Um amor de sogra (continuação)

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Acordo com o raiar do dia, ela dorme profundamente, olho-a demoradamente aprecio o seu corpo bem definido, inveja de muitas jovens, acaricio-lhe a cabeça, ronrona como uma gatinha, abre os olhos, sorri-me e com voz melada diz: Bom dia, respondo à saudação ao mesmo tempo que lhe afago a cara, ela encosta à minha mão com um suspiro que me delicia.
Vou comprar pão e volto já.
Não vais tomar banho ?
Sorrio e com piscar de olho maroto respondo: Depois… os dois juntos.
Oh… safado… diz ela a rir.
Quando chego, está na parte de cozinha a lavar os copos, veste uma camisola minha que lhe chega até ao rabo, encosto-me a ela, sinto-a estremecer um pouco, não evita o contacto, pelo contrário empurra o rabo na minha direcção.
Beijo-lhe o pescoço, solta um suspiro e com voz melada diz-me:
Isto é uma ..loucura…. uma loucura.. repete ela
Uma deliciosa loucura a dois, digo-lhe enquanto lhe mordisco uma orelha.
Solta de novo um prolongado suspiro, começo-lhe a esfregar a vara nas nádegas, coloco as mãos sobre os seios, os bicos estão duros.
A minha vara começou a ficar mais dura só os tecidos da minha calça e da calcinha é que separam os nossos corpos, rebola as nádegas contra a minha vara esta cumplicidade torna-me mais audacioso, tocar o corpo dela deixa-me doido de tesão, a minha respiração fica um pouco alterada escorrego a mão lentamente até estar toda debaixo da camisola e acaricio a barriga, a sua respiração altera-se, subo a mão e toco de novo os seios, acaricio um e depois o outro de biquinhos duros, aperto um levemente ela contorce-se um pouco, puxo-a para mim, deixa-se ir sem qualquer relutância,encaminho-a até à parede da sala, puxo-lhe lentamente a calcinha até aos pés, depois direcciono a vara para o meio das suas pernas, entro e saio, muito lentamente, do meio de suas pernas, passo-a entre as nádegas e roço os lábios da coninha.
Ai…..deixas-me doida.. geme ela
O escorregar sem atrito do roçar da cabeça da vara entre os lábios quentes da coninha, revela como está molhada e quente as minhas mãos acariciam-lhe de novo a barriguinha os seios macios, bem devagar inalo o seu cheiro delicioso que me deixa louco de tesão, movimento-me bem devagar e ao mesmo tempo brinco com os e biquinhos duros.
Puxo a vara mais para trás e encaixo-a bem na entrada da racha escaldante, lentamente meto e tiro a cabecinha para dentro e para fora. Ela coloca as mãos na parede, abre um pouco as pernas,dou uma estocada bem leve e começo a sentir que ela colabora rebola as nádegas no mesmo ritmo, sinto as contracções da coninha em volta da minha vara, os gemidinhos de prazer que solta ao ritmo das estocadas, alonga mais o corpo e meto tudo dentro daquele vulcão que é uma erupção contínua de fluidos.
Agarrado a ela, pressiono-a à parede , beijo-lhe o pescoço , imprimo-lhe potentes estucadas. Ela urra de prazer até que com um berro, ela goza em convulsões.
Sussurro-lhe ao ouvido: Goza querida…goza..
Esporrei pouco depois, quando tiro a vara o leite escorre-lhe pelas pernas, tenho de a segurar para que não caia, seguro-a ao colo, enlaça os braços no meu pescoço e oferece-me a boca, beijo-a ternamente.
Vamos tomar banho.
Sim querido genro…

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