Gerações no incesto

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Bom, para alguns o incesto é um taboo, para outros uma bestialidade irracional e pervertida, mas pra mim é uma doce realidade, a mais bela forma de demonstrar amor à pessoa amada, afinal não transamos com nossos inimigos. Me chamo Marcelo, tenho 51 anos, me considero um coroa boa pinta, faço questão de manter o corpo forte e ativo com caminhadas pelas manhãs e no meu trabalho pego bastante peso. Tenho uma barba grisalha que mantenho aparada, tenho olhos azuis que herdei de meus ancestrais neozelandeses, e já que estamos num relato sexual sobre minhas aventuras em família devo revelar o meu dote para que você consiga imaginar com mais realismo, um cacete de 18cm bem grosso, um pouco torto pra esquerda como muitos homens por aí, as vêias que ficam aparente durante as ereções são para muitos um charme a parte.

Sim, minha vida sexual é bem movimentada, não como antes, banhada por orgias bissexuais e muita libertinagem, mas não é sobre esse meu passado que vim aqui relatar para vocês, e sim o meu caso com meu genro e seus 2 filhos, meus netos. Vou voltar um pouco no tempo pra explicar minha relação com meu genro:

17 anos atrás, eu não ainda não tinha minha loja de matérias de construção, ainda era caminhoneiro, fazia viagens por boa parte do país, na companhia do meu melhor amigo e ajudante Ronaldo. Ronaldo e eu éramos bem íntimos, sempre rolava umas putarias na estrada, dividimos muitas putas e viados por essas estradas, era um homem admirável. Digo era porque ele morreu em um acidente naquela época, senti muito sua falta, e tentei ajudar sua família. Ronaldo deixará 3 filhos e uma esposa, chamei o filho mais velho pra ocupar o lugar do pai ao meu lado nas viagens, assim ele ajudaria sua mãe a criar os irmãos pequenos. Seu nome é Roberto, na época com 18 anos e muito vigor, um lindo rapaz que lembrava muito o Ronaldo, só que cem vezes mais belo. Pele dourada, olhos castanhos, cabelos negros e um corpo bonito e forte. Não demorou muito até que eu percebi suas preferências bissexuais, por várias vezes o flagrei olhando pro volume em minha calça enquanto eu dirigia, na época eu tinha uns 34 anos, não me julguem por não resistir ao belo rapaz, acabei passando a rola nele e acabamos virando amantes, as viagens ficaram mais longas, sempre parávamos em pousadas e vivíamos uma lua de mel. Foi inevitável, Roberto ficou íntimo da minha família, chegando a frequentar minha casa quase que diariamente, minha esposa e filha adoravam sua presença, especialmente minha filha, Ângela. Com o tempo Roberto veio falar comigo, dizia estar gostando de minha filha, mas que continuaria sendo meu viadinho, eu na hora não aceitaria tal coisa, mas parei pra pensar, o Roberto era um ótimo rapaz, e eu o teria sempre por perto se os dois viessem a ter um relacionamento. Ângela, com apenas 16 anos na época, já estava apaixonada pelo meu jovem amante Roberto e não demorou muito até que começassem um relacionamento. E em menos de 2 anos eles estavam casados, no começo, eles moravam conosco, eu havia criado uma regra pra minha relação com o Roberto "jamais fazer nada em nossa casa" , mas nas nossas viagens tirávamos o atraso, fodia aquele cuzinho quente até deixa-lo ardido e piscando. Confesso que comecei a gostar daquela situação, ver a minha filha beijar a boca que chupava minha rola e engolia minhas gozadas me enchia de tesão. Minha esposa tinha uma irmã que morava numa pequena cidade no nordeste, próxima à cidade de João Pessoa, lá ela era casada com um cara bem de vida que tinha um mercado, e minha filha acabou indo morar lá pra ajudar a tia na administração e fazer uma faculdade e de quebra o meu jovem amante foi junto. Senti muito a falta dos dois, eram a vida da casa, principalmente do meu Roberto. Desanimei em fazer viagens, não era a mesma coisa sem o meu viadinho engolidor de leite, comecei a comprar matérias de construção pra negociar e acabei abrindo uma pequena loja, enquanto isso minha filha teve meu primeiro neto, o Romero. Eu me enchia de orgulho vendo as fotos, era uma linha mistura da minha família com a família do Roberto: a pele branca como a minha, cabelos negros como o do pai, olhos azuis como os meus… era um lindo bebê. Os anos foram passando e seguimos a vida, todo fim de ano minha filha e sua família vinham passar conosco e eu aproveitava pra tirar o atraso com o Roberto nos fundos da minha loja fora do horário de expediente, o corpo dele estava mudando, não se parecia mais o ninfeto que eu comia no caminhão, mas sim um belo homem, havia encorpado, a barba por fazer dava um ar de homem feito, mas continuava sendo a minha putinha que rebolava no meu cacete. 6 anos após o nascimento do Romero, minha filha anunciou a segunda gravidez, outro menino que recebeu o nome do avô Ronaldo. Já esse puxou mais o Roberto, com lindos olhos castanhos.

