Acampando em família

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Olá, sou o luciel e vou contar sobre um acampamento que aconteceu uns anos atrás, mas que mudou pra sempre a minha relação com meu pai e irmão e o jeito que eu vejo o mundo. Sou o caçula dos 3 filhos do meu pai, ele tem uma filha do primeiro casamento que vive com a mãe dela, meu irmão lucas (com 16 anos na época) e eu (com 12 na época).

Meu pai, Luiz, esta muito bem pra seus 39, não tem nenhum cabelo branco, com o vigor e força de um jovem de 20 anos. Ele trabalha com vendas de carros numa concessionária, e tem um corpo moldado pelas frequentes peladas com os amigos no clube. Eu nessa época era bem desligado no quesito sexo, mas de uma coisa eu tinha certeza, eu não era igual aos outros meninos da minha idade e nem me sentia atraído por nenhuma mulher, mas sabia reconhecer as belezas num corpo masculino.

A irmã do meu pai, arrumou um namorado, e esse cara era um aventureiro (no lado bom da palavra) ele gostava de fazer trilhas, acampar, caçar e todo tipo de aventuras que se pode ter no meio do mato. E ele acabou convencendo meu pai a embarcar numa dessas aventuras, e lá fomos nós: eu, meu irmão lucas, meu pai Luiz e o nosso tio postiço Esmael; passar 4 dias no meio do mato, apesar de ser uma região onde costumava ter várias pessoas acampando, nessa época que fomos estava vazia.

Eu estava um pouco inseguro com essa idéia louca do meu pai de arrastar a gente pro meio do mato sem nunca ter acampado antes na vida. Mas eu confiava mas habilidades e experiência do tio Esmael. Tio Esmael, 28 anos, branco, alto, um belo exemplar de macho, corpo malhado e bronzeado, cabelo curto cortado na maquina, olhos verdes e um sorriso capaz de fazer qualquer mulher molhar a calcinha. Eu por várias vezes me perdia em pensamentos ousados enquanto admirava aquele abdômen trincado.

Chegamos cedo no local do acampamento, eu e lucas ajudamos os homens a armar as duas barracas e a juntar madeira pra fogueira que acenderiámos mais tarde. Durante a procura por madeira seca, sentei debaixo de uma árvore pra descansar um pouco e aproveitar a visão de dois belos machos sem camisa trabalhando, eram corpos diferentes, mas igualmente sedutores. Enquanto contemplava os músculos do tio Esmael não percebi que meu pai havia percebido a minha admiração naquele corpo másculo, quando meus olhos encontraram os deles e vi que ele notou os meus olhares no corpo do tio Esmael, eu mais que rápido levantei e tentei fugir dessa situação embaraçosa voltando a procurar lenha com o lucas.

Após tudo pronto no acampamento, tio Esmael chamou todos pra irmos até uma cachoeira que tinha ali perto e se refrescar um pouco antes do almoço. Eu havia adorado a idéia, iniciamos a caminhada por uma fina trilha de terra que sumia as vezes por causa da vegetação que insistia crescer, uma caminhada de uns 15 minutos e chegamos. Meu pai começou o seu showzinho e retirou as botas e a calça, pude ver o belo volume no meio de suas pernas escondido dentro de uma cueca azul, parecia ser uma rola grande e grossa repousando em cima de um enorme saco, estava lá eu perdido nos olhares quando mais uma vez fui flagrado por meu pai. Ele não parecia estar bravo com meus olhares, de certo achou que era a típica curiosidade de um menino tentando descobrir como será sei corpo no futuro olhando para outros homens, mas mesmo assim me senti envergonhado e desviei o olhar. Lucas foi o primeiro a entrar na água, estava de bermuda e exibia o corpo de um homem em formação, já tinha alguns músculos tímidos em seu corpo, um corpo magro e jovem. Eu também segui o exemplo e fiquei de bermuda, peguei no braço do meu pai e entramos na água fria, eu não sabia nadar e fiquei o tempo todo agarrado nele. Quando estávamos os 3 na água, não esperávamos pela supresa que o tio Esmael nos preparava, surgiu no topo da cachoeira que deveria ter uns 4 metros de altura totalmente nú. Uma visão digna das melhores revistas de nudes masculina, um macho malhado e nú. Ele gritou "SOU O REI DA SELVAAAAAA" , bateu algumas vezes no peitoral imitando um gorila e pulou na água. Todos rimos disso, e eu do alto de meus 12 anos não consegui segurar a minha ereção, meu pintinho ficou duro com o exibicionismo do tio Esmael, e como eu estava grudado no meu pai aposto que ele sentiu algo duro. E outra vez ele fez vista grossa e não disse nada, meu pau não baixava, ver a nudez do tio Esmael só me fazia ficar mais excitado, pra ele era normal a nudez entre homens, afinal ele passou bastante tempo no exército.

