O guri queria muito!

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Eu tenho um amigo que tem um sitio uns 30km. da cidade, tem uma cabana perto de um grande açude do qual eles tiram água para a plantação de arroz, é um açude enorme, e tem muitos peixes. A cabana é rustica, feita de troncos, é uma peça só, de um lado tem um fogão de barro com uma chapa enorme, dá para colocar um toco de madeira inteiro no fogão, tem uns bancos de madeira, um armário, e uma mesa grande, do outro lado a gente sobe um degrau, e é um assoalho parelho aonde a gente dorme. Esse amigo convidou eu, e mais dois amigos para passarmos um fim de semana lá descansando e pescando, o meu amigo como já estava lá no sitio foi de lá mesmo, os outros dois foram num carro, e um deles levou o filho, um guri loirinho, magrinho, dez anos, com uma cara de safado, e eu fui no meu carro e levei umas panelas, e uns mantimentos. Chegamos lá, meu amigo já estava, descarregamos os carros, fizemos um fogo no fogão, ajeitamos umas coisas, colocamos os calções e fomos colocar a rede no açude, uma rede comprida que se foi até a metade do açúde, eles colocaram por que eu não entro em açúde, saíram da água e ficamos por ali conversando um pouco e tomando uma cachacinha, voltamos para a cabana, e fui dar uma varrida no local que íamos dormir, e eles foram esquentar água, preparar um mate, e espetar uma carne para assarmos, resolvemos deixar nossas camas arrumadas antes da janta para depois só deitarmos, arrumei minha cama em dos cantos,o pai do guri arrumou a cama do guri e a dele ao lado da minha, e os outros ficaram no outro canto, fiz um carreteiro, enquanto assava a carne na porta do fogão, o pai do guri tinha levado dois garrafões de vinho, e se prenderam a tomar, jantamos e eles continuaram tomando vinho, fomos até madrugada contando estórias, rindo e eles bebendo, tomaram aquele porre, o meu amigo e o pai do guri tivemos eu e o guri ajudar ir para a cama, já caíram roncando, o outro também tava bem bebinho, os únicos sóbrios eram eu e o guri. Apaguei o fogo e deitamos, o guri ficou do meu lado, deitei de lado, e estava quase dormindo quando senti o guri encostando a bundinha em mim, achei que era sem querer, dali a pouco sinto de novo ele se encostar e passar a mão no meu pau, aí eu ví o que ele queria, tirei o pau para fora da cueca e botei nas perninhas dele, ele baixou o calção um pouco, abriu as perninhas e eu encaixei o pau no reguinho dele, fiquei encoxando ele, cuspi na mão e passei nas coxinhas e fiquei coxando ele, ele apertava as perninhas e mexia gostoso, não quis botar para dentro de medo de ele gemer e alguém acordar, quando vi que ia gozar virei para o outro lado e gozei no meus forros, e ele me disse ficou me devendo uma gozadinha, gosto de sentir o leitinho. No outro dia só eu e o outro companheiro acordamos, tinha que tirar a rede, os dois bêbados não teve jeito de levantarem, fomos os dois tirar a rede, tava meio frio e garoando, eu disse e não entro no açude, tu vais solta a rede e eu vou puxando, o cara entrou, desenroscou a rede e vinha vindo e dizia para mim estou ficando duro, não estou conseguindo caminhar, o cara encarangou, tive que entrar no açude e arrastar ele para fora, levei para a cabana, coloquei do lado do fogão, chamei o guri para fazer fogo, peguei a cachaça e botei goela abaixo nele, fiz o pessoal acordar e ajudar ele enquanto eu ia buscar a rede, fui, tirei a rede, tava lotada, coloquei os peixes em duas caixas de isopor e fui para a cabana, o cara já estava se recuperando, aí eles resolveram ir embora, levar o cara para casa, coloquei os peixes no carro do pai do guri, a rede, os forros deles, e meu amigo disse que também ia por que não estava muito bem, aí eu disse vão então, eu vou ficar e aproveitar um pouco mais, além disso sobrou bastante comida, o guri disse pai posso ficar com o tio, não tu vais incomodar o tio e depois ele tem que te levar em casa, eu disse por mim tudo bem, é uma compania, ele disse então fica. Se foram, eu virei para o guri e disse, vamos entrar, vou te pagar aquele leitinho que eu estava te devendo, o guri abriu um lindo sorriso, entramos e eu já fui agarrando o guri, acariciando, beijando, tirei o calção dele, tirei o meu, deitei ele em cima da minha cama, montei em cima, cuspi naquele cuzinho, encaixei o pau na portinha e empurrei, gemeu um pouquinho, mas mexeu gostoso e o meu pau se alojou todinho naquele cu, fodi com vontade, com desejo, carinhoso, e forte, enchi aquele cuzinho de leite, ficamos abraçadinhos com tudo dentro, só nos acariciando, ficamos até o meio dia deitados que nem um casal em lua de mel, botava para dentro, tirava, brincava, beijava, botava de novo, até que demos outra foda deliciosa, tomamos um banho na parte baixa do açude, almoçamos, lavamos as panelas, as louças, sesteamos um pouco, demos outra foda gostosa, desarrumei minha cama, guardei tudo no carro, e fomos embora, no caminho ele ia acariciando meu pau, tirou para fora e começou a chupar bem devagarinho, tive que parar na estrada para gozar na boquinha dele, nos limpamos, ele limpou a boca com água, dei uma bala para ele e fomos embora, deixei ele em casa bem feliz, o pai dele tava lá limpando os peixes, eu disse que não queria nenhum e fui embora. Que rico domingo, tomara que me convidem para outra pescaria!

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