iniciada na putaria

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Meu nome é Betânia. Moro no interior de Minas, atualmente tenho 28 anos e tenho de confessar: sou uma putinha louca por sexo. Principalmente em praticar sexo com familiares. Mas nesse conto vou contar como tudo começou, quando eu tinha apenas 7 anos de idade.
Meus pais trabalhavam e eu passava a maior parte do dia brincando sozinha, aos cuidados de um primo. Ele já tinha uns 18 anos na época.
Apesar de novinha, eu já era impressionada com rola. Uma vez peguei meu pai alisando seu cacete no banheiro. Ele estava tão entretido na punheta que nem notou que eu o estava assistindo. Ele ficava subindo e descendo a mão no cacete e alisava gostoso a cabeça. Apesar de não entender bem na época o que ele estava fazendo, deu pra perceber que era uma coisa bem gostosa.
Eu também gostava de observar o cacete enorme do cavalo. Uma vez perguntei minha mãe o que era aquilo, ela apenas riu e disse que os cavalos tinham um braço a mais entre as pernas. Não acreditei muito nisso, mas fiquei bastante curiosa também.
Mas voltando ao relato, fiquei brincando com meu primo lá fora quando começou chover. Corremos pra dentro de casa e chegamos todos molhados.
Meu primo falou – agora temos de tirar a roupa Bete, tá tudo molhado.
Eu logo obedeci e comecei tirar a roupinha. Quando percebi, vi que meu primo não tirava os olhos do meu corpo. Parecia um cachorro vendo um prato de comida.
Sem dizer nada, ele tirou a roupa e ficou apenas de cueca. Sentou na cama e me chamou:
-vem aqui Bete. Sabia que vc é minha priminha favorita? Adoro você.
Enquanto ele falava isso, sua mão alisava minha barriga e ele cheirava meu pescocinho. Ele me colocou sentado no seu colo e pela primeira vez senti o toque de uma rola dura. Apesar de estranho, era gostoso.
Ele falou – a gente podia fazer uma brincadeira diferente hoje. Mas você não pode contar para ninguém, se não ficarei muito bravo, entendeu?
Confesso que fiquei com medo na hora, mas confiava nele e me deixei levar.
Ele me deitou na cama e começou a beijar meus peitinhos. Foi descendo com a língua até chegar na bucetinha. Estava tão gostoso, nossa! Depois ele me virou de costas e começou lamber meu cuzinho. Ele dava uns tapinhas na minha bunda e falou: Amanhã vc vai lavar esse cu direito pq vou me acabar de chupar ele, entendeu?
Eu não falava nada, apenas curtia o momento.
Depois ele parou e falou: Agora vou te apresentar meu pirulito!
Ele tirou a cueca e colocou a rolona pra fora, dura e grossa. Na hora me lembrei do meu pai, e de como ele se tocava.
Meu primo tb começou a alisar a rolona na minha frente. Ele falou: Agora é sua vez, vem fazer com suas mãozinhas.
Eu peguei naquela rola e foi paixão a primeira vista, adorei sentir aquele mastro pulsando em minhas mãos.
Meio desajeitada, bati punheta nele e por incrível que pareça, foi ficando ainda maior e mais grossa.
Com o tempo, meu primo começou a gemer e eu pensei que estava doendo. Mas ele disse: agora você vai chupar meu pirulito, bem devagar. Cuidado para não passar os dentes nele.
Eu coloquei o mastro na boca até onde consegui, mas confesso que detestei o gosto. Era muito estranho. Tirei da boca na hora.
Mas meu primo não desistiu. Ele foi até a cozinha e achou um saquinho de suco em pó, sabor morango. Ele lambuzou a pica com o pó e disse: agora lambe tudo Betânia!
Eu comecei a lamber e achei uma delícia. Depois ele se posicionou e devagar começou foder minha boquinha com sua rola. De repente senti uma coisa gosmenta e quente na minha boca. Ele gozou, gozou muito. Engoli só um pouquinho aquela porra, e ele me disse: Se prepara Betânia, de hoje em diante vamos fazer isso todos os dias.
E assim se deu, por anos fui uma putinha submissa. Lógico que com o passar dos meses fui me especializando em chupar e punhetar uma rola e adorava isso.
Nos próximos contos, vou escrever como foi minha primeira vez e como virei a putinha de toda a família. Beijos.