Meu filho e eu comemos o amiguinho dele: Me ajudem

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Procurando algo parecido com o que vem acontecendo comigo, meu filho e um filho de um funcionário meu, encontrei esse site…

Sou proprietário de dois supermercados no interior de Minas, sendo em duas cidades diferentes. Eu e minha mulher nos revesamos em administrar as duas lojas.
Temos um casal de filhos, um menino de 12, quase 13, e uma menina de 6.
Nossa vida é confortável. Nas duas lojas são 43 funcionarios, vivemos em uma casa enorme, e não tenho do que reclamar.
A mais ou menos um mês e meio, alguns dias antes do carnaval, em uma sexta-feira, minha esposa foi para a loja na cidade vizinha, pois ela ia preparar decoração de carnaval… Eu fiquei na loja da nossa cidade.
As crianças estudam pela manhã, e de tarde a menina fica na casa da minha sogra, e o menino tem a tarefa de fazer os deveres da escola, e depois brincar como qualquer pré-adolescente…
Ele fica zanzando entre nossa casa, o supermercado, e casas dos amiguinhos.
Mas o que eu não poderia imaginar era que ele já tinha uma vida sexual ativa, e bem ativa, como a que ele tem. Ele não é diferente dos outros meninos dessa idade. É magro, tem 1,50CM, branquinho com os cabelos pretos, os olhos puxou a mãe, e são verdes claros. Ele é bem bonito, o que puxou a mãe também.
Rsrsrsrs
Na sexta por volta de umas 3:30 como as coisas no mercado estavam tranquilas, fui em casa tomar um banho, e pegar um talão de cheques pra fazer uns pagamentos no final do dia.
Nossa casa como falei é bem grande, toma um quarteirão inteiro da rua. Nós temos 3 carros. Duas camionetes, uma minha, e outra da minha esposa, e ainda mantemos em casa uma Parati 1997, que é o símbolo do nosso trabalho, pois foi o primeiro bem que conseguimos comprar, e não vendemos por nada.
Como o mercado não é distante, fui apé para casa mesmo. Chegando em casa, entrei sem fazer barulho, pois queria dar um susto no meu filho, caso ele estivesse em casa, mas quem acabou tendo o maior susto da minha vida fui eu.
A cena era mais ou menos a seguinte:
A porta traseira da parati aberta, o banco do passageiro empurrado pra frente, e no banco de trás, meu filho com as calças arriadas até os pés, em cima do filho de um dos meus funcionários, mandando ver no garoto.
Pensei em tirar os dois de dentro do carro com o cinto, e acabar na hora com aquela safadeza, dando uma surra nos dois.
Mas não sei o que me deu, que fiquei ali parado observando a cena
Uns 3 minutos depois me assusto mais ainda comigo mesmo… Minha rola estava dura como ferro, como a muito tempo ela não ficava.
O diálogo dos dois entre gemidos e sussurros era mais ou menos esse.
Meu Filho: Ta gostoso? Minha piroca é gostosa?
Teu cuzinho é só meu? Só minha piroca vai entrar aqui? Você vai dar esse cú só pra mim? Só eu sou teu macho?
O outro garoto gemia, e concordava com um hanran pra tudo que meu menino indagava.
Em dado momento o outro menino começou a falar:
Vai logo, mete mais forte… Goza dentro do meu cú… Mete tudo em mim… Goza meu macho…
O menino tem 9 anos, é baixinho, meio gordinho, moreno claro, com os cabelos meio castanhos, e já tinha um jeitinho meio afeminado, ao ponto que o pai já havia batido nele por várias vezes para segundo ele fazer o garoto tomar jeito de homem.
Na posição que eu estava, dava pra ver com total visão a rolinha do meu filho sumindo na bunda do moleque. E aquele barulho de rola entrando: flop, flop, flop.
Então retomei o juízo e com voz de raiva falo:
Que safadeza é essa seus vagabundos… Saiam daí agora seus merdas.
As carinhas deles ficaram brancas na hora, sem uma gota de sangue, e instataniamente começaram a chorar…
Falei se chorar vai ser pior.
Os dois tentavam se vestir, e eu falei saiam assim sem arrumar as roupas. Eles saíram do carro com as roupas ainda abaixadas, e do pinto do meu filho escorria as ultimas gotas de gala. Uma gala rala e quase transparente, eles chorando baixinho me pedem ao mesmo tempo… Descupa Pai… Tio…
Comecei a dar uma lição de moral neles, falando que aquilo era errado, principalmente meu filho que era o mais velho, que ele já sabia o que era certo e errado, etc.
Meu menino é uma criança muito justa, e falou que a culpa era dele mesmo, que ele tava arrependido, me pediu pra não contar pra ninguém, principalmente para sua mãe, e para o pai do menino, que ele ia matar ele de uma surra. Realmente isso aconteceria mesmo, pois eu mesmo já tinha tomado a frente uma vez que o pai batia no garoto, pois se eu não tivesse feito isso o menino tinha ido parar no hospital. Rolou até uma visita do concelho tutelar, na época, mas eu ajeitei tudo.
