Meu cachorrinho tirou minha virgindade

Autor

Olá a todos! Meu nome é Laura e a história que vou contar a vocês aconteceu há alguns meses tras, quando eu ainda tinha 15 aninhos e, devido à minha ingenuidade de menina do interior, perdi a minha virgindade e foi também a minha primeira experiência de zoofilia.

Tudo aconteceu em um dia que não tive aulas no meu colégio e perguntei para a minha mãe se eu podia ir visitar a minha amiga Patricia, que morava a umas 10 quadras da minha casa. Minha mãe não viu nenhum problema e aceitou que eu fosse passar a tarde com a minha amiga.

Ao chegar na casa da Patricia ela estava sozinha, pois seus pais tinham saído para trabalhar na distribuidora que eles tinham e seu irmão mais velho estava viajando. Começamos a conversar, brincar no celular e ouvir música. Fizemos isso por mais ou menos um hora, até que ficamos entediadas.

– Laura, vamos entrar na Internet e ver algumas coisas? – minha amiga sugeriu e aceitei na hora, já que eu não tinha Internet em casa e só acessava na rede do colégio. Assim, ficamos um tempão visitando umas páginas de música e tal, até que entramos em um chat da nossa cidade e conversamos um pouco com os meninos. Mas isso logo nos cansou também.Quer ver páginas de sexo? – minha amiga me perguntou depois de alguns minutos.

– Claro… faz tanto tempo que não vejo! – respondi toda alegre já que, apesar de já ter 15 anos, eu sabia pouca coisa de sexo. Eu ainda era virgem. Começamos a ver páginas de fotos e vídeos pornôs. Nossa! Eu não falei nada para a Patricia, mas aquilo estava me deixando louca de tesão. Fazia tanto tempo que eu não me masturbava. Minha excitação aumentou tanto que minha buceta até dóia.

Ficamos vendo pornografia por quase uma hora, e eu já sentindo o fundo da minha calcinha todo babado. Finalmente chegamos a uma página que marcou minha vida. Era um página de zoofilia, na qual encontramos vídeos e fotos de garotas fazendo sexo com cachorros.

– Uauuuu…!! – A Patricia deixou escapar e vi o quanto ela ficou interessada naquilo, e eu também. Atentamente fomos acessando os links e encontramos vários vídeos curtos de mulheres e garotas dando a buceta e até fazendo sexo oral com cachorros enormes. E pela expressão delas, se podia ver que elas estavam adorando fazer aquilo.

Fizemos vários comentários, rimos e até ficamos chocadas com alguns vídeos. Eu não contei para a minha amiga, mas um pensamento malicioso passou pela minha cabeça, pois eu tinha em casa um Pastor Alemão de uns 4 anos. E ele era muito querido por mim e pela minha família. – Laura, você acredita nisso?… quero dizer… você acha que é possível uma menina transar com um cachorro? – a Patricia me perguntou, muito admirada com tudo aquilo.

– Não sei… a gente não pode confiar nisso… porque pode ser montagem, igual aquelas dos filmes, né? – É verdade…! – ela respondeu e continuamos a conversar. Por volta das 18:00hs eu percebi que já estava ficando tarde e falei para a minha amiga que eu precisava ir embora. Me despedi dela e do Valente, um labrador chocolate que ela tinha.

– Patricia… cuidado com o Valente, tá?… se ele te pegar… tenho até dó de você! – falei em tom de brincadeira quando eu estava saindo. Ela sorriu e não disse nada. Apenas deu tchau. Fui para a minha casa e, ao abrir a porta, nosso cachorro Marrone veio correndo me receber, todo carinhoso. Ele fazia isso todos os dias. Depois de conversar um pouco com a minha mãe, preparei um lanche e fiquei assistindo TV. O Marrone, como sempre, ficou ali perto de mim.

Eu estava super concentrada no filme quando o telefone tocou. Era a Patricia.

– Laura, você não vai acreditar no que está acontecendo! – ela falou com um certo desesperado na voz.

– O que foi, Patricia?

– O Valente… ele… ele não quer me deixar quieta…!

– Não quer te deixar quieta?!?… como assim? – perguntei a ela, admirada.

