Dois cuzinhos se amando…

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Meu irmão e eu temos uma diferença de idade de apenas oito meses. Muita gente até nos confunde como se fossemos gêmeos. Na verdade é como se fôssemos. Desde sempre fomos muito agarrados um ao outro. Além de agarrados e muito amigos, totalmente cúmplices sem segredos um para o outro. Entramos na pré-adolescência tecnicamente juntos. E descobrimos as brincadeiras de sexo juntos. Viramos dois tarados juntos. Tremendamente curiosos com sexo e todas as suas variações para a nossa idade. Estávamos com doze anos chegando nos treze. Comentávamos sobre as meninas do colégio e suas qualidades… Assistíamos ás aulas de Educação Física só para sonhar com as meninas e seus shortinhos e ver se acontecia algum lance de vermos “algo” a mais. Com a necessidade de satisfação fomos levados naturalmente ás punhetas. Nossa! Com os hormônios à flor da pele, punhetávamos várias vezes ao dia. Ficávamos excitados até com Desenhos Animados. Excitados corríamos para nosso quarto e cada um em sua cama, batíamos nossas punhetas até gozarmos. Ainda sem leitinho, mas já gozávamos. Mas de tanto bater punheta, não demoramos muito a termos nossos leitinhos. Acho que foi devido às punhetas que logo ele, o leitinho, apareceu, pois éramos muito novos ainda. Nossa intimidade que era grande só foi aumentando. Descobrimos várias maneiras de nos satisfazermos. Nossas notas do Colégio até descaíram um pouco, pois só pensávamos em sexo. Certo dia, brincávamos em cima dos galos de uma mangueira quando vimos nossa vizinha sair de dentro de casa e pegar uma toalha no varal, totalmente nua. Nunca tínhamos visto assim, ao vivo, uma mulher nua. Naquele dia o que batemos de punheta foi uma loucura… Nas nossas andanças atrás de melhoras na forma de punhetar, um dia tivemos a ideia de punhetarmos um ao outro. Sentados um ao lado do outro agarramos o pinto um do outro e punhetamos. A sensação foi maravilhosa de sermos punhetados por outra pessoa, por outra mão. Esta prática se tornou então um hábito, pois era muito mais gostoso… gozávamos um na mão do outro com todo aquele leitinho que saía de nossos gozos. Com o tempo a coisa evoluiu e chegamos a provar nossas mãos lambrecadas… Depois de vermos um vídeo altamente excitante, tomamos a decisão de provarmos como seria mamar o pinto um do outro. Adoramos. Sentir o calor e a maciez de uma boca punhetando nossos pintos foi o máximo. No começo cuspinhamos fora o leitinho produzido, mas com o tempo, tomávamos tudo. sempre tomávamos banhos juntos, no mesmo horário. Nos excitávamos ensaboando o pinto um do outro. Era mesmo delicioso. Num destes banhos, com os pintos extremamente duros, virei-me de costas para meu irmão para pegar a esponja pendurada na parede. Foi quando escutei os elogios dele sobre mina bunda…
–Tão branquinha… dá até vontade de comê-la.
Sem me virar respondi…
–Porque não come? Depois você me paga com a sua.
Não foi preciso maiores explicações. Abri um pouco as pernas e me apoiei na parede com as mãos. Meu irmão então me levou a loucura acariciando minha bunda delicadamente. Fechei os olhos e fiquei sentindo aquele prazer ainda desconhecido. Com um dedo ficou a brincar com a entrada de meu cu que nesta altura já piscava loucamente. Que prazer! Prazer então foi quando ele afastou as bandas de minha bunda e começou a pincelar meu rego com seu pinto. Eu á estava quase gritando de satisfação quando ele fez a primeira investida. Empurrou a cabeça de seu pinto contra meu cu tentando uma entrada; uma penetração. Meu cu, no automático de defesa, se fechou hermeticamente. Tentou várias vezes, mas… sem sucesso. Meu pinto doía de tão duro. Pediu para eu esperar e indo até o armário trouxe um óleo. Lambrecou uma mão e passou em todo meu rego dando exclusividade a entrada de meu cu. Relaxei ao máximo quando ele, com o dedo bem untado, forçou e penetrou meu cu. Nossa, que sensação! Ficou um tempo enfiando e retirando… comendo meu cu com o dedo. Quando notou que entrava com facilidade, trocou o dedo pela cabeça de seu pinto e colocou pressão. A cabeça entrou como o abotoar de um botão de pressão. Doeu um pouco, mas não coisa de interromper os prazeres que eu estava sentindo. Era maravilhoso. Meu irmão procurou e pegou meu pinto. Me punhetando foi me penetrando bem devagarinho. Pouco tempo depois eu o tinha dentro de mim. Sentia o pulsar, o calor do pinto de meu irmão dentro de meu rabo. Sincronizou os entra-e-sai de seu pinto em meu cu com sua mão em vaivéns segurando meu pinto. Eu entrei em êxtase. Quanto mais meu irmão me comia, mais eu queria. Já não sentia mais qualquer dor e meu cu parecia que se abrira recebendo aquele pinto gostoso. Era muito bom. Indescritível o prazer. Mas como tudo que é bom acaba rápido, gozamos. Um gozo intenso. Enquanto eu senti o pinto de meu irmão em espasmos violentos dentro de mim, me inundando com seu leitinho, meu pinto acompanhava, como que sincronizado, espirando forte meu leitinho na parede do Box. Gozamos, gozamos muito… e ficamos ali, parados, com meu irmão segurando meu pinto e tendo seu pinto dentro de mim. Ficamos assim até que nossos pintos resolveram descansar. Estávamos tontos, bambos de tanto gozar e resolvemos então deixar para um próximo banho eu comer o rabinho de meu irmão. Agora só queríamos deitar em nossas camas e dormir… Dia seguinte meu irmão me pagou na mesma moeda e eu comi o rabinho dele do mesmo modo que comeu meu. Como durante o dia não tinha jeito, foi mesmo no banho da noite, antes de irmos dormir. No nosso encontro rápido de hora do almoço ele me confidenciou que não estava aguentando para chegar á noite e eu comê-lo. E eu lhe disse: “–Não vejo a hora de você me comer outra vez…”. Não somos gays e não temos nada contra, mas darmos para estranhos não está na ordem do dia para nós. Gostamos mesmo somente de nós dois. Hoje um pouco difícil mantermos a nossa relação, mas de vez em quando, pintando uma oportunidade, lá estamos nós satisfazendo, em gozos, e relembrando sempre os nossos treze anos.

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