O que faço?

Isto é um relato real, é a história da minha vida que trago a vocês leitores. Sempre fui muito sensível e chorão desde a infância, o que fazia os meus primos mais velhos zombarem de mim. Hoje seriam encaixados naquilo que chamam de bullying. Quando eu tinha qualquer reação emocional eles judiavam de mim. Me agarravam dizendo que eu era mulherzinha, que iam arrancar meu pinto e várias vezes, à força, me vestiram uma calcinha e uma saia. Como eu era pequeno, fica apavorado quando minha mãe me levava lá e saia com minhas tias e primas.

Na minha adolescência não tive nenhuma relação sexual com homem. O máximo que aconteceu foram aquelas brincadeiras de passar a mão, de encoxar, enfim, coisas bobas e sempre de roupa. Tive várias namoradas e acabei me casando cedo tendo este relacionamento durado três anos. Hoje, separado há dois anos, estou sem ninguém.

Foi no início do ano passado que algo estranho aconteceu comigo. Percebi que quando estava vendo vídeos de sexo na internet, estava prestando mais atenção e me excitando com pênis do que com vaginas. Ficava imaginando como devia ser mulher, ser desejada, manipular e receber um pinto, enfim… uma série de coisas. Isto foi se avolumando e comecei a me masturbar pensando em dar, mas sem muita coragem de fazê-lo.

Comecei a procurar sites de garotos de programa e decidi que se encontrasse alguém que me desse tesão eu iria dar. Foram meses de procura até que encontrei um cara com rosto e corpo bem juvenil. Olhei as fotos do “dote” e me pareceu razoável. Tudo bem era comprido, mas não era muito largo e ia ao encontro daquilo que estava procurando.

Liguei, combinamos o preço para passar um final de semana e só não confirmei a data, já que precisava alugar uma casa na praia. Quase um mês depois, consegui uma casa com piscina e agendei com o garoto de programa. Naquele dia fiquei eufórico. Era uma terça-feira e tinha muita coisa para fazer. Fui a uma loja de roupas femininas e disse à vendedora que queria um biquíni para a minha namorada.

Na manhã da sexta-feira depilei minhas pernas, braços, axilas e cuzinho. Isto foi fácil porque tenho poucos pelos. Fui para o trabalho e meu dia não foi fácil. Reuniões, cobrança, problemas o que me deixaram completamente estafado. À noite, depois de ter passado no supermercado para comprar bebidas e comidas para levar, me dirigi ao ponto de encontro que havia marcado com o garoto de programa.

Para a minha surpresa ele era um garoto mesmo. Parecia ter uns dezesseis anos e mais bonito do que nas fotos. Entrou no carro e fomos conversando durante a viagem. Isto ajudou bastante, porque estava com um estranho no carro que provavelmente iria me comer, indo para uma casa alugada e não sabia nada a respeito dele.

Chegamos a casa. Tinha uma sala com um sofá grande, dois quartos, um com cama de casal e outro com duas camas de solteiro, uma boa cozinha, um banheiro e uma piscina. Estava tão cansado que lhe disse:

– Fique à vontade. Vou tomar um banho e hoje não quero nada. Estou tão cansado que somente quero dormir. Você fica no quarto com as camas de solteiro.

Após o banho, vi que ele estava tomando cerveja, assistindo televisão na sala e me dirigi ao meu quarto. Estava tão cansado que não conseguia dormir e, além disso, ficava pensando no que eu estava fazendo. Era um passo ousado demais e um conflito estava instalado dentro de mim. Um lado me dizia para pagar o cara e encará-lo como se fosse um amigo, não tendo nenhuma relação com ele, mas o outro lado manifestava o desejo, não sei se reprimido, de ter uma aventura diferente. O certo é que foi uma noite mal dormida.

Acordei por volta das dez horas da manhã e tinha que tomar uma decisão. Pesando prós e contras enfim tomei uma ação. Peguei meu pequeno pinto mole, de oito centímetros, e usando uma técnica que vi na internet, que os travestis fazem, prendi-o com uma fita adesiva. Coloquei o biquíni, me olhei no espelho e tive uma visão inesperada: estava com um corpo parecido com o de uma mulher. Agora entendi porque minha ex-esposa valorizava a minha bunda.