– Não sei… mas ele começou a enfiar o focinho no meio das minhas pernas… e fica querendo subir em mim!… aqueles vídeos que a gente viu… mexeram com a cabeça dele! Comecei a rir.

– Patricia, você ficou louca, é?… é sua imaginação, só isso… pode ser que ele só esteja querendo que você leve ele pra passear… vou desligar… minha mãe está vindo! – falei e nos despedimos rapidamente.

Voltei a assistir o filme e o Marrone colocou sua cabeça sobre as minhas pernas pra eu fazer carinho nele. Ele gostava muito disso, porém, desta vez, quando o alisei e brinquei com o seu pêlo, senti uma corrente elétrica percorrer o meu corpo, e isso me deixou arrepiada dos pés à cabeça. Foi uma sensação deliciosa.

Não vou mentir. Aproveitei que a minha mãe não estava por perto e continuei fazendo carinho nele. Na mesma hora vieram à minha mente as fotos e vídeos que eu tinha visto na Internet com a Muriel. Comecei a ficar muito excitada, sentindo minha buceta palpitar de desejo. Eu quase nunca me masturbava, mas de repente senti uma vontade enorme de tocar uma siririca, e eu não sabia ainda o motivo.

– Filha… preciso ir ao mercado… não é pra sair… seu pai já deve estar chegando! – minha mãe falou e em menos de 5 minutos saiu de casa, me deixando sozinha.

Voltei minha atenção para o filme, ou melhor, para o nosso cachorro Marrone. Continuei fazendo carinho nele e logo percebi como ele ficava tentando enfiar a cabeça no meio das minhas pernas. Eu estava usando uma saia um pouco curta e uma calcinha confortável, já que fazia muito calor e minha mãe insistia nesse negócio de deixar a perereca respirar. Eu ria dela quando ela falava isso.

A verdade é que o Marrone enfiava o focinho cada vez mais no meio das minhas coxas. Fiquei com medo, é claro, mas também sentia muita curiosidade em ver o que ele pretendia fazer. Era a primeira vez que aquilo estava acontecendo e eu não sabia realmente como agir. Fechei mais as minhas pernas e ele insistia. Até que decidi. Fui abrindo minhas pernas levemente, pouco a pouco. De imediato nosso cachorro começou a lamber minhas coxas. Quando ele fez isso eu senti um tesão tão gostoso que mal contive meus gemidos. Abri mais ainda minhas pernas, ficando toda arreganhada no sofá.

– Vem, Marrone, vem… lambe mais… lambe… isso, menino! – falei baixinho e ele aproximou o focinho da minha xaninha, bem em cima dela, cheirando. Em seguida ele começou a me lamber, por cima da minha calcinha. O toque da língua, mesmo por cima da calcinha, me provocou uma reação que eu ainda não conhecia.

– Ohhhhhhhhhhhhhh… ahhhh… ahhhhh… Marroneeeeee…! – gemi descontrolada e gozei. Era a primeira vez que eu tinha um orgasmo sem usar os meus dedos. Que loucura! Fiquei assustada e me levantei do sofá arrumando a minha roupa rapidamente. Em seguida andei pela minha casa, olhando pelas janelas e quintal, me certificando de que ninguém tinha visto aquela cena. Fiquei muito confusa. Por vários minutos fiquei parada, olhando para o vazio, e o Marrone ali do meu lado, me olhando.

Fui até a rua e olhei para todos os lados. Nenhum sinal da minha mãe, dos meus pais ou dos meus irmãos. Pensei um pouco e me decidi. Eu queria mais um pouquinho daquilo. Fechei a porta novamente e corri para o sofá, e o Marrone já veio correndo atrás de mim.

Me joguei no sofá, abri minhas pernas ao máximo e puxei minha calcinha para o lado, para que minha buceta ficasse toda exposta para o Marrone. Ele veio rápido e começou a me lamber todinha, com desespero. Foram apenas uns 2 minutos e gozei novamente, gemendo baixinho e me contorcendo toda. Que loucura! O que eu estava fazendo?!? Empurrei o Marrone para longe e arrumei a minha roupa. Fiquei deitada no sofá pensativa. Dois orgasmos e minha xoxota ainda continuava querendo mais. E eu sozinha em casa. Era uma oportunidade que eu não ia deixar escapar. Fui de novo.

