu Rogério
Mas eu estava sentindo toda a parede de meu cuzinho dolorida, aquele dedo grosso tinha alargado meu buraquinho de repente, e tinha doído.
O seu Rogério, respirando forte, disse: “Calma Juzinha, você tem que se acostumar, linda. É gostoso, e vai ficar mais gostoso, você vai ver. Vou colocar só a pontinha do meu dedo devagar, mas você não pode forçar ele pra fora. Tem que deixar eu mexer ele lá dentro devagarinho pra você se acostumar, minha princesinha.”
Eu não respondi. Tinha doído mas eu estava com tesão e curiosa pra sentir como seria ter aquele dedo grosso todo dentro do meu cuzinho.
Nunca havia me masturbado enfiando um dedo no cuzinho. Só passado meu dedinho pela portinha enquanto enfiava meus dedinhos na minha xoxotinha e brincava com meu grelinho.
A mão enorme daquele negão imenso perto da minha xoxotinha e do meu cuzinho virgens, estava me deixando muito molhada e excitada.
Eu precisava sentir algo mais, algo mais forte. Já sentia naquela idade que precisava ser penetrada de algum jeito, pra sentir as coisas gostosas que as mulheres sentiam nos filmes pornográficos.
Minha bucetinha piscava loucamente de tesão.
Seu Rogério molhou novamente seus dedos em minha bucetinha, me deixando louca, e colocou eles novamente em sua boca molhando eles bastante, e mais uma vez passou a saliva e meu melzinho na portinha do meu cuzinho, até que o líquido escorresse para dentro do meu cuzinho que piscava.
Senti aquela baba escorrer devagar pelos lábios da minha bucetinha até repousar em meu grelinho.
Meu reguinho estava totalmente molhado. Sentia aquele dedo grande e roliço passear por ele até chegar ao meu cuzinho virgem.
Depois de lubrificar bem a portinha, seu Rogério começou a pressionar bem devagarzinho.
Senti a ponta do dedo entrar até a primeira falange.
O barulhinho “ploft, ploft” do líquido lubrificando meu cuzinho e da minha bucetinha encharcada piscando estavam audíveis.
Doeu e contraí meu buraquinho defensivamente.
Seu Rogério abriu minhas nádegas com carinho e colocou seu dedo indicador até a segunda falange dentro do meu anelzinho.
Eu gritei e tentei me afastar. Ele segurou minhas nádegas com carinho mas com decisão, e continuou mantendo e tirando seu dedo no meu rabinho. Ele afundava ate a metade, aí tirava até deixar só a pontinha, enquanto cuspia no meu cuzinho para lubrificar.
Ele pediu pra mim: “Agora contrai, meu amor. Não deixa sair, minha linda.”
Eu respondi: “Mas tá doendo muito, seu Rogério. Tá gostosinho mas tá doendo. Eu nunca fiz isso, e seu dedo é muito grosso!”
Ele acariciou minhas costas com amor e carinho ainda com o dedo dentro do meu reto, e disse: “Você tem que deixar acostumar, Juzinha. Você vai sentir muito prazer sem perder sua virgindade, minha linda. Você é linda demais, seus olhos são lindos, sua boca é linda, seu corpo é lindo, sua bunda é linda.” e me olhava com os olhos esbugalhados e uma cara de tarado.
Ele disse: “Vou continuar tirando e botando bem devagarzinho, tá minha princesa? Só a pontinha do meu dedo. Vai acostumando seu buraquinho quentinho, tá? Deixa eu fazer.”
Balancei a cabeça concordando mas sem dizer nada.
Senti ele tirar bem devagar seu dedo de dentro do meu buraquinho lambuzado. Ele me mandou não fechar, segurar meu cuzinho abertinho.
Eu obedeci e tentei não contrair meu anus, tentando obedecer suas ordens. Sentia uma vontade doida de piscar o cuzinho, mas fazia um esforço para controlar meu esfincter. Enquanto isso minha bucetinha latejava e babava mais ainda.
