Juliana novinha e o padastro negão – parte 2

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Oi, sou eu Juliana de novo, obrigado a todos que clicaram no meu relato e que comentaram. Eu leio TODOS os comentários, rs.
Estou de volta contando sobre a minha história que começou 1 ano atrás e que mudou a minha vida.
Como eu disse no meu primeiro relato, eu tinha 14 anos na época dos acontecimentos narrados, mas ninguém acreditava, porque tenho o corpo muito desenvolvido para minha idade apesar de ser meio baixinha (tenho 1,62 metro). As pessoas dizem que sou muito bonita, mesmo eu me achando meio gorda, rs. Tenho o cabelo castanho escuro com luzes loiras, liso e longo até a altura da cintura, e tenho olhos bem azuis. Meus lábios são carnudos. Tenho as coxas muito grossas, e meu quadril é muito largo com meu bumbum muito grande. Tenho 106 cm de quadril. Minha cintura é fininha com 60 cm, e mantenho minha barriga chapada na academia, e fazendo dança, surf e skate, justamente para não parecer gorda. Tenho uns peitos bem grandes (92 cm), com aureolas rosadas e grandes também. Sou bem branquinha porque sou descendente de alemães e sérvios, e nasci no Rio Grande do Sul.
Um pouco antes de que eu fizesse 14 anos, minha mãe se separou do meu pai e pediu transferência para o Rio de Janeiro mudando eu e ela pra cá. Quem quiser saber mais leia meu primeiro relato (Juliana novinha e o padastro negão – parte 1), até para poder entender o que vai acontecer nessa história.

Como eu dizia no fim do relato passado, bati uma siririca na minha xotinha virgem e fui dormir pensando no pau do André, meu namoradinho da escola, e também no Seu Jairo, velho negão faxineiro e jardineiro da escola.
Levantei cedo com minha mãe me chamando para tomar café, que o Roge (o Seu Rogério, o namorado dela) já estava a caminho para nos pegar para irmos para Angra passar o feriadão.
Separei uns biquinis, nada muito indecente, mas era dificil algo não ficar "indecente" com meu bundão, rs. Não era a primeira vez que iamos para a mansão do Seu Rogério em Angra, mas era a primeira vez que iamos andar no iate dele.
Das vezes que eu fui achei meio chato, porque as praias eram privativas ou meio vazias, e todo o agito mesmo rolava nos iates que se encontravam nas várias pequenas baías e enseadas do local.
Eu preferia Búzios, porque as praias eram mais cheias e a mansão do Seu Rogério era até mais linda que a dele em Angra, porque ficava bem no topo de um desfiladeiro que decaia para uma praia, e dava para ver o mar sensacional.
Mas, Angra estava bom também, até porque iamos sair de iate, e com certeza daria para encontrar vários gatinhos riquinhos e quem sabe me enturmar com essa galerinha para me divertir um pouco. Uns gatinhos saradinhos não seria nada mal, rs. Só ficava chateada de não poder levar minha prancha. Mas Seu Rogério disse que tinha dois Jet Skis no iate dele, então eu achei que seria divertido do mesmo jeito.
Minha mamãe estava muito linda, como a gaúcha loira que ela é. Ela tem um corpo sensacional, com uma bunda não tão grande como a minha, mas é bem mais alta que eu, e parece uma dessas modelos internacionais. Dava para entender porque o Seu Rogério era completamente apaixonado por ela e fazia todas as nossas vontades.
Uns 40 minutos depois minha mãe chegou na porta do meu quarto e disse: "Ju, vamos guria que o Roge já tá esperando aí embaixo, tchê!" Eu peguei minha bolsa, o meu iPhone e fui atrás da minha mãe que já estava chamando o elevador.
