Jaque, a colega de minha amiga

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Jaque, a colega de minha amiga.
Oi, me chamo Marcos, tenho 26 anos, sou da paraíba e a história que vou contar aconteceu há cerda de 2 meses.
Bom, não sou esses galãs de novela, mas as mulheres da minha cidade não me acham feio, sou alto, jogo futebol, malho e sou instalador de antenas. A Jaque é enfermeira num hospital da cidade vizinha, tem 25 anos, um corpo que dá inveja em muita mulher: seios fartos, coxas torneadas, bunda grande bem empinada e durinha, ainda por cima, morena da cor do pecado. Deixa qualquer um babando por ela. Bom, já falei dela e de mim, agora vamos ao conto.
Tudo aconteceu quando fui instalar uma antena na casa de um cliente, era uma tarde de sexta feira, e estava começando a chover. Decerto eu não instalaria a antena naquele dia, então desci da casa e aproveitei o tempo para cadastrar o cliente, ele era dono de uma padaria que era vizinha a sua casa. Enquanto eu estava lá, fazendo seu cadastro, Eis que minha amiga Michele aparece com a Jaque na padaria, iam comprar pães e outras coisas, de pronto ela me reconheceu, nos cumprimentamos e ela me apresentou à Jaque, fiquei encantado na hora. Ela me chamou para tomar um café em sua casa quando eu saísse dali, eu não podia perder aquela oportunidade.
Terminei o cadastro e ficamos acertados de eu retornar no outro dia caso fizesse sol para instalar a antena. Dali corri pra casa da Michele, fiquei mais de meia hora tomando café conversando com as duas e admirando aquela Afrodite em minha frente. Tive que retornar a oficina, mas Mandei um whatsapp pra Michele pedindo informações da Jaque, e por coincidência ela pediu o mesmo de mim. Tinha dado MATCH! A Michele me chamou para ir tomar um vinho à noite lá mesmo, não contei outra, tomei um banho, peguei minha moto e fui.
Chegando lá, papo vai papo vem, a Michele ligou pro namorado e foi esperar ele na esquina, ficamos só eu e a Jaque em casa, começamos a nos beijar intensamente, ali mesmo no sofá da sala. Em cada oportunidade eu alisava seus seios, ela dizia: ”-Para, se a Mi chega e vê a gente assim?”, aquilo era mesmo que nada, eu ficava com mais vontade de agarrar ela ali mesmo. Ficamos nessa até altas horas, pois o namorado da Michele chegou com mais vinho e uns tira-gostos. Já era tarde e estávamos todos embreagados, A Michele ajeitou um sofá na sala pra mim e foi dormir com o namorado e a Jaque foi pro quarto de visitas, me olhando como quem esperasse que eu fosse atrás. Eu não queria transar com alguém na casa de minha amiga, mas o tesão era grande de mais. Eu acabei indo depois de uns 5 minutos
Cheguei no quarto, a Jaque estava apenas de calcina e sutiã me esperando, linda, a lingerie vermelha se realçava no seu corpo, e sem dizer nenhuma palavra nos beijamos. “Você tem camisinha?” – Perguntou a Jaque, respondi que sim, dentro da carteira. Continuamos a nos beijar e disse à ela “Estava louco por você desde a hora que vi você na padaria mais cedo, te achei uma delícia”, ela toda surpresa ou fingindo disse “Eu notei, você não tirava os olhos de mim, mas pensei que era só coisa de homem”.
Baixei seu sutiã e comecei a chupar seus peitos, enquanto ela puxava meus cabelos, babei o peitoral dela todinho, me lambusando com o suor dela. Tirei minha camiseta e minha bermuda enquanto ela me beijava loucamente, ela desceu me beijando pela barriga até minha cueca, tirou e começou a beijar minha virilha, e meu pau pulsava na frente dela, que com delicadeza pegou ele e pos na boca. Começou um boquete gostoso, punhetava, batia com minha caceta na cara, me olhava igual uma puta, eu estava gostando daquilo.
Eu disse -Me chupa gostoso sua enfermeira vadia, cachorra!
-Tá gostando? Posso fazer mais que isso – disse ela, se virando e fazendo um 69 na cama. Abaixei a calcinha dela e comecei a chupar aquela buceta lisinha, pequeninha, de uma maneira que ela se contorcia na cama, parece que estava sedenta por sexo. Massageei com meus dedos até seu grelinho saltar pra fora e comecei a lamber, masturbando ela com um, depois dois dedos, e me segurando pra não gozar, mas foi inútil. Gozei na boca dela, e enquanto ela me lambia, eu fazia ela gozar com meus dedos. Ela se virou e começamos a nos beijar, ela falava ao meu ouvido “Quero que me coma, seu safado!”, meu pau ficou duro na hora, colocou a camisinha e sentou de vagarinho, com carinho e começou os movimentos de vai e vem.
Ela acelerou, começou a cavalgar, mas eu não podia gozar, não agora… Pedi pra mudar de posição “Vamos de quatro amor?” ela de pronto aceitou “Só se você me bater, pode?”, era tudo que eu queria ouvir, coloquei ela de quatro e comecei a comer ela ali na beirada da cama, puxando o seu cabelo e batendo na sua bunda,”Quer apanhar sua putinha, safada? Cachorra, vou comer vc bem gostosinho!” Aceleramos e ela pediu pra que eu gozasse na barriga dela, então invertemos prum frango assado e fomos ali até que vi ela gozando, tirei de dentro e lambi aquele melzinho dela, comecei a tocar uma punheta e gozei na barriga dela. Descansamos um tempinho, mas ela não estava satisfeita, acho que por estar sob efeito do vinho, me atiçou, “Come meu cuzinho? Come?”, eu fiquei louco
Coloquei ela de quatro, abri bem aquele bundão, meti minha língua dentro, lambusei aquelas pregas, enfiei um dedo, depois dois e fiquei ali até ele abrir mais um pouco, seu cu era um pouco apertadindo. “Vai comer não?” disse ela, Enfiei meu cacete devagarinho, entrou até com facilidade, “Rebola vai?” Pedi pra ela… Ela começou a rebolar enquanto eu ficava maravilhado com a sensação, comecei a entrar e sair dela, até que acabei gozando ali naquele cuzinho marrom. Dormirmos extasiados com aquela noite. No outro dia, acordei cedinho, fui pra casa, tomei um banho um café reforçado, passei numa floricultura e mandei umas flores e um cartãozinho pra Jaque “Amei passar a noite contigo, espero repetir a dose.” Com meu número.
Hoje eu e Jaque nos encontraremos e espero que a gente faça tudo e mais um pouco.

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