Sogra goza pelo rabo

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A primeira transa que tive com a minha sogra, ocorreu numa passagem de ano, bem comidos e melhor bebidos, a minha mulher não aguentou e refugiou-se no quarto, pouco depois foi a vez do meu sogro, fiquei sózinho com a D. Graça na sala, sentada na mesa comigo, palavra puxa palavra e abre-se como um livro, falamos sobre as nossas vidas e aí fico surpreendido, quando me diz a idade não importa o que importa é que você sinta prazer diz-me ela sorrindo.
Percebi que estava se insinuando sem preconceitos, acho que era efeito da bebida ou estava a precisar de levar com a vara, e em jeito de brincadeira perguntei se o meu sogro ainda cumpria a obrigação.
Olhou-me séria, pensei que tinha exagerado, mas enganei-me com um esgar trocista, disse-me : Está morto querido genro, e eu ainda estou viva e bem viva.
Não sei como aconteceu mas ela chega mais para perto de mim, eu afago-lhe as mãos, e beija-me, depressa me refaço da supresa e ataco, meto a lingua ela beija-me como uma doida esfomeada por sexo.
Sinto a vara endurecer , levo-a para o sofá, sem temer qualquer consequência, despimo-nos, beijo-a com sofreguidão, chupo-lhe os mamilos grossos, ela só geme baixinho com a respiração ofegante, noto que tem a bucetinha depilada deixa apenas uma tira de pelinhos bem aparados. Não vou ser o único ou o primeiro a encornar o sogro.
Nesse momento levanto-a e puxo-a para mim. De pé na minha frente, ela levanta uma das pernas e coloca-a sobre o sofá, lentamente vai descendo até que a cabeça do pau entra na buceta. Ela dá um gritinho, colo os meus lábios aos dela, solta o corpo e deixa a vara a penetrar todinha. Dá mais um gritinho abafado agarra-se nos meus cabelos, com o pau todo dentro dela.
Coxas duras, a bunda rija , mostram bem que a coroa trata bem do corpinho , faz movimentos tão fortes e tão rápidos, esfregando o grelo nos meus pentelhos, que em menos de 1 minuto s começa a gemer de gozo e a diz no meu ouvido: -Estou a gozar genrinho querido… etou a gozaaarrrrr.
Não me dá tempo para me vir, ela depressa se recompõe dá um sorriso de satisfação e diz:
Vem comigo, vou fazer xixi.
Puxa por mim e quase corremos para o banheiro, senta-se na sanita e dá uma mijada forte.
Limpa-se e fica na minha frente, segura o meu pau duro e acaricia-o.
Com a outra mão, retira da prateleira um creme, abre-o e coloca uma boa porção na mão e besunta meu pau. Espreme mais um pouco na mão e passa-a no cuzinho dela.
Olha para, a minha cara de desejo, faz com que solte uma risadinha : Safadinho.. quer meter no cuzinho da sogra não quer ?
Vira-se de costa para mim e segura-se nas bordas do sanitário, coloco a cabeça da vara na entrada do cuzinho ela mexe a bunda, rebola, mexe de novo e deixa a vara entrar.
Seguro-a pela cintura (o meu pau não é pequeno, tenho 20 centímetros de pica, quando está duro) ela geme, mas não páro de meter em pequenas estocadas cada vez mais mais fundo, mais fundo, mais fundo até penetrar todo o cuzinho da sogra.
Ela sente o pau todo dentro e começa a mexer, a rebolar, chama-me agora de “ genrinho gostoso, gostoso, mete gostoso…” soco agora rápido e fundo, uma sensação louca, sentir a vara deslizar toda dentro do cuzinho da coroa que geme baixinho e vai proferindo : – Come-me o cuzinho, come! Come o cuzinho da tua sogra, safado… mete..mete safado..issoooooo…!
Não aguento mais, sinto gozo subindo a vara e jorro golfadas de porra para dentro do cuzinho dela, que ao sentir o cú cheio de porra, começa a massajar freneticamente o grelo, pouco tempo depois e com a vara ainda enterrada no cuzinho começa a gemer e a dizer:
Estou a gozar… safadoooo… gozei dando o cú… aii meu Deus… gozando dando o cú.
Ficamos os dois ali, meio tontos, meio rindo, cheios de cumplicidade.
Recolhemos aos nossos quartos, satisfeitos, adormeci que nem um anjo.
No dia seguinte ela parecia outra mulher toda alegre, veio-me me abraçar toda cheirosa, diz-me ao ouvido tem um presente para mim levanta o vestido sem nada por baixo, toda depiladinha. Quero mais querido genro…quero mais.
Por estranho que pareça, passei a ter uma amante muito…muito….especial

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