Amor e sexo em familia – Promessas

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Olá a todos, eu sou xxx18 e venho aqui publicar mais um capitulo da série amor e sexo em família. Gostaria que deixassem seu feedback nos comentários, pois são eles que me motivam a escrever essa historia. Agora vamos ao conto.
Continuando…
Era cedo quando acordei, olhei para o lado e Alice ainda dormia linda como anjo, resolvi deixar ela dormir um pouco mais. Fiquei na cama pensando um pouco, as vezes olhando para o teto, as vezes olhando para Alice, até que resolvi me levantar. Depois de ir ao banheiro, sai do quarto e fui para a cozinha onde encontro meu pai, tomando café e lendo jornal.
– Bom dia pai.
Ele sorri meio surpreso e diz:
– Bom dia filho. Por que acordou tão cedo? Não são nem 7 horas.
– Estava sem sono, acho que é por que fomos dormir cedo ontem.
Fui me sentando a mesa, e ele foi perguntando:
– Tem planos para hoje?
– Não sei, talvez vamos dar uma volta na praia, ou vamos ao shopping.
– Precisa de dinheiro?
– Não, obrigado.
Ficamos conversando por quase meia hora, colocamos o papo em dia, e ele me perguntava sobre o futuro:
– Já sabe qual faculdade vai fazer?
– Acho cedo para pensar nisso.
– Não é tão cedo assim, em poucos anos você terá que fazer um escolha.
– Até lá vou pensar.
Depois de mais alguns minutos ele sai para trabalhar. Fiquei lendo o jornal que meu pai lia antes, e depois de alguns minutos sinto Alice me abraçando por trás, ela beija meu rosto dizendo:
– Bom dia amor.
– Bom dia.
Ela fazendo força, arrasta minha cadeira para trás, criando um espaço para se sentar em meu colo. Ela pergunta:
– Me abandonou na cama hoje?
– Voce estava tão linda dormindo que não quis acorda-la.
Ela sorri enquanto me olha nos olhos por alguns segundos antes de me beijar. Depois de alguns segundos nos beijando, ela apoia a cabeça no meu ombro ainda sentada em meu colo, e fica fazendo carinho em meu abdômen e peito. Depois de alguns minutos ela pergunta:
– Eu ouvi apenas o papai saindo, a madame siliconada ainda esta dormindo?
Eu gargalhei um pouco e falei:
– Não gostou dela mesmo, não é?
– Achei ela metida, e com cara de interesseira. Deve estar com o papai por dinheiro.
Mais uma vez eu sorrio com a implicância de Ali e digo:
– Ele não é rico.
Ela me olha e retruca:
– Também não é pobre. Olha esse apartamento, olha o carro dele. Isso é o bastante para tipos como ela. Sem falar que ele é que deve ter pago aqueles peitos dela.
Não pude discordar, pois a verdade é que eu achava o mesmo, então disse para encerrar o assunto:
– É, talvez.
Alice estava lendo o jornal ainda sentada em meu colo, e eu estava começando a ficar excitado, então eu disse:
– Ali, vai para a outra cadeira?
Ela diz surpresa:
– Não esta gostando?
Eu digo em tom de brincadeira:
– Até demais. Mas já pensou se a outra acorda e nos flagra assim? Com você sentada no meu pau duro?
Ela se levanta sorrindo e diz em tom de deboche:
– Esse é o problema de vocês, ninguém sabe quando agente ta molhada.
Eu sorrio e digo maliciosamente:
– E você esta?
Ela se sentando em outra cadeira, me encara e diz também maliciosamente:
– Morra de curiosidade.
Eu sorrio enquanto ela me olha bem nos olhos, com um olhar sexy.
Não demora muito até que Helen chega a cozinha. Alice estava deitada de bruços no sofá assistindo tv. Ainda vestia um shortinho de pijama curtinho que colocou ao se levantar, não sentindo vergonha alguma da presença de Helen, parecia até que fazia isso para provoca-la. Helen disse bom dia e se sentou a mesa para tomar café, deixei ela la e fui sentar em outro sofá perto do de Alice. Fiquei ali disfarçando meu olhar para a bunda fenomenal de Alice, pois não queria que Helen percebesse da mesa as minhas costas. Disfarçar era algo quase impossível, pois estava vidrado naquela bunda semi coberta por um shortinho de algodão minúsculo que não tampava quase nada sua pele lisinha da bunda, com apenas uma pintinha marrom na lateral direita, quase na coxa já. Coloquei uma almofada em meu colo para disfarçar o volume que se formava em minha virilha, enquanto admirava aquela bunda empinadinha, perfeita.
