Fui currada pelo sobrinho do meu marido em nossa cama de casal – O remake

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Publiquei esse relato pela primeira vez em 2005, quando tinha 29 anos. Por ser inexperiente na Internet, postei meu email e nome completos, e acabei sofrendo as consequências. Era uma época antes do Facebook, então a desgraça foi pouca, se comparada ao que seria hoje, mas mesmo assim acabei com meu marido pedindo o divórcio e nosso relacionamento terminou da pior forma possível.
Muitos me criticaram por não ter continuado aquele relato, mas não tive como, porque meu email foi descoberto pelo meu marido e ele acabou descobrindo a traição e não tive como continuar.
Agora já se passaram 13 anos, e nem tenho mais qualquer contato com meu ex-marido. Os outros envolvidos nessa série de relatos já seguiram com suas vidas, e eu mesma já me casei e divorciei outra vez.
Também não sou mais dançarina profissional e hoje tenho uma pequena rede de academias e escolas de dança aqui em Salvador, Bahia, onde continuo vivendo.
Portanto, agora vou recontar aquele relato e prosseguir com a narrativa dos fatos que acabaram não aparecendo no primeiro relato publicado em 2005.

Bom, vamos ao relato.

Meu nome é Giselle, em 2005 eu era casada com M., tinha 29 anos e morava em Salvador, onde moro até hoje.
Era dançarina de uma Banda de Axé, e, formada em fisioterapia, e exercia aquela profissão sempre que possível. A banda na qual eu dançava ainda existe, e portanto vou continuar não dizendo o nome da banda porque, se ela nunca foi famosíssima, é conhecida desde aquela época o suficiente para gerar problemas para mim, inclusive legais, se divulgar o seu nome.

Mesmo naquele tempo, no auge do axé, todo mundo confundia dançarinas com garotas de programa. Esse não era e nunca foi o meu caso.
Nunca precisei ser dançarina por razões econômicas e, muito menos, por exibicionismo.
Simplesmente, sempre adorei dançar e essa sempre foi a única razão para eu ser parte daquela banda.

Sou de uma família tradicional de Salvador e nunca tivemos problemas com dinheiro. Pelo contrário. Meu avô era um fazendeiro muito rico que chegou a ser deputado federal desde a década de 1950 até os governos militares, deixando a família de minha mãe em ótimas condições, que se mantinham naquela época e perduraram até hoje.

Desde pequena era louca por dançar e tive minha primeira oportunidade no grupo de dança da escola aos 12 anos.
Continuei até os 17, quando comecei a faculdade.
Eu queria muito fazer faculdade de dança, mas naquela época não tinha curso aqui em Salvador, então resolvi fazer fisioterapia.
Mas na faculdade de Educação Física havia um grupo de dança do qual eu participava.
Aos 21 anos, no último ano da faculdade, fizemos uma grande apresentação na universidade, com uma montagem de diversos tipos de música. Eu dancei samba, balé, tango e o que eu mais gostava: Axé!
Dancei muito bem naquele dia e fui convidada por uma banda importante de Axé para ser dançarina. Foi a realização de um grande sonho.

Antes de continuar, vou me descrever como era na época, em 2005.
Sou morena, não muito alta (1,70 m) e pesava 59kg. Tenho olhos verdes escuros e cabelos loiros lisos e compridos até abaixo da cintura.
Não tem como negar que tenho o corpo bonito, ainda hoje, e o tinha muito mais bonito na época. Mesmo que não achasse tão bonito quanto os homens achavam, o que ficava demonstrado pela quantidade de cantadas e propostas que recebia nos shows.
Sempre gostei de malhar, e naquele tempo, precisava malhar ainda mais para manter um corpo condizente com a condição de dançarina profissional de uma banda de Axé.
Malhava daquele jeito porque precisava. Se não precisasse, não faria.
Inclusive muita gente dava muito mais valor ao meu corpo que à minha dança. E isso me entristecia. Gostaria de ser reconhecida exclusivamente pela minha arte e não pelo meus atributos físicos.
Tenho bumbum grande, e era muito maior naquela época, algo em torno de 105 cm, com uma bunda bem arrebitada que chamava muito a atenção, principalmente com aqueles shortinhos e calças apertadas que nos dançarinas eramos obrigadas a vestir.
Minhas coxas são bem grossas, e também eram mais grossas naquela época. Levantava 300kg no leg-press, então dá pra ter uma idéia.
A minha barriguinha também era super malhada e sarada. Porque ninguém merece mulher barriguda. Ainda mais porque tinhamos que usar tops para os shows, então não tinha para onde fugir. Era malhar ou malhar.
Minha cintura era naturalmente fina, com mais ou menos 65 cm, e meios seios eram médios com 82 cm.