Fui para a cozinha e o garoto já estava lá com o café pronto. Jamais vou esquecer a cara de surpresa e o elogio que ele fez sobre o meu corpo. Aquilo elevou meu astral e disse a ele que à partir daquele momento, me tratasse como se eu fosse uma mulher.

Combinamos que ele deveria tomar todas as iniciativas e se eu não gostasse, ou não quisesse fazer algo, diria a palavra “vermelho”, como no filme cinqüenta tons de cinza.

Fomos para a piscina e ele se ofereceu para passar bronzeador em mim. Quando me deitei de costas na cadeira, pela primeira vez senti a mão de um homem passar a mão nas minhas coxas e a sensação foi maravilhosa. Não sei se pela perna estar depilada e mais sensível ou se pelo lado psicológico de não pensar em nenhuma barreira e deixar acontecer, mas o certo é que provocou um abalo dentro de mim. Eu começava a sentir o que uma mulher sente e é algo surpreendentemente gostoso.

Depois de umas caipirinhas, já meio alto, eu caí na piscina. Encostei-me na borda para subir e ele me segurou pela cintura não me deixando sair. Senti o seu pinto duro pressionando a calcinha do biquíni e por conseqüência a minha bunda, numa admirável encoxada. Suas mãos foram subindo na altura das minhas mamas e sua boca começou a beijar meu pescoço fazendo com que meus olhos se fechassem.

O prazer foi tanto que ao virar o meu pescoço, abri os olhos e ele estava com a boca quase que nos meus lábios. Pensei em gritar vermelho, mas não o fiz. Logo a sua língua estava toda dentro da minha boca. Ele me sugava por completo e eu não tinha forças para reagir. Quando ele parou, olhei e disse vermelho saindo da piscina.

Eu estava confuso. Nunca havia, nem sequer, pensado em beijar um homem. Tudo bem que foi gostoso, mas bagunçou minha cabeça. Precisava de um tempo para assimilar aquilo tudo. Ficamos quase que uns cinco minutos sem trocarmos uma única palavra, até que coloquei a cadeira ao lado da dele e lhe disse:

– Agora está tudo bem. Eu nunca havia beijado um homem antes e por isso eu disse a palavra vermelho, mas não há como negar que foi bom. Desculpe, precisei de um tempo para processar tudo.

– Tudo bem. Você tem mesmo que falar a palavra quando não quiser algo, pois somente assim é que eu sei o que você quer. – disse ele.

Passada esta saia justa, pedi a ele que baixasse a bermuda que eu queria ver o pinto dele. Estava mole, era realmente fino e comprido como na foto. Aquilo me tranquilizou um pouco, porque não iria me alargar muito, embora fosse alongado. Timidamente fui tocando naquela rola. A sensação era gostosa, de maciez e ela foi, aos poucos, endurecendo. Sabendo do que um homem gosta, afinal sou um também, comecei a bater uma punheta para ele. Variando a pressão e a velocidade, observava seus olhos fecharem de prazer, até que o danado gozou. Foram uns três jatos fortes de esperma e aos poucos fui soltando seu pau lambuzado. Fiquei feliz de ver um homem gozar na minha frente.

No início da noite, entrei para fazer o jantar. Enquanto estava entretido no fogão, não percebi a chegada dele, que me abraçou gostosamente e novamente senti aquela sensação maravilhosa de ser encoxado e aquela respiração perto da orelha e pescoço. Sendo bem franco, embora eu estivesse com vontade de dar, ainda não tinha certeza de que o faria. O medo da dor e o fato de que perante a sociedade eu deixaria de ser homem, pesavam. A luta interna novamente se manifestava.

Jantamos e assistimos televisão durante cerca de umas duas horas, até que ele me pediu para sentar no colo dele. Mais uma vez senti aquela pica dura encostando em mim. Suas mãos exploravam minhas costas, meus mamilos e minhas coxas. Eu não sabia o que fazer e gelei quando ele disse:

– Vamos para o quarto.

E agora? Havia chegado o momento. Quando entramos, fiquei olhando a cama de casal por alguns instantes e a palavra “vermelho” estava na ponta da língua. Fui abraçado por trás e minha mão foi direcionada fazendo eu alisar o pinto dele. Ele já estava pelado. Lentamente desatou o nó do sutiã do biquíni e suas mãos vieram diretamente apalpar meus mamilos que estavam durinhos.