Bom, essa era a nossa situação até o fim do ano passado. Minha filha casada com o meu viadinho e com 2 filhos dele. Em outubro de 2017, o marido da minha cunhada morreu e ela não queria mais mexer com o mercado, acabou alugando o ponto pra outro negociante e a minha filha estava sem o emprego que trabalhou por quase 16 anos (o Roberto também trabalhava no mercado como estoquista, esqueci de mencionar). Pegaram o dinheiro do acordo de demissão e vinheram devolta pra são Paulo com a família. Eu adorei a volta deles, imediatamente coloquei o Roberto pra trabalhar na minha loja e voltamos aos bons tempos de amantes. O meu neto Romero já estava com 15 anos, era um rapaz lindo, mais alto que o pai, o corpo magro (não esquelético, apenas magro), seus olhos azuis seduziam no olhar. E o jovem Ronaldinho com 9 anos, tinha seus encantos, típico corpo de garoto de nove anos com uma bundinha bem redondinha. O Romero era muito apegado ao pai, sempre via os dois juntos, as vezes isso atrapalhava quando eu queria ficar a sós com o Roberto. Um noite após uma trepada no fundo da loja, senti o Roberto pensativo e calado, ele queria me contar algo mas não sabia como começar.

-O que foi, Roberto? -perguntei enquanto abraçava seu corpo nú.

-Marcelo, você sente atração por jovens?

-kkkk tá preocupado que vou te trocar por um mais novo?

-não, é só curiosidade, me responde, você transaria com um jovem de 15 anos?

-claro! Esses garotos de hoje em dia estão todos loucos pra levar pica, alguém tem que fazer o trabalho, não acha? Kkk -respondi num tom de brincadeira.

-na idade do Romero, você transaria?

-É claro… Mas por que essa pergunta agora?

-Eu não sei como te contar, não sei qual vai ser a sua reação…

-contar o que?

-Eu e o Romero… Nós… eh…

-Você tá transando com o seu próprio filho?!?! -As palavras sairam da minha boca mas não consegui acreditar nelas.

-sim, você está bravo?

Eu não tinha reação, estava sem ar com a notícia, na minha mente eu tentava assimilar essa possibilidade, imaginava o Roberto e o Romero nus se pegando, o próprio pai beijando a boca do filho, imaginei eles fazendo 69… Meu corpo respondeu aos pensamentos, apesar de ter acabado de transar muito com o Roberto e ter gozado várias vezes, meu pau voltou a ficar duro como pedra.

-Pelo jeito você gostou de saber. -disse Roberto olhando pro meu pau duro.

-isso é loucura, Roberto, a loucura mais gostosa que eu já ouvi em toda minha vida, como aconteceu?

Então ele me contou assim:
Foi depois da morte do Jefferson (dono do mercado, cunhado da minha esposa) , via o Romero triste pelos cantos, achei que estava triste porque íamos vir pra são Paulo e ele iria deixar os amigos lá, mas não era isso, um dia entrei em seu quarto de manhã e ele estava dormindo, o notebook dele ao seu lado exibia a foto do Jefferson e ele abraçados, ambos sem camisa, peguei o notebook e achei curioso ele ter aquela foto e na curiosidade comecei a passar as fotos, e achei fotos deles se beijando, na hora foi um shock, meu filho de 15 anos com um homem maduro como o Jefferson, eu jamais desconfiei que ele fosse Gay, fuçando mais na pasta das imagens achei vídeos, eles transando, o Jefferson comendo o cú do meu filho que rebolava e pedia mais força. Meu pau ficou duro assim como o seu, Roberto, aquele viadinho tava triste porque perdeu a rola que ele sentava. Chamei ele pra conversar, falei que sabia do caso dele com o Jefferson, e que havia visto as fotos e vídeos, ele chorou desesperado, pediu desculpas, eu fiquei com pena dele e pra acalmar eu disse que estava tudo bem, que eu o entendia e que também já havia transado com outro homem. Ali nossa relação se fortaleceu, ficamos mais unidos e ele me contou como começou a transar com o Jefferson, ele disse que o Jefferson mostrava o pau pra ele quando estavam sozinhos, ele era pequeno e o Jeff deixava ele brincar com seu pau, debaixo do nariz de todos, o Romero cresceu sendo a putinha do Jefferson. Eu achei legal ele ter se aberto comigo e não queria ter segredos com ele, e contei sobre nós…

-Você o que?! -perguntei com medo e um pouco de raiva.

-Ele não iria contar pra ninguém, ele sabia que era segredo e eu confiava nele, e hoje temos um segredo nosso, fica tranquilo, Marcelo.

-Bom e como aconteceu entre vocês dois?

-foi depois disso, contei sobre nossas aventuras nas estradas e todas as coisas que fazíamos, ele também me contava as coisas que o Jefferson fazia com ele, me disse até que o Jefferson estava pretendendo iniciar o Ronaldinho.

-que safado… -falei isso segurando no pau e deixando minha mente criar essas cenas.