Seu Rogério tornou a enfiar seu indicador deslizando ele até a metade. Eu grite bem alto.
Senti meu buraquinho ser invadido por aquele dedo grosso, e sendo alargado até o limite. Sentia meu cuzinho se dilatando pela primeira vez de verdade.
Tranquei meu cuzinho com toda minha forca, contraindo minhas nádegas e mantendo aquele dedo preso dentro do meu reto.
Senti toda a grossura daquele dedo enorme me consumir por dentro e causar dor no meu anelzinho.
Meu tesão tinha aumentado e uma sensação gostosinha começava a brotar do meu cuzinho, mas ainda doía muito.
Doía tanto que tentei cuspir aquele volume de dentro de mim de novo. Fechei meu buraco com força e comecei a tentar expelir aquele dedo como se tivesse prisão de ventre.
Seu Rogério sentiu que eu estava tentando expulsar o seu dedo grosso, e manteve ele com força dentro de mim, fazendo meu cuzinho piscar em volta do dedo dele.
Ele falou: “Viu meu amor, o dedinho tá entrando e já não tá doendo tanto…viu? Tá perdendo a virgindade desse cuzinho lindo.”
Não entendi bem o que ele queria dizer com aquilo. Virei minha cabecinha e olhei fixo para a cara dele e vi sua expressão de tarado, admirando seu dedo grosso abrindo um cuzinho virgem de uma menina bunduda e branquinha de 14 anos.
Aquele anelzinho puro e intocado durante todos esses 14 anos, se expandia e contraia em volta daquele dedo grosso e bruto, que dilatava meu rabinho me mostrando um pouquinho de como seriam as sensações de ser fudida
Seu Rogério falou com voz de tarado, ofegante: “É assim que os adultos fazem, bebê linda… sente como é dar o rabinho, sente… bem devagar, bem gostosinho, tá bom, tá gostoso não tá, meu amor?”
Eu concordei balançando minha cabeça com meus olhos fechados, e murmurando bem baixinho que sim, que tava gostosinho.
Ele tirava um pouco e metia o dedo no meu cuzinho de novo, bem devagar, sem deixar sair.
Fiquei meio sem graça de deixar alguém mexer no buraco daonde eu fazia cocô, mas já que não podia dar minha xerequinha virgem, e estava morrendo de tesão e vontade de dar, essa era a única solução.
Estava sentindo outro prazer também. Estava gostando de ver o Seu Rogério sentindo prazer com meu corpo.
Ele olhava como que hipnotizado para minha bunda grande, enquanto me dedava e observava meu anelzinho antes intocável e virgem abraçar seu dedo, enquanto estava sendo estuprado e aberto.
Eu de olhos fechados, e soltando gemidinhos, sentia o movimento do dedo grosso entrando bem devagar e saindo quase até a ponta, em um vai e vem que já não era tão doloroso e era muito gostoso, como nada que eu tivesse sentido antes, nem meu gozo quando eu me masturbava.
Dava para ouvir o barulho “ploft, ploft” do dedo se mexendo no meio do líquido que tinha sido usado para lubrificar meu cuzinho.
Meu anelzinho piscava junto com minha bucetinha e mastigava o dedo do seu Rogério. Era como se eu mordesse o indicador dele com meu cú. Ele abriu minha bunda de novo para observar melhor minha xoxotinha rosinha, molhada e quentinha, e gemeu alto.
Deixou agora seu dedo depositado do meu rabinho, entrando e saindo, sendo mordido pelo meu cuzinho quentinho, e tirou o outra mão que segurava minha bunda aberta.
Ele observou minhas nádegas firmes e macias esconderem seu dedão preto que estava atolado no meu buraquinho, e disse ofegando baixinho: “Como pode ser tão gostosa, vai ser a puta mais safada e deliciosa desse mundo.”
Ouvindo aquilo, e sabendo que eu estava dando todo esse tesão e prazer para o seu Rogério, quase gozei. Minha bucetinha e meu cuzinho piscaram selvagemente e novamente gemi baixinho e acabei soltando um “ai, que gostoso.”