Meu marido na época, o M., era um empresário do ramo de moda e nós tinhamos nos conhecido quando eu ainda fazia faculdade.
Ele era um homem muito bonito, com belos olhos claros e uma boca perfeita. O corpo dele, no entanto, era normal. Não malhava, ou praticava esportes e tinha uma pequena barriguinha.
Nos casamos após 2 anos de namoro. Na época dos fatos narrados tinhamos 7 anos de casados.
Ele era um ótimo marido pra mim. Me tratava como uma princesinha, fazia tudo que eu pedia, me elogiava, e me fazia sentir super bem, mas só tinha dois defeitos.
Primeiro, era super ciumento. Eu concordo que minha profissão na época dava motivos a ele, mas às vezes ele era super injusto comigo e brigávamos várias vezes por causa disso.
Nunca tinha passado pela minha cabeça traí-lo, nunca achei certo, apesar de muitas e constantes propostas tentadoras.
O segundo defeito é que ele deixava um pouco a desejar na cama. Não que ele fosse ruim, mas acho que ele não sabia como tratar adequadamente uma mulher, para leva-la à loucura no sexo.
Ele mexia gostoso, mas não tinha o hábito de me chupar nem me masturbar. Fazia isso raramente. Além disso, não gostava de sexo anal, algo que eu sempre gostei, até porque com meu bumbum avantajado, meus namorados sempre pediram. E também não era muito dominador, nem gostava de sexo forte, ficando sempre naquele amorzinho adolescente, sem muita pegada. Vocês sabem, aquele xingamento, aquele tapa, aquele puxão de cabelo na hora certa, que nós mulheres amamos, ele não era muito chegado.
Ainda creio que a razão disso foi porque ele sempre teve mulheres bonitas aos seus pés sem muito esforço, por ser muito rico e ser muito bonito.
Também faltava um pouco no "pacote", ou seja, ele não era nada bem dotado.
Assim, sem boas preliminares, sem uma chupada gostosa, sem as carícias corretas, sem uma pegada mais forte, e um sexo mais forte, que minha beleza e condicionamento físico pediam, e sem um cacete que me enchesse toda, eu vivia meio insatisfeita sexualmente, já que nosso sexo não era muito bom.

Mesmo assim, me dedicava a ele, e buscava sempre ser fiel, nos atos e pensamentos, todo o tempo. Apesar das propostas e pressões constantes.
Não fosse pela minha profissão de dançarina, não usaria as roupas que usávamos nos shows. As roupas colantes, os shorts muito apertados, pequenos e cavados, as calcinhas minúsculas fio dental, as calças justíssimas e os decotes cavadíssimos.
Raramente usávamos roupas elegantes ou clássicas para dançar.
Mas fora dos palcos, eu buscava ser muito mais sofisticada, até pela minha origem e pela condição econômica superior que eu e meu marido experimentávamos.
Procurava me vestir de forma discreta, com muita vaidade, mas sem vulgaridade.
Acreditava na época no que havia aprendido com minha mãe de que uma mulher deve se valorizar e não ficar por aí exibindo o corpo feito uma puta barata de esquina.
Então, só me vestia daquele jeito na banda porque a coisa que mais amava, e ainda amo, no mundo é dançar.
Infelizmente a imagem que passávamos nos shows, com as roupas que vestíamos, as danças sensuais, as caras provocantes, era a de putas. Tanto era assim que recebia uma enxurrada de propostas para fazer programa. De empresários, fazendeiros, políticos, jogadores de futebol, cantores, apresentadores, e outros homens de condição financeira. Chegaram a me oferecer 10 mil reais por uma noite de programa.
Até propostas sérias, de produtoras e editoras consagradas, para posar nua em revistas e para fazer filmes pornográficos eu recebia. Obviamente eu recusei a todas, pois amava meu marido e não precisava do dinheiro.

A banda em que eu dançava era composta por eu e mais 3 garotas, dois dançarinos e dois vocalistas.
Todos eram muito bonitos: A Lúcia, era ma morena alta, belíssima; A Rosana, uma negra que dançava super bem e tinha um corpo espetacular; A Safira, outra loira baixinha de corpo sensacional e que também é ótima dançarina; o Felipe, que era um mulato muito alto e super carismático e o André, um moreno de parar o transito, saradíssimo e ótimo dançarino também.
O André sempre me chamou a atenção, pelo jeito carinhoso e ao mesmo tempo misterioso que me tratava. Às vezes me dava até arrepio o jeito que ele se dirigia a mim. Mas era só essa loucura mesmo. Nunca passou pela minha cabeça ter nada com ele, inclusive porque ele nunca me cantou descaradamente. Apenas brincava muito, com piadinhas e elogios.