– Vem, Marrone… vem… me faz gozar novamente, seu gostoso…!! – falei e de novo me sentei de pernas abertas, com a minha calcinha de ladinho. Nossaaaa!! Bastou sentir o cheiro da minha xota para o nosso cachorro vir como louco. Ele ficou cheirando e lambendo por uns 5 minutos.

– Ohhh… ohhhh… issooo… ahhhh… Marrone… Marrone… meu deussss… ahhh… ahhhh…! – gemi como louca e gozei de novo. Dessa vez o orgasmo veio tão forte que rolei no sofá, com as minhas vistas embaçadas. E o Marrone ali, enfiando ainda mais o focinho nos meus fundos, agora pelo meu bumbum.

– Chega… chega, Marrone… tá bom, meu amor! – falei e comecei a fazer carinho nele em retribuição aos orgasmos deliciosos que ele tinha me ajudado a ter. Minha buceta estava muito dolorida e ardendo, e o meu clitóris ficou super sensível. Mas eu ainda continuava com tesão. Enquanto acariciava a cabeça do Marrone com uma mão, levei a outra por baixo dele e toquei o seu prepúcio. Ele ficou quietinho, sem qualquer reação. Apertei um pouquinho e senti o seu pênis fino e pequeno, ou seja, não era enorme como aqueles que eu e a Patricia tínhamos visto nos vídeos. Fiquei confusa e comecei a admitir que aquilo era mesmo efeito de filmes.

No entanto, eu estava tão excitada que eu queria continuar mexendo com o pau dele pra ver o que acontecia. Mas o barulho do carro do meu pai chegando acabou por colocar um fim em toda aquela loucura. Me levantei apressada, arrumei a minha roupa e fui correndo para o banheiro me lavar.

Meu pai entrou com meus dois irmãos mais novos e ele me perguntou o que eu tinha feito e tal. Expliquei que eu tinha ido até a casa da Patricia e depois fiquei vendo TV. Falei também que minha mãe tinha ido ao mercado e que já estava voltando. E tudo correu normalmente, como todos os dias.

Chegou a hora de dormir e eu, ao pegar no sono, tive um sonho muito estranho. Sonhei que o Marrone metia em mim, como se eu fosse sua cachorrinha. No sonho ele me falava que me amava e que queria me comer todos os dias. E eu respondia que seríamos amantes para sempre. Que loucura!O interessante é que, no melhor do sonho, minha mãe apareceu e acabou com a nossa brincadeira. E isso me deixou com muita raiva, porque eu não sabia como seria tal relação.

No dia seguinte, bem cedo, acordei e percebi minha buceta completamente molhada. Me toquei e senti que eu ainda estava muito dolorida por causa das lambidas do Marrone. Assim que saí do meu quarto para ir ao banheiro, ele veio todo alegre me cumprimentar. Como eu estava só de toalha, lá veio ele enfiando o focinho entre as minhas pernas novamente.

– Marroneeeee… não podeeee… não pode fazer isso! – briguei com ele, o que o fez recuar. Fiquei com muito medo da minha mãe ou os meus irmões virem aquilo e desconfiarem do que tinha acontecido. De imediato o Marrone correu para a cozinha e eu fui tomar banho. Em seguida tomei o café da manhã e fui para o colégio. Assim que cheguei ao colégio a Patricia já veio correndo me encontrar.

– Laura… aconteceu uma coisa e preciso te contar… mas tem que prometer… tem que jurar pela pessoa que você mais ama… que nunca vai contar isso pra ninguém! – ela falou, muito ansiosa.

– Claro que juro, sua boba… pode me falar! – respondi apressada.

– Laura de deusss… o Valente me lambeu… ele ficou lambendo a minha buceta e eu achei tão gostoso que gozei… várias vezes!

– Sério?!?… você não ficou com medo? – perguntei.

– Não… não fiquei não!… e ele queria montar em mim!

– O que?!?

– Sim, ele queria transar comigo, Laura!

