Do sonho a realidade nossa

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Há exatos 31 dias nossas vidas tomou um rumo alucinante. Eu e ela começamos a namorar cedo 15 e 12 anos. Parecia uma brincadeira mas fomos nos afeiçoando e nos envolvendo. Quatro anos depois já nos tocávamos com maior ousadia e intensidade. Uma vez por semana eu a tocava nos seios, beijava e colocava a mão em sua xaninha mas com calcinha e ela em mim. Com o tempo passando, ficamos acertados nos encontros, ela vinha sem calcinha e eu sem sunga. Quando sós, era uma festa, ela gozava nos meus dedos e eu nas suas mãos suaves e sedosas. Foi onde nos viciamos depois dos gozos, eu lambia os meus dedos com o seu gosto e ela literalmente chupava os dedos dela e a palma da mão com o meu gozo. Um dia, depois de muito amaço, ela num estado de estase falou, vou te chupar e fez. Foi a primeira vez que sua boca me conquistou. Foi um show, ela subia descia, engolia, voltava e eu já alucinado. Ela então tirou da boca, olhou pra mim e disse, GOZA. Voltou a abocanhar, subiu, desceu e eu explodi. Ela saboreou, manteve a boca na vara e limpou com a boca, levantou foi ao banheiro, quando voltou me deu um longo beijo e disse, agora será assim. E foi por semanas. No dia que ela fez 18 anos ficamos noivo, uma surpresa para a família dela e minha, após o pedido saímos para comemorar numa churrascaria. Na volta, meus pais levaram os pais dela pra casa e nós ficamos. Foi a primeira vez que fomos a um motel. Ela tinha um pedido a me fazer, Flávio, eu quero casar virgem, promete que vai respeitar isso. Claro disse eu. E por esse seu cuidado, disse ela, vou te dar outro presente. Tomamos banho com carícias mútuas, deitamos, fui chupado, chupei, ela gozou, dedilhei ela gozou, em dado momento ela disse: BOTA ATRÁS. Endoidei, lambi o cusinho, enfiei a língua, babei, ela esmagou os lindos peitos na cama, empinou o rabo, segurou minha vara, direcionou e disse, devagar aí também sou virgem. Fui colocando, ela devagar, fui entrando, ela devagar, fui indo ela shhhhh, entrei, ela espera um pouco. Eu num sussurro em seu ouvido disse, quer que eu tire? Ela, de maneira nenhuma saia daí. Ali bateu a certeza, vou casar com essa garota. Gozei, dedilhei ela gozou com a vara dentro. Tomamos um champanhe pra comemorar, fomos ao banho. Eu a lavei, ela me lavou, deu-me umas chupadas, virou e mandou, me faz gozar de novo. E guiou a pica no cu, empurrou, puxou minha mão pra boceta, enfiou o meu dedo nela e empurrou até gozar de novo. Soquei mais um pouco e gozei. Na ida pra casa, pouco falamos mas, trocamos carícias. Levei-a até a porta, a mãe acendeu a luz da varanda, meteu a cara pela portinhola e falou, vocês demoraram. Ela, já entro mãe. Ela deu-me um beijo e eu num sussurro, tá machucada, tá doendo? Ela num lindo sorriso, é muito gostoso, agora vai ser assim. Foi dessa forma que ela viciou em chupar e dar a bunda. Casamos, nesses anos todos, não somos apenas, marido e mulher, somos cúmplices. Sempre fomos nós dois. Ela sempre falou ele não precisa de nada e se precisar me pede. Realmente não tinha por quê. Todas as nossas fodas começavam com chupadas, enrabadas, muita pica na xana e gozadas homéricas e ela goza muito. Com alguns anos, ela começou a sonhar e falar, foi quando passei a ter o conhecimento do seu dia a dia. Até que culminou com o relato do que acontecia com nosso amigo. Tem um mês que, mais uma vez respeitei sua