Adulto chupador de garotos, pensava eu 2

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Continuando Adulto chupador de garotos, pensava eu
Dois depois da primeira chupeta que recebi, fiquei louco e querendo outra, esqueci o medo e liguei ao Raul e me pediu para ir no outro dia a tarde na casa dele pois não trabalharia. Aquela noite foi infernal e pala manhã na escola não conseguia pensar em outra coisa. Fui para casa almoçar e avisei minha mãe que iria fazer trabalho na casa de um amigo. Peguei o ônibus e fui até a casa do Raul e ao chegar na frente tremia de medo, toquei a campainha e um pouco tempo depois ele abriu a porta. Sentia-me sendo observado pelo mundo todo em ir à casa de um homem solteiro. Raul abriu a porta e depois o portãozinho e entrei, era uma sala toda organizada e ele ao fechar a porta devo ter ficado branco pois sabia que não tinha como fugir de lá fácil. Ele percebeu meu medo e pondo a mão no meu ombro falou:
R: – Calma, será tudo gostoso, não tenha medo. Estava com vontade?
Eu: – Estava ansioso e com vontade de ser chupado.
R:- Quer tomar um guaraná?
Eu: – Não precisa
R: – Vamos ao meu quarto
E continuou com a mão no meu ombro e me orientando no caminho do quarto, e logo ao passar pela porta se aproximou da minha orelha e falou bem sensual.
R: – Relaxa que vai ser incrível para nós dois.
Meu pinto estava duro de doer e ele continuou atrás de mim e começou a levantar minha camiseta e passar a mão nas minhas costas que se arrepiava toda. O Raul terminou de tirar a minha camiseta, encostou-se ao meu corpo e sussurrando no meu ouvido disse:
R: – Vamos tirar essas calças para liberar o meu brinquedo
Nesse momento ele estava me encochando, soltou meu cinto, as calças e foi abaixando junto com a minha cueca. Ao chegar aos meus pés, tirou o tênis e tudo pelo pés. Eu me apoiei na cama dele e senti um beijo em cada banda da minha bunda. O Raul pediu para eu deitar e ele foi se despindo e ao tirar a cueca fiquei surpreso ao ver o pinto dele que era enorme, mole era maior que o meu duro. Não consegui tirar os olhos daquele pintão e quando me percebi e olhei para ele vi um sorriso estranho. Ele se deitou ao meu lado e começou a fazer carinho na minha barriga e beijando meu pescoço. Os arrepios eram enormes e meus pelinhos tudo arrepiado. Eu me sentia seguro em deixei ele continuar com a mão e ao tocar meu saco ele encostou a língua na minha orelha e com a outra mão não deixava eu me afastar dele. Sem controle soltei um gemido manhoso…..Isssssssss Ahhhhhhhhh.
R: – Está gostoso meu machinho?
Eu: – Uma delícia, parece que vou explodir
R: – Em breve na minha boca………e continuou com a mão no saco e virilha e descendo com a boca me lambia até chegar na cabeça do meu pau, foram poucas chupadas com maestria de língua em conjunto para gozar sem controle e gemendo alto.
Eu: – AAAAAAHHHHHHHHHHH que tesão….e desmontei na cama. O Raul engoliu toda minha porra e falou:
R: – Voce é um fabrica de porra docinha, quero mais, relaxa que vamos voce gozar mais.
Ele continuou me lambendo e agora descendo ao meu saco e virando o corpo ao inverso do meu, posição do 69 que só via nos catecismos do Carlos Zéfiro, mas entre homem e mulher. Ao olhar ao lado o pintão do Raul estava duro e bem próximo aos meus olhos e ficava dando pulos e uma das vezes bateu na minha testa, e eu não conseguia para de olhar. Voltei ao planeta terra quando o Raul levantando uma das minhas pernas lambeu embaixo do saco e próximo ao meu cu. Levantei a cabeça para olhar o que ele estava fazendo e me afastando daquele pintão e soltei outro gemido forte. O Raul parou com a língua e disse bem manhosamente para fazer carinho no pinto dele. Eu respond de imediato:
Eu: – Naõ posso pegar nele, eu não sou viado.