Quando chegamos embaixo, o Seu Rogério estava de bermuda e camiseta do lado de fora de um carro maravilhoso sensacional: uma Mercedes GLS SUV importada novinha em folha. O Seu Rogério também estava bonitão, mesmo com a bermuda e camiseta. Como eu já falei, ele é um negro enorme, com bracos muito fortes, e um peitoral enorme, pernas muito grossas e musculosas, e uma cara meio de mau, mas que tem um sorriso branco muito caloroso e bonito, o que torna ele muito charmoso. Uma outra coisa que nunca tinha prestado atenção, mas percebi naquele dia, foi um volume estranho na bermuda dele. Era algo muito grande e na hora até pensei que ele estive armado o que me deu uma espécie de receio. Mas como ele era ex-policial, imaginei que se ele estivesse armado não seria problema nenhum e deixei pra lá. Mal sabia eu que ele estava sim "armado", com um "canhão" muito grosso, de altíssimo "calibre", e do qual eu experimentaria vários "tiros" em breve, rs.
O carro era um luxo só, e o Seu Rogério abriu a porta de trás para eu e minha mãe, beijando minha mãe muito e me dando um beijinho no rosto, enquanto dizia que nós estavamos lindas demais, que nós seriamos as mulheres mais lindas de toda Angra dos Reis.
Entrando no carro, ele nos apresentou o seu motorista e segurança, o Nivaldo, que era outro negão enorme e nos levaria até Angra. O Nivaldo nos cumprimentou com um bom dia tímido, e colocou o carro em drive para saírmos em nossa viagem. Percebi que o Nivaldo deu uma olhada para nós duas, minha mãe e eu, pelo retrovisor, e que ele tinha parado mais tempo com os olhos em mim, que estava de bustiêzinho e uma bermuda jeans, com o biquini por baixo, mas nem um pouco indecente. No entanto, aquela secada que ele me deu pelo espelho retrovisor me causou uma sensação estranha na minha barriga e um calorzinho na minha xotinha. Para me distrair, liguei o meu iPhone no USB do carro que era um luxo só, e tinha até playlists que subiram logo para meu celular. Escolhi uma playlist da Taylor Swift e comecei a viajar na música.
A viagem foi tranquila, com uma vista muito bonita, e com um carro daqueles nem dava pra sentir que estavamos na estrada. Chegamos na mansão do Seu Rogério por volta de meio dia. A Dona Maria, a empregada, nos recebeu na porta, e disse que o almoço já estava encaminhado e que bastava a ordem do Seu Rogério para que ela servisse em no máximo meia hora. Seu Rogério disse que iriamos nos alojar, nos refrescar e que desceríamos para o almoço na sala de jantar principal as 1 da tarde.
Subi para minha suite que era linda, com uma cama enorme de casal, uma salinha com uma escrivaninha, um computador e um sofá, e um banheiro enorme todo de mármore com uma banheira gigante que mais parecia uma piscina. Uma parede de vidro funcionava como janela para a suite e o banheiro e dava vista para a baía lá embaixo. Um espetáculo.
O Nivaldo logo apareceu com minha bolsa com as roupas e deixou ela em frente ao closet, dizendo: "Sua bolsa, Dona Juliana. Se precisar de algo mais é só chamar." Percebi que enquanto ele falava "algo mais" ele me deu uma olhada de cima abaixo e que alguma coisa desproporcional se mexeu embaixo da bermuda dele, fazendo um volume muito estranho, que não poderia ser de um pau, porque não seria possível existir um pau daquele tamanho.
Fiquei vermelha percebendo que ele tinha percebido que eu estava olhando para o volume na bermuda dele e gaguejei: "Tu..tudo bem, Nivaldo. Obrigada." Ele saiu, fechando a porta.
Pulei na confortabilissima cama um pouco, e depois fui tomar um banho. Ao invés de entrar na banheira, entrei rapidamente na ducha. Quando eu tirei a minha calcinha do biquini percebi que minha xoxotinha tinha melecado toda a parte de baixo dela. Fiquei muito p… da vida, porque agora ia ter que trocar meu biquini e só tinha trazido 4 biquinis. Pensei em por pra lavar, mas o que a Dona Maria ia achar de ver minha calcinha toda melecada? Ela poderia achar que eu era doente, ou pior que era uma oferecida ou uma putinha ou algo assim, então resolvi eu mesma dar uma lavada rápida na calcinha e coloquei ela pra secar no box mesmo.