Confesso que às vezes eu imaginava como o André deveria ser na cama. Tinha ouvido comentários da Rosana, que já havia transado com ele, e ela falava muito bem, da pegada forte dele, e também do tamanho avantajado do pau dele.
Não que eu me importasse tanto com tamanho, na época. Mas que mulher não tem calafrios ao ouvir falar de um pênis avantajado?
Ela também contava como ele era selvagem, dominador, violento, e gostava de mandar na mulher na cama. Não que eu fosse fissurada em ser totalmente dominada na época. Claro que achava que o homem tinha que ter pegada e tomar boa parte da iniciativa, mas também gostava de morder, arranhar, agarrar, subir em cima do meu homem, cavalgar.
Meu marido costumava tomar a iniciativa inicial, mas, como tinha pouca pegada, deixava muito espaço pra eu dominar também.
E com meu marido, e meu primeiro namorado antes dele, eu sempre fora super romântica, e gostava que meu homem me dissesse palavras bonitas enquanto fazia amor comigo. Mas, ao mesmo tempo, também não gostava de nada excessivamente meloso, que me fizesse sentir como se estivesse transando com uma mulher.
Por isso eu sentia falta de ser pega de jeito de vez em quando, levar uns tapas na cara e no bumbum, ser xingada, pega a força, tomar um puxão de cabelo, ser agarrada, jogada na parede, na mesa, no sofá, e levar uma metida bem profunda, violenta, forte e brutal, que me deixaria sem forças e me faria gozar loucamente, como fêmea submetida por um macho dominador, poderoso e violento.

Essa minha vontade oculta de ser dominada vinha da minha experiência com o R., meu segundo namorado.
Ele era um homem extremamente viril e dominador na cama. Por ser muito grande, de mãos enormes, me pegava feito uma bonequinha e fazia o que queria de mim, me virava, me botava em cima dele, embaixo, me botava de quatro, transava comigo em pé, sempre de maneira brutal, e com muito sexo anal. Me sentia sua marionete. Mas adorava. Gozava demais com ele. Lembro que na primeira vez que transei com ele, eu até tremia de tanto prazer, pois era a primeira vez que tinha contato com aquele tipo de homem.
Depois dele, só transei com meu marido, que foi meu terceiro namorado, e voltei aquele sexo romântico e tranquilo que experimentara com meu primeiro namorado, que meu tirou a virgindade lá nos tempos de segundo grau.

A minha vida, contudo, começou a mudar em 2004, após um show em São Paulo.
Por coincidência, esse foi um show super tranqüilo. Praticamente não levei cantadas. O público era mais sofisticado e não tive problemas desta vez. Mas quando voltei para casa, meu marido começou do nada uma crise de ciúmes, perguntando quem tinha me cantado, se eu tinha recebi alguma proposta, dizendo que eu estava esquisita, e tudo o mais.
Eu retruquei, dizendo que não tinha motivos para ele fazer isso e que estava sendo injusto. Nós brigamos e ele se descontrolou, dizendo que só continuava com esses shows porque estava com "tesão de puta" e devia "estar caçando algum homem pra estuprar minha buceta" (palavras dele).
Eu amava meu marido, mas fiquei muito magoada com o que ele disse e chorei muito. Fui correndo pra casa da Safira (dançarina da banda e minha melhor amiga há alguns anos já) e contei tudo pra ela. Ela ficou revoltada e quis até ligar pra ele pra falar umas boas, mas eu a impedi.

Meu marido percebeu o erro que tinha cometido e pediu milhões de desculpas, mandou flores, passou a me bajular, entre outras coisas, e nosso relacionamento voltou ao normal, depois de eu passar algumas semanas emburrada.
Eu sou uma manteiga derretida e não consigo guardar ressentimento de ninguém.
Mas aquela atitude dele demoraria muito tempo para cicatrizar dentro de mim. Tivemos uma conversa séria e ele prometeu ser mais tolerante, principalmente com meus shows.

Alguns meses depois, no final de 2004, um sobrinho dele, o Flávio, veio para nossa casa passar uns dias para prestar vestibular.
Ele era de Feira de Santana e veio para ficar dois dias. Era um garoto muito alto e magrelo, mas muito falastrão e extrovertido.
Tinha apenas 18 anos. Acabou ficando 5 dias aqui e nos entrosamos bastante.
Mostramos a cidade a ele, levamos ao estádio, ao shopping, à praia e outros lugares interessantes. Meu marido gostava demais do garoto e, pelo menos dele não tinha ciúmes.

Alguns meses depois, já em 2005, Flávio voltou: Havia passado no vestibular e ficaria um mês na nossa casa até que as coisas se acertassem pra ele em Salvador.
Eu não gostei muito da idéia, mas meu marido me convenceu, então ele acabou vindo mesmo.
Mal sabia ele que estava plantando um par de chifres enorme na própria cabeça.
Uma semana depois da chegada de Flávio, voltei de uma viagem do Rio de Janeiro e meu marido novamente brigou comigo, voltando a me xingar.
Acabei chorando nos ombros do Flávio, que me consolou.
À partir desse dia, nos tornamos cúmplices e passamos a conversar bastante. Meu marido nunca achou ruim, pois não desconfiava do sobrinho.
O Flávio tnha todo tempo do mundo, porque estava na espera das matrículas da Universidade, e quando não estava em casa, estava com outros 5 dos seus colegas de Feira de Santana que também haviam passado no vestibular e estavam montando uma espécie de república onde eles viveriam durante o curso.

