O fetiche do meu pai virou o meu

Sempre quis escrever sobre ele, porém nunca me senti satisfeito com o pouco que tínhamos feito para se tornar um bom conto, ou melhor, um bom relato. Mas agora, eu sinto que mais coisas estão por vir então vou começar contar e esperar junto com vocês o que eu espero que aconteça.
Eu e meu pai sempre fomos bem próximos quando ele era casado com minha mãe, mas não no sentido sexual, no sentido de parceiros mesmo, ele trabalhava menos então eu ficava mais tempo com ele, mas isso acabou logo porque ele se separou da minha mãe quando eu tinha 12 anos e isso me obrigou a dividir as coisas, começando pelos fins de semana que o juiz determinou, a cada 15 dias eu tinha que passar o fim de semana com meu pai, e como eu esperava por isso, por que foi ai que começou nossa relação.
Toda noite que eu passava com ele, dormíamos numa cama de casal espaçosa, eu e ele agarradinhos, eu não estranhava porque eu gostava, gostava de sentir o toque dele, com aquela mão de funileiro áspera, descendo pelo peito, barriga, umbigo, virilha, pau, que na época devia ter uns 13 cm, ele me masturbava de um jeito tão gostoso, que me fazia tremer e faz até hoje. Eu as vezes conseguia pegar no pau dele esticando a mão pra trás e o masturbava também, aquela rola dura pulsando se parecia com a minha só que um pouco maior, mas era raro ele gozar.
Por algum tempo foi assim, meu pai era paciente, enquanto seguia sua vida e eu seguia a minha nossas visitas foram se tornando cada vez menos frequente, nessa época eu estava com uns 14 anos e foi um dos melhores capítulos na minha opinião, foi quando meu pai passou a me chupar, além de me masturbar maravilhosamente bem como ele fazia antes agora ele me virava sem pudor algum e tirava minha roupa pra começar a me chupar, que boca macia e quente, aquilo me deixava louco, com um tesão que fazia meu pau babar na boca do meu pai, mas ele não parava, pelo contrário ele colocava mais ação passando a mão pelo meu corpo abrindo minhas pernas, cuspindo no meu pau, nossa aquilo me fazia gozar tanto e meu pai bebia tudo. A coisa foi esquentando quando ele colocava a mão na minha nuca pra levar minha cabeça ate o pau dele, eu caia de boca e chupava seu pau ate a base, com movimentos rápidos no comando dele, gostava de ouvir ele gemendo enquanto era chupado pelo filhinho até não aguentar mais e jorrar porra na minha boca.
O tempo foi passando e agora eu estava com 16 anos, se antes as safadezas com meu pai eram menos frequentes agora podemos chamar de raridade, mas quando acontecia era bem melhor e quase completo, meu pai fazia tudo como um ritual sempre que nós víamos parecia até que agora aquilo incomodava ele, porque as vezes eu quem tinha que tomar iniciativa de ir pegar no pau dele pra começar alguma coisa, nos masturbarmos e nos chupamos mas isso não estava sento suficiente, meu pai passou a mão em mim e me virou com tudo, cuspiu na mão e a meteu entre minha bunda lambuzando meu cu com sua saliva, cuspiu novamente na mão e lubrificou seu pau, se aproximou mais do meu corpo e eu senti a cabeça do pau dele entrar no meu cu, então recuei de dor, mas queria mais, por isso deixava outra vez e outra, até que ficou confortável. Entre o silêncio que sempre havia nessas nossas trepadas ele disse pela primeira vez:
_Ta doendo? – Meu pai sussurrou tão baixo que quase não entendi.
_Um pouco. – Respondi com a boca seca
Então ele tirou o pau e se virou.
_Vira – Disse ele ofegante. Então obedeci e me virei encostando meu pau na bunda quente dele – Mete em mim. – completou ele. Abri sua bunda e tentei penetra seu cu, sem experiência nenhuma, não tive sucesso.
Aos 18, perdi totalmente o contato com meu pai, estava tranquilo pegando outros caras, curtindo minha vida, mas a saudade bateu, sempre bate. Então tentei puxar assunto por mensagem de texto com ele, e funcionou, agora não ia mais na casa dele, estávamos espertos podíamos fazer isso em qualquer lugar, no carro, na minha casa enquanto minha mãe trabalhava e foi num dia desses que eu fodi o meu pai que fiz ele gritar, ele chegou lá em casa puxou alguns assuntos pra não ir direto ao ponto e logo caímos na cama, fazia um tempo que eu estava tentando beijar ele, estava sedento naquela boca grossa, mas ele não deixava dizia que não e pronto, mas nossa putaria continuava a mesma, com tudo que tínhamos direito, peguei meu lubrificante e passei no cu do meu pai enquanto ele levantava as pernas com a mão, lubrifiquei meu pau também e meti no rabinho apertado do meu pai, adorava meter bem forte pra ver a cara de dor dele, fechando os olhos e abrindo a boca pra gritar, tapeava sua bunda até ficar vermelha e enchia seu cu com minha porra, meu pai nessa época virou minha putinha, meu estoque de porra e ele sabia disso, pois só o chamava quando queria leitar aquele cu e ele vinha satisfeito.
Aos presentes 20 anos, depois que o fogo foi abaixando, eu comecei a namorar e meu pai deu uma sumida, mas as mensagens continuavam e cada vez mais quente e cheias de putaria, mandamos nudes, fodemos um ao outro, não pretendemos acabar com essa nossa relação, é uma delicia e proibida, só eu e ele sabemos, sempre fomos muito discretos, agora deixa eu ir, meu pai prometeu que ia mijar em mim hoje depois de gozar na minha boca…

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