Virei o meu rosto para o lado, mordendo meus lábios carnudos, abri meus olhos e não acreditei no que vi.
Seu Rogério havia puxado sunga para o lado e havia tirado seu membro gigante para fora. Foi nesse dia que vi pela primeira a coisa que considerei a mais anormal até aquele momento na minha vida.
Repousei minha cabeça de lado e discretamente fingi que ainda estava de olhos fechados. Enquanto lambia e mordiscava meus lábios, olhei calmamente analisando com cuidado aquilo que estava vendo.
Vi um saco de um tamanho que nunca havia visto na minha vida, as bolas do seu Rogério eram imensas, maiores do que dois limões, seu saco caia sobre o piso da piscina enquanto a borda da sunga apertando estufava ainda mais aquelas bolas anormais, seu saco preto era liso e gigante, sem pelos, e parecia palpitar com veias.
Agora o mais absurdo era o seu pênis, olhei cuidadosamente e vi um quantidade absurda de veias estufadas, elas pareciam pulsar e abraçar aquele membro preto gigante, sua grossura era tão descomunal que se assemelhava a um tronco de arvore, as veias pareciam bombar sangue por todo aquele tronco negro até a sua cabeça inchada.
Aquela chapeleta era mais absurda ainda, sua cabeçona era arroxeada e parecia uma bola de sinuca de tão grande. Ela brilhava pulsando naquele cacete preto enorme.
Aquele cacete estava muito inchado e latejava de tão duro. Parecia o pênis de um animal, de um cavalo. Nem os homens com ao pirocas maiores, nos filmes pornográficos que eu assistia, tinham todo o tamanho do cacete do seu Rogério.
Seu pênis preto tinha 25 centimetros que se permaneciam totalmente eretos e pulsantes. Sua grossura chamava ainda mais atenção, deveria ter quase 8 centimetros de diâmetro. A cabeça brilhava de tão grande. Aquela chapeleta roxa de cavalo tinha pelo menos 10 cm. Jamais havia visto, nem em filmes, um cacete tão grande e anormal como o seu Rogério.
Com o indicador da mão esquerda ele continuava penetrando meu cuzinho virgem, agora um pouco mais rápido e um pouco mais forte.
Eu já havia me acostumado com o tamanho daquele dedo atolado no meu cuzinho. Agora quase não sentia dor nenhuma, só uma sensação muito gostosa.
Seu Rogério continuava a tirar e por aquele dedo, me fudendo con tara, mas com carinho, tirando a minha virgindade anal. Me fazendo mulher no meu cuzinho de novinha.
Agora que só sentia prazer, e entre meus gemidinhos e gritinhos, eu continuava observando o pênis anormal do seu Rogério.
Enquanto ele me estuprava com sua mão esquerda, ele esfolava seu tronco negro imenso com a mão direita, inflando ainda mais sua cabeçona e exibindo veias ainda mais latejantes.
Ele segurava o enorme talo de seu cacete e tocava uma punheta partindo da base do seu pau preto, e seguindo toda a extensão do seu ferro negro, que se inflava e jogava cada vez mais sangue pra sua chapeleta gigante.
O meu tesão era muito grande, e um pensamento veio na minha cabeça. Novamente me assustei. Não conseguia imaginar como uma mulher poderia aguentar algo daquele tamanho dentro dela. Bom, mas minha mãe aguenta e continua viva, pensei.
De qualquer forma, botei na minha cabeça que nunca iria deixar na minha vida algo tão imenso entrar em mim.
Lembrei do pau do André, meu namoradinho do colégio, e até consegui imaginar ele entrando em mim. Mas uma vara daquele tamanho, apenas uma égua deveria aguentar. Se bem que, pensei de novo, minha mãe não é uma égua e aguenta.
Senti que eu seu Rogério tinha aumentado ainda mais a velocidade do entra e sai do seu indicador no meu rabinho.
Sem querer desci meu quadril e meu bumbum arriou. Como seu Rogério estava tão concentrado na punheta ele não pode acompanhar o movimento e o dedo saiu todo do meu rabinho.