Não demoraria muito para que eu acabasse sendo currada violentamente pelo sobrinho do meu marido, na minha própria cama de casal, e outras experiências sexuais mais loucas que nunca imaginei fazer parte em toda a minha vida.

Eu e meu marido continuávamos estremecidos, e ele passou a dormir no outro quarto, me deixando sozinha na nossa suite de casal.
Quase não nos falávamos, pois estava muito magoada com ele.

A banda tinha que fazer uma turnê em Minas Gerais de uma semana, e fui para viagem ainda chateada com meu marido.
O Flávio, muito prestativo como bom adolescente do interior, me levou no aeroporto e, antes de que eu saísse de viagem me pediu uns vídeos de shows da banda porque ele tinha se tornado "nosso fã número 1" como disse ele, e estava colecionando cartazes, fotos de jornais e revistas, e tudo que se relacionasse a nós. Ele tinha até ido em alguns dos nossos ensaios, e as meninas adoravam ele. Ele tinha aproveitado e tirado várias fotos de nós dançarinas em várias poses, dançando, etc.
Eu tinha alguns dvds promocionais e de shows que tinhamos feito e deixei com ele. Achava ele tão cuidadoso e prestativo comigo. E estava carente por estar sendo maltratada pelo meu marido.

Os shows transcorreram sem maiores eventos, mas, uma noite depois do último show em Belo Horizonte, acabamos bebendo um pouco demais, e como estava cansada, carente e estressada, e ainda naturalmente excitada por causa do assédio dos homens, das cantadas, das propostas indecentes, acabei ficando com o André. Não foi nada demais além de uns amassos e uns beijinhos, já que quando a coisa esquentava no quarto dele, eu acabei caindo no choro, e cortei o tesão. O André foi muito macho e não se aproveitou da situação, parou os amassos na hora, me consolou, escutou meu choro e me levou até meu quarto, que eu dividia com a Safira.

No entanto, o fato de ter trocado uns beijos com o André, acabou pesando na minha mente e me causando sentimento de culpa.

Quando cheguei em Salvador, o Flávio, meu sobrinho querido, já estava no aeroporto me esperando para me levar pra casa. Ele me disse que meu marido tinha feito uma viagem de urgência à China, onde estava negociando a importação de uma grande quantidade de tecidos, e que ficaria lá por duas semanas.
Fiquei triste, pois esperava poder buscar a reconciliação com meu marido, mas, como se tratava de uma viagem de trabalho, não havia muito que eu pudesse fazer.

Estava exausta, mas não conseguia dormir por causa da culpa. Flávio estava na sala de estar, assistindo um filme, e eu me juntei a ele, para espairecer a mente e tentar achar o sono.

Eu estava vestindo uma camisa fina de um pijama de seda do meu marido e um dos meus shorts de dormir bem larguinhos sem calcinha por baixo. Estava em casa, e não via o Flávio de uma maneira sexual, então não tinha porque vestir outra coisa desconfortável.
Peguei um copo de leite na geladeira e fui sentar do lado do Flávio no sofá da sala.

Perguntei a ele o que ele estava vendo, e ele me disse que era um filme de ação muito bom. Eu disse que então ia assistir com ele, e ele ficou muito feliz.
Sentei do lado dele no sofá e começamos a ver o filme. Rimos muito juntos, não somente com o filme mas com o Flávio contando suas piadas sempre engraçadas.
Acabei recostando no ombro dele, enquanto assistiamos o filme seguinte, que era uma comédia romântica. Ele colocou o braço magricelo em volta de mim e acariciava meu cabelo. Me sentia tão confortável, que acabei deitando com a cabeça no colo dele.

Ele, percebendo que algo me incomodava, me perguntou: – o que houve, tia? Tá chateada por causa do tio?
Eu disse: – sim, Flavinho. Estou muito triste ainda.
Ele disse: – ah tia, fica assim não. Quando ele voltar vocês fazem as pazes.
Eu disse: – espero, Inho.

