Dor de consciência

Autor

Meu nome é Borges, tenho 52 anos e sou casado sem filhos. Recentemente, aconteceu algo comigo que está me deixando com dor de consciência. Estou tendo pesadelos horrorosos que me despertam nervoso, com falta de ar e muito suado. Não estou conseguindo me concentrar no trabalho. Vivo pensando no que fiz, algo que me deixa triste e ao mesmo tempo ansioso para repetir. Há cerca de 2 meses, cheguei em casa à noite e encontrei a minha cunhada, fazendo uma visita pra irmã. Sua filha, a Verinha, de 8 anos, uma criança linda e meiga, estava dormindo no quarto de hospedes, vestindo apenas uma calcinha que estava enterrada na bundinha. Depois de falar com a minha cunhada, fui para o meu quarto tomar um banho. Quando passei pelo corredor, vi a Verinha deitadinha dormindo na cama com a bundinha pra cima. Não sei porque, mas aquela visão me deixou muito excitado. Ao chegar no quarto estava de pau duro. Quando estava tomando banho, me deu uma vontade louca de ir ao quarto onde a Verinha estava e tirar um sarro naquela bundinha maravilhosa. Tentei tirar esta ideia da cabeça mas não consegui. Meu pau continuava duro o tempo todo. Terminei o banho e fui espreitar a Verinha, enquanto a minha mulher e a cunhada continuavam conversando na cozinha. Entrei no quarto e fiquei olhando a bundinha linda, branquinha e fofinha, com a calcinha toda enterrada no rego. Voltei ao corredor e vi que as duas estavam longe conversando animadamente. Entrei no quarto de novo e tirei o pau pra fora e comecei a me masturbar olhando a menina seminua na cama. Eu queria fazer algo mais, mas estava muito nervoso. Meu coração disparado pulsava dentro do peito e minhas pernas tremiam. Aproximei da cama e tomei coragem e passei a mão na pele da bundinha. Que pele macia, sedosa. Passei o dedo no rego da bunda e a Verinha se esticou e bocejou. Sai da perto e fiquei só na punheta. Tomei coragem de novo e sentei na cama e fiquei passando o dedo na bundinha e me punhetando, ao mesmo tempo. Nessa hora, ouvi uma voz mais forte e sai correndo e fui pro meu quarto. Olhei no corredor e as duas continuavam conversando na cozinha. Entrei de novo no quarto e tive a ideia de puxar o lençol da cama pra Verinha ficar mais próxima da beira da cama. Sentei ao seu lado e a virei de costas pra mim. Sua bundinha ficou a poucos centímetros da minha rola, que pulsava e babava. Abaixei a calcinha até os joelhos e encostei a cabeça da rola na bundinha e senti uma sensação maravilhosa. Meu coração disparou acelerado, mas continuei esfregando a rola bem devagar. Depois de algum tempo, não consegui segurar e acabei gozando e melando a bundinha da Verinha toda. Fiquei desesperado sem saber o que fazer com a meladeira. Era porra pra todo lado. Eu andava no quarto de um lado pro outro tentando achar uma solução. A minha mulher e a mãe da menina não podiam ver o que tinha acabado de fazer. No maior desespero, pensei em sair correndo e deixar o local do crime, mas refleti e tive a ideia de enxugar a porra com a toalha do banheiro. E foi o que fiz, deixando a bundinha limpinha e sem vestígios de porra. Coloquei a calcinha no lugar e sai correndo pro meu quarto. Lavei a rola e me vesti e fui conversar com as duas na cozinha. Quando ela me viram, falaram que eu estava vermelho e perguntaram o que tinha acontecido. Desconversei dizendo que tinha tido problemas no trabalho e estava meio irritado. A minha mulher me serviu um lanche e eu fui me acalmando mais. Quando eu estava vendo TV na sala, as duas passaram dizendo que iriam ao shoppin center comprar algumas coisas e me pediram pra tomar conta da Verinha, que estava dormindo no quarto. Elas se vestiram e saíram me