Tirei a mão do seu pau e ele encostou-se em mim. Suas mãos desceram imediatamente para as minhas coxas e apalparam a minha bunda. Eu estava paralisado e quase que em pânico. Senti sua mão direita desatando o nó da calcinha e a única reação que tive foi tentar segurá-la. A sua mão esquerda desatou o outro nó e senti a calcinha cair no chão, aos meus pés. Estava peladinho.

Pela primeira vez minha bunda sentiu o contato quente com outro corpo. Eu não sabia se falava ou não falava a palavra “vermelho”. A sensação era maravilhosa, porém compreendia que perante a sociedade eu já não seria mais homem com h maiúsculo. Quando seus lábios tocaram o meu pescoço soube que não tinha mais volta. Me entreguei e ele pediu para eu deitar na cama.

Meu pau estava quase explodindo, preso aquela fita e tive que soltá-lo. Vi ele colocar a camisinha e passar bastante lubrificante. Deitou-se ao meu lado e ficamos de ladinho. Seus dedos, oleosos com o KY, brincavam no meu ânus. Primeiro um, depois dois. Entravam e saiam lentamente naquele cuzinho virgem. Eu apenas gemia.

Repentinamente ele parou e passou mais lubrificante no seu pau. Alinhou com a minha bunda e começou a esfregá-lo, até que encontrou o caminho. Dei um gemido alto e ele parou. Ficou assim por alguns instantes e tentou novamente. Mais uma vez reclamei e ele disse que o cuzinho estava bastante apertado, mas a cabecinha já estava dentro. Estava ardendo e pensei comigo, se só está a cabecinha a hora que entrar tudo estou ferrado, mas fiquei imóvel como ele durante uns dois minutos. Ele tentou uma nova estocadinha e resmunguei novamente com a dor. Com medo que ele decidisse enfiar de uma vez falei que gostaria de trocar de posição e ir por cima, assim eu controlaria a penetração.

Pedi para ele passar mais lubrificante e então mudamos para a posição que eu queria. Fui sentando lentamente e ele, discretamente, me puxava pela cintura para que eu descesse mais. Aos poucos fui me acostumando e o tesão começou a sobrepujar a dor. Vagarosamente sua pica foi entrando dentro de mim, até que senti seus pentelhos na minha bunda. Foi algo estranho eu estar feliz por minha bunda ter conseguido engolir tudo aquilo.

Aos poucos e a pedidos dele, fui rebolando com tudo enfiado dentro de mim. Comecei a fazer o movimento de subir e descer aos poucos, pois havia um pouco de dor que foi sumindo ao longo do tempo. Parece que entrei num transe, pois quando percebi, estava cavalgando com força, sem praticamente nenhuma dor e feliz.

Agora foi ele quem pediu para trocar de posição. Quando me levantei senti um vazio no meio das minhas pernas. Provavelmente estava arrombado. Deitei de bruços com um travesseiro na altura da barriga para que ficasse com a bunda empinada. Ele abriu as minhas pernas, ajeitou sua pica na entrada do meu cú e deitou-se sobre mim, fazendo com que ela entrasse de uma vez.

Soltei um sonoro: “Caralho”. Ele riu e disse que realmente, caralho é o que eu estava levando na bunda. Meio sem graça, acabei rindo também. Já sem tanta dor, fui me adaptando. É delicioso sentir o peso de um homem sobre você. Eu abri minhas pernas e relaxei facilitando o acesso e quando ele fazia os movimentos de tirar e por, eu procurava, com o músculo anal, “mordiscar” a cabecinha do pau dele. O tesão era tanto que meu pau, roçando no travesseiro, me fez gozar gostoso. Passados uns dez minutos nesta brincadeira, ele me abraçou e senti o pau dele aumentar de volume dentro de mim, bombando bem forte. Agora era a vez dele gozar.

Descansamos por quase uma hora até que ele me disse:

– Agora te quero de quatro. Vou te comer que nem uma putinha. Vai… Coloca uma camisinha no meu pau que eu quero mais esta bundinha.