Alguns minutos depois, Helen diz que ia correr na praia e se despede. Quando ouço a porta bater me levanto imediatamente, e percebo o sorrisinho de Ali mesmo sem tirar o olhar da tv. Me aproximo de Ali e sem cerimonia abaixo bruscamente seu shortinho e calcinha de uma vez, então enterro meu rosto naquela bunda, com minha língua em sua boceta que pisca enquanto Ali geme apertando o rosto na almofada. Com a cara atolada naquela bunda maravilhosa, eu aperto e massageio suas nadegas, enquanto eu chupava Alice. Fazia movimentos de baixo para cima com a língua e as vezes beijava sua boceta como se fosse uma boca. Alice estava delirando de prazer, ela gemia muito se contorcendo, enquanto eu firmava seu quadril que não parava quieto. Eu adorava o gosto daquela boceta rosadinha e lisinha, perfeita, e adorava ainda mais satisfaze-la dessa forma. Demorou apenas alguns minutos para que ela gozasse, gemendo alto enquanto eu sugava todo seu liquido, seu melzinho. Alice depois de gozar gargalha de felicidade depois diz:
– Ganhei meu dia.
Então eu digo:
– Minha vez agora.
E ela responde rindo:
– Ta esperando oque?
Me deito sobre ela abaixando minha calça e a penetro. Meu pau desliza fácil dentro dela pois ela estava muito molhada pelo gozo e minha saliva. Me satisfazia enquanto beijava seu rosto e pescoço, suspirando forte no seu ouvido enquanto socava bem fundo em sua boceta. Alice olhava para trás, para mim, com aquela carinha fofa dela, sentindo prazer. Aquela posição estava muito boa, deixava ela muito apertada, e somado a isso, sua boceta molhadinha e seus gemidinhos meigos me fizeram gozar rapidamente, acho que não levou 5 minutos até eu tirar meu pau e gozar sobre sua bunda, bem no meio escorrendo por seu cuzinho até sua boceta. Quando terminei, Alice me olha meio que pedindo um beijo, e eu atendo seu olhar. Depois de alguns segundos ela olha para sua bunda e diz:
– Por que não gozou dentro? Eu tomo anti concepcional.
Quis variar um pouco, ver minha porra escorrer entre as pernas daquela mulher gostosa, minha irmã. Não precisei explicar nada a ela, com meu olhar em sua bunda gozada ela entendeu e deu um sorrisinho. Depois ela se levantou e foi ao banheiro se lavar.
Depois de um tempo Alice quis ir passear no shopping, disse que não estava a fim de ir para a praia. Resolvi chamar um taxi, pois não conhecia bem os horários e trajetos de ônibus. Algum tempo depois entrarmos no taxi, Alice me agarra e me força a um beijo no banco traseiro, oque me assustou um pouco pois não era comum nos beijarmos na frente dos outros, mas ela parecia querer aproveitar estarmos em um cidade estranha, sem conhecidos. Durante o trajeto ela fazia questão de me chamar de amor a cada 2 minutos e ficar quase que o tempo todo abraçada comigo.
Chegando ao shopping ela fez questão de 90% do tempo andarmos de mãos dadas como namorados, sem falar nos beijos em publico. Entendi o jogo dela, ela queria se libertar, e ter um passeio de namorados comuns, resolvi entrar nesse jogo. Perguntei a ela:
– Vamos olhar algumas lojas? Talvez comprar algo?
– Ta bom amor.
A cada loja que entravamos ela dizia a algum vendedor: Meu namorado e eu queremos isso, aquilo, queremos ver algo para mim, para meu namorado. Chegamos a uma loja de tênis e ela disse:
– Eu queria comprar um tênis de presente para meu namorado.
O vendedor mostrou alguns modelos com meu numero, e Ali como gostava de opinar acabou escolhendo:
– Esse ficou lindo em vice Ale, é a sua cara.
Eu concordei e ela fez questão de pagar:
– É um presente.
Depois continuamos a passar por algumas lojas e ela comprou algumas roupas para si, essas eu paguei, afinal se éramos namorados era assim que ia ser. Podem falar que é machismo, mas para mim isso era o correto, e Alice adorava isso. Passamos em frente a uma dessas lojas femininas e Alice me olhou sorrindo e disse:
– Acho que vou te dar mais um presente.
Me puxou pelo braço me arrastando para dentro da loja. Ela queria comorar uma lingerie, e queria que eu escolhesse.
– Escolhe uma amor, é para você.
Confesso que fiquei com vergonha de estar naquela loja, e Alice fez um incentivo dizendo em meu ouvido:
– Me imagina com alguma delas, e depois você tirando de mim.
Escolhi uma e ela foi ao provador, depois ela voltou dizendo:
– Ficou ótima, hoje a noite você vai ver.
Saímos da loja e Alice resolveu tomar um sorvete, então sentamos em um banco. Alice estava sorridente alegre, seu rosto transpassava felicidade. Eu olhava para ela e ria com sua alegria, e ela ria de volta