Ele continuava acariciando meu cabelo e eu me sentia cada vez mais confortável. Tão confortável que pensei em desabafar sobre a culpa que prendia meu coração com ele, meu sobrinho tão bondoso e carinhoso.
Eu falei então: – inho, você pode guardar um segredo se eu te contar uma coisa?
Ele olhou pra mim dentro dos olhos e disse: – claro, tia. Eu protejo a senhora no que for.
Eu disse: – não me chama de senhora, que me constrange. E ri.
Ele disse: ok, senhora. Peraí não, tia. Pronto. E riu também.
Eu fiquei tão relaxada com aquele menino, que abri meu coração.
Comecei a contar: – inho, você sabe que eu amo seu tio mais do que tudo, né?
Ele respondeu: – claro, tia.
Eu continuei: – então, durante essa viagem aconteceu uma coisa. Não foi nada demais, mas mesmo assim eu me sinto com o coração apertado.
O olho dele brilhou, e eu senti um movimento estranho na bermuda dele, embaixo da minha cabeça, como se algo muito grande se movesse sei lá.
Ele disse: – pode confiar em mim, tia. Pode se abrir comigo.
Eu então disse: – bom, ontem, na última noite antes da volta, eu estava tão triste de saudade do seu tio, e nós bebemos um pouco demais todo mundo.
O olho do Flávio brilhava e começou a arregalar de uma maneira estranha. Ele disse: – sim, e o que aconteceu?
Eu prossegui: – bem, você se lembra do André, meu colega dançarino?
Ele respondeu: – sim, eu lembro.
Continuei, fazendo força para me livrar do peso da culpa: – assim, eu não tive nada com ele, mas nós estávamos todos muito bêbados, e a Rosana tinha saído com um cara que ela conheceu no show anterior, então, comecei a conversar com o André, e, sem que a gente tivesse intenção, acabamos nos beijando.
Fiquei vermelha de vergonha. No entanto, enquanto eu falava senti um volume estranho se formando e tremendo embaixo da minha cabeça. Parecia que o Flávio estava tendo um espasmo muscular forte na coxa.
Ele falou: – ah, tia, isso não foi nada. Foi só uns beijos, né? E, enquanto perguntava, acarinhava meus cabelos e olhava nos meus olhos.
Eu tomei fôlego e continuei: – bom, sim e não. A gente acabou trocando uns abraços também e subimos pro quarto dele, mas quando começamos algo mais sério, eu comecei a chorar de saudade do seu tio, e o André parou tudo e me consolou e acabou me levando pro meu quarto onde eu fui dormir. Enfim, nada mais aconteceu.
O Flávio então retrucou: – viu? Não foi nada demais, tia. Você não é culpada de nada. Nada aconteceu. Descansa sua cabecinha.
Eu sorri, e disse: – obrigada, inho.
Ele respondeu: – por nada, tia. Agora descansa e vamos ver o filme.

Era estranho, mas um volume absurdo se movia embaixo da minha cabeça. Não podia ser o cacete do Flávio porque um menino jovem e magrinho como ele não podia ter algo do tamanho que dava pra sentir. Achei que fosse um espasmo grave na coxa dele por culpa do peso da minha cabeça. Daí perguntei: – minha cabeça tá pesando, inho? Quer que eu levante?
Ele olhou pra mim, sempre acariciando minha cabeça e disse: – nada, tia. Descansa, vamos ver o filme.
Eu acabei virando de lado para ver o filme, e com aquele chamego na minha cabeça, e meu coração tranquilizado, acabei caindo no sono.

Acordei sentindo algo alisando meu seio direito, enquanto algo acariciava meu cabelo. Fiquei meio desencontrada, naquele estado confuso de quem desperta, e me mexi. Olhei para cima e percebi que o Flávio cochilava com a cabeça caída de lado no sofá, a sua mão esquerda acariciava meu cabelo e a sua mão direita estava sobre o meu seio, com certeza sem intenção.
O volume continuava embaixo da minha cabeça. Tomei cuidado de colocar as mãos dele de lado bem devagar e me levantei.
Ao me levantar, me deparei com uma visão estarrecedora. A ponta do cacete do Flávio estava para fora do shorts, e ela era algo descomunal! Parecia uma bola de sinuca, estranhamente arrocheada, e alcançava um pouco além da metade da coxa do meu sobrinho!
Na mesma hora pensei: coitado do meu sobrinho! Nessa idade é comum os jovens terem esse tipo de ereção noturna. Ele adomerceu cuidando de mim e nem sentiu. Vou acordar ele para ele ir dormir na cama.
Balancei ele e chamei. Ele despertou meio assustado, e eu falei: – menino. Vai dormir na cama. Obrigada por me escutar.

Ele levantou meio como um zumbi e saiu na direção do quarto dele. Eu desliguei a tv, e fui deitar também.

Dormi fácil durante um tempo, mas no meio da madrugada despertei e ouvi sons estranhos, como soluços ou gemidos, vindo da direção do quarto do Flávio.
Levantei e fui olhar, preocupada que ele estivesse passando mal ou algo assim.

Quando cheguei no quarto dele, a porta estava só encostada e olhei pela fresta entreaberta. A cena que eu presenciei foi uma aberração como nunca tinha visto!
Flávio, com seus olhos esbugalhados e sua língua para fora da boca entreaberta, olhava fixamente para os dois monitores de 17 polegadas do computador do seu quarto, no qual estavam várias fotos minhas, com as roupas da banda, em várias posições de danca, digamos, bem eróticas.
Na TV, ao lado do computador, um dos dvds que eu havia deixado com o Flávio rodava, com cenas que pareciam se repetir, nas quais eu descia rebolando até o chão de costas, fazendo uma cara provocativa, e depois subia, virava e descia de frente, com uma das mãos no meu baixo ventre, e outra colocando o dedo mindinho na minha boca, novamente com uma cara provocativa.
Flávio estava tão concentrado nas fotos e nas cenas que não percebeu que eu espiava da porta.
Mas o mais absurdo era o tamanho do pênis do meu sobrinho. A cabeça enorme e arroxeada do tamanho de uma bola de sinuca era acompanhada por uma tora enorme, de pelo menos uns 20 á 25 cm, da grossura de uma lata de refrigerante!
Era algo anormal, doentio, e meu sobrinho deslizava sua mão direita sobre aquele poste enquanto gemia alto e grunhia algo quase inintelígivel entre os dentes mas que soava como "tia, puta, tia, puta".