Seu Rogério gemeu forte como um animal ferido e disse “não”.
Rapidamente e instintivamente, subi o meu quadril de novo e empinei o meu bumbum, fazendo o movimento para trás na direção do indicador do seu Rogério que havia ficado parado na mesma posição e pressionei meu buraquinho lentamente contra a ponta do seu dedo, colocando de uma vez 5 cm do dedo grosso dele todo dentro do meu anelzinho que já estava ficando abertinho.
Gemi gostoso, e soltei um “ai que bom”, quando o dedo entrou de novo.
Seu Rogério tinha ficado transfixado com a cena, e gritou e gemeu de tesão, quando meu cuzinho engoliu sozinho seu dedão.
Enquanto olhava para meu corpo e minha bunda com um olhar de fera selvagem, ele suspirou arfando: “Que putinha deliciosa, ela tá querendo, ela tá gostando, que safadinha!”, e passou a punhetar com mais violência seu cacete, agora de maneira safada e descarada, sem se preocupar se eu veria ou não, além de acelerar ainda mais o entra e sai do seu dedo no meu cuzinho.
Ele abriu os olhos mais uma vez me olhou direto nos olhos. Ele percebeu meus olhos azuis fixos no seu cacete, meu cabelo aloirado todo bagunçado, minha boca carnuda entreaberta e sendo mordiscada e molhada pela minha língua, eu toda suada, com meus peitões pressionados contra o chão, se espalhando para os lados do meu biquini, e com minha barriguinha sarada empinando meu bumbum grandão e minhas coxas grossas abertinhas para receber as dedadas dele que me davam tanto prazer, e disse: “Você é muito linda, Juzinha. Tá vendo o que você fez comigo, gatinha deliciosa? Olha como você me deixou duro tá vendo? Nunca fiquei assim por mulher nenhuma. Você é um anjo. Você já é uma mulher linda. Você me deixou louco de tesão. Você vai ter muito prazer nesse cuzinho e dar muito prazer também. Gostou do meu cacete? Ele tá duro e grosso assim por sua causa.” Enquanto ele falava eu gemia forte, e acabei gozando me tremendo toda. Um gozo muito forte como eu nunca tinha sentido.
Ele me viu gozar e sorriu. Daí ele perguntou: “Você gosta do meu pau? Já viu um assim antes?”
Eu estava meio tonta ainda do gozo, e nessa pergunta fiquei meio envergonhada. Tudo estava muito gostoso, mas eu não sabia se respondia ele, ou se mandava ele parar e corria pro quarto, ou se mandava ele continuar e enfiar aquele pirocão em mim.
Mas, para não fazer papel de garotinha burrinha eu respondi: “Nunca seu Rogério, o único cacete que eu peguei foi do meu namorado. Mas ele não é tão grande. Assim grande eu nunca vi… o seu pau é muito grande seu Rogério. É muito grande e grosso, seu Rogério”
Ele pareceu gostar da minha resposta e esfolou todos os seus 25×8 cm de pau com raiva.
Exibiu toda sua grossura anormal, enforcando o talo de seu cacete preto, fazendo suas veias delinearem o corpo imenso daquele membro e inflarem aquela cabeça de um modo doentio.
Ele arregalou os olhos e disse: “É tudo por sua causa, Juzinha. Você é a mulher mais gostosa e linda que existe.”
Abaixei meu rosto envergonhada.
Ele então tirou o dedo do meu cuzinho bem devagarinho, e eu pude sentir as paredes do meu anus apertando tentando prender aquele dedo grosso e preto que me dava tanto prazer. Ele então, sempre punhetando seu cacete, olhou meu anelzinho se trancar todo e se abrir de novo como uma flor, enquanto eu já empurrava meu bumbum para trás, instintivamente, querendo engolir aquele dedo de novo.
