Assaltaram minha Mulher

Tenho 65 anos. Sou casado com Monica a quase 30 anos. Ela tem 50 anos e o que vou narrar aconteceu a exatamente um ano atras. Vou contar por dois motivos. Primeiro porque não tenho tido muitos prazeres na vida ultimamente, e a leitura tem sido minha melhor companheira. E segundo porque tenho a intenção que minha esposa leia esse relato algum dia, para que saiba o quanto a amei.

Com 60 anos de idade sofri um acidente de carro, o que me deixou sem os movimentos abaixo da cintura. Mesmo depois de muitos exames e cirurgias descobri que passaria o resto da minha vida numa cadeira de rodas.
E o pior de tudo, eu que tinha uma vida sexual muito ativa, mesmo com 60 anos, passei a ser um mero espectador. Com todo carinho de minha mulher, não consegui mais ter ereção. Não foi por falta de tentativas. Minha mulher alem de bonita, tem um corpo perfeito. Resultado de muita ginastica durante a vida, pois até os 30 anos fazia esportes profissionalmente.
Mesmo sexo oral, ela era capaz de ficar horas tentando e nada.

De acordo com os medicos não havia nenhum impecilho físico. Que meu penis deveria funcionar, a menos que minha cabeça não permitisse.
Tentei de tudo e nada.
Muitas vezes ela trazia filmes pornos para que víssemos juntos e o máximo que conseguia fazer era masturba-la com minhas mãos.

Sempre tivemos muitos diálogos sobre sexo e não escondíamos nada um do outro. Fui fiel durante todo meu casamento, e acredito que ela também. porém, me sentia culpado porque ela ainda estava muito ativa sexualmente por ocasião do acidente. E sabia que eu não pudia satisfaze-la.
Cheguei a conversar com ela sobre isso, dizendo que não me oporia se ela arrumasse um amante, que entenderia como uma necessidade fisica, e que isso até me deixaria mais conformado. Ela nunca aceitou. Dizia que permaneceria fiel a mim até morrer. Por um lado me sentia feliz, e por outro culpado.

Muitas vezes percebia que ela se masturbava no banho, outras vezes durante a noite acordava com os gemidos contidos dela se masturbando ao meu lado, e fingia que não via.
Até que tomei uma decisão:
Encontraria uma maneira para ela ter uma relação sem que se sentisse culpada.
Nossa vida corria normalmente, ela saia para o trabalho de manhã, (depois do acidente ela passou a administrar minha empresa) e a tarde ficava em casa comigo. Os empregados ficavam até as 16 horas. Ai então ficavamos so eu e ela, pois nossos filhos ja estão casados.

Certo dia, minha cadeira de rodas deu um problema, e pelo telefone fui ligando para oficinas de concerto. Perguntei se faziam o trabalho no local, pois não tinha cadeira reserva, eles me disseram que sim e que em breve os rapazes iriam na minha casa.
Antes das 9 da manha tocou a campainha e minha empregada anunciou que chegaram os técnicos. Eram 2. Um Senhor de mais ou menos 40 anos e um jovem de uns 25 como auxiliar. Conversaram comigo, olharam o defeito e no local mesmo consertaram. Enquanto consertavam, fiquei observando os dois. Eram bonitos, fortes, e o mais velho era negro. Musculos bem salientes fruto de um trabalho muitas vezes pesado. Enquanto trabalhavam fui tendo uma ideia que confesso, hoje teria medo. Mas no dia, me pareceu absolutamente normal.

Quando fui fazer o cheque para pagar, criei coragem e perguntei se o seerviço deles dava muito dinheiro.
Eles riram de mim e falaram que tava dificil de ganhar a vida. Que nunca tinham dinheiro. Essas coisas todas que a gente sabe.
Então perguntei se não queriam fazer um servicinho extra, o qual seria muito bem pago. E garanti que seria quase uma diversão.
Vi nos seus olhos um pouco de receio. Quando a esmola é demais o santo desconfia…
Mas se interessaram pela proposta.

Contei a eles minha história. Principalmente a parte em que me sentia culpado por minha esposa.
Eles não sabiam muito onde eu queria chegar.
Então fui claro:
-Vou pagar muito bem a voces para que transem com minha esposa!
Ficaram em silêncio. Não sabiam o que responder. O mais velho me olhou e perguntou:
-O sr. Esta brincando né?
-estou falando sério. Pelo meu estado não posso fazer isso, também não quero que ela arrume um amante, pois isso poria em risco o amor dela por mim. Mas se ela transar com alguém desconhecido, so vai satisfazer seu desejo fisico.
-Mas Dr. Como seria.

