As punhetas que minha irmã me faz

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Cheguei aos doze anos, bem desenvolvido. Bem desenvolvido em tudo inclusive a tara por mulher. Eu ficava excitado até com os personagens femininos de desenhos animados. E o jeito era me satisfazer com punhetas… Várias por dia. Esperava á noite para todos dormirem e eu ligar meu Laptop e entrar nos sites pornôs. Depois, excitadíssimo, bater aquela punheta gostosa… Certa vez eu estava em casa, sozinho com nossa funcionária, sempre me mantendo por perto para ver se conseguia algum lance. Sem sutiã eu já via que ela estava. E a perseguia por todos os cantos. Acho que em certo momento ela desconfiou de minha pretensão e resolveu me dar um presente… Quase morri. Saiu da sala e foi buscar um pano de limpeza, e retornou, com a blusa velha eu estava usando, descuidadamente com alguns botões abertos. Numa baixada que ela deu á minha frente, eu vi seus peitos durinhos. Ela tinha mais ou menos uns vinte e poucos anos. Saí da sala, já de pinto duríssimo, em linha reta para o banheiro e me deliciei com uma punheta louca. Era a primeira vez que eu via, ao vivo, um par de seios e seus biquinhos. A tarde foi uma loucura. Duas punhetadas tendo como visão aqueles seios… Á noite dormi segurando o pinto depois de outra… Aquela visão ficou. Sempre que me excitava, ficava lembrando e socava o pinto até gozar deliciosamente. Tive que guardar bem aquela visão, pois nunca mais a nossa funcionária me deu um presente daqueles. Tempos depois, m uma tarde, lá estava eu outra vez sozinho com ela. Mas nada acontecia a não ser eu ficar tremendamente excitado. Não acontecendo nada fui para o banheiro me desmanchar numa punheta. No meio do ato a porta se abriu e minha irmã (14 anos), chegando do colégio deparou com aquela cena, d’eu sentado no vaso, descascando uma punheta das boas, com o pinto superduro, envolvido pela minha mão… Com os olhos esbugalhados pediu desculpas, fechou a porta e saiu correndo para usar o banheiro do quarto de nossos pais. Foi broxante eu ter me esquecido de tancar a porta. E agora? Pesava eu apavorado. Só imaginava minha irmã contado para minha mãe e a bronca que receberia com castigo e tudo. Mas o tempo passou e minha irmã não contou nada do que vira. A cada dia eu ficava mais confiante. O susto foi quando, num fim de semana em que nossos pais iriam viajar, num momento antes, falou baixinho para mim:
–Desculpe interromper a sua punheta aquele dia. Prometo-lhe que o indenizarei… E saiu rindo da cara de espanto que fiz.
Também pudera, eu nem sabia que minha irmã sabia o que era punheta!
Nossos pais viajaram no sábado bem cedinho. Minha irmã e eu passamos o dia normal. Á noite umas amigas delas vieram e ficaram trancadas no quarto até seus pais buscarem. Eu, no meu, vi alguns capítulos de uma série que estava seguindo… Quando notei que todas as amigas de minha irmã tinham ido embora, me aprontei para dormir. Fui á cozinha, tomei um leite… No quarto tirei a roupa e coloquei o short do pijama. Só o short, sem cueca, pois estava uma noite muito quente. Deite, no escuro e, lógico, fiquei pensando em sexo. Minha porta, devagarinho e silenciosamente, começou abrir. Pela luz que vinha do corredor pude ver que era minha irmã. Tentei ligar o abajur e ela pediu que não… No escuro veio até minha cama e se ajoelhou ao lado dela.
–Não lhe prometi indenizar um dia? Disse baixinho.
Na hora não entendi. Só depois recordei o que ela havia me dito no dia do flagra. Nossa minhas bochechas queimaram na hora. Eu não sabia o que falar e nem o que fazer. Senti, tremendo, uma mão sua acariciar meu corpo; meu peito e barriga. Outra acariciar minha coxa. E essa foi a mão que iria me deixar maluco. Acariciando, minha irmã foi levando a mão em direção a meu pinto. Eu entrava em choque. Uma paralisia total tomou conta de mim. Mas antes que descobrisse alguma foram de reação, a mão de minha irmã chegava á sua meta: meu pinto. Meu pinto completamente mole, murcho, gelatinoso. O meu pavor era tanto que até aquele momento eu não sabia como endurecer um pinto. Mais ainda quando, dentro de minha cabeça, explodiu a bomba do: “com irmã não pode”. Mas como me livrar dela? Eu estava entregue; completamente submisso. Nadando em piscinas de terror senti meu short me abandonando. Minha irmã o tirava pelas minhas pernas. No escuro eu estava completamente nu diante de minha irmã. Sua mão alcançando o objetivo, agora acariciava toda aquela massa de carne mole. O saquinho onde eu guardava os ovinhos; o tubinho, razão de minhas gozadas. Eu não conseguia normalizar minha respiração.