Meu cuzinho piscava e se abriu ainda mais, e ele então voltou a enfiar devagar atolando até o fundo e tirando até a pontinha, rápido e forte. Quando o dedo dele voltou até o fundo, eu apertei ainda mais o meu cuzinho, mordendo e prendendo aquele dedo em mim, e empinei ainda mais meu bumbum.
Virei meu rosto de novo para ele observando novamente com o rosto repousado nos meus braços, toda a grossura daquele ferro negro pulsante do meu lado., e sentindo um tesão ainda mais forte.
Seu Rogério então disse: “Fica olhando para mim, minha linda. Não vira tua carinha. Olha o que você fez com meu pau. Deixa eu ver esses seus olhos azuis lindos e essa sua boca de safadinha, meu anjo. Não vira o rosto não.”
Seu Rogério voltou a se masturbar violentamente e bem rápido, e suava em bicas. Eu também suava.
Ele parecia concentrado e fixado no que estava fazendo. Eu via o suor escorrendo por aquele corpo negro e pingando no chão.
O depravado olhava fixamente com sua cara de tarado, meus olhos, minha boca, minha cara, meu corpo, minha xoxotinha, e principalmente meu bumbum que estava sendo violado por ele.
Ele sentia toda a contração de um cuzinho que há pouco era virgem enforcando seu dedo.
Estar disvirginando um cuzinho tão jovem, de uma menina tão linda como eu, parecia estar deixando ele completamente louco de tesão. Ele estava enlouquecido apenas por estar dedando meu buraquinho carinhosamente, rápido e forte, e por estar me olhando dominada e submissa, uma novinha branquinha linda de biquini, experimentando seu primeiro prazer sexual, sua primeira penetração, a partir dele.
O prazer de estar me iniciando sexualmente, e de eu estar adorando, refletia em todo seu ser, e principalmente em seu enorme caralho negro e brilhante, que ele fazia balançar ereto exibindo toda sua virilidade para mim, uma novinha indefesa e inocente.
Ele tinha perdido a linha completamene, e se masturbava selvagemente na frente da filha de sua namorada. Que tarado depravado!
Eu estava viajando nas sensações prazerosas que eu sentia. Eu sentia meu buraquinho ser penetrado com carinho, mas rápida e violentamente. Eu já conseguia identificar o formato de cada parte daquele dedo que me violava o reto. Era como se eu lesse o formato daquele dedo com meu cuzinho. E sentia muito prazer.
Simultaneamente eu observava o seu Rogério esfolando com ódio seu bastão com seu olhar fixado em mim e, principalmente, no meu cuzinho e na minha bunda. Ele olhava de maneira completamente apaixonada, compenetrado na sua penetração do meu cuzinho com seu dedo, e apesar da força e velocidade, tomava cuidado pra não me machucar. Ele me fudia com carinho sem tirar aquele dedo de dentro de mim, mexendo por toda a extensão do meu canal, da pontinha a base do seu dedo, penetrando meu anus lubrificado que até a pouco era virgenzinho.
Ele mais uma vez tirou todo o dedo com carinho.
Eu, morrendo de tesão, dessa vez fiz um esforço para não contrair e deixar meu anelzinho bem aberto para ele ver. Ele gemeu alto quando viu.
Eu então deixei ele penetrar novamente até o fundo, controlando meu esfincter para manter meu buraquinho mais receptivo e aberto.
Ele entrou com muita facilidade até o fundo e aí eu tranquei meu cuzinho com força, aprisionando, o dedo dele com meu buraquinho pulsante e gritei alto: “Ai, seu Rogério! Tá muito gostoso!”
Seu Rogério me olhou enlouquecido, gemeu mais um vez e falou: “Nossa, menina, eu não to aguentando. Você é uma safadinha muito gostosa, sabia? Esse vai ser o nosso segredinho, ok? Você ta gostando, né? Você gosta muito disso. Eu vou ser só o primeiro, sabia? Mas vão ter muito outros, tá? Você tá gostando demais, né?”
Eu gemi alto mas não respondi. Contrai meu rabinho levemente várias vezes, abrindo e fechando, como se respondesse pelo meu cú.
