Elinho, que pau gostoso! Final

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Deitados de lado, cansados, a ponta do pau do Elio ainda enfiada no meu cusinho, Elio começou a alisar-me enquanto eu, passado um tempinho, comecei a "empurrar" minha bunda contra seu ventre, fazendo que a cabeça do pau penetrasse um pouco mais e voltasse, no entanto, sem sair de dentro. Estava muito gostoso!
Aos poucos, senti que seu pau voltava a endurecer, fazendo com que Elio, também acompanhasse meu rítmo e seu pau entrasse mais um pouco para dentro e eu sentisse uma pequena dor com muito prazer a cada cutucada da ponta da cabeça.
Juntei e dobrei mais ainda minhas pernas, fazendo com que minha bundinha abrisse mais as bandas, sem tocá-las, Elio puxou-a encostando toda contra seu ventre e, senti seu pau entrar mais fundo, senti suas bolas encostarem e "grudarem" na porta do meu cu.
Com seu braço esquerdo por baixo de meu corpo, Elio bulinava minha tetinha esquerda e, com sua mão direita, começou a me punhetar devagar, no mesmo rítmo que enfiava e puxava seu pau dentro do meu cusinho, sem tirar para fora, de forma lenta e cadenciadamente.

Em pouco tempo, Elio, com toda a sua energia de um garoto de 14 anos, começava a me comer plenamente, pela segunda vez aquela tarde, fazendo com que eu me sentisse totalmente preenchido, sem noção do tempo, apenas sentindo o prazer que, só quem já levou um pau gostoso dentro do cu com toda a tesão, pode sentir.

Seu ritmo aumentou, começou a socar mais forte, fechei os olhos, tirei sua mão do meu pau para que eu não me acabasse antes do tempo, a cada estocada sua eu tentava manter minha bunda "grudada" contra seu ventre tentando segurar seu pau enfiado até o "talo" no meu cu.

O prazer de sua "acabada", mais uma vez com todo seu pau enterrado dentro de mim, senti quando me puxou ainda mais contra seu corpo, cravou seus dentes em minha orelha, fincou o pau mais fundo possível sem puxar novamente, senti ficar mais "grosso" dentro de mim e, seu "urro", quando o sêmen foi liberado, inundando meu cusinho ao mesmo tempo em que eu também me "acabava", pela segunda vez, naquela tarde, sem tocar no meu pau.
Depois, apenas lembro o Elio tentando tirar seu pau de dentro e mim, que ainda apertava o cusinho para não deixar sair…
Passados mais de quarenta anos…Elio, onde andas? Que saudades…

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