Pedi ao garoto pra se virar de costa e abrir a bunda pra eu ver se ele tava machucado, ele falou que não, mas mandei ele se virar assim mesmo e abrir as bandas pra eu ver. Ele abriu as duas bandinhas, e vi o resto da galinha rala do meu filho escorrer de um cuzinho rosinha, mas que tava vermelhinho por causa da madeirada que meu filho tinha dado…
O pintinho do meu filho não é anormal não. É um pinto de um menino de 12, quase 13 anos, meio grossinho, com uns pelinhos em cima, um saquinho lisinho, com umas bolinhas que prometem junto com o pinto ficar daqui a alguns anos um belo exemplar de pica.
Então falei pra os dois que não ia falar nada, mas eles tinham que tomar cuidado. E fui falando que já imaginou se fosse minha esposa, ou nossa filha que tivesse chegado, e visto aquilo, que eles estavam na fase das descobertas, que ter curiosidade é normal, mas que eles tem que pensar nas consequências, que poderia acontecer algo muito grave por causa disso… Eles baixaram as cabeças e se arrumaram, e eu entrei pra o escritório, e ainda estava com a pica dura como um ferro.
Uns 10 minutos depois meu filho já tomado banho entra no escritório meio desconfiado, e depois de uns 2 minutos em silencio ele me pede mais uma vez desculpa, e iniciamos o seguinte diálogo:
Ele: Papai me perdoa, eu prometo que não faço mais aquilo, eu sei que eu pisei na bola feio com o senhor, mas nunca mais eu faço aquilo.
Eu: Não prometa o que você não vai cumprir… Ele fala: Mas… Eu interrompo e falo:
Você ta na fase de ficar com tezão a cada 10 minutos, eu já tive essa mesma fase quando tinha sua idade. Meu pinto ficava duro toda hora, e só vivia com a cueca melada, batia umas 5, 6 punhetas por dia, e também já tinha feito o que vocês estavam fazendo com meus amiguinhos e primos. Meu filho arregalou os olhos, e falou:
Papai o senhor já comeu os moleques na minha idade? Sim, comi sim, não dava, por que não gostava, mas já tinha fudido muito cuzinho de quem estivesse dando sopa.
Minha relação com meu filho era boa até ele ter uns 6,7 anos, mas depois por causa do trabalho, como a maioria dos pais tinha meio que esfriado, mas naquele instante as coisas mudaram, e a partir daquele dia nossa cumplicidade passou a ser de dois amigos, e não de pai e filho.
Ele arrodeou o birô e veio pra perto de mim, e falou: Eu também não dou pai. Eu só como. Perguntei a ele se ele já tinha dado, ele ficou meio envergonhado, e falei pra ele que eu tinha dado uma vez, mas não tinha gostado. Ele rio e falou: comigo aconteceu também isso. Eu dei pra Sandrinho (primo), mas não gostei, e eu só como desde então.
Perguntei quantos moleques ele já tinha comido, e ele me falou 5. O Rafinha (O moleque da Parati ‘9 anos’), Sandrinho (primo ’11 anos’), Mateus ’12 anos’ e Enzo ‘10 anos’ amiguinhos da escola, e Manoel ’13 anos’, filho do caseiro de nossa chacra.
Perguntei: Mas o Manoel? Aquele cabrão daquele tamanho? Manoel tinha 13, mas aparentava ter 16 por causa da lida na roça com o pai. Sim papai, ele é o maior viado de lá. Ele da pra todo mundo, até pra um moleque de 7 anos filho do vaqueiro… Ele não tinha nem piru. Também com 7 anos filho tu quer o que? O pinto dele é só um pedaço de couro pendurado… Rimos juntos.
Eu estava com orgulho, por meu taradinho comedor mandar ver nos viadinhos, e ao mesmo tempo com tezão imaginando a piroquinha do meu menino emadeirando todos aqueles cuzinhos… Mas meu filho me fala uma coisa que me deixou congelado…
Papai… Rafinha aguenta até tua rolona toda dentro do cú dele.
Falei: Que conversa é essa menino. Tá doido falando isso?
É verdade papai. Ele aguenta mesmo…
E como você sabe isso filho?
Ah papai… Foi Reginaldo tio dele quem comeu ele pela primeira vez…
Fiquei sem acreditar… Reginaldo? Sim papai. Ele comeu Rafinha no ano passado no dia das crianças, quando eles dois foram pra fazenda do avô dele.
Certo… Mas como você sabe disso?
Rafinha me contou. Eles dois foram tomar banho no rio, e chegando lá Reginaldo mandou ele tirar a roupa pra se banhar, e quando eles estavam dentro o tio começou a se esfregar nele, e derrepente o tio enfiou a pica no sobrinho, que Rafinha falou que ele chorou muito no começo, que saiu sangue, mas que depois de um tempo ele sentiu uma coisa muito boa no cú.
Então um dia Rafinha baixou o shorte e a cueca e virou a bunda pra mim, e abriu as bandas e falou assim: Quer meter teu pinto aqui dentro? desde dessa vez eu como o moleque sempre.
Falei mas como você sabe que o pai tem uma rolona?
Ah pai… Eu vi quando a gente saiu do carro… Ela tava durona na tua calça, igual tá agora…
Era verdade. Toda aquela conversa tinha me deixado com o pau duraço. Mas teu pinto também ta duro safado do pai… Rimos mais uma vez.
Falei pra meu filho:
OK… Mas toma cuidado quando for comer esses viadinhos filho. Quando você quiser fazer, fala com o pai, que eu arrumo um lugar. E diz pra Rafinha não parar de vir aqui, senão o pai dele vai desconfiar, e vai sujar pra ele, e você perde seu cuzinho amigo.
Os dias se passaram, e a vida continuava dentro da normalidade.
Em uma tarde que meus filhos foram pra casa da outra avó que ficava na Zona Rural, fui ao banco, e na volta encontrei Rafinha andando sozinho na rua, e ofereci carona. De início ele ainda meio envergonhado recusou, mas falei com voz de quem era mais velho: Entra logo aqui seu merda, ta com medo de mim? Deixa de frescura e entra logo.
Ele entrou no carro, e começamos andar. E puxei assunto:
Diguinho me contou tudo Rafinha. Falei pra ele que se vocês gostam de fazer, é só tomar cuidado, mas que na idade de vocês é normal. Ele fala:
Não tio, não vou mais fazer aquilo não, se meu pai sabe eu to ferrado. Falei: Mas é só tomar cuidado, e eu ajudo vocês. Ele arregalou os olhos e falou:
O senhor ajuda tio? Não vai brigar comigo e o Diguinho não?
Não Rafinha, claro que não.
Ele fala ah tio num sei.
Perguntei: Você gosta da piroca do Diguinho? Ele balançou a cabeça que sim. Do que você mais gosta que ele faça com você?
Ah tio quando ele enfia tudo. A piroca dele é bem quentinha, e é gostoso. E não machuca, e nem doe…
Mas você chupa Rafinha? Ele com a cabeça fala que sim. Fala pra o tio oque vocês fazem Rafinha.
Ah tio eu chupo ele, bato punheta um pouquinho, e depois ele mete o pinto em mim até gozar.
Nesse tempo que conversávamos fui indo em direção a uma estrada Rural e continuávamos conversando.
Fala pra o tio Rafinha quem já te comeu além do Diguinho?
Ah tio não posso falar. Fala menino, confia no tio.
Ah tio meu tio Reginaldo. Mas com ele eu não gostei não. Ele me machucou muito, e doeu pra caramba… Mas só Diguinho e seu tio? Num teve mais ninguém não?
Ele fala: Teve um primo meu, mas eu só gosto com o Diguinho, que não fica me xingando, nem fala que vai contar pra os outros..
É por que ele foi sacana com você Rafinha. Por exemplo: Se fosse o tio aqui, eu ia ter cuidado, e você não ia sentir dor…
Ele suspira fundo e fala:
Verdade tio, não doía nada? Não Rafinha Claro que não.
Quer ver a rola do tio Rafinha?
Ele fala: Ah tio num sei. E se alguém ver a gente?
Não vai ver não Filho, eu sei um lugar secreto… Ah tio então eu quero sim.
Acelerei meu carro pra um lado da fazenda do meu sogro onde fica um galpão que sabia que não teria ninguém lá, e chegando eu estaciono por trás, de onde não podíamos ser vistos.
Quando desligo o motor, fica aquele silencio, e ele fala:
Eaí tio? Cadê?
Então eu falo: Bota pra fora Rafinha… Ele não se fez de rogado, e começou a desabotuar o zíper da minha calça, e depois o cinto, e bota a mão por dentro de minha cueca, e começa a pegar na minha rola, que já babava muito fazia tempo.
Ele fala: Nossa tio… Como é grande e grossa tua pirocona… Ele bota pra fora da cueca, e começa a examinar meu pau todo… Falei pra ele: Quer chupar?
Ele nem responde e começa a chupar feito um bezerro faminto.
Começo a gemer, e quanto mais eu gemia, mais ele chupava.
Vai bezerrinho, tira leite da rola do tio.
Nem bem ele me chupou por 5 minutos eu gozei tanta gala, mas tanta gala, que vazou da boca dele, melando a cara dele toda, um pouco na camisa dele, e minha calça. Ele começou a rir, e falou:
Tio tu gostou muito né? Por que saiu um montão de leite da tua rolona…
Falei: Gostei muito Rafinha, seu tio gostou muito, mas ninguém pode saber.
Nem o Diguinho tio?
Principalmente ele.
Naquele momento recobrei o juízo, e começou a bater um arrependimento, e mandei ele se limpar com uma flanela no porta-luvas, e saí vuado dali.
Amigos não aguento mais digitar. Amanhã conto o resto desse meu dilema.
Só pra adiantar, eu comi Rafinha junto com meu filho já várias vezes.
E não me sinto bem depois de fazermos… Me ajudem. Alguém já passou por algo assim?

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