Nº 05

24-03-18 Por 3 ★ 4.53

No intervalo do colégio estou em uma rodinha de amigos como de costume quando Adriana me encarando dispara: Veado não é só quem dá é também quem come, na hora já me liguei que aquele filha da puta do Bruno deu com a língua nos dentes, mas antes dos fatos me apresentarei: Sou moreno claro, dos olhos também claros, alto. peso proporcional a altura e um dote bem acima da média, não especificarei os dados para não me passar por exibicionista, nem direi a idade para deixar para o imaginário do leitor.
Além dos atributos mencionados sou de uma família bastante privilegiada economicamente, sou filho único e neto único tanto do lado de meu pai quanto de minha mãe, tenho um único tio, irmão de minha mãe com grave doença mental, isso demonstra o quanto sou o centro das atenções na família, moro numa cidade de médio para grande porte no interior do estado e uma das atividades da família é a propriedade de alguns colégios, além disso meu avo da parte de meu pai tem terras e no momento só cuida desse empreendimento, minha mãe para ter uma ocupação tem uma bela boutique que quase só dá prejuízo, meu pai diz que é seu brinquedo, para não alongar não detalharei outros empreendimentos da família, esses tem haver com o relato, ou com futuros que porventura volte a escrever.
Depois de um grave episódio de sequestro de um também abastado tio de meu pai, vivi dos meus quatro aos quinze anos nos EUA, alternando períodos com meus pais e meus avós, no retorno retomei os estudos agora no colégio da família e, embora falasse muito bem a língua portuguesa devido a convivência familiar , tinha muita dificuldade com a caligrafia, talvez vocês perceberão pois ainda as tenho, relato isso porque esse fator foi o que deu inicio a uma tara que desenvolvi e que passo a relatar.
Inicio com o caso número cinco que é o do Bruno, devido minha obsessão por comer um cuzinho de veadinho iniciante, portanto virgem, fiquei expert em detectá-lo e o cuidado para que outro não o inaugurasse, geralmente essas presas costumam estar sempre junto de meninas e mesmo os mais discretos em algum momento dão sinais de sua tendência e, isso aconteceu com o Bruninho, eu demorei para fazer a abordagem devido o fato de ser filho de um delegado da cidade, mas quando percebi que outro faria o serviço , ataquei .
O carinha além de bonito tinha o corpo bem legal, minha aparência também ajuda nas conquistas só estava faltando um momento a sós com ele, e aconteceu, um dia quando desceu do carro e ia entrando no colégio o chamei, ainda lá fora encostado no muro fui direto ao assunto: Bruninho você já deu seu cuzinho? a pergunta foi tão inesperada que ele ruborizou na hora e gaguejando disse: Pedro, que conversa é essa? eu disse: não, é que tenho te observado e sua bundinha é show e se você não deu pra ninguém eu queria te inaugurar, ele disse você tá brincando né, eu não sou bicha, falou sem muita convicção, eu falei: sabe o antigo prédio da escola que está desocupado, então, as três da tarde estarei lá , deixarei a porta sem chave, vou te esperar no segundo andar na antiga sala de matemática, falei isso e antes da resposta entrei pra aula, ah! esse antigo colégio é um prédio antigo onde funcionou por muitos anos a escola e essa sala escolhida foi a única que ainda tinha a mesa do professor e algumas carteiras, além disso, era estrategicamente próximo dos sanitários do segundo pavimento.
Ansioso, pouco mais de duas horas já estava no local e , olhando pela fresta da veneziana da sala que dava visão para rua fiquei esperando, e dez minutos antes do combinado o avistei, passou umas três vezes em frente, me parecendo tenso, até que tomando coragem atravessou a rua e momento depois escuto a porta fechar, corri até o topo da escada e pedi para passar a chave.
Ele estava muito tenso, e começou a justificar que só veio porque queria saber o motivo de eu falar aquilo , que não era veado e tal e tal, esperei ele falar e muito calmamente , mas firme disse: você sabe o porque de sua vinda e eu sei o porque do meu convite, vou te perguntar novamente: você já deu seu cuzinho? ele respondeu : claro que não e antes que ele começasse nova justificativas, falei: quero ser o primeiro e fazer certinho, com carinho e tirar suas preguinhas para você iniciar sua vida sexual da maneira que você gosta, meio que ainda indeciso ele disse: se papai souber ele me mata, foi o sinal de que ele não escaparia, respondi: é só não falar já que eu não vou querer treta com o delegado né falei rindo para descontrair, em seguida ergui minha camiseta mostrando o volume de minha calça dizendo: olha o estado que me deixa! peguei sua mão e a pus em cima , a principio meio reticente e depois começou apalpar parecendo admirado com o tamanho, tirei ele para fora e seus olhos arregalaram de espanto com o tamanho, não que seja um absurdo de grande mas é de um tamanho razoável para um iniciante suportar, para se ter uma ideia, no site gay super man pesquise um vídeo "Tom and Luis" é idêntico.