Lucas não ficou pra trás e arrancou fora a bermuda e a jogou numa pedra, exibindo um pinto bem maior que o meu e com um tufo de pelos em volta, tio Esmael aplaudiu sua atitude "isso aí, lucas, estamos entre homens, não há motivo pra vergonha ou pudores" , papai se sentiu desafiado, se seu próprio filho tinha coragem de ficar nu ele também ficaria. Fiquei surpreso ao vê-lo arrancar fora a cueca, eu estava grudado em seu braço com as pernas presa em seu abdômen e no movimento que ele fazia pra nadar encostava sua rola na minha coxa.

-Só falta você, luciel, tira essa bermuda aí e vê como é bom nadar pelado. -disse tio Esmael.

Eu estava envergonhado pela minha ereção, mas acabei tirando. Lucas percebeu a minha ereção e fez questão de anunciar pra todos "tá de pau duro hahaha" , pra tentar esconder meu pinto duro cheguei mais perto do meu pai e senti que seu pau não estava em seu estado normal, estava meia bomba e crescendo.

-Para disso, lucas -disse tio Esmael em minha defesa – isso é normal, é uma reação do corpo, a água está fria e o corpo manda mais sangue pra essa área resultando numa ereção. Olha Como eu estou!

Essa explicação não me convence hoje, pois o corpo numa situação de frio, manda o sangue pro Centro do corpo e órgãos pra manter tudo aquecido, mas na época eu não sabia disso e engoli a desculpa que ele deu pra também estar excitado. O pau era grande, o maior que tinha visto até então, pra um garoto de 12 anos um pau de 17cm era gigantesco. Ele havia levantado na área raza deixando a cintura pra fora da água exibindo seu membro duro que estava apontando pro céu. Logo aconteceu o inevitável e senti o pau do meu pai ficar duro na minha perna, e ele aproveitou a deixa do tio Esmael e confirmou aquela teoria.

-sim, deve ser isso mesmo, até o meu ficou duro.

Através da água transparente vi um pau bem maior que o do tio Esmael, 21cm de puro nervo duro. Lucas não ficou fora da festa da linguiça e também teve uma ereção, era quase do tamanho do tio Esmael, sendo um pouco mais fino, 17cm. Estávamos os 4 de pau duro, e ficou um clima meio constrangedor que em poucos minutos passou e curtimos a água mesmo de pau duro. O pau de ninguém baixava, eu estava morrendo de tesão vendo todas aquelas rolas duas e sentindo a maior delas roçar na minha perna.

Mas nada de mais aconteceu ali, saímos da água (todos de pau duro) e nos vestimos, na caminhada devolta para as barracas, os ânimos já estavam normalizados e ficou um silêncio até chegarmos. O resto do dia não aconteceu nada de mais, mas na hora de dormir sim. Haviam duas barracas, eu queria ficar com o papai, me sentia mais seguro com ele. Na outra barraca ficaram tio Esmael e o lucas, antes de entrarmos nos sacos de dormir dentro da barraca, tio Esmael foi até nos e falou:

-Luiz, vai esfriar na madrugada, e você vai precisar fechar o saco de dormir, dentro fica muito quente, se eu fosse você ficaria nú dentro do saco de dormir, se não suas roupas vão amanhecer encharcada de suor. Eu mesmo vou dormir nú no meu saco.

Papai acatou o conselho do tio Esmael e mais uma vez ficou nú na minha frente, aquela rola mesmo mole era linda, cercada por pelos bem aparados e com o saco grande e pesado completando o equipamento. Mas durou pouco minha visão, ele apagou a luz e entrou no saco de dormir. Eu também fiquei nú e tentei dormir, mas sem sucesso. Com a soma do tesão com a situação diferente do acampamento fiquei horas acordado, e como tio Esmael havia dito esfriou muito na madrugada, eu estava tremendo de frio.

-Não consegue dormir, filho? – disse meu pai sussurrando.
-Não, tô com frio.
-vem aqui pro meu saco, eu te esquento.

