Pescaria com minha filha 3

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( Continuação de Pescaria com minha filha 1 e 2 )
…………..
No meio do barulho de chuva, ouvi o que pareciam ser passos aproximando. Tateei conseguindo alcançar meu facão. E, fiquei a espreita…. Foi quando ouvi:
– Seu Pedro, Seu Pedro ( Não respondi)
– Aqui é o Jardes o caseiro….
– Fala Jardes, respondi
– O Sr Toshio ( dono do Sítio) ligou e perguntou se estava tudo bem com o Sr…. Falei que estavam acampados com esse temporal e ele pediu para ver se estavam precisando de alguma coisa.
– Tudo bem Jardes, obrigado. Vamos ficar hoje aqui mas, se amanhã continuar chovendo assim, vamos para a casa.
– Vou deixar um guarda chuva pendurado aqui para o Sr…
– Obrigado e boa noite.
Ouvi os passos se afastando mas, não sabia se havia visto algo nas sombras projetadas no toldo da barraca. Aquela situação tirou meu tesão. Ana amedrontada me abraçou. Continuamos assim abraçados em silêncio. Após uns 15 minutos, ouvi novamente passos, agora se afastando. Tinha quase certeza que o caseiro Jardes havia visto algo e, ficou esperando a continuação. Já não havia clima pra continuar minha investida, pois ela estava amedrontada. Eu praticamente não dormi, só cochilava… Eu nu e ela só com a camiseta regatas. Após um tempo, dormiu pesado abraçada e com perna esquerda encima das minhas.
Pela manhã, ainda parcialmente escuro, resolvi aproveitar a trégua da chuva e ir para casa. Vestimos apressadamente, e seguimos só levando os pertences pessoais numa pequena mochila.
Após uns 45 minutos de caminhada pois a volta era subida, rsrs Chegamos à casa. Uma casa simples, de blocos, sem acabamento, com 1 cômodo bem grande e banheiro. Nesse cômodo tinha 2 beliches, e a cozinha. Eu e amigos pescadores havíamos ajudado Sr Toshio a construir para poder usufluir do lugar. Já, da turma, quase ninguém ia, nem o Sr Toshio. Jardes quem tomava conta, morava no próximo sítio da estrada. Pegamos o carro e fomos pegar as chaves.
Já estava acordado. Tive breve conversa….Procurei encontrar algum indício de que houvesse visto algo. Mas, ele demonstrava naturalidade. Pedi que desmontasse o acampamento e trouxesse nossas coisas para a casa. Disse que iria rápido para aproveitar a abertura do tempo. Após aceitar um gole de café e conversar amenidades, voltamos à casa. Apesar de não estar chovendo, o mato molhado que havia invadido a trilha molharam novamente nossas roupas. Já estávamos ficando sem secas…
– Vamos tirar essas roupas e tomar um banho quente. Falei
Me despi primeiro e já entrei embaixo da água quente
– Vem….( falei) Ela veio. A visão daquele corpinho nu causou fez com que meu pau endurecesse de imediato. Ela, agora com a iluminação do dia, podia ver com todos os detalhes. Ela apontou e abriu um sorriso..
– É que o pai gosta de você. Quer pegar? ( Fez um não com a cabeça)
Como nossos pertences ficaram na barraca, inclusive o sabonete… Foi um banho só com água. Com um pouco de receio pois não sabia se nosso segredo ainda estava vigorando, toquei sua bucetinha. Para minha alegria, ela afastou as pernas. Massageei um pouco… Ela olhando mais com curiosidade. Fiquei em pé, peguei sua mão direita e coloquei no meu pau duríssimo. Ela ficou com a mão parada mas, com o olhar fixo na cabeça vermelha que pulsava. Segurando pelo pulso, fiz com que deslizasse a mãozinha por toda a extensão do meu pau desde a cabeça até o saco. Fiz isso algumas vezes. Também cobri e descobri a cabeça lentamente… Hipnotizada, se tirar o olhar, pareceu gostar da brincadeira pois, começou a fazer os movimentos sem minha ajuda….Foi quando ouvi barulho de animais e gente no quinta. Era Jardes que ia buscar minhas coisas.
– Seu Pedro…. Vou deixar bolo de fubá e uma garrafa com café aqui na entrada. Não quero atrapalhar….