–Calma; calma. Respire normal. Sugeriu minha irmã.
Aos poucos, sentindo o prazer agradável de ter outra pessoa a acariciar meu pinto… Coisa nova para mim. Fui me acalmando. Meus ouvidos detectaram um farfalhar de tecido… Imediato minha irmã pegou minha mão e passou em seus peitinhos. Ela havia retirado a blusa. Peitinhos! Sonhava com eles, mas nunca havia tocado… E também nunca havia me interessado pelos de minha irmã… Minha irmã voltou a acariciar meu pinto. Deu um beijo na cabeça dele e eu fui eletrocutado. Nossa! Que emoção! Continuou com os beijinhos e meu pinto começou a dar sinais de vida. Nossa! Que susto! Achava que ele havia morrido! Aos poucos, com muito carinho, ele foi acordando e ficando como eu o conhecia: duro… muito duro. Minha irmã deu então início a uma punheta lenta, gostosa. Eu só sabia gemer de prazer. Ela se levantou e sentou-se na beirada da cama. Acelerou os vaivéns da punheta que estava me dando… E eu ia ficando louco. Pegou minha mão novamente e colocou em suas coxas. Desconfiei que fosse para eu fazer o mesmo que ela fizera comigo e discretamente comecei a alisá-las. Em dado momento eu dei um gemido animalesco. Minha irmã havia enfiado meu pinto na boca e chupava loucamente. Minha de repente ansiou por tocar a boceta de minha irmã e foi o que fiz. Levei a mão e toquei uma bocetinha lisinha sem pelos e molhadinha. Era o ápice para mim… O êxtase… Não havia mais condição d’eu aguentar sem gozar. Meu pinto deu a primeira contração acompanhada de um grave gemido meu. Minha irmã o tirou da boca e as contrações de gozo vieram fortes. Ejaculei doidamente. E os espirros de porra iam sem rumo para todos os lados. Mas minha irmã não parou com os vaivéns até a última gota. Realmente ela me indenizara e com juros. Meus orgasmos param. Imediatamente, com meu pinto ainda duro, e todo molhado, minha irmã voltou a abocanhá-lo. O chupava e se masturbava. Eu precisava ver a cena. Pedi para acender a luz. E ela aceitou. Liguei o abajur. Minha irmã, nua, chupava meu pinto e se masturbava. A cena dos meus sonhos. Só não sabia que seria com ela… Até que entrou em orgasmos e se desmontou atravessada em cima de mim. Ficamos assim, complemente moles, até recuperarmos para nos aprontar para dormir.
Dia seguinte, domingo, sozinhos, acordamos pelo meio da manhã. Tomamos café sem comentar nada do que estivéramos fazendo. Depois do almoço, mesmo sem comentarmos, fomos nos divertir vendo filmes pornôs. Compartilhamos o mesmo sofá… Não demorou muito e minha irmã, colada em mim, já respirava forte e, lógico, entrávamos em excitação. Eu ainda não sabia bem o que fazer como começar, mas minha irmã sim. Abraçou-me forte colando sua boca em meu pescoço enquanto descia a mão e acariciava meu pinto já tremendamente duro. Durante um tempo acariciou por cima da calça, mas não aguentou assim e, descendo o zíper, abriu minha braguilha buscando e colocando para fora o meu mastro. Punhetava-me como uma profissional. É como eu achava que uma profissional me punhetaria… Meu pinto pulsava. Abaixou a cabeça e novamente colocou meu pinto dentro a boca chupando com maestria. Joguei a cabeça para trás, fechei os olhos e fiquei me deliciando com aquela mamada de minha irmã. Mais tarde me confessaria que morria de vontade de chupar um pau e como não tinha oportunidade, vira esta oportunidade em mim depois de ver meu pinto duro no dia do flagra. Ela gemia de satisfação… Até que sugeriu de tirarmos toda a nossa roupa. Sugestão rapidamente aceita por mim. Minha irmã com seus catorze anos era linda. Bocetinha raspadinha, lisinha. Que coisa louca! Comigo sentado no sofá, ajoelhou-se em frente as minhas pernas abertas com aquele mastro apontando o teto e o buscou, dando nova sessão de mamadas, se deliciando em mamar. Entrei em êxtase. Não aguentaria mais tempo sem ejacular. Tentei afastar a cabeça e a boca de minha irmã de meu pinto. Ela endureceu e não saiu. Incontrolavelmente eu gozei. Enchi a boca de minha irmã com minha porra. Ela mamou tudo. Engoliu tudo até a última gota. Quando terminou, eu estava mole, sem forças para sair daquele transe. Todo meu corpo vibrava com aquela gozada. Minha irmã deitou-se no sofá; um pé apoiado no chão e o outro no assento. Sua bocetinha assim ficava toda á mostra. Olhei curioso. Nunca tinha visto uma boceta assim, vermelhinha, toda exposta, ao vivo. Estava toda molhada. Até as coxas em volta estavam molhadas. Ela olhou-me e disse:
–Não quer experimentar?
