Um enteado curioso e um padrasto fogoso

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Me chamo Raul e tenho 28 anos, trabalho de barman nas noites de São Paulo e foi durante um expediente que conheci a minha atual mulher, a Joyce, ela tem 34 anos e era divorciada, e é mãe de um menino chamado Théo de 9 anos. Em menos de 6 meses decidimos "juntar os trapos", sei que foi precipitado pois acabamos de nos conhecer, mas eu estava com problemas no antigo apartamento e ela deu a proposta de morarmos juntos, e eu decidi investir na idéia. Eu e o Théo tínhamos uma relação um pouco distante antes de eu ir morar com eles, mas na primeira semana já foi quebrando o gelo.

Eu trabalho de noite e chego de manhãzinha quando a Joyce está saindo pra levar o Théo na escola e trabalhar, aproveito o silêncio pra dormir até a hora do almoço, acordo um pouco antes do Théo chegar pra preparar o rango, a Joyce já deixava tudo no esquema, era só esquentar e servir. O Théo ficava no quarto jogando no computador e não dava trabalho, eu aproveitava a tarde pra ir na academia deixar o corpo em dia, chegava suado e ia tomar aquele banho, até aí tudo bem, até que comecei a perceber uma sombra pela abertura debaixo da porta toda vez que eu ia tomar banho. Em casa só estávamos eu e o Théo, só podia ser ele tentando me ver nú. Fiquei com aquilo na cabeça, não sabia se contava pra mãe dele ou se deixava pra lá, podia ser apenas uma curiosidade de garoto, os dias foram passando e as espiadas se repetindo e eu comecei a gosta dessa brincadeira, comecei a fazer uns showzinhos bem na frente da fechadura (era uma daquelas fechaduras antiga que a chave parecem de guarda roupa) mexia na rola até ficar bem dura, batia punheta com uma mão e segurava os ovos com a outra, apontava o pau pra cima e gozava no abdômen e depois espalhava. O moleque tava gostando, todo dia voltava pra ver mais, e eu estava adorando ser desejado pelo guri.

Não nego que já comi muito viado na minha vida, quem trabalha na noite está sujeito a ofertas que não dão pra recusar, e eu fiquei com a idéia e o tesão na cabeça, o guri gosta de rola, passamos o dia todo sozinhos, talvez devêssemos unir o útil ao agradável. Decidi sair nu do banheiro um dia, coloquei a toalha atrás do pescoço e sai com a rola balançando, acho que peguei o Théo de surpresa esse dia, pois quando coloquei a não na maçaneta da porta pude ouvir o som dos passos rápidos do guri correndo devolta pro quarto.

Cheguei na porta do quarto dele e vi ele suado e ofegante, ele estava nervoso e com medo que eu tivesse notado algo. Eu estava só com a cabeça pra dentro do quarto e perguntei se ele queria lanchar algo:

-E aê guri, quer lanchar?

-Quero, vai fazer o que?

-bater uma vitamina de banana e fazer um sanduba de peito de peru.- enquanto eu falava isso entrei no quarto exibindo minha nudez pro garoto e fui até a janela abrir os vidros.
-Como você aguenta esse calor, Théo? Deixa um pouco aberto pra ventilar…

Senti o olhar dele no meu corpo, olhando cada detalhe.

-Vem me ajudar a fazer a vitamina que eu faço os sanduba…

Ele estava mudo, sem saber como reagir nessa situação, apenas levantou e me seguiu até a cozinha.

-toma, vai descascando essas bananas e colocando aqui no liquidificar.

Deixei ele na pia descansando as bananas e me virei pra mesa pra preparar os sanduíches, pelo reflexo da geladeira pude ver ele me devorando com os olhos, o garoto realmente era viado e tava curtindo a visão. Meu pau mede 21cm duro, mas nessa hora estava meia bomba, me virei e fui ver o andamento da tarefa que dei pra ele, ele havia descascado apenas 2 bananãs.

-nossa Théo, eu terminei os sanduba e você só descascou duas? Kkkk tá com a cabeça na lua? Deixa eu te ajudar, se não só vamos tomar essa vitamina amanhã.

