Papai sabe o que tá fazendo

Lembro bem como tudo começou. Vandré sempre foi amigo do meu pai, desde muito antes do meu nascimento. É do tipo de amigo a quem ele pode confiar a vida. É tão confiável que minha mãe nunca ousou ter ciúme do homem que sempre viveu enfurnado dentro da nossa casa. Faziam churrascos, jantares, reuniões informais por puro prazer em conversar, jogavam cartas enquanto tomavam cervejas e tudo mais que pudessem faziam sempre juntos.
Desde muito pequeno Vandré praticamente dividia com meu pai a imagem de homem da casa. Não lembro, mas meus pais me contam que ele sempre me dava comida sentado no seu colo quando fazia alguma manha para minha mãe e ela ficava sem paciência. Eu cresci rodeado por dois homens fortes e decididos.

Os costumem sempre foram muitos, e sentar no colo do Vandré continuou até minha adolescência. Quando ele chegava assobiando, logo eu corria e pedia a benção para que ele risse com sua voz grossa e muito bonita. Depois de dada a benção, sentava no sofá e logo abria espaço entre suas pernas para que eu sentasse também. Ele sabia que eu queria as massagens que ele fazia em meus ombros enquanto conversava com meu pai e não havia nenhuma outra intenção além de um carinho normal. Acontece que na medida em que fui crescendo aquele espaço entre as pernas dele começou a ficar pequeno demais para o meu quadril, e sempre que sentava sentia as coxas de Vandré roçar a minha bunda, mas nenhum de nós se importava com o toque. Quando cansava deixava as mãos descansando nas laterais da minha cintura e com o tempo fui percebendo que não só deixava a mão ali, mas começava a fazer um leve carinho. Roçava o dedo por cima da minha blusa e às vezes até enfiava a mão por baixo do tecido. Quando fazia cócegas, nós dois ríamos.

Num dia em que jogava dominó com meu pai sentado a mesa, eu insisti que queria ver o jogo de ambos e é claro que eles deixavam. Eu corria da cadeira do meu pai para a cadeira de Vandré e sempre sentando no colo dos dois. No meu pai eu demorava mais, porque ele era maior e era confortável sentar sobre suas coxas. Às vezes ele apontava qual peça jogaria no próximo movimento e para que pudesse enxergar bem eu encostava em seu peito. Com Vandré fiz a mesma coisa, pedindo que me mostrasse qual peça iria jogar. Sua barriga maior que a do meu pai me deixou mais confortável e por isso fiquei por mais tempo. Às vezes ele brincava de me cutucar na cintura e eu ria me contorcendo. Eu sabia que estava sentado em cima do pinto dele, mas isso não me incomodava. Ele não reclamava e eu também não. Mas em uma das vezes que sentei vi que ele estava ficando duro. Eu sabia como era isso, pois o meu pinto já ficava duro às vezes. Vandré riu para o meu pai e me tirou de cima do seu colo. Meu pai curioso perguntou o porquê, e ele respondeu do jeito dele sem muitas palavras que estava de pau duro.

– Deixa ele ficar no seu colo, ué.

– Tô de pau duro – Vandré disse.

– Tem problema não.

E contente fui novamente para o colo do meu amigo. Só que não era mais tão confortável, pois agora o pinto duro dele me cutucava um pouquinho. Estava bem na minha bunda e eu sentava mesmo sem nenhuma preocupação já que tinha a permissão do meu pai. Vandré às vezes se movimentava um pouco, fazendo o pau roçar em mim e meu pai sabia o que ele estava fazendo. Tanto é que falou:

– Filho, coloca a mão pra trás e pega no pinto do tio Vandré.

– Pode mesmo? – eu lembro de perguntar.

– Pode sim.

E eu peguei bem devagarzinho como ele disse. Levantei só um pouquinho com a ajuda do amigo do meu pai e fiquei passando a mão. Estava quente e ainda mais duro. Era diferente, porque era muito maior que o meu. O short folgado me deixava pegar nele todinho e ele abria mais as pernas para que eu pegasse direitinho. Mas aí meu pai disse que eu ainda poderia sentar nem seu colo também e por isso fui logo. Não estranhei o pau do meu pai também estar duro e quando sentei ele segurou em minha cintura e ficou brincando comigo, me forçando para baixo. Era divertido ter o incomodo na bunda. A forma do pinto deles cabia entre minhas nádegas direitinho.

Naquele noite eu fiquei assim, indo de colo em colo, sempre mexendo no pau do meu pai e do seu amigo. E eles não amoleceram em nenhum momento. Como mamãe já estava dormindo na hora que Vandré foi embora, papai continuou na sala e eu disse que eu poderia ficar também, pois ele finalmente me ensinaria como jogar. Eu já sabia um pouco, mas nunca perdia um momento com pai e continuei em seu colo, sentindo ainda seu pau durinho durinho. Ele acariciava minhas coxas enquanto explicava e eu levantava um pouquinho a bunda para sentir o saco inchado. Eu perguntava se ele gostava que eu fizesse isso, e ele disse que sempre poderia tocar ele e o seu amigo, que também era meu. Disse também que não tinha problema, pois éramos todos uma família e que se Vandré quisesse brincar comigo quando estivesse sozinho, eu poderia brincar sem nenhum problema, pois confiava demais nele e em mim.

Em meu quarto papai me deu um último beijo no rosto e piscou apertando o volumão no short.

– Tá vendo? Não abaixa nunca. Dorme que amanhã eu te mostro um negócio legal.

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