Enquanto eu lavava, pensei nos motivos do porque minha xotinha ter melecado tudo, e vieram na minha mente o André, e depois, o Seu Jairo, o Nivaldo e O SEU ROGÉRIO! Eu pensei "Meu Deus, o que é isso!?" mas a minha xotinha estava muito quente e inchadinha e acabei colocando meu indicador dentro da minha rachinha virgem e brincando com meu grelinho até dar uma gozadinha gostosinha. Foquei minha mente no meu Andrézinho para banir aqueles negões do meu cérebro, rs.
Coloquei outro biquini e uma saída de praia e desci para o almoço.
Minha mãe e Seu Rogério já estavam lá, e quando eu cheguei ele falou: "Juzinha, pensei que você não vinha! Pedi pra Maria por um almoço bem leve para podermos aproveitar o sol e darmos uma volta de iate agora de tarde para você conhecer os points. Espero que você não esteja morrendo de fome. Porque comida mesmo só na janta."
Eu ri e disse: "Tem problema não Seu Rogério, muito obrigada."
Minha mãe também falou: "Ah eu também quero sair logo para dar uma volta no seu famoso iate" e riu.
Comemos o almoço leve e descemos para o atracadouro da mansão que ficava lá embaixo na altura da baía. Era tudo muito lindo, a piscina enorme de borda infinita, os jardins, as escadarias, as quadras de vôlei, tênis e futebol, e tudo mais. Chegando no atracadouro tanto eu quanto minha mãe ficamos de boca aberta com o iate do Seu Rogério. Era um iate enorme, desses de filme americano. Tinha até uma piscina pequena!
O Seu Rogério nos apresentou para os dois marinheiros do iate, um, mais velho, um negro com uma reluzente careca chamado Castro, que era o piloto do barco, e o outro, Soares, um negro mais jovem e meio magricelo, que era o marinheiro/faz tudo. Os dois olharam tanto eu, quanto minha mãe, de rabo de olho, por respeito ao Seu Rogério, mas com certeza admirando o visual, rs.
Entramos no iate e sentamos na parte de trás, enquanto o Soares desamarrava o iate do atracadouro e saiamos para rodar as baías e enseadas de Angra. Eram 2 da tarde quando zarpamos.
Eu e minha mãe tiramos nossas cangas e ficamos de biquini.
Minha mãe estava linda mas com um biquini bem discreto. Meu biquini também era discreto, meio asa delta, mas com meu bundão o pano tinha entrado todo no meu reguinho. Ajeitei inocentemente a calcinha do meu biquini, tirando parte dela que estava atolada no meu cuzinho e ajeitando ela em meu bumbum grande.
Reparei que o Seu Rogério observou meu gesto, com os olhos vidrados no tamanho da minha bunda, meio avantajada para a minha idade, e que ele observou com atenção quando eu puxei a parte do elástico da minha calcinha que tinha entrado um pouco no meu cuzinho.
Achei um pouco engraçada a atitude dele mas fingi que não vi.
Minha mãe já tinha se deitado em uma das espreguiçadeiras do iate e lia uma revista.
Eu tirei a blusa que usava para cobrir meus peitões rapidamente, e meus seios grandinhos balançaram um pouco com o movimento.
Minha mãe virada de costas não percebeu o jeito que o Seu Rogério ficou com os olhos fixos vendo meus peitões balançando, enquanto meu cabelo aloirado descia pelas minhas costas. Mas eu vi, e dessa vez ele foi mais escancarado, fixando seus olhos não só nos meus peitinhos adolescentes, mas em todo meu corpo, enquanto tirava sua camisa e bermuda.
Fiquei meio constrangida, e deitei bem rápido em uma espreguiçadeira com o meu bumbum pra cima. Deitei com o meu rosto virado para os dois, já que o Seu Rogério, só de sunga, deitou na espreguiçadeira do lado da minha mãe ainda com o olhar fixo em mim. Não ia deixar o Seu Rogério ficar me secando impunemente assim!