-sim, muito safado, se eu soubesse dessas coisas antes tinha dado o cú pra aquele sacana, e de quebra teria um salário melhor kkkk o filho da puta comia um filho meu e planejava comer o outro e só me pagava aquela mixaria kkkk

—rimos juntos—

-eu e o Romero estávamos visivelmente excitados e rolou um clima de sacanagem e cumplicidade, acabamos transando.

-ele te comeu?

-só depois que dei várias gozadas dentro do cú dele, pense num viadinho que gosta de leite, foi criado bebendo leite de pica, agora viciou…

-Então eu tenho outra putinha na família… Bom saber…

-e tem outra coisa… -disse Roberto.

-ele que me pediu pra te contar, ele quer ser comido por você também, e eu avisei que ia te contar hoje aqui na loja, ele tá em casa sabendo do que estamos fazendo aqui…

Peguei o celular e liguei pro meu neto:

-alô, Romero?

-Oi vovô, tudo bem?

-tudo bem sim, mas pode melhorar, por que você não pega a bicicleta e vem aqui na loja?

-Precisa de mim pra alguma coisa?

-eu e sei pai precisamos sim, e você já sabe do que se trata não é? -perguntei num tom sacana.

-S-s-sei… -falou gaguejando meio tímido.

-vem aqui na loja, mas não fala pro seu irmão pra ele não querer vir junto.

-Ok, vovô, vou o mais rápido que posso.

Desliguei o celular e falei pro Roberto, "a melhor coisa que a minha filha fez na vida foi ter casado com você…" começamos a se pegar, Beijos molhados e mãos em todas as partes do Corpo. Não demorou muito e ovinos alguém bater no portão da loja, Roberto foi ver quem era e voltou com o filho pro fundo da loja onde eu esperava nu e de pau duro. Quando o Romero me viu, seus olhos brilharam, ele deu uma boa olhada no meu pau e eu o recebi com um beijo de língua digno de novela. Enquanto eu beijava meu neto, o pai dele ia abaixando as calças do garoto, logo senti seu jovem e quente cacete encostar no meu, era grande pra idade dele, reto e comprido. Retirei seu camisa e beijei todo seu corpo até chegar em seu pau, Roberto também se ajoelhou e chupamos ao mesmo tempo aquele jovem pau, nossas línguas travavam uma batalha pra ver quem sentia mais sabor, até que sentimos o leite quente jorrar…

-Já gozo, Romero?

-não se preocupa Marcelo, ele goza bastante e o pau não baixa, vamos nos divertir bastante ainda. – falou Roberto.

Coloquei o Romero inclinado sobre uns sacos de cimento e abri seu rego, vi um cú rosado sem pelos piscando por pica. Passei um pouco a língua pra sentir o sabor da juventude do meu neto naquele cuzinho guloso e ele gemeu. O cú já estava lubrificado com bastante saliva quando comecei a empurrar minha rola dentro, Romero fazia sons de prazer chupando o pau do pai que estava sentado nos sacos de cimento. Neto, pai e avô… seria esse o início de uma tradição familiar? Eu e Roberto revezamos o cú do Romero por horas, eu e o Romero também dividimos o cú do Roberto. Estávamos os três todos suados e sujos de porra, fomos tomar uma ducha cheia de Safadeza no banheiro dos funcionários. Já vestidos e quase indo embora eu chamei os dois pra conversar.

-Roberto, o que você acha de aumentarmos nossa brincadeira?

-como assim?

-incluir o Ronaldinho nessa tradição de família…

-ele só tem 9 anos, Marcelo, será que ele já aguenta?

-aguenta sim, eu muito mais novo que ele já levava rola do Jefferson e adorava, e eu sei que ele vai topar e guardar segredo, antes do Jefferson falecer ele já estava investindo no Ronaldo… -Disse Romero.

-Como assim filho? Isso você não me contou, só disse que o Jefferson tinha planos pra ele…

-eu ia contar, mas o senhor ficou estranho na hora que eu falei, achei que não tinha gostado, mas agora que o vovô falou achei que era hora de falar.

-E o que o Jefferson fazia? -perguntei já sentindo o tesão voltar.

-ele fazia o Ronaldo sentar no colo dele com o pinto duro, e o Ronaldo gostava e até rebolava, ficava mostrando vídeos de sexo Gay e falava pra ele não dizer pra ninguém. O Ronaldo gostava da sacanagem. -disse Romero.

-Então está mais fácil do que imaginava… Já estamos a meio caminho andado, o que vocês acham de uma pescaria de fim de semana, só nós 4, conheço um amigo que tem uma chácara numa cidade do interior não muito longe daqui, podemos ir na quinta e ficar até segunda. Lá damos um jeito de incluir o Ronaldinho na brincadeira…

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Bom, escrevi bastante por hoje, muitos lêem e poucos comentam, se houver muitos comentários e eu ver que vocês gostaram do meu relato eu continuo em breve. Um abraço do amigo Marcelo e viva as formas de amor sem preconceitos, é disso que o mundo precisa!

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