-Bem eu explico: Voces na verdade entrarão aqui como assaltantes. Vão nos manter de refém. Não precisam me amarrar pois pelo meu estado não haverá necessidade. Vao roubar o dinheiro que lhes prometi, e que estará na gaveta da minha cama, e por fim, vão me ameaçar de morte porque não tenho arma em casa. Voces querem armas. Então resolvem comer minha mulher para me manter vivo.
Vai ser muito facil, pois vou facilitar tudo. Mas quero que sejam muito carinhosos com ela, e não a machuquem. Observem sempre minha reação para saber o que podem ou não fazer. Etc…

Depois de muitas explicações e detalhes eles toparam. Dei um adiantamento para que tivessem a certeza de que estava falando sério.
Combinamos que isso aconteceria no sabado a noite.
A semana demorou a passar. Na semana ainda tive uma conversa com minha esposa com relação a ela ter sexo com alguém para aliviar as tensões. E novamente ela foi categórica.

No sábado eu estava nervoso e ansioso. Eram 9 horas da noite, minha esposa como sempre, linda e perfumada, tinha vestido uma camisola preta, semitransparente, para vermos um filme que ela havia locado. Sentamos na frente da tv e começamos a ver o filme. Quase no final do filme ouvimos um barulho na porta dos fundos. Ela me olhou assustada e antes que pudesse ter alguma reação, estavam os dois na sala, gritando para ficarmos quietos. Eu os reconheci na hora, apesar de terem colocado meias de mulher na cabeça, o que alterava totalmente suas feições. Eles foram perfeitos. Durante meia hora um deles nos manteve sob vigilância enquanto o outro vasculhava a casa.

Eram atores perfeitos. Por fim depois de acharem o dinheiro insistiram nas armas. Minha mulher chorava e eu sem fingir, estava realmente nervoso.
Por fim a grande hora. Eles olharam para minha mulher e deram a sentença:
– Dona, ja que voces não cooperam com a gente, nos vamo come a senhora.
Fingi surpresa. Implorei que não fizessem mal a ela. Ela ficou muda.
-Não se procupe Dr. O sr. vai ve como nóis trata ela bem.

Dizendo isso o mais velho abriu sua calça, e puxou para fora seu pau. Quase me arrependi. O cara tinha um cacete muito maior que o meu nos aureos tempos. Tava totalmente flacido pois ele estava um pouco nervoso, mas mesmo assim, era de respeitar. O mais jovem pegou minha esposa pelo braço e sentou-a na poltrona em frente a mim. O negro então se aproximou e colocou o penis em frente ao rosto de minha mulher que continuava muda.
-Chupa dona!

Minha mulher me olhou, com os olhos vermelhos de tanto chorar e eu, com cara de medo fiz um gesto de como se não tivesse outra alternativa.
-Chupa dona, ou qué que nois de cabo do seu véio.
Minha esposa sem falar uma palavra, abriu a boca e começou a chupar. Com movimentos timidos enquanto chorava, chupava e o penis ia crescendo. Foi ficando duro. Era muito grande. Alem de ser grosso. Ele segurava ela pela cabeça e com movimentos lentos enfiava metade do pau na boca dela. Num dos movimentos foi mais fundo ela engasgou. olhei para ele com desaprovação, ele entendeu e disse:
-Dona, seja mais carinhosa. Segure o caralho com tua mão que dai eu não finco até o fundo.

Ela obedeceu. Enquanto isso, o jovem bolinava seus seios. Foi rasgando as roupas dela até deixa-la somente de calcinha. Beijava os seios da minha esposa e com a mão acariciava sua buceta. Daonde eu estava percebia que ela estava ficando excitada. Chupava o pau do negro de olhos fechados, e instintivamente abria as pernas deixando que o jovem continuasse seu objetivo.

O jovem então se pos de joelhos em frente a ela, e com uma faca cortou a calcinha. Jogou-a de lado e inclinou sua cabeca no meio das pernas da minha mulher. Ela deu um gemido quando a lingua dele tocou o sexo dela. Ele lambia lentamente, e ela chupava o pau do negro cada vez disfarçando menos que estava gostando.
O negro me olhava frequentemente como que perguntando se estava tudo bem, e eu com sinais discretos concordava.

