Deixou de ser sonho

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Como não podia deixar de acontecer, eu e minha mulher conversamos durante a semana e tivemos umas fodas muito boas. Como já disse, ela é despachada e quando bebe fica maravilhosa. Fala sem rodeios. Nesses dias, sempre me perguntando: você gostou? Ficou excitado? Eu sorria e ela me alisando dizia: ele diz que sim. Era inegável, ela falava e ele reagia, ela encostava e ele subia, não tinha jeito. Chegou o sábado, ela colocou o seu shortinho mais curto, tem alguns lindíssimos, sem calcinha, enfiado naquela bunda maravilhosa e emoldurando sua racha sempre estufada. Colocou uma camiseta regata folgada de forma a proporcionar bela vista de seus peitos e como já imaginava falou: liguei pro Carlos, ele está vindo. No que retruquei: ele e Marisa não é? E ela: não, só ele. Falei: Isso está perigoso, ela vai desconfiar. E ela: não, já falei com ele e ela nesses dias. Ela vai pra uma festa de chá de bebê de uma amiga do serviço, organizado por ela. Como será o dia todo, ela até gostou que ele venha pra cá. De novo o pau cresceu, ela abaixou, mamou, mamou, parou e eu de novo: já disse, não quero que ele saiba que eu sei. E ela: tudo bem, pode deixar. Ele chegou, trouxe duas garrafas de vinho e um engradado de cervejas 470 ml, antártica que ela gosta. Estrategicamente, por parte dela, não tinha almoço. Eram petiscos sortidos numa tábua de frios e……. tome bebidas. Já com nós três maravilhosamente embriagados, palavras dela. As conversas passaram a ser mais ousadas, abusadas mesmo. Ela levantava e desfilava aquele primor de bunda. Rebolava descaradamente, ria, se insinuava e fez isso inúmeras vezes. E nós, claro, escondendo nossas ereções. Até que, sem nenhuma preocupação já bêbada, indagou: Carlos, como é suas transas com Marisa? Ela é careta mesmo ou é gênero? Ele tentando não perder a pose, coisa de bêbado como sabemos, disse: olha somos amigos tem muito tempo e já temos intimidade para falar. Ela é careta mesmo mas eu gosto dela. Ela riu e completou: e você, como fica? E ele: com inveja dele olhando pra mim, que tem uma beleza dessa nas mãos. Nós rimos. Ela sem perder a malícia: eu me faço um parque de diversões, não permito concorrências. Ele então, faz tudo? E ela: pode acreditar e muito bem, não é amor? E levantou e me beijou. Carlos suspirou e disse: vou ao banheiro, no que ela completou: se precisar de alguma coisa me chama ok? Ele riu e foi. Ela sentou no meu colo e eu perguntei, você quer judiar dele? E ela: já te disse, quero deixar vocês dois doidinhos. E eu: já te falei. E ela, eu sei, eu sei. Mas vou comer vocês hoje, com os dois fingindo não saber. E eu: quero ver como? E ela, já estamos quase lá e entrou. Em alguns minutos ela volta, encosta a boca no meu ouvido e fala: comecei, fui lá mamei bem o bruto, só não deixei gozar. Abaixou, me mamou e de novo no meu ouvido, falei pra ele olhar que eu ia te mamar e riu. Carlos voltou, mal conseguia disfarçar a excitação, embora verdade seja dita, tentava. E ela se exibia, embora embriagada sabia o que fazia. Carlos incentivando a conversa: você faz tudo o quê? E ela: o quê você quer saber? Eu levantando disse: vou pegar mais cerveja e saí, guardando uma distância que dava para ouvir o papo. E ele: tem coragem de contar? E ela levantou-se, encostou a boceta próxima a sua cara e fingindo falar baixo disse: tu sabe seu puto, pois já te fiz perder o controle aqui em casa e hoje vou te deixar doido e puxou sua cabeça até a xana, esfregou, sentou e riu. Saí dando a impressão de nada ver ou ouvir, perguntei: tão rindo? O que foi que perdi? Ela sem pestanejar: ele quer saber de nós dois? Posso falar? E eu: e você precisa de autorização pra falar alguma coisa? Ela riu de novo, concordou e prosseguiu sem papas na língua: cara eu dou a melhor chupada que um homem possa receber, eu cravo a minha xana de tal forma e bem que quem recebe fica bobo mas, o que faço de melhor mesmo é comer com o meu cu que permite o felizardo ir as nuvens e nunca mais esquecer. Eu então vendo como a conversa se encaminhava, levantei e falei: vou entrar e ver um filme. Cheguei no quarto, liguei o ar, a tv e fui até o banheiro e abri levemente o basculhante de onde dava vista para onde os dois estavam e até mesmo podendo ouvir, caso fosse interesse dela. Olhei, ela alisava a pica acintosamente por cima da bermuda, quase se masturbando e ela passava a língua nos lábios e ria. Ela levantou-se e disse: vou lá no quarto. Entrou, me beijou, deu uma mamada e disse: quer ver? Fiz que sim com a cabeça e ela: vai olhar de onde? Mostrei o basculhante ela riu e pela primeira vez disse: presta atenção meu corninho, o show vai começar ao vivo e a cores. Me beijou e saiu. Vou jantar, ela tá me chamando, volto pra terminar. (continua).

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