Falei: dá uma chupadinha! ele disse: chupadinha eu dou mas você não vai meter esse negócio em mim não, e começou a chupar a principio meio desajeitado e depois já com mais desenvoltura, então pedi para deixar ver sua bundinha e fui atendido, coloquei o de bruços na mesa e baixei seu short com cueca e tudo, agora o espanto foi meu , que coisa linda! redondinha no tamanho certo e quando abri as bandas vi aquele cuzinho rosadinho, intacto com todas as preguinhas, dei uma cuspida e comecei a massageá-lo com o dedo, seu tesão era mostrado pelos gemidinhos e por se contorcer a cada investida. não introduzi o dedo, fiquei com medo que sentisse algum incomodo e dificultasse ainda mais o seu consentimento para eu estrear seu cuzinho, deixei o bichinho todo molinho e pedi: Bruninho, deixa eu dar uma encoxadinha? ele respondeu só uma encoxada heim , não vai meter não que eu não vou aguentar essa estrovenga, eu disse não vai ser só uma sarradinha, e comecei esfregar o cacete no rego dele deixando a baba do pau na sua entradinha, o tesão era muito de nós dois me abaixei bem próximo do seu ouvido e meio que sussurrando pedi para ele deixar tentar por a "cabecinha" ele disse que não, que tinha medo, que meu pau era muito grande que ia doer, eu disse: se doer você fala, ele falou: então tá bom mas vai devagar e se eu falar para parar você para, fiquei mais um tempinho brincando com seu anelzinho, sabia que não respeitaria o trato e que tinha que ser um tiro certeiro, já que não teria segunda chance, pedi: abra bem a bundinha pra mim! ele colocando os braços para traz separou as bandas deixando a mostra um dos cuzinhos mais lindo que tirei as pregas, com uma mão direcionei o bitelo na entradinha e deixei a outra para conter seu grito que por experiência sabia que ocorreria, sem aviso prévio ,num só golpe varei o anelzinho deixando a cabeçorra alojado dentro, era tão pequeno que deu a impressão de um pequeno estalo quando do rompimento das pregas, o grito de tira! foi inevitável mas com já estava preparado o contive com uma das mãos, a outra envolta em seu tórax e mais o meu peso não dava chance de que escapasse, percebia seu desespero em sair, comecei então fazer elogios falando baixinho em seu ouvido que ele era muito gostoso e que doía a primeira vez porque seu cuzinho era muito apertado, fiquei imóvel ainda um tempinho mas ainda com a mão em sua boca, tomando cuidado para deixar seu nariz livre, depois o percebendo mais calmo , ainda tapando sua boca voltei a penetrar lenta mas firmemente, só parando quanto totalmente entalado, conforme ia penetrando ele se contorcia minimamente embaixo de mim , já que não tinha espaço para muito mais, comecei novamente elogiá-lo dizendo que estava tudo dentro, que ele era muito corajoso etc. fiquei mais um tempinho até ele se acalmar e acostumar com o invasor, aí disse: vou tirar a mão de sua boca, não grite que os vizinhos pode ouvir chamar a polícia e o que vamos dizer! ainda imóvel tirei a mão de sua boca e dava para ouvir junto com alguns gemidos um chorinho baixinho, o segurei firmemente pelo quadril com as duas mãos e fui tirando lentamente o pau de seu cu , deixei somente a cabeça encaixada no anel, era uma visão deslumbrante. tinha um filete fininho de sangue em toda extensão do cacete, sangrou pouco em vista de outros defloramentos, e entre pedidos para parar e que estava doendo, iniciei um vai e vem e não demorou muito um gozo prolongado enchendo seu cuzinho de muita gala, minha tara é saber que o carinha tá sentindo dor , tá sofrendo, pedindo , implorando para eu parar, mas que é aquilo que ele quer e é só o tempo de recuperar o cuzinho que vai querer vara novamente. Fiquei um tempinho ainda em cima dele, estava com uma moleza no corpo, mas percebendo que ele estava a muito tempo naquela posição imaginei que ele estava mais dolorido ainda e também desconfortável, sai vagarosamente dele e me sentei exausto em uma das carteiras, escutava ainda uns soluços bem baixinho e ele na mesma posição, talvez estivesse envergonhado, ou bravo sei lá, ficou muito na mesma posição e percebendo que não saia tomei a iniciativa de puxar conversa, disse que ele tinha que passar por isso e que foi mais dolorido devido ao meu dote, só que agora depois de cicatrizar o anelzinho ele ia estar apto para curtir já que os cacetes da maioria dos homens é menor, ainda na mesma posição começou a reclamar que eu não cumpri o trato e tal , percebi que não era o momento de estender a conversa e falei para ele ir ao banheiro se limpar que eu precisava ir embora, levantou e com uns passinhos meio que arrastando os pés e fez o que eu disse.
No outro dia percebi que não foi a aula , retomando a rotina no dia seguinte, ficou uns dois meses ser falar comigo e uns quatro para querer vara novamente, mas minha praia é descabaçar moleques, só que eu cago de medo que o delegado fique sabendo e de merda, ele pelo jeito ele deve ter comentado com a Adriana para ela vir com essa conversa.
Esse é o número cinco talvez conte outros ,e certamente será menos longo já que dispensarei apresentação

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3 Comentários

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  1. Anônimo

    Kd a continuação??

  2. passivo discreto de Recife

    morri de inveja do Bruninho, queria um macho igual a voce para eu mamar e ser enrabado [email protected]

  3. Pachecao

    Belo conto fiquei exitado e com muita vontade de ser o número 6.. Continue