vontade como todas que ela pediu. Não nego, estamos em delírios. Estamos apaixonados mesmo, brincamos, sorrimos, olhos brilhando, estamos felizes. Quarta-feira 11, Carlos veio em casa. Já sabíamos pois ele falou pra ela. Estávamos na área bebendo. Ele chegou, sentou-se começou a beber conosco. Ela sempre sorrindo de vez em quando piscava pra mim. Conversa, bebe, conversa e ela sem rodeios, e aí Carlos quer falar o quê com a gente. Ele tomou um gole, olhou pra mim e quase suplicou, posso falar com ela cinco minutinhos. Eu ri, ela com a mão acenou pra mim e eu falei, sem problema, no que ela emendou, cinco minutos ok? Saí e nem me preocupei em escutar. Fui pra sala liguei o som e coloquei um cd. Sete minutos depois ela chega, por trás da poltrona, me beija o cangote e fala, vamos lá pra fora. Fomos, ele estava tenso, ela passou a mão suavemente em seu rosto, sentou, pediu pra eu sentar, encheu o copo, bebeu, sorriu e soltou a bomba. Flávio, ele não entendeu nada, perdeu o juízo, disse que não consegue dormir, e me propôs até nós nos separarmos e morarmos juntos. Carlos baixou a cabeça. Por alguns instantes pensei, entendo isso. Ela realmente nos encanta. Quando ia falar ela me atropelou, Carlos eu te escolhi para sermos parceiros, eu surpreendi meu marido naquele dia, eu falei pra você se podia confiar em você lembra? Porque isso? Quer quebrar nossa confiança? Acabar com esse prazer? Nós encontramos o que procuramos, sexo. E foi muito bom. Você quer que eu conte pro meu marido? Eu, fingindo nada saber, contar o quê? Ele mais que depressa, nada Flávio, nada. Ela, então Carlos? Como ficamos? Vamos encerrar tudo hoje? Ele respirou fundo, nos olhou e disse, vocês podem esperar um pouco? Acenamos com a cabeça que sim. Ele emenda, posso tomar um banho? Ela, lógico, quer uma bermuda? Ele, quero. Ela, vai lá que daqui a pouco te levo. Ele foi. Olhei pra ela, ato contínuo me falou, fique tranquilo, tenho tudo dominado, dei uma chamada nele, falei um monte, levantei dei uma mamada na vara e perguntei? Quer perder isso? Ele disse, não, não quero. Sem pestanejar, falei, acho que vai complicar. E ela, não vai não. Levantou, foi lá dentro levar a bermuda, demorou uns dez minutos, mais um pouco. Voltou, passou a mão na boca, e sussurrou, dei uma mamada, fiz ele gozar, e disse, hoje é isso, dependendo de você e a última. Acabe o banho saia e decida. Estou esperando. Carlos chegou até nós, pediu desculpas a ela, disse que não queria nos perder de jeito nenhum. Ainda completou, a partir de hoje nós três somos um. Ela levantou, deu um abraço carinhoso nele, um selinho em seus lábios, riu, sentou e disse vamos comemorar bebendo muito. Bebemos, sorrimos, brincamos, contamos piadas, falamos muitas sacanagens. Quando Carlos falou que ia embora, ela com todas as letras, vais vir sábado? Ele, com brilho nos olhos, pode contar com isso. Ela o acompanhou ao portão, demorou um pouquinho. Voltou, sentou, bebeu, me olhou e disse, não falei que tudo tava sobre controle? O que ele não pode saber é que nós não vamos perder essa foda. Alisei ele, dei uma mordidinhas na vara e ordenei, não vá me decepcionar hem? Ele disse que não e sábado estará aqui. Antes que eu dissesse alguma coisa ela levantou me deu um beijo e disse, quer um cusinho? Tô cheia de tesão, doidinha pra gozar nessa vara gostosa. Mais tarde eu conto o sábado. Hoje faz um mês.

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