Cheguei por trás dele e Coloquei meus braços envolta de seu corpo o prendendo na pia e comecei a descascar as bananas enquanto encostava meu pau nas costas dele um pouco acima da bunda. Eu podia ouvir sua respiração e sentir seu corpo temer com cada encostada que eu dava. Meu pau começou a endurecer nas costas do moleque, e eu pude sentir que ele estava indo com o corpo pra trás pra sentir mais ainda a minha rola pulsar dura e teza. Eu estava fazendo a vitamina no automático, minha atenção estava voltada pro Théo, comecei a esfregar meu pau duro nele e melar suas costas com a baba que jorrava da minha rola. A vitamina ficou pronta e mandei ele sentar na mesa, percebi um pequeno volume no shortinHo de futebol que ele usava, ele sentou na cadeira e olhava hipnotizado meu pau duro balançar apontando pro teto enquanto eu enchia os copos de vitamina, de pé bem ao lado dele, comecei a beber a vitamina deixando escorrer dos lados da boca e sujar meu corpo, a vitamina escorreu pelo meu peito e abdômen…

-nossa Théo! Como eu sou desastrado! Olha só que desperdício!

-Ainda da pra tomar, não caiu no chão e você tomou banho a pouco…

-Você quer tomar?

-"ele respondeu que sim com a cabeça"

-não sei se eu deixo, sua mãe pode não gostar…

-ela não precisa saber… -dizendo isso ele ficou de pé e meteu a língua no meu abdômen e foi subindo com a língua até onde alcançou.

-tá bom, vai ser nosso segredo.

Abaixei pra ele alcançar perto do pescoço, eu estava levando um banho de língua, literalmente, assim que ele limpou tudo eu peguei o copo com vitamina e derramei na cabeça do pau.

-Upis! Quer limpar aqui também?

Antes que eu pudesse terminar de perguntar ele já estava com a cabeça do meu pau atolado na boca e mamava como um bezerro faminto, já fui chupado centenas de vezes na minha vida, mas nada se comparou aquilo, aquela boquinha quente e gulosa, sem nenhuma experiência mas aprendia rápido. Meu pau babava como nunca e Théo bebia como se fosse a melhor coisa do mundo.

-Isso, minha putinha, chupa seu macho, vai! Chupa bem essa rola que vou arrombar seu cú com ela, deixa bem molhadinha.

Eu não estava mais aguentando todo aquele prazer, mas não queira gozar ainda, arranquei a rola da boca do Théo e o coloquei de 4 em cima da mesa, abaixei seu short e vi um cuzinho minúsculo e rosado piscando, meti a língua naquele furinho virgem e Théo gemeu igual uma puta barata, dei um tapa na bunda dele e mandei ele rebolar, ele rebolava melhor que muita mulher por aí. Uma mão em cada nádega, abri a bunda dele como se fosse uma fruta, passei o dedão no cuzinho que piscou com o estímulo.

Nesse dia, eu havia demorado na academia e já era quase 5 horas e a Joyce chegava de 5 e meia, decidi poupar o cuzinho do Théo pra outro dia, mas ele ia beber meu leite antes da mãe chegar. Coloquei ele sentado na cadeira segurei em sua cabeça com as duas mãos e mandei ele abrir bem a boca, comecei a fuder aquela boquinha, bem fundo naquela garganta até ele engasgar, tirava o pau pra ele respirar e perguntava:

-quem é teu macho?

-Você!

E voltava a meter a rola bem fundo em sua garganta, senti o Théo brincar com os meus ovos e isso me levou a loucura. Gozei muito, não contei mas acho que foram mais de 5 jatos fartos de porra na boca do guri, eu sabia que ele não ia aguentar tudo na boca e coloquei o copo com vitamina pra coletar o que recorresse e mandei ele beber tudo depois.

-Se limpa e vai pro teu quarto que a tua mãe já tá chegando, tenta agir normal como se nada tivesse acontecido, amanhã fazemos mais…

-eu sempre quis fazer isso com você, Raul… quer dizer, meu macho!

-Quando estivermos sozinhos pode me chamar assim, seu viadinho safado kkkk vou comer seu cú amanhã e deixar você todo arrombadinho…

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