recomendando ir ver a Verinha no quarto de vez em quando. Mal elas saíram, eu fui ao quarto e vi que a Verinha tinha virado e estava de barriquinha pra cima, toda arreganhada. Afastei a calcinha pro lado e vi a cocotinha mais linda do mundo. Fofinha, branquinha, lisinha e com a fendinha da cocota bem fechadinha. Inclinado em cima da menina, eu aproximei o rosto e senti o odor característico da buceta de criança, uma mistura de xixi e talquinho. Meu pau cresceu de novo e ficou pulsando dentro do short. Dei mais uma cheiradinha e não resisti e passei a ponta da língua na fendinha. Que gostinho maravilhoso, uma delícia. As carninhas era macias, saborosas e cheirosas. Lambi cada preguinha da beiradinha da vagina. A respiração da Verinha começou a ficar mais ofegante, mas ela não acordou. Quando olhei pro seu rostinho, ele estava contraído, fazendo uma caretinha linda. Sua boquinha estava aberta e ela respirava fundo. Nem pensei duas vezes. Subi em cima dela e coloquei a cabeça da rola pra ela mamar. Que maravilha. Ela chupou a glande como se fosse um pipo, sugando bem forte. Perdi a cabeça e ejaculei em seu rostinho, melando tudo. Era porra na cara, no pescoço, até no cabelo tinha porra. Ela contraia o rostinho a medida que os jatos de porra se chocavam em sua pele. Me deu um desespero dela acordar e me ver com o pau em sua cara, toda melada de porra. No entanto, ela se espreguiçou e continuou procurando a rola pra continuar a mamar, como se procurasse o pipinho. Coloquei a cabeça da rola de volta na boquinha e ela mamou maravilhosamente, mesmo sentindo o gosto da porra. Fiquei olhando o resultado da minha tara. O rostinho tinha placas de esperma nos olhinhos, na bochechinha, na testinha e na mecha de cabelo que estava do lado da orelhinha. Ela não acordou, mesmo com os urros que eu deixei escapar quando estava gozando. Depois de me recuperar um pouco mais, limpei tudo e a coloquei no meio da cama e saí.
Voltei pra sala na maior felicidade do mundo. Eu tinha acabado de comer uma menininha novinha dentro da minha casa, na maior tranquilidade. Mas, ao mesmo tempo, fiquei com medo de ser descoberto. Quando a minha mulher e a cunhada chegaram, encontraram tudo na maior paz. Nenhum vestígio de esperma estava visível. A menina continuava dormindo profundamente. Naquela noite, a minha consciência não me deixou dormir. A Verinha era a sobrinha preferida da minha mulher e era muito chegada a mim, desde que o pai dela morreu em um acidente de carro numa estrada. Minha mulher reclamou que eu estava muito agitado na cama. Levantei falando que estava nervoso pelo problema que tinha ocorrido no trabalho. Fui pra sala e abri o notebook. Entrei em sites de pornografia e encontrei fotos e vídeos de homens fazendo sexo com crianças. Tinha de tudo. Meninas novinhas sendo comidas por caralhos enormes. Velhos gozando nas boquinhas das garotinhas. Picas sendo forçadas nas cocotinhas e nos cuzinhos. Fiquei louco com as imagens. Algumas delas eram exatamente o que eu tinha feito a pouco tempo com a Verinha. Desde este dia em diante, eu não tirava as imagens da Verinha coberta de porra. As fotos confirmavam que eu não era o único homem a desejar criancinhas. Ao mesmo tempo que meu desejo pela Verinha aumentava, minha consciência me acusava e me condenava. Quando a Verinha vinha em casa, eu ficava doido pra ela dormir e eu voltar a fazer tudo outra vez. Ainda tive mais duas oportunidades com a Verinha, sempre do mesmo jeito. Mas não sei mais o que fazer. Alguém me ajude a resolver este impasse que me tortura a cabeça. Esqueço tudo ou continuo investindo em cima dela?

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 3,86 de 28 votos)
Loading...