A luz é acesa pelo meu pai, quando eu olho pra sua direção ele abre o ziper do saco de dormir até os joelhos e o abre exibindo o pau duro e um sorriso sacana. Não pensei duas vezes e sai nu do meu saco exibindo também a minha ereção e me aconcheguei bem em seu corpo, ele fechou o saco e apagou a luz, eu estava deitado em seu peito peludo, minha perna encaixada entre as deles por cima da rola dura, o seu cheiro me deixava com mais tesão. Senti a mão dele passar por minhas costas e descer até minha bunda, ele segura firme minha nádega e aperta. Não consegui segurar o gemido e gemi baixinho, foi o sinal verde pra os beijos começarem, primeiro na testa, depois foi descendo pelo rosto até acontecer um selinho. O selinho seguinte foi por minha iniciativa, nunca havia beijado antes e fiquei surpreso quando senti a língua do meu pai invadir a minha boca, e por instinto a chupei com vontade. O braço do meu pai me puxava pra mais perto enquanto seu dedo explorava meu rego à procura do meu cuzinho, e quando senti o dedo grande e áspero tocar meu furinho virgem senti um prazer até então desconhecido, meu corpo todo ficou arrepiado e senti o prazer dominar meu ser. Eu estava totalmente Entregue, queria mais, queria aprender prazeres novos com meu pai. Após vários Beijos molhados, papai pegou a minha mão e a colocou em sua rola que estava dura como pedra, estava quente e babando, iniciou um movimento de punheta que aprendi e passei a fazer sozinho sem precisar do auxílio de sua mão. Ele gemia baixo e suspirava forte, senti a ponta do dedo entrar no meu cú e senti um pouco de dor pois estava sem lubrificação, com a outra mão ele leva um pouco de saliva até meu furinho virgem e piscante, aí sim o dedo deslizou pra dentro sem dificuldade ou dor me fazendo gemer e rebolar esfregando meu pinto em sua coxa. Ficamos pouco tempo nessa posição e papai abriu o saco de dormir e disse pra eu deitar por cima dele virado pra baixo. Sua rola ficou na minha frente, apesar da escuridão da barraca não pude ver nada mas sabia o que fazer graças aos vídeos que via na Internet, imitei as atrizes porno e coloquei o máximo que pude daquela rolona na minha boca, o sabor era delicioso, eu sugava toda aquele líquido que jorrava daquela pomba gostosa, não consegui me segurar quando senti a língua quente do meu pai tocar no meu cú e gemi alto.

-shhhhhh! Vão ouvir a gente! – disse papai.

Continuamos com nossa brincadeira gostosa e foi inevitável não gemer com as linguadas e dedadas do meu pai. Ouvimos Alguns barulhos fora da barraca, e paramos, ficamos imóveis esperando pra ouvir outro barulho, mas nada aconteceu, nada além dos sons da noite na mata.

-deve ter sido o vento, continua filho!

Voltei a mamar naquele pau até receber uma gozada na garganta, não gostei muito do sabor, mas no tesão senti vontade de tomar tudo, até o que havia caído fora da minha boca fiz questão de Lamber, papai tentava segurar os gemidos de prazer mas quase não tinha sucesso, gemidos abafados escapavam da barraca. O pau não baixava e eu estava adorando chupar, e demos continuidade a nossa sacanagem. Naquela noite, papai gozou 3 vezes em minha boca até ficarmos cansados e dormimos.

Acabamos dormindo demais, já era quase meio dia quando acordei com meu pai tentando sair do saco de dormir.

-pai?
-Oi, meu amor, bom dia! -disse isso e me deu um beijo na testa, não me lembro do meu pai ser tão carinhoso assim, mas eu estava adorando o novo tratamento.

Enquanto ele vestia a cueca, sentado do meu lado, aproveitei pra dar uma pegada em sua rola.

-Agora não, filho!
-Por que não?
-vou ficar de pau duro, o teu irmão ou o Esmael podem perceber algo.

Mas foi em vão, o pau já estava endurecendo.

-olha O que você fez!
-deixa eu chupar!
-Não, vou ver o seu irmão e o Esmael, hoje a noite te dou mais leite.

Já vestido, antes de ficar de pé, ele se inclinou e mordeu de leve minha nádega.