O tarado gostou disso e gritou alto, sentindo novamente meu anus virgem, dolorido, quentinho e abertinho, abraçar com força seu dedo.
Ele meteu e tirou mais rápido e mais forte, e eu gritei alto: “Seu Rogério, seu tarado! Tô gozando no meu cuzinho! Tá muito gostoso!” E gozei forte de novo, mas forte do que da primeira vez.
Ele esfolava seu pau imenso, enlouquecido, grunhindo alguma coisa como: “Putinha. Safada. Gostosa.” e estrangulava embaixo da cabeçona do pau com muita força, fazendo sua chapeleta enorme e roxa se inflar toda.
O safado estuprador estava segurando seu gozo, mas não se aguentava mais, e ia gozar se masturbando bem do meu lado, enquanto estuprava meu cú. O cú da filha novinha e virgem da namorada dele. Que cara mais filho da puta! O próprio namorado da minha mãe!
Pensei nessa hora em contar tudo pra ela, mas achei melhor não, porque a sensação que aquele dedo me dava era de outro mundo, e aqueles gozos que eu tinha sentido foram os melhores da minha vida. Sentia minha bucentinha rosada e impenetrável toda encharcada, meus lábios estavam grudados de tão úmidos com tanto tesão. Meu melzinho já tinha virado uma pasta esbranquiçada que cheirava estranho, o cheiro de sexo, como eu aprenderia depois, e o cheiro de bucetinha virgem de novinha.
A cada contraída no meu cuzinho em volta daquele dedo maravilhoso que me estuprava, a minha xaninha piscava com força, molhando ainda mais, e eu ficava mais louca de tesão, sem entender muito bem como tudo aquilo era possível.
Seu Rogério continuava se masturbando violentamente. Sua mão grande ficava pequena perto daquela rola de cavalo, seus movimentos faziam aquele ferro ereto tremer exibindo a sua chapeleta absurda e anormal. Ela pulsava imponente enquanto ele se deliciava se masturbando cada vez mais rápido e forte.
Agora o tarado brincava com mais facilidade no meu cuzinho todo abertinho, e já acostumado com a foda, e com a minha bunda.
Ele sentia meu cuzinho muito quente e piscando no seu dedo e via minhas nádegas grandes esconderem sua mão inteira no meio delas, no meio do meu bundão firme de novinha.
Eu meio tonta de tanto prazer, achava engraçado seu rosto, ele olhava aquilo tudo de boca aberta, com os olhos arregalados, completamente cheio de tesão por minha causa, e se masturbava que nem um adolescente, parecendo não mais se importar com a minha presença de tanto tesão que sentia.
Ouvia seu saco gigante batendo no chão sem parar euquanto ele punhetava seu cacete que nem um maluco. Eu olhava com minha carinha de princesa, meus olhos azuis e minha boca carnuda e rosinha, e isso deixava ele ainda mais enlouquecido.
Ele então disse, arfando: “Nossa menina! Você ta me deixando com muito tesão! Você é uma safadinha muito gostosa! Sua bunda é muito tesuda! Já viu um homem gozar? Hein? Quer que eu goze pra você, hein?”
Nessa hora gelei mais uma vez. É claro que eu já sabia o que era aquilo, já tinha visto em filmes, sempre tive curiosidade, adorava ver os homens loucos de tesão enquanto as mulheres faziam eles gozarem.
Fiquei também um pouco orgulhosa em saber que o seu Rogério estava sentindo tanto tesão e prazer com aquilo. Me sentia uma mulher apesar de ser uma menina tão jovem. Me sentia adulta por estar proporcionando prazer aquele homem bem mais velho e queria ver o resultado de tudo aquilo.
Queria deixar o seu Rogério satisfeito e a vontade para gozar o quanto ele quiser.
“Vai gozar seu Rogério, pode gozar… goza forte, vai” Falei baixinho , meio tímida e sem graça, abaixando a cabeça e sentindo meu cuzinho abertinho sendo penetrado com mais força e velocidade, o que me deixava completamente louca.