– Nossaaaaaa!!… e você deixou, Patricia?

– Nãooooooo… claro que nãooooo… não deixei!… mas eu fiquei de quatro, igual uma cachorrinha, de roupa… e ele veio pra cima de mim e ficou metendo… nossaaaaa… foi gostoso… mas não tive coragem de tirar minha roupa!

– Você é louca, Patricia! – respondi e entramos na sala, pois as aulas já estavam começando. Não vou mentir. A confissão da Patricia me deixou com tanto tesão que a única coisa que passava pela minha cabeça era como seria transar com o nosso cachorro Marrone. Que loucura! Eu achava aquilo um absurdo, mas eu não parava de pensar nisso. Eu estava assistindo à aula, mas a minha mente estava em outro lugar, mais especificamente, na minha casa.

Depois de uns 40 minutos eu fingi uma dor de estômago para que me dessem permissão para que eu fosse para casa. Deu certo.

– Você está passando mal mesmo, Laura? – a Patricia me perguntou.

– Sim… estou!… acho que é minha menstruação… fico com a barriga toda dolorida e com muita cólica! – respondi. É claro que era tudo mentira.

A diretora do colégio autorizou a minha saída, mas antes ligou para a minha mãe e contou para ela sobre a minha forte dor de estômago e que eu estava indo para casa. Falei com a minha mãe e expliquei para ela que era a minha menstruação e tal, e que não era para ela se preocupar. Minha mãe entendeu e me falou que ela e o meu pai não iam almoçar em casa e que meus irmãos ficariam na escola deles para participar de um evento que ia acontecer por lá. Nossa! Mal acreditei na minha sorte. Estava saindo melhor do que o planejado.

Saí do colégio e rapidamente peguei o ônibus para chegar em casa. Eu estava muito ansiosa. O Marrone, como sempre, veio correndo me receber. Olhei para ele e percebi que ele estava diferente, mais contente, como se já soubesse antecipadamente o que ia acontecer.

Fui até o meu quarto, tirei o meu uniforme do colégio e vesti um shorts de algodão e uma blusinha. Fui até a sala e fiz algo que até então eu nunca tinha feito: abri uma garrafa de bebida do meu pai e bebi um pouquinho. Nossaa!! Só isso já me deu um pouco mais de tranquilidade, já que eu estava tremendo dos pés à cabeça. Eu estava me sentindo nervosa e ao mesmo tempo muito excitada. Era uma sensação que até hoje não consigo explicar. Fui até a porta de entrada e dos fundos da minha casa e coloquei uma latinha na frente de cada uma, para eu ouvir caso alguém chegasse. Assim eu não teria surpresas nem correria o risco de ser pega em uma situação complicada.

Fui para o meu quarto e chamei o Marrone. Assim que entramos eu fechei a porta, me sentei na cama e ele se aproximou e colocou novamente sua cabeça sobre as minhas pernas. Eu me sentia muito nervosa, com muito medo, e me tremia toda. Mas ao mesmo tempo eu estava tão excitada que minha buceta pulsava.

Comecei a sentir minha xana tão babada que parecia escorrer para o fundo da minha calcinha e para o meu shorts. Nosso cachorro começou a fazer como no dia anterior, ou seja, começou tentando enfiar a cabeça no meio das minhas pernas, porém, dessa vez, não me fiz de difícil. Tirei meu shorts e minha calcinha e me sentei na beirada da cama com as pernas bem abertas. Ele começou a me lamber e lamber, como se fosse um profissional, como se a gente já tivesse feito aquilo muitas outras vezes. Fui à loucura.

– Ahhhh… ahhhhhh… que delíciaaaaaa… isso, querido… Marrone… lambe ela todinha… lambe… ohhhhh… meu gostoso… ahhh…! – eu gemia e falava.

O Marrone continuou passando o focinho em toda a minha xoxota e lambendo, sem parar. Não demorou e caí para trás na cama, segurando minhas pernas bem abertas e ficando toda exposta pra ele.

– Ohhh… isso… meu deusssss… assimmmmmm… que delíciaaaaa… vou gozarrrrr… vou gozarrrrr…!! – gemi como louca e me desmanchei em um orgasmo super delicioso.