Fixei a atenção no final “ não quero atrapalhar”. Tinha certeza que havia visto algo na noite anterior. Não respondi… Ana também não deu atenção e continuou sua exploração. Sem falar nada, desliguei o chuveiro, enxugamos mais ou menos, peguei a menina no colo e a levei até a mesa. Era uma mesa comprida, com 2 bancos. Coloquei ela sentada na ponta, fiz com que deitasse. Ergui suas pernas e posicionei na beirada afastando até que seus joelhos encontrassem a madeira da mesa. Como fazia ballet tinha uma abertura fantástica. Estava ali, indecentemente aberta 180 graus para mim…Os grandes lábios de afastaram um pouco e me deixaram ver um pouco do seu interior. O rubor, tomou conta de nossos rostos. Sentia meu rosto queimar como o dela que estava mais bonita ainda. O vermelho contrastava com o branco do seu rosto e realçava a covinha, lábios vermelhos entreabertos permitindo ver os dentes ainda de leite.
Desde o banho, praticamente nada foi dito. Sim, havíamos entrado naquele estado de cumplicidade onde o que importa é o prazer, qualquer palavra é desnecessária.
Aproximei minha boca e toquei seu clitóris, já durinho com a língua. Ela suspirou e movimentou os quadris. Fazia movimentos circulares naquele carocinho e, alternava colocando o grãzinho entre meus lábios e chupando. Após algum tempo comecei a passar a língua em toda extensão como ela havia dito que fazia com o dedo. Comecei a ouvir um ai…. ai…. ai… baixinho até que foi ficando mais alto….
Ai pai…. ai pai…..ai pai….( gemia baixinho) Suas coxas abriam e fechavam, chegando a prender minha cabeça. Tentava com as mãos deixar elas abertas, mas nem sempre tinha sucesso
Sem parar de lamber e chupar, Fui afastando novamente seus grandes lábios….Consegui afastar uns 2 cm. A uns 2 cm também da entrada, seu canalzinho protegido por uma membraninha parecida com a que temos embaixo da língua. Seu buraquinho não devia ter mais que 1 cm. Dentro, um líquido ligeiramente viscoso e incolor começava a tomar conta. Eu lambia aquele líquido precioso. Especialmente o que a pequena cavidade dela não comportava e escorria em direção ao cuzinho. Toda vez que minha língua encostava no seu cú, ele demonstrava desconforto, talvez cócegas. Deixei meu dedo médio encostado nele para que se acostumasse ao toque. Continuei a chupar e lamber….
Devo ter feito isso um bom tempo pois ouvi passos chegando. Era o Jardes e família trazendo minhas coisas.
Paramos. Ela me encarou assustada quando percebeu que chegava gente. Eu fiz sinal de silêncio para ela e ficamos assim….
– Seu Pedro, trouxe suas coisas…onde deixo
– Deixe aí na frente que depois coloco para dentro ( respondi)
– Tá….
Ouvi o pessoal descarregando as coisas e se afastando. ..
Ela permanecia quieta, agora sentada na mesa….
-Já foram – falei e dei um abraço apertado… Ela correspondeu… Ficamos assim abraçados, eu em pé, ela sentada na mesa, até que entrelaçou as pernas na minha cintura, deixando o abraço ainda mais apertado e gostoso. Eu estava em êxtase…. Apesar de não termos conversado, sabia através de sua reação que ela tinha consciência que o que fazíamos era entre nós e, não podia ser compartilhado com as pessoas. Era nosso segredo, uma coisa a ser feita escondido. Mas, eu precisava conversar com ela melhor. Mas, aquele não era o momento. Queria curtir aquele momento de carinho verdadeiro entre pai e filha.
Meu pau pulsava….Como a posição favorecia, com a mão direita direcionei de maneira que encostasse a cabeça na sua bucetinha e comecei a roçar…..Ela afastou o rosto do meu ombro e me encarou…Fiz o mesmo….Assim, ficamos um bom tempo, olhos nos olhos enquanto meu pau esfregava na sua bucetinha e cuzinho.
Foi então que ela deu um selinho
Aquilo foi como uma descarga elétrica…Senti um arrepio que percorreu toda minha espinha

( Continua…..)

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