Aqueles pensamentos também aumentaram ainda mais meu tesão, e percebi que ia gozar forte de novo.
Seu Rogério então disse: “Ai menina! Eu vou gozar, hein? Não to aguentando! Você é uma putinha muito gostosa… olha pra cá.. fica olhando pra mim… olha fixo o que eu to fazendo….”
Virei meu rosto timidamente e olhava diretamente para aquele cacetão preto. Eu também arfava e gemia forte, porque estava prestes a ter outro gozo muito forte.
Observava aquele velho preto tarado se masturbando violentamente, enquanto dedava meu anelzinho agora sem nenhuma dó.
Ele de repente parou seu dedo dentro do meu cuzinho, atolado até o fundo, e aumentou ainda mais o ritmo da punheta.
Eu não aguentei e gozei mais uma vez gemendo muito alto, soltando gritinhos e dizendo: “Ai, seu Rogério. É muito grande, seu Rogério. Tá machucando no meu cuzinho, seu Rogério!” Era um gozo ainda mais forte que os outros que latejava dentro do meu corpo e da minha cabeça.
Seu Rogério vendo que eu tinha gozado disse: “Isso princesa, goza gostoso! Fica olhando agora, linda, você vai ver agora o que um homem gozar pra você. Você que fez isso, minha linda, minha putinha safada. Você que me deixou assim.. olha.. fica olhando.
Ele soltou a mão e desceu ela até suas bolas. Sua chapeleta inchada explodiu, e um jato denso de porra voou alto, respingando no chão e caindo nas minhas costas.
Ele gritou muito alto como um animal, e seu grito ecoou pela casa e pelos jardins.
Ele então puxou o dedo dele de uma vez para fora do meu cuzinho, e eu dei um gemido alto, e gozei de novo.
Dois outros jatos fortes de porra jorraram do seu cacete. Um caindo pesado no chão a poucos centímetros do meu rosto, e outro caindo sobre a minha bunda.
Aquela chapeleta deformada continuava pulsando, enquanto as veias inflavam de uma maneia naquele cacete anormal.
Aquela piroca grossa pulsava sem parar enquanto o safado se masturbava e soltava o quarto jato de leite grosso gritando: “Olha minha safadinha linda! Olha, tem mais saindo pra você… tem mais aqui! Olha o que você fez comigo, meu anjo.”
Ele se ajoelhou e lançou outro jato denso sobre o chão. Seu esperma era muito grosso, parecia um mingau. Caia sobre a superfície fazendo barulho enquanto seu saco deformado de cavalo balançava produzindo mais esperma pra ser jorrado.
Seu Rogério esfolou sem membro mais uma vez e lançou seus dois últimos filetes de porra sobre o chão.
Eu, ainda tonta dos dois gozos seguidos, observava com muito tesão toda aquela porra grossa no chão e que tinha caido nas minhas costas e na minha bundona, me presenteando pelo prazer que eu havia dado para aquele negro.
Um criolo tinha se aproveitado da menininha novinha branca e violado seu cuzinho com seu dedo grosso, fazendo ela ser uma verdadeira putinha. E a menininha podia ser filha dele e era filha da namorada dele, que tarado estuprador safado!
Eu cai arriada na minha canga, exausta e tremendo. O seu Rogério ainda vei perto da minha carinha e derramou um pouco mais de leite no chão em frente de mim, deixando eu sentir o cheiro daquele mingau grosso, que cheirava a uma mistura de água sanitária com algo açucarado.
Assim ele finalizou, mostrando todo o tesão que havia sentido em tirar a virgindade do meu anelzinho de novinha. Arrumei meu biquíni por cima do meu cuzinho e xotinha e suspirei forte.
Seu Rogério botou seu pênis já meio amolecido pra dentro da sunga e mergulhou rapidamente na piscina.
Eu sem graça, descabelada, suada, tremendo e suja de porra, levantei, botei a minha canga e sai correndo para o meu quarto, pois já eram 15:40, e minha mãe já deveria estar chegando.

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