Depois de gozar fiquei confusa novamente. Me levantei, vesti minha calcinha, meu shorts e sai do meu quarto, com o Marrone atrás de mim e enfiando o focinho no meu bumbum. Fui até as janelas, dei uma boa olhada lá fora, para me certificar de que ninguém estava vendo o que se passava na minha casa. Então, depois de alguns minutos de exitação eu voltei correndo para o meu quarto. O Marrone já sentia cheiro de sexo e veio correndo atrás de mim. Entramos no quarto, tranquei a porta, tirei de novo meu shorts e calcinha e me arreganhei toda na cama novamente.

Enquanto o Marrone começava a me lamber, eu comecei a acariciar o prepúcio dele e de novo senti o seu pênis fino e pequeno, bem diferente dos que eu tinha visto nos vídeos. Parei de acariciá-lo, pois era como se ele não estivesse excitado.

Nesse momento fiquei completamente desiludida e confusa, pois nos relatos eróticos que lí com a Patricia, em muitos deles as pessoas falavam que o cachorro começa a te lamber e logo o pênis dele sai do prepúcio e fica totalmente grosso e muito comprido. Mas isso não estava acontecendo com o Marrone. O pênis dele continuava em seu prepúcio, guardado, fino e só um pouquinho pontudo. Vesti minha roupa novamente e fiquei deitada na minha cama, pensativa. Logo ouvi o telefone tocar. Era a Patricia. Fui até a sala atender.

– Oi, Laura… você está melhor? – ela me perguntou.

– Sim… estou bem melhor… um pouquinho de dor só! – respondi fingindo estar com dor.

– Você está sozinha em casa?

– Sim… meus pais só vão chegar mais tarde…! – respondi.

– Por que você não deixa o Marrone te ajudar com a sua dor, sua boba? – minha amiga me perguntou com uma voz muito safada. Que ousadia!

– Você está doida?!?… Como assim?!? – respondi com uma risada.

– Ué… da mesma forma que eu deixei o Valente fazer comigo! – Não sei, Patricia… tenho tanto medo!

– Experimenta… deixa de ser boba… aproveita que você está sozinha em casa… a aula vai começar… depois eu te ligo! – ela falou e desligou o telefone.

Assim que a Patricia desligou, eu, em pé na sala, senti o focinho do Marrone na minha bunda. Ele me deu umas lambidas que me fizeram paralisar. Que coisa mais louca! Me apoiei na parede, abri um pouco as pernas e fiquei mais empinada, e ele aproveitou pra lamber mais gostoso ainda. Que delícia! Fui correndo para o meu quarto e ele foi atrás.

Tremendo de medo, mas muito curiosa e excitada eu tranquei a porta do quarto e fiquei de quatro, ao lado da minha cama, ainda de roupa. Ao me ver assim o Marrone veio com tudo e subiu em cima de mim. Como eu não estava acostumada, o peso dele me fez cair para frente.

Rolei no chão e, quando consegui sair de debaixo dele, fiquei de quatro novamente, e ele subiu. Suas patas dianteiras na minha cintura me agarraram com força, tentando me imobilizar, enquanto ele começava seus movimentos características, querendo copular comigo. Nossa! Eu senti o pau dele encostando na minha pele, nas minhas coxas e logo acima do meu shorts. Ele estava realmente desesperado para meter em mim, com a respiração ofegante, me segurando com tanta força que já estava machucando a minha cintura.

Meu tesão era tanto que minha buceta babava, toda molhadinha. E foi nessa hora que eu tomei a decisão. Enquanto ele continuava tentando enfiar, eu levei minhas mãos para trás e desci meu shorts e minha calcinha, deixando-os no meio das minhas coxas. Eu estava com muito medo mesmo, mas eu queria saber o resultado daquilo.

Voltei a ficar de quatro e empinei minha bunda o máximo que eu pude. O Marrone continuou com o seu pênis ali, roçando minhas nádegas, tentando encontrar a entrada da minha buceta, e eu me empinando mais e mais, com medo dele enfiar no meu cuzinho.