Eu não sabia o que fazer. Fiquei ao mesmo tempo triste, por perceber que meu querido sobrinho também me via como um pedaço de carne, mas por outro lado estranhamente excitada. Meu corpo estava quente, eu sentia meus seios pesados, os meus mamilos estavam tesos e doíam, minha bucetinha estava úmida e latejando.

Fui até o banheiro da suite e entrei no box, largando minhas roupas pelo chão. Tomei um banho para lavar aquela cena que eu tinha visto da minha mente. Saí do box, me enxuguei, vesti minhas roupas novamente e entrei embaixo das cobertas na minha cama. Dormindo novamente.

Eram mais ou menos 11 da manhã, quando fui despertada por alguém arrancando minhas cobertas e me beijando o rosto, o pescoço, os seios, desabotoando a minha blusa de pijama, com a mão entrando pelo meu shorts larguinho e alcançando minha xaninha raspada com uma simples tirinha aloirada em cima da minha racha.
Era o Flávio, meu sobrinho. Eu não sabia o que fazer, tentei empurrar ele, mas ele parecia excessivamente forte para um rapaz tão magrelo.
Ele me beijava, lambia, mordia e dizia: – tia, sua puta, sua quenga deliciosa. Eu não aguento mais. Eu tenho que te comer.
Com um puxão ele arrebentou os butões que faltavam da camisa do pijama e rasgou a seda fina, me deixando só com os shorts finos.
Eu lutava, me debatia, mas ele já estava em cima de mim.
Eu supliquei: – por favor, Flávio. Eu sou sua tia! Para já!
Ele me deu um tapa forte no rosto, e gritou: – sua puta! Piranha! Quer dar para aquele preto e não quer dar pra mim? Se você não fizer tudo que eu mandar eu conto pro tio que você trepou com aquele preto! Eu gravei o que você disse, sua vagabunda! E me deu outros dois tapas fortes na cara.
Eu fiquei meio atordoada, não só com os tapas, mas com aquilo que ele disse. Me sentia traída, e com o coração partido. Mas, ao mesmo tempo meu corpo, minha buceta, meus peitos, meu cuzinho, meu grelo, tudo fervia e latejava. Eu nunca senti tanto tesão na vida como sendo dominada por aquele adolescente magrelo.

Ele me olhava com ódio, com fúria, como alguém que passou dias sem comer e finalmente encontra um prato de comida.
Ele gritou, me segurando com força contra a colchão: – você vai fazer tudo que eu mandar? Se não fizer já sabe! Conto tudo para o tio!
Eu chorava de raiva, medo, tesão, tristeza, tudo ao mesmo tempo, e disse: – tá, seu puto! Eu faço o que você quiser!
Ele gritou de novo, e deu outro tapa na minha cara: – TUDO o que eu mandar e quiser?!
Eu disse, com o choro se transformando em raiva: – TUDO que você quiser!

Ele sorriu e com um puxão rasgou meu shorts fininho me deixando completamente nua.
Ele começou a me beijar, morder e lamber selvagemente. Beijava minha boca engolindo minha língua, lambia, beijava e mordia minhas orelhas, pescoço, meus peitos, meus mamilos, meus suvaquinhos, era como se quisesse me comer viva.
Enquanto isso, a mão esquerda cuidava da minha buceta. Dois dedos exploravam meu canal encharcado, entrando e saindo violentamente, apertando meu ponto G, e o polegar brincava com meu grelo que estava inchado e duro.
A mão direita corria pelas minhas costas, alisava e apertava minha bunda, abria e explorava meu reguinho e tocava e alisava meu cuzinho que piscava sem parar.

Entre os beijos, chupões e lambidas, ele grunhia "puta", "safada", "cadela", "vadia", "gostosa", "vou te matar de tanto meter".

O medo inicial já tinha passado, a raiva continuava, mas o que eu sentia agora era um tesão indescritível. A imagem daquele pauzão, daquela cabeçona enorme, queimava minha mente e me deixava louca, insana. Eu estava sendo possuída pela idéia de ser currada violentamente por aquele pau anormal.
Não pensava em meu marido, não pensava em nada, era como se tudo se resumisse aquele pau. Eu era uma fêmea pronta a ser coberta por um macho violento e meu corpo e minha mente queriam isso, por mais que eu dissesse que não.