O pedido dele foi uma ordem, embora eu encontrasse dificuldade em colocar a camisinha no pau dele. Procurei lambuzá-lo de lubrificante e fiquei de quatro. Posicionando-se atrás de mim, olhei aquele cacete duro entrar de uma vez, fazendo-me jogar o corpo para frente. Não doeu tanto, mas foi pela força que ele penetrou. Agora as bombadas eram fortes e vez ou outra ele tirava tudo e enfiava sem dó. Me dava tapas na bunda e me segurava forte pelo quadril como se eu fosse correr dali. Da minha parte parece que estava fora de mim, pois jogava meu quadril para trás, forçando ainda mais a penetração dele. Isto fazia aquele barulho divertido de uma boa foda.

Após uns cinco minutos assim, algo aconteceu comigo. Meu pau estava duro que nem uma rocha e uma tremedeira tomou conta de mim. Gozei sozinho com um cara enfiando sua pica no meu rabo e sem ninguém tocar no meu pau. Não tenho palavras para descrever a sensação, mas era algo totalmente diferente. Me sentia fraco, totalmente entregue e satisfeito. O garoto continuava a sua penetração forte e aumentou o ritmo quando me viu gozar. Não demorou e também gozou.

Fiquei ali por cerca de uma hora, sem forças para me levantar. Quando nos restabelecemos fomos tomar banho e ao voltar ao quarto tive a curiosidade de me olhar no espelho, enquanto ele tinha ido buscar uma cerveja. Minha bunda estava vermelha pelos tapas recebidos, assim como meu cuzinho bem aberto devido a surra de pica que tinha tomado. Dormimos juntos, de conchinha naquela noite e me sentia como se fosse uma mulher completa e realizada.

Acordamos perto da hora do almoço e uma verdadeira tempestade estava ocorrendo lá fora. Assim que passasse eu queria vir embora para não pegar a estrada cheia. Resolvi tomar um banho porque meu cuzinho ardia. Fui surpreendido com a presença dele no chuveiro também, mas já fui logo avisando que não queria dar. Ele entrou debaixo da água comigo e me provocando lavou bem o seu pinto.

Quando nos enxugamos ele me disse:

– Como é? Não vai chupar o meu pau? Mulher que é mulher sabe chupar. Não vai me dizer que você não tem vontade.

Eu tinha a opção de falar a palavra “vermelho” para não fazer porque a princípio eu tinha um certo “nojo”, mas eu já tinha feito quase tudo e decidi experimentar. Joguei a toalha no chão e me ajoelhei em frente a ele.

Nunca meu rosto esteve tão próximo de um pau. Ele ainda estava mole, mas podia sentir o perfume do sabonete presente nele. Observei com cuidado as veias, os pentelhos, o saco, a cabeça ainda quase totalmente coberta. Foi irresistível e coloquei a minha boca nele. Aos poucos sentia endurecer e o lambia e sugava como muitas mulheres já haviam feito comigo. Beijava, lambia, engolia, sugava das bolas até a cabecinha. Pela primeira vez senti o gosto salgadinho e meio azedinho daquele líquido pré-gozo. Delicioso.

Mamando e punhetando aquele mastro ouvia somente os sussurros do garoto que me incentivavam a chupá-lo. Mais uma vez parece que saí fora de mim, e me dediquei como nunca ao boquete. De repente ele segurou minha cabeça e pressenti que iria gozar. Tentei falar “vermelho”, mas não deu tempo. Jatos de esperma inundaram a minha boca. Eu não queria, mas acabei engolindo um pouco. O restante cuspi fora. Ele olhou para mim e disse:

– Boa menina. Tomou leitinho e agora tem que limpar toda a minha pica. Vai… Chupa… Limpa tudo…

Meio sem jeito, abocanhei novamente o pinto meia bomba dele e fiz o que ele mandou, só que desta vez batia uma punheta para mim mesmo. A porra dele ainda estava quente e embora pegajosa o sabor dela era bom. Acabei gozando também e experimentando a minha. O gosto é diferente.

Finalmente, voltamos para a nossa cidade. Ao dar o dinheiro a ele me disse que eu ia ficar com saudades da pica dele e que em breve eu o procuraria novamente. Lá se vão praticamente três meses deste final de semana e não sei o que fazer. Estou mais confuso do que nunca: gosto de mulheres, mas amei levar uma pica como se fosse uma putinha. O que faço?