Uma troca bem justa

Minha relação com minha filha começou quando ela tinha 7 anos. Na época ,ainda era casado e depois da separação, passei a ter a guarda compartilhada e dois fins de semana por mês, Larissa ficava comigo. Logo, com tempo e liberdade, nossas brincadeiras foram ficando mais ousadas. Tínhamos muita cumplicidade, ela adorava chupar meu pau enquanto eu bolinava sua bucetinha carnuda , metendo dedo e língua em seu cuzinho apertado e receptivo.
Com 7 aninhos, seu corpinho já tinha curvas acentuadas, coxas grossas, bundinha carnuda e a pepeka peladinha e carnuda exibia o grelinho entumescido,como um dentinho de alho.
Nessa época,depois de uma boa lubrificação, meu pau já penetrava seu cuzinho e sua bucetinha já recebia a cabeça inteira dentro.
Muitas vzs eu me culpava por ter aquele relacionamento sexual com minha filha,por mais q tentasse evitar o tesão falava mais alto, e pra piorar, Larissa passou a me procurar na cama.
Sempre li muito sobre incesto e sei bem que , assim como eu tem muitos praticantes.
Foi numa manhã de sábado, q tive a felicidade e sorte, em conhecer, na praia, o Agenor, um senhor de 49 anos e sua linda netinha Carol, de 8 anos.
A praia estava quase deserta naquela manhã de mormaço quente. Eu passava protetor no corpinho da Larissa, quando os dois chegaram e armaram o guarda sol bem ao lado.
Depois de um simpático cumprimento, meus olhos se fixaram na menina. Era linda, moreninha, já com corpinho em formação, peitinhos salientes, coxas e bunda carnudas. Trajava um biquininho branco, q acentuava sua rachinha carnuda.
Meu pau logo despertou e por um momento tive a impressão, q o coroa tinha notado. Tentando disfarçar, puxei conversa e logo ele se tornou simpático e amigavel. Nos apresentamos , assim como as meninas, e logo juntamos os guarda sol.
Em dez minutos, as meninas já conversavam sentadas na toalha, e nos dois tomávamos cerveja , q eu havia levado no isopor.
Falávamos das meninas e notei q Agenor tbm não tirava os olhos da minha filha, q estava sentada muito a vontade de pernas cruzadas, e seu biquíni torcido, deixava a mostra parte de sua xotinha.
Tbm vi o volume sob sua sunga, e tudo aquilo me excitou ainda mais.
Logo as meninas pediram pra ir na água, como ainda não havia acabado de passar o protetor nela, pedi pra ela deitar de bruços e passei o creme suavemente em duas costas, pernas e bunda. Ali me detive por mais tempo, sob o olhar tarado do Agenor.
Foi então, q Carol ,com um sorriso quase provocante,dentro de sua inocência, pediu:
“Tio , passa protetor em mim tbm!?”
Ofereci o frasco para o Agenor, passar o creme na neta, ele então respondeu:
Se não se importa, prefiro q vc passe , não acha melhor Carol?
A menina me olhou , sorrindo com malícia e cheia de sensualidade, se deitou de bruços ao meu lado, deixando a bundinha carnuda bem empinada e as pernas entreabertas.
Meu pau latejava sob a sunga,mesmo assim iniciei a massagear suas Costinha, tentando demonstrar um falso respeito. Então, Carol pediu:
“Tio, passa na minha bunda tbm”
Meio sem jeito, olhei pro avô, q olhando em volta, falou:
“Pode passar, ela adora!”
Encorajado,untei suas nádegas com o creme e iniciei uma massagem bem sensual. Carol suspirou fundo e empinando ainda mais a bundinha, disse pro Agenor:
” Hummmm vozinho…o tio sabe fazer melhor q o senhor”
Agenor então me deu o sinal verde, afastando o biquíni da neta, passou o dedo em sua rachinha e disse:
” É aqui q ela gosta!”
Passei o dedo,pela bucetinha pelada e comecei a brincar entre o grelinho e o cuzinho, ao mesmo tempo em q o coroa, ao lado da minha filha, tbm tinha o dedo dentro de seu biquíni.
Por uns cinco minutos, ficamos ali brincando com as meninas. Agenor já tinha colocado Larissa no colo, e Carol, com meu dedo lambuzado, dentro do seu cuzinho, tinha a mãozinha no meu pau dentro da sunga.
Um casal chegou , perigosamente perto e tivemos q terminar a brincadeira.
Depois de mandarmos as meninas brincar na água , abrimos duas latinhas de cerveja e fomos abrindo o jogo um para o outro.
Agenor confidenciou q brincava com a neta desde seus 4 aninhos e como seu pinto é pequeno e fino, com seis anos a menina já guentava ele na xaninha e cuzinho.
Cheio de tesão, mostrei minha pica pra ele, perguntando:
“Será q ela guenta o meu?”
Agenor sorriu e respondeu naturalmente:
” Do jeito q ela é safada,ainda vai pedir mais”
Logo fomos pra água nos juntar às meninas, chamei Larissa e disse q ela podia deixar o vovô brincar com ela, pois ele era meu amigo e deixou q eu brincasse com Carol.
Inteligente,minha filha concordou com um sorrisinho maroto. Logo , eu e Agenor estávamos com água na altura do peito, eu com Carol no colo e ele com larissa.
Carol tinha as pernas enlaçadas em volta da minha cintura, logo tirei a pica pra fora,afastei seu biquíni, desci seu corpinho até encaixar a pica em sua bucetinha , ela então sorriu e pegando meu pau,ajeitou na entrada, murmurando :
“Devagar tio, seu pau é grossao!”
Beijei sua boquinha, e tirei seus peitinhos pra fora do tecido. Eram duas bolinhas de gude rosadas. Cai de boca no peitinho duro ao mesmo tempo em q a cabeça da pica penetrou na fenda apertada. Carol gemeu baixinho enlaçando meu pescoço, num delicioso abraço.
Ao lado o avô dela parecia fazer o mesmo com minha filha, q me sorria com sua carinha de sapeca,confirmando o q eu já previa.
Se aproximando, Agenor passou a mão na bunda da neta e encontrou meu dedo atolado em seu cuzinho, ele então desceu a mão e encontrou todo meu pau dentro da sua pepeka. Ele então passou a massagear meu saco e pediu, com a voz embargada de prazer”
“Goza na buceta dessa putinha… Tbm tô gozaannnddoooooo!
Atravéz das águas mansas e cristalina, vi seu pinto fino todo atolado na xaninha da minha filha, q revirava os olhinhos com a cabeça apoiada no ombro dele.
Aquela visão , fez com q eu explodisse num longo e maravilhoso orgasmo.
Minutos depois saímos da água , segurando as mãos das meninas. Aos olhos dos outros éramos simples pai e avó brincando com suas respectivas filha e neta, inocentes crianças felizes.
Se gostaram , é só comentar, q contarei como foi na noite seguinte, quando levamos as meninas pra pizzaria e fomos terminar a noite no apartamento do Agenor.