Então ele tirou o cacete da boca da minha mulher, sentou-se no sofá e ordenou:
-Dona, senta aqui!
Ela me olhou e eu inclinei a cabeça como que estivesse dizendo: não tem outro jeito.
Eu percebia claramente que ela estava gostando. Que não queria parar.

Ela então parou em pé em frente ao negro, e ele se inclinou no sofá. Colocou os pés entre as pernas dela obrigando que ela as abrisse. Pegou-a pela cintura e puxou. Ela ficou a cavalo dele com aquele penis enorme apontado para sua vagina. Não precisou ele dizer nada. Com a mão trêmula ela direcionou o penis na entrada da vagina.

De onde eu estava a visão era privilegiada. Eu via ela de costas com as pernas abertas encostada na cabeça de um penis que se não me engano deveria ter uns 22 centimetros. O que não seria totalmente um problema se não fosse tão grosso. Ela foi baixando lentamente e eu via claramente sua buceta se abrindo e engolindo aquele caralho. Entrou quase a metade e ela subiu novamente como se estivesse arrumando, desceu e subiu umas 3 vezes até que soltou seu peso sobre ele.

Ouvi um pequeno grito, não sei se de dor ou prazer, só sei que sem falar nada ela foi mexendo. O pau entrava e saia totalmente úmido, voltando a entrar até desaparecer totalmente. Ela rebolava incansavelmente, gemendo baixinho, enquanto seus liquidos escorriam pelo saco do negro. Não tinha dúvidas. Ela estava gozando. Um orgasmo seguindo o outro.

O jovem estava parado, ainda de calças olhando aquela cena sem tomar iniciativa. Seu penis estava duro sob as calças mas assim como eu estava extasiado com aquela transa. Quando me olhou fiz sinal para ele, apontando para o cuzinho de minha esposa. Ele num sinal de dúvida ainda questionou com a cabeça.
Fiz sinal que sim, não sem antes eu fazer um gesto com a boca para que lubrificasse primeiro. Eu e minha esposa fazíamos sexo anal e ela sempre gostou dessa prática. porém dois ao mesmo tempo ela iria a loucura.

Quando o jovem tirou seu penis para fora, percebi que era a mesma grossura do meu, um pouco mais comprido. Mas dentro do aceitável.
Ele se posicionou nas costas dela e quando ele encostou ela parou os movimentos. Inclinou um pouco a bunda e se preparou para a investida. Confesso que até eu fiquei um pouco decepcionado com a facilidade com que ela aceitou. Sequer falou que não. Simplesmente com as mãos abriu as nádegas deixando totalmente a mostra seu cuzinho.

O jovem posicionou melhor e investiu. Ela deu um gemido e ele empurrou novamente. Ele era bem mais rude que o Negro, até talvez por causa da idade. Com estocadas rápidas e profundas ele foi enfiando. Minha esposa gemia e movimentava os quadris. O negro suava enquanto seu pau era esmagado pela buceta de minha esposa.

Rapidamente o jovem gozou, num grito forte minha esposa também não conteve e teve um orgasmo fantástico. Parou os movimentos enquanto o jovem tirava seu penis para fora do anus espalhando porra pela bunda dela. Pelo anus também saia semem em abundância caindo no tapete, mas o negro ainda não tinha gozado.

E estava exausto. Com uma voz rispida disse:
– Dona, chupa de novo que quero encher sua boca de leite.
Ela se levantou e ajoelhou-se na sua frente.
Abocanhou aquele penis negro e com as mãos socava rapidamente.
Enfim ele num urro gozou. Ela tentou tirar a boca mas com as mãos ele segurou sua cabeça. Escorria pelos labio aquele semem totalmente branco contrastando com o pau duro e negro. Foram muitas golfadas e algumas engolidas até que ele soltou sua cabeça e seu penis saiu ja meio mole.

Sem uma palavra minha esposa ficou sentada no chão enquanto os “bandidos” se vestiam e rapidamente saiam da casa, não sem antes me olhar rapidamente perguntando se tava tudo bem. Sorri e inclinei a cabeça e eles se foram.

Fui até proximo a minha esposa epuxei sua cabeça no meu colo. Falei ta tudo bem, eu tenho uma noticia boa para voce.
Peguei sua mão e dirigi até meu penis. Estava totalmente duro.
Ela sorriu para mim como se tivesse esquecido tudo o que tinha acontecido.
E eu estava duplamente satisfeito.

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