Ele caiu para o meu lado esquerdo e começou a me virar de costas para ele. O pauzão inchado, duro e quente se alojou entre minhas pernas e ele pegou a minha mão esquerda e colocou sobre aquele monstro. O meu braço direito estava preso nas minhas costas, entre o meu corpo e o dele. Eu lutei para não pegar, gemi "não". Ele disse "pega vadia, punheta esse pauzão que vai te rasgar."
Finalmente eu cedi. Era impossível. A minha mão não fechava em torno daquele mastro enorme. Eu comecei a deslizar a mão, punhetando aquela sucuri instintivamente. O Flávio gemia e dizia "isso, vadia. Vai minha tiazinha puta."

Naquela posição ele podia acessar com sua mão direita toda minha bunda e meu cuzinho. Ele usou o mel que escorria da minha buceta inchada para lubrificar meu cuzinho que piscava, e enterrou a ponta do indicador no meu buraquinho. Foi abrindo meu esfincter, me chamando de puta, cadela, galinha que gosta de dar o cú, e, em pouco tempo já enterrava dois dedos no meu cuzinho em um vai e vem rápido e violento.
Meu cuzinho doía, mas também queimava e piscava de tesão. Eu gritava alto: – seu puto! Tira! Tá doendo! Meu cú! Ai meu cú!
Ele não se importava e continuava me lambendo, chupando, mordendo, beijando. Tentava beijar a minha boca, mas eu lutava, dizia que não, com raiva daquele adolescente estuprador que até pouco tempo atrás era meu sobrinho amado.

A outra mão ele usava para virar minha cabeça para ele, tentar beija minha boca, e também para alisar e apertar meus seios inchados e duros, meus mamilos duros, doloridos e pontiagudos como uma bala de tesão.
Descia pela minha barriga, até que chegou na minha buceta, e começou de novo a torturar meu grelo duro, dolorido e latejante com seu polegar e metia 3 dedos na minha buceta ensopada.
Ali também ele metia os dedos com força e rápido. Ele parecia ter um imenso ódio acumulado contra mim. Eu havia deixado de ser a tia querida dele, e agora era só uma dançarina puta loira que somente servia para ser usada para satisfazer todas as taras sexuais de adolescente que ele tinha.

Passados alguns minutos assim, eu já punhetava aquela tora enorme com toda força da minha pequena mão. Eu estava perdendo totalmente o controle. As sensações que vinham do meu pescoço, orelhas, da minha bucetinha, do meu cuzinho, dominavam minha mente.
E de repente, como uma represa que arrebenta, eu gozei forte, ao mesmo tempo, no cú e na buceta, me tremendo toda e gritando: – vai gostoso! Estupra forte vai!

Eu praticamente desmaiei. Fiquei em transe. Ele se aproveitou da situação e me puxou, me virando de costas, com a barriga para baixo. Ele entrou embaixo de mim, e trocou de mãos, usando dessa vez somente a mão direita para continuar a fuder a minha buceta e o meu cú com os dedos, 2 dedos no meu cuzinho, e 3 na minha bucetinha, incluindo o polegar. Com a boca e a língua ele agora brincava com meu grelo, me dando uma chupada sensacional.

Com a outra mão ele guiou o pauzão anormal, inchado, babando e quente dele para minha boca e disse: – lambe e chupa, vadia.
Eu fiz que não queria, mas ele moveu aquela enormidade na frente da minha cara, e eu não consegui impor resistência. Comecei a laber a cabeça, a uretra, dentro do prepúcio recolhido dele, tirando o queijo que estava entre a pele recolhida da cabeça do pau dele, lambendo o queijo com minha língua e engolindo.
Tentei engolir aquela bola de sinuca, mas minha boca não comportava o tamanho daquela aberração. Então voltei a lamber, e também lambia o mastro, enquanto punhetava com minhas duas mãos, gemendo e assoprando, fazendo meu sobrinho tarado estuprador ir a loucura com minhas técnicas de puta boqueteira.

Eu me sentia uma puta, uma total meretriz, uma quenga vadia de beira de estrada. Toda resistência tinha caído. Queria apenas satisfazer aquele macho que me dominava e me dava tanto prazer. Queria prender ele dentro da minha buceta e nunca mais soltar. Tinha perdido minha sanidade naquela rola enorme e monstruosa. E tudo isso sem ter sentido aquele monstro dentro de mim.