R: – Calma, não é fazendo carinho em quem está fazendo carinho em vc que é virar viado e tem mais, não vou falar para ninguém, é nosso segredo.
Eu fiquei parado só olhando e ele pegou minha mão e colocou no pintão dele e começou a fazr minha mão o masturbar. Logo ele soltou minha mão que envolvia aquele troço e eu não tirei a mão e continuei o carinho. Ele comentou:
R: – Está vendo que você não mudou em nada em fazer esse carinho?
Eu: – É diferente sentir um pinto na mão que não é o meu, nunca tinha feito isso
R: -Continua a sua parte que vou fazer a minha parte nesta festinha.
Continuou a lamber meu saco e cada vez mais abaixando a língua até alcançar-me o cu, agora ele levantava minhas duas pernas até encostar meus joelhos no meu peito e linguava forte.
Eu: – Nossa que delícia essa língua …. e fui bater uma punheta e ele ao perceber mandou tirar a mão para poder estender o carinho.
O Raul saiu daquela posição e pegou numa gaveta ao lado da cama uma latinha e se sentou aos meus pé e pediu para eu voltar para a posição de joelhos no peito e ao fazer isso ele colocou um travesseiro embaixo da minha bunda elevando mais meu saco para chupar, pensava eu…O Raul ficou de cócoras no meio das minhas pernas, abriu a latinha e passo um creme no meu cu e quando ia reclamar ele enfiou meu saco na boca e ficou mexendo a língua na bolas, que delícia. Ele subiu lambendo meu pinto e pedindo para segurar as pernas bem altas foi lambendo minha barriga, chupou meus peitinhos, e sempre com o dedos fazendo carinho no meu cu. Ele encostou-se à minha orelha, enfiou a língua e ao sentir que arrepiei ele enfiou o dedo no meu cu e falei para ele:
Eu: – Tira que está doendo
R: – Calma, deixe seu cu relaxar e faça força para fora
Fiz força e senti ele enfiar mais e aquela língua na orelha me desnorteava, queria pedir para tirar o dedo mas começou a ficar um calorzinho gostoso. O Raul levantou o corpo que estava encima de mim e olhando para o seu dedo no meu cu disse:
R: – Veja que ele está acostumando com meu dedo, vou por mais vaselina para parar de doer e só ficar gostoso.
Ele passava mais e colocava para dentro com o dedo e pediu para eu encostar a cabeça na cama, já que estava tentando ver o que fazia. E olhando para o teto da quarto dele, senti ele tirando o dedo e um pouco depois aproximou os joelhos dele encostando um em cada banda da minha bunda que estava bem levantada e com o braço esquerdo segurou minhas duas pernas mais pressionadas ao meu peito e senti ele com outra mão passar algo quente no meu cu, pensei que ia enfiar outro dedo mas senti algo grosso e fazendo pressão para entrar, tudo isso em segundos que pareciam horas para mim. O Raul continuou com aquela coisa quente e ao pensar…será que era o pinto dele?…..não poderia ser, ele sabe que não sou viado…. perguntei assustado:
Eu: É seu pinto?
R: – É sim
Ele olhando no meus olhos empurrou com força e não deu tempo e travar o cu, entrou rasgando e sem parar até o fim e ele fala:
R: – Pronto, pronto, já está tudo dentro, relaxa e faz força para fora para expulsar ele.
Eu bobinho fiz força e o Raul aproveitou para socar e começar o afunda e tira, afunda e tirar, sem preocupar com meu choro que escorria nos olhos, foram algumas bombadas e meu pinto que estava duro e pressionado na barriga do meu algoz começou a gozar, que delícia e disse:
R: – Isso meu garoto, goza com meu pau no seu cu, vira macho, só macho que aguenta meu caralho e goza assim, toma meu caralho que está rasgando esse cu, toma moleque, vou fincar tudo e gozar para vc sentir meu calor.
Ele gozou, ficou super quente e meu pau pulava mas não saia mais leite.
Se quiserem que continue, é só pedir

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