Comendo a filha do amigo – Parte II

13-03-18 Por 1 ★ 4.57

Olá, sou o Alberto, aqui está a continuação do meu conto. Comendo a filha do amigo
Então fiz ela pegar no meu pau duro feito pedra e continuei beijando.
Eu queria muito continuar, porém eu estava apreensivo, a qualquer momento alguém poderia chegar e podiam nos flagrar.
Eu disse:
– Meu anjo, não podemos continuar, alguém pode aparecer para pegar algo aqui. — Falei
– Sim… verdade, você está certo. — Ela respondeu.
– Mas eu quero muito continuar e te acalentar nesse momento. — eu disse
Eu estava louco para fuder ela ali mesmo mas não poderia. Ajeitei meu short e dei outro beijo nela, sentindo a textura dos lábios dela e aquela língua entrando em minha boca. Aproveitei e dei um amasso com meu pau naquela bucetinha que estava louco pra ver por cima da toalha de banho dela.
Depois ela subiu pro quarto dela e eu fui pra piscina me refrescar um pouco pra ver se passava um pouco aquela vontade de querer meter naquela bucetinha da filha do meu amigo.
O dia do meu amigo foi regado a bebida. Ele e a esposa estavam bêbados. Por volta das 18hs eu estava me preparando para ir embora quando eles me convidaram pra dormir lá. Achei o convite ótimo, assim eu poderia ficar com a filha deles. Até então eu não tinha visto Gabriela depois que a gente se pegou na cozinha.
Fomos entrando na casa e ele foi chamando Gabriela para me levar para um quarto de hóspede já que eles estavam muito bêbados.
Assim que Antônio chamou Gabriela ela desceu com um baby doll bem apertado no corpo, minha mão foi automaticamente pro meu pau, disfarçadamente é claro, os pais dela estavam subindo as escadas e ela descendo. Assim que ouvimos eles entrarem no quarto eu já parti pra cima dela pra dar um beijo nela. Eu já estava colocando meu pau pra fora da sunga quando ela sugere para irmos pro quarto de hóspedes.
Assim que entramos eu joguei ela na cama e fui caindo por cima dela.
Beijei seu pescoço e fui passando lentamente a língua até chegar na boca dela. Depois tirei a blusa dela, ela estava sem sutiã, fiquei admirando os seios dela, fartos e clarinhos. Não pensei mais em nada e caí de boca, fui a loucura a cada sugada que eu dava naqueles seios. Fiquei brincando neles alternadamente por um longo tempo. Ela dava pequenos gemidos, percebi que ela estava tentando se controlar para não gemer alto por causa dos pais.
– Tá gostando, meu anjo? — Perguntei olhando seus olhos verdes.
– Sim, estou. Estava precisando de uma pegada dessas. — Ela respondeu.
Fui descendo pela barriga deixando meu rastro nela até chegar no shortinho do Baby Doll. Fui tirando lentamente olhando em seus olhos. A essa altura meu pau estava duro feito pedra novamente.
Fui tirando o shortinho junto da calcinha e foi aparecendo aquela bucetinha toda rosinha. Fui a loucura mais uma vez.
Caí de boca naquela buceta, chupei, beijei, lambi de cima a baixo, fui abrindo com meus dedos pra ter mais contato com a carne dela. Fiquei chupando o clitóris dela até ela gozar na minha boca.
Assim que ela gozou eu me joguei do lado dela na cama e fui conduzindo a mão dela no meu pau por cima da sunga e pedi:
– Faz carinho nele? Ele tá louco pra relaxar. — Falei.
– Faço o que você quiser. — Ela respondeu.
E deu um amasso no meu pau que eu não aguentei e abaixei a sunga e pedi:
– Chupa ele, meu anjo, tô louco pra sentir essa boca no meu pau. — Eu falei.
Ela não pensou duas vezes e foi enfiando a boca e ao mesmo tempo punhetando.
Quando eu tava quase gozando eu puxei ela pra cima de mim e beijei ela e fiquei chupando a boca dela até eu não aguentar e pedir:
– Posso meter nessa bucetinha? — perguntei.
– Acho melhor a gente ficar sô na masturbação, eu acabei de sair de uma relação não estou preparada ainda e você é o melhor amigo do meu pai, não acho correto. — Respondeu.
– Correto ou não a gente já começou pq não terminar!?? Vem cá vem, senta aqui no meu pau, delícia. — Eu falei sussurrando no seu ouvido.
Eu fui puxando ela e ela dizendo que não mas eu fui por cima dela, comecei a beija-la e ela tentando me empurrar até que eu peguei no meu pau e direcionei na bucetinha dela e comecei a esfregar nela até ela ceder. Depois fui metendo na entrada da bucetinha dela, ela estava toda molhadinha.
– É disso que gosta né? De pau nessa buceta. — Nessa hora eu já tinha perdido a cabeça e comecei a falar putaria.
– Mete logo, quero gozar nessa tora vai… — E gemeu baixinho.
Fui enfiando meu pau nela até começar a bater as bolas no cuzinho dela e aos poucos comecei a bombar na bucetinha dela. Ela pedia pra ir com mais força e eu obedecendo ela bombando forte. Até que eu não aguentei e gozei na barriga dela, jorrei muita porra nela e fui subindo até o rosto dela pra ela chupar meu pau meio mole ela engoliu o resto de porra que tinha ali.
Depois ela foi pro quarto dela tomar banho, eu queria que ela ficasse, porém ela não quis alegando que os pais poderiam chama-la no quarto dela eu não insisti, respeitei o espaço dela. Desde esse dia ela vem me evitando eu gostaria muito de repetir essa transa mas ela não dá brecha e meu pau chora morrendo de vontade de Meter naquela bucetinha.

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1 comentário

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  1. Renato

    “Meu pau chora” kkkkkkkkkk