Logo senti uns respingos na minha bunda. Não sei ao certo se era a urina ou o sêmen dele. O certo é que isso me deixou mais excitada ainda.

– Marrone… devagarrrr… vai bem devagar, tá?… seja bonzinho comigo…!! – falei baixinho, como se isso ajudasse a me deixar mais relaxada. Coloquei uma mão para trás e abri os meus grandes lábios, na esperança dele encontrar minha entradinha mais fácil, mas não estava dando certo. Por mais que o Marrone tentasse, a pontinha do pau dele que estava fora do prepúcio não era longa o bastante.

Comecei a ficar agoniada e tentei me livrar ele, mas meu movimento o deixou irritado e ele começou a rosnar. Com mais força ainda suas patas dianteiras me imobilizaram e resolvi ficar quietinha pra ele não me arranhar ainda mais. Até que aconteceu.

– Aiiiiiiiiiiiiiiiii… soltei um grito de desespero quando ele conseguiu atingir minha entradinha. A dor foi tão forte que soltei meu corpo e caí de bruços, fechando meu bumbum e me protegendo. De imediato ele saiu de cima de mim e ficou dando voltas pelo quarto. Nessa hora vi o tamanho do pênis que já estava pra fora.

Quando vi aquele pauzão todo vermelho balançando entre as pernas do Marrone eu não tive dúvidas. Eu ia deixar ele meter aquilo em mim. Me livrei do meu shorts e da minha calcinha e fiquei de quarto novamente, agora com uma toalha debaixo dos meus joelhos para não machucá-los. O Marrone me deu umas lambidas e subiu de novo. Com força ele me agarrou e me imobilizou, e logo senti as estocadas rápidas e desesperadas. Fui me ajeitando, procurando encontrar a melhor posição para a penetração na buceta. Meu maior medo era ele enfiar seu pênis no meu cuzinho virgem e intocado.

– Ahhhhhhh… aiiiiii… aiiiiii… meu deusss… meu deussss… Marrone… Marrone… aiii… aiiii… socorrooo… socorrrroooo… entrou… Marrone… entrouooooooo…!! – gemi desesperada quando ele encontrou minha entradinha e, com umas três ou quatro estocadas, engatou tudo em mim.

Senti uma dor horrível e ele ia penetrando mais e mais, cada vez mais fundo. Nosso cachorro tinha acabado de quebrar o meu cabaço. Ele tinha acabado de tirar a minha virgindade e me transformar em uma mulherzinha. Eu só não imaginei que fosse me doer tanto.

E o pior é que eu fiquei completamente dominada, não conseguia me mover nem um centímetro, tamanha a força com a qual ele me segurava.

– Marroneeee… meu deussss… devagarrrr… aiiii… aiiiii… devagarrrr… está me machucandoooooo… tá bom… já tá bom…! – eu gemia e falava, sentindo lágrimas descer pelo meu rosto. Ele continuava metendo freneticamente, e parecia que, para cada centímetro que ele tirava, ele voltava a enfiar três. Nossa!! Me senti completamente preenchida por um pau quente, que começava a ficar muito grosso, fazendo minha buceta dilatar e começar a arder.

– Ahhhhhhhhh… meu deussssss… você vai me matar… não faz isso não… me soltaaaaa… por favorrrrrr… me solta…! – falei chorando e torcendo para aquela tortura acabar logo, pois eu não estava mais gostando, estava muito dolorido mesmo. A impressão era que eu estava sendo partida em duas.

Foi engraçado como todos os músculos do meu corpo pararam de responder. Eu não conseguia me mexer de forma alguma. Tudo que eu conseguia era falar com ele, pedir pra ele me soltar. Mas ele continuava firme, com suas patas em volta de mim e babando na minha nuca e nos meus cabelos.

Até que ele parou e ficou quieto em cima de mim, enquanto seu pênis palpitava na minha bucetinha já muito castigada. De repenti senti uma grande descarga de um líquido dentro de mim, tão quente. E aí veio a surpresa. Tentei me afastar dele e percebi que eu estava presa. Me desesperei e comecei a chorar ainda mais. O Marrone tinha me prendido com sua bola e, pelo que eu sabia, a gente ia ficar ali daquele jeito por quase uma hora. A saída foi pedir pra ele ficar bem quietinho.