Minha mãe lia a sua revista enquanto o Seu Rogério, sentado, falava sobre as belezas do mar de Angra, etc. Eu olhava deitada aquele homem gigante negro bem forte com seu porte físico invejável. Seu Rogério tinha os braços fortes e musculosos, era muito alto, e tinha um par de coxas bem grandes e também musculosas, enfim, era um homem muito bonito, parecendo bem mais jovem do que era.
Olhei para sua sunga apertada discretamente, e observei com cuidado o volume gigantesco que se formava embaixo do pano.
Não consegui entender o que era tudo aquilo por debaixo da sunga. Com certeza era do mesmo tamanho ou até maior do que o volume do Nivaldo.
Eu já havia visto alguns filmes pornôs no meu laptop, escondidos da minha mãe, mas nunca havia visto nada parecido com aquilo. Nenhum dos cacetes duros e grandes dos atores dos filmes chegavam perto daquele volume anormal que eu via sob a sunga do Seu Rogério.
Levantei meus olhos, que estavam transfixados naquele volume descomunal, e encarei o Seu Rogério, fitando rapidamente seus olhos e mais uma vez peguei o sacana olhando fixo para o meu bumbum com uma cara de tarado.
Será que aquele descarado não tinha vergonha na cara? Olhando o bumbum de uma menina de 14 anos! Ainda mais a filha da sua namorada!
Ele pareceu reparar que eu o observava, fingi que nada havia acontecido e arriei a minha cabeça, recostando ela nos meus braços, virada para o lado.
Nessa posição, espiei de rabo de olho, sem que ele percebesse, e ele pareceu ajeitar sua sunga de forma proposital, pressionando todo o tecido elástico contra o seu membro gigantesco.
Pude ver cada contorno daquela vara grossa e enorme, até detalhes do que pareciam ser ranhuras grossas e estranhas. Além disso, o seu saco fazia um volume anormal, encostando na sua coxa de tão grande.
O seu membro, virado para o lado esquerdo da sunga se salientava enquanto ele se ajeitava, mostrado toda sua grossura assustadora.
Não conseguia entender naquela época como poderia haver alguém com o pênis assim, muito menos conseguia imaginar como ficaria se estivesse duro, aquilo tudo estava além da minha compreensão de menina virgem.
A volta de iate foi deslumbrante e voltamos para casa quase na hora do por do sol.
Durante todo o passeio, percebi que o Seu Rogério continuava me fitando as vezes, observando de forma bem discreta o meu corpo, principalmente minha bunda enorme, minhas coxas grossas, minha cintura fina e meus peitões. Percebi também que ele de vez em quando olhava direto para minha xotinha quando eu estava de frente. A minha xotinha gordinha se destacava contra o pano do meu biquini, e posso dizer que aqueles olhares me deixaram meio quente e molhada, e por isso, merguilhei um pouco na piscina do iate para molhar meu biquini e evitar que o Seu Rogerio percebesse que eu estava úmida.
Não queria que ele pensasse que eu estava gostando, porque eu não estava! Ele era meu padastro, o namorado da minha mãe e eu uma menina de 14 anos que podia ser sua filha! A situação era absurda.
Mesmo assim, quando desembarcamos, eu percebi que ele me olhava de uma maneira diferente. Nunca havia sentido ele me observar dessa forma, como um predador observa sua presa.
Chegamos, tomamos banho, jantamos e fomos assistir um filme na sala de áudio e vídeo. Enquanto minha mãe e Seu Rogério namoravam, eu aproveitei para subir para o meu quarto para dormir.
Iríamos acordar cedo amanhã e passar a manhã na mega piscina da mansão antes de sairmos para mais um passeio de iate.
O sono não vinha, e fiquei tentando conceber na minha cabeça uma possível imagem do que havia visto sob a sunga do Seu Rogério, mas acabei desistindo.
Brinquei um pouco com a minha xoxotinha e acabei dormindo, tentando imaginar como seria o cacete do Seu Rogério. Tive o sonho do galho de árvore de novo, mas dessa vez não era o Seu Jairo, mas o Seu Rogério que me fazia pular no galho enorme que saia do meio das pernas dele.
Acordei toda molhada de novo.

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