Lembrei-me dos filmes onde os homens mamavam as bocetinhas de suas parceiras. Meio receoso fui me acomodando e chegando mais perto. Dei um beijinho naquilo que eu já aprendera seria o clitóris. Acompanhando dei uma lambidinha. Mesmo depois da minha magnifica gozada, meu pinto reagiu e entrei em excitação outra vez. Numa dessas excitações que nos levam a loucura… Caí de boca naquela maravilha macia, vermelhinha e molhada. Lambi, chupei… Minha irmã gemia quase gritando de prazer. Coloquei o seu clitóris dentro da boca e mamei delicadamente, pois já havia lido num Conto que se colocasse força era muito doido para a mulher… Minha irmã deu um gritinho e gozou. Recebi na boca o líquido de seu gozo. Não sei como, mas sentir aquele líquido quentinho escorrendo pela minha boca, me levou a me acomodar de jeito a levar meu pinto até ao alcance da boca de minha irmã. Mal ela colocou dentro da boca, gozei. Final de tarde e desta vez fomos tomar banho juntos. Ela me sugeriu tirar os poucos pelinhos que eu já tinha. Aceitei e ela mesma cuidou disto. Daquele dia em diante, sempre que tínhamos oportunidade caíamos a chupar um ao outro. Esperávamos ansiosos, nossos pais viajarem e nos deixarem sozinhos. E foi numa destas que minha irmã, depois de vermos um vídeo pornô, me disse que ansiava para que eu comesse o cuzinho dela. Nossa! Era um avanço muito grande para nós que ainda éramos pouco conhecedores da matéria. A gente só brincava pincelando o seu cuzinho com meu pinto quando muito duro, mas… Resolvemos experimentar. Fomos para o quarto dela. Tiramos nossas roupas e ela se deitou de bruços em sua cama. Meu pinto já estava que nem um pau, mas vendo aquela bundinha a meu dispor e imaginando, ficou mais duro provocando até um pouco de dor. Lubrifiquei tudo como viramos num dos vídeos. Deitei por cima dela apontando e orientando a cabeça de meu pinto para seu cuzinho. Ela auxiliou puxando com as mãos as bandas de sua bunda para os lados. Coloquei a cabeça e pressionei. Somando o tanto que estávamos excitados mais o óleo lubrificante, inesperadamente, a cabeça penetrou após um gemido de prazer de minha irmã. Com a cabeça dentro, o coração a mil por hora e uma respiração forte rápida, me acomodei e coloquei mais pressão. Meu pinto foi entrando comigo segurando para ir bem devagar. Minha irmã começou a chorar. Parei, mas ela me tranquilizou dizendo que era de emoção e prazer. Fui colocando até que senti todo meu pinto todo abraçado por aquele buraquinho quentinho, cheio de t’são. Devagar, delicadamente comecei os vaivéns. Mas o t’são de ambas as partes era tão grande que logo eu estava socando animalescamente. Gozei então inundando o cuzinho de minha irmã com meus fluidos de gozo, com toda minha porra do momento. Ela sentiu e foi levada então ao orgasmo cheio de gritinhos e gemidos de satisfação. Acrescentamos, neste dia, mais um item para as nossas brincadeiras de satisfação nos dias de grande t’são.
Só fomos inaugurar e experimentar, como era eu comer, e ela dar pela primeira vez, a sua bocetinha, dois anos depois quando minha irmã estava com 16 anos. Foi uma noite de delícias e irresponsabilidade. Mesmo sem nos prevenir minha irmã e eu passamos a não ser mais virgens. Metemos naquela noite umas quatro vezes. No dia seguinte uma grande preocupação nasceu e nos acompanhou até que ela, minha irmã, ficou novamente menstruada. Ho! Alívio! Escondida de nossa família ela começou a tomar pílulas e aí, garantidos, matávamos nosso t’são assiduamente. Ela tornou-se minha punheteira oficial e é até hoje. Hoje, casada, com família… Fujo de vez em quando para sua casa em horários que não tem mais ninguém – marido trabalhando, filhos na escola – e me satisfaço com punhetas que somente ela sabe fazer… Uma delícia.

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