Mais alguns minutos e eu já estava perto de ter outro gozo gigantesco. Mas o Flávio percebeu que eu estava chegando perto, e quando eu gritei: – ai, vai, vou gozar! Faz forte! Ele tirou os dedos e me desceu, quase me sentando no colo dele, encostando aquele cacete enorme na entrada abertinha da minha vagina que estava afogada no meu gozo e melzinho.
Eu gritei: – não para, por favor! Eu ía gozar!
Ele dissei: – vai gozar sim, mas vai gozar com pulando no meu pau. Encaixa essa buceta no meu cacete, sua vadia!
Ele alisava e abria meu bundão e passava os dois polegares no meu cuzinho já bem abertinho também.
Eu pensei, com o pouco de sanidade que ainda me restava: "Esse monstro não vai caber na minha buceta, é anormal, vai me matar."
Mas, meu tesão era maior, e com as duas mãos comecei a guiar aquele cacete inchado, enorme e deformado na direção da minha buceta.
Estava de costas para o Flávio, então virei meu rosto para trás e fiz aquela cara provocativa de puta oferecida querendo sacanagem e curra que nós, as dançarinas da banda, faziamos para os machos que iam assistir nossos shows.
Eu disse então: – quer que eu desça na boquinha da garrafa, meu macho pauzudo?
Ele disse com os olhos arregalados: – quero, sua puta cuzuda. E enfiou os dois polegares no meu cuzinho, me abrindo ainda mais.
Eu gemi alto, e empurrei meu corpo para baixo, fazendo a cabeçona monstruosa invadir minha bucetinha.

Parecia que eu estava parindo. Era uma mistura de dor e prazer indescritível. Eu via estrelas, e gritava: – é muito grande. Não cabe não! Tá me rasgando!
O Flávio começou a fazer movimentos de levantar o corpo, fazendo aquela jibóia monstro entrar aos poucos. Minha buceta se adaptava aquele monstro. Nunca tinha tido algo tão enorme dentro de mim. Doía muito, mas um comichão-calor-tremor-ardor-frio-gelado subia por dentro da minha bucetinha e do meu grelo e ía pulsando até meu cérebro. Eu chorava gemendo, e só conseguia repetir: – tá rasgando, tá rasgando, tá rasgando. Como uma vitrola velha quebrada.

Fui descendo mais, e o Flávio empurrava mais, enquanto fudia meu cuzinho com os dedos. Quando metade daquele monstro estava entalado na minha bucetinha eu comecei a cavalgar e rebolar deixando o Flávio ainda mais doido.

Depois de quase meia hora de cavalgada eu comecei a gozar ininterruptamente. Eu apenas babava com os olhos arregalados e subia e descia naquela rola gigante. Não era um gozo atrás do outro, era como um único gozo ininterrupto que pulsava em ondas, como o mar que bate constantemente na areia. Minha mente estava em curto-circuito.

No meio desses gozos, o Flávio enfiou o cacete dele com força, me puxando pelos quadris com as mãos em volta da minha cintura. O pauzão dele bateu com força contra o meu cervix, e eu senti como se algo abrisse dentro de mim, e foi uma mistura de dor e prazer indescritíveis, tudo ao mesmo tempo, era como se, apesar da dor monstruosa, um prazer e uma felicidade sem medida inundassem meu cérebro, minha mente e minha alma.
Eu gritei como uma doida varrida, fora de mim: – rasgôoooo tudo seu puto! Enfia tudo! Me mata! Arrombaaaaaa!
E o Flávio também gritou: – toma meu leite na buceta, sua cadela fudida! Puta de rua!

O gozo celestial durou alguns segundos ou minutos ou horas ou séculos. Parecia que eu e aquele adolescente estuprador filha da puta pairávamos sobre o espaço e o tempo, fora da realidade das coisas humanas. Era só um prazer que pulsava por todo o corpo, como uma felicidade plena e uma sensação de pura alegria e contentamento.

Quando aquela eternidade terminou, eu voltei a mim, e estava deitada de barriga para cima, com minha bunda enorme sobre o corpo magrelo do Flávio. Ele alisava meus peitos e minha barriga com as mãos, e nos dois nos beijavamos loucamente, como se quiséssemos comer as línguas e os lábios um do outro.
O pau monstro ainda estava dentro da muinha buceta, amolecendo lentamente, perdendo a rigidez, se preparando para sair da gruta que agora ele tinha marcado como sua propriedade.

Eu estava exausta, respirava ofegante, era como se tivesse dançado um solo por 5 horas seguidas. Meu corpo todo tremia, latejava e doía, mas a dor não conseguia superar um formigamento que dominava tudo, um prazer constante.
O Flávio também parecia meio semi-acordado, com um olhar perdido.
Eu, finalmente, disse: – Flávinho, você me currou sem dó.
Ele meio que perguntou e afirmou ao mesmo tempo: – mas você gostou, gozou muito, sua gostosa.
Eu respondi: – gozei. Gozei de um jeito que nunca tinha gozado antes. Mas eu sou a mulher do seu tio, isso vai ter que acabar aqui.
O Flávio então disse: – a gente vê isso depois. Meu tio só volta daqui há duas semanas, e nesse tempo eu tenho que comer essa bundona gostosa de dançarina safada.
Eu beijei ele de volta, e fiquei imaginando como acomodar aquela tora no meu cuzinho sem ir parar no hospital ou no necrotério.

Mas isso fica pra continuação, assim como quando o Flávio e seus colegas de republica me fizeram a puta deles por 3 dias, e outras histórias mais.

Beijão! Giselle.

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