-tenho planos pra você quando voltarmos pra casa, não quero fazer aqui o que estou querendo por causa do Esmael sempre por perto, mas você não me escapa. -E deu um sorriso safado já imaginando meu cuzinho sendo desvirginado.

Saímos da barraca e não vimos ninguém.

-cadê eles, pai?
-não sei, filho.
-Já que eles não estão podemos brincar um pouco.
-Não, luciel! Eles podem voltar a qualquer momento, já disse que fazemos de madrugada.

Meu chateado por não consegui o que queria, achei melhor não pedir mais pra não deixar meu pai zangado. Partimos pra cachoeira e seguimos a trilha, no caminho conversamos:

-sabia que você gostava de rola…
-Como, pai?
-pensa que não vejo o jeito que você olha para os macho, ou ontem quando ficamos nus na cachoeira.
-O pau do tio Esmael é lindo, bem rosinha…
-kkkkk viadinho, o pau dele é mais bonito que o meu?
-O seu é o melhor pai!
-vou comer seu cuzinho quando voltarmos pra casa e sua mãe for trabalhar e seu irmão for pra escola.
-vai doer pai?
-a primeira vez dói sim, não vou mentir, quando comi o cú da sua mãe ela ficou torta uns 3 dias…
-aaaaaain, PAAAI! Me poupe dos detalhes.
-Kkkkkk tá bom, você vai ser a minha putinha, olha como você me deixa… – levantou o casaco que estava amarrado na cintura pra esconder a ereção e exibiu o volume.

Minha vontade era de atacar aquele pau duro e mamar o dia todo, mas já estávamos chegando na cachoeira e decidi me conter. Ao chegar perto, ouvimos gemidos de dor, era o lucas quem gemia. Meu pai preocupado correu pra ver se o lucas havia se machucado, logo atrás vinha eu correndo.

Chegamos lá, damos de cara com a seguinte cena: os dois estavam nus, suas roupas postas no chão servindo como cama, lucas de quatro sendo enrabado por Esmael que o fodia com vontade.

Quando nos viram, levaram um susto, e meu pai gritou "ESMAEL! VOCÊ TÁ FUDENDO MEU FILHO! " , estranhamente Esmael não saiu de dentro do meu irmão e disse:

-tô te fazendo um favor, Luiz! Ou você não ia comer o lucas também?
-quê? -perguntou meu pai ainda desconcertado da surpresa.
-quê? Pensa que não ouvimos vocês de noite? Ouvimos tudo que você e o luciel fizeram na barraca, e o lucas ficou com um fogo no rabo, tô deixando o cúzinho do seu filho mais largo pra receber a sua rola, todos vimos que é enorme ontem aqui.

Lucas interrompe a conversa e fala:

-pai, também quero seu leite!
-pensei que eu tivesse 2 filho macho, mas na verdade tenho duas putinhas hahaha sai daí Esmael, quero provar desse cuzinho. -disse meu pai se redendo ao tesão.
-luciel, fica de quatro aqui que vou preparar seu cuzinho pro seu pai também. -disse tio Esmael.
-uma porra! Quem vai tirar o cabaço do luciel sou eu! -disse papai reivindicando meu cú.

Papai tirou a roupa enquanto olhava nos olhos do Lucas cheio de tesão, e lucas falava putarias pra provoca-lo.

-Me come papaizinho, enfia essa rola no meu rabo e me fode igual uma puta barata, goza dentro de mim.

Meu pai já estava incontrolável de tesão, cuspiu na cabeça do pau e apontou na entrada do cú do Lucas. Eu assistia a tudo com a rola do tio Esmael na boca. Sem piedade, papai força a rola no cú do meu irmão e faz sumir tudo ali dentro. Lucas virava os olhos de prazer e gemia gemidos longos de dor e prazer. Quando os pentelhos do meu pai encostaram na bunda do Lucas, papai iniciou um vai e vem Lento que foi ganhando velocidade e força. O som dos ovos do meu pai batendo no rabo do meu irmão me enchia de tesão, eu o invejava, queira estar em seu lugar e receber toda aquela rola no meu cú. Lucas gozou sem nem tocar no pau, vi todo aquele leite desperdiçado na roupa que estava no chão, mais que rápido corri pra debaixo do meu irmão pra sugar o resto de leite que havia dentro de seu pau. E fiquei de quatro enquanto provava de seu leite, papai não perdoou é meteu o dedo no meu cú, tio Esmael ofereceu a rola pro lucas que a abocanhou com vontade…

(Continua…)
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