– Shhhhhhhhhhhhh… Marrone… bem quietinho tá?… não machuca sua Laurinha, tá bom?… fica bem quietinho aqui comigo! – falei e fiquei fazendo carinho nele.

O problema é que eu já sentia dor nos meus braços e nas minhas pernas. Ficar de quatro debaixo de um cachorro quase do seu tamanho não é nada fácil. Para minha felicidade, ou infelicidade, o Marrone passou sua pata traseira por cima do meu bumbum e ficamos em uma posição que para mim foi muito vergonhosa.

Mas o que mais doeu não foi ficar grudada bumbum com bumbum com o nosso cachorro. Foi o pênis e a bola dele girando dentro da minha xana. Que dor horrível. Parecia que minha xoxota estava pegando fogo. Mas, de repente a dor passou e ficou ali, engatados e tranquilos. Comecei a gostar muito da situação na qual eu me encontrava. Sentir o enorme pênis do Marrone palpitar dentro da minha buceta fez com que eu começasse a me excitar novamente, tanto que usei a minha mão para tocar meu clitóris. Em poucos minutos eu atingi um orgasmo que me fez babar pelo canto da boca.

Depois que gozei eu fui me mexendo até me deitar no chão do meu quarto e, puxando o lençol da minha cama, consegui pegar um travesseiro para me acomodar melhor. Minha única preocupação agora era alguém chegar na minha casa e me flagrar naquela situação altamente constrangedora.

Fiquei presa ao Marrone por uns 30 minutos ou mais, até que, com uma nova descarga de líquido quentinho, eu percebi a bola dele diminuindo um pouco mais. Procurei me relaxar e esperei. Mais uns 15 minutos e a bola estava bem pequena. Experimentei me soltar e senti uma dor enorme, mas eu precisava me libertar.

Tentei novamente e “Plop!”. O pênis dele saiu da minha buceta, ainda com sua bola inchada. Fiquei até assustada quando vi o tamanho daquilo. Deu até medo. Passei os dedos na minha xoxota e senti ela dolorida e toda melada dos líquidos dele e dos meus. Um pouco de sangue nesses líquidos comprovaram que minha virgindade já era. Depois de me lamber por alguns segundos o Marrone se deitou no canto do quarto, com seu pênis já guardado novamente em seu prepúcio. Me sentei com as pernas abertas e toda dolorida. Na verdade todo o meu corpo doía. Era como se eu tivesse levado umas 10 surras, uma atrás da outra.

Saí do meu quarto, chamei o Marrone e o coloquei para fora da casa. Em seguida tomei um banho bem quente e me vesti. Tomei um comprimido para dor e fui para o sofá da sala assistir TV. Poucos minutos depois eu peguei no sono. Fui acordada pela campanhia da porta de entrada. Era a minha amiga Patricia.

– Oi, Laura… vim ver como você está!

– Estou um pouco melhor… mas meu corpo está doendo muito!… tomei banho e me deitei um pouco!

– E seu cachorro?… cadê ele?… deu certo aquilo que falei?… você deixou ele te lamber? – ela perguntou ansiosa. – Não, Patricia… ele está no quintal… não tive coragem não!

– Deixa de ser boba, Laura… eu fiz com o Valente… é muito gostoso!

– Tenho coragem não… o Marrone é muito bravo… ele vai é me morder! – respondi.

Conservamos mais um pouco e logo ela foi embora. Fiquei no sofá estirada, confusa e cansada. Minha primeira experiência com zoofolia tinha sido interessante mas muito dolorida, e me custou a minha virgindade. Mas era algo que eu queria e não me arrependo disso.Agora toda vez que estou sozinha em casa com o Marrone chupo bem gostoso seu pauzão e deixo ele gozar bem gostoso na minha boquinha e me meter bem gostoso na minha bucetinha…. Amigas se quizerem dicas me mandem mensagem no meu Email: laura_ponio13@outlook.com ou se quizerem me seguir no instagam:laura_ponio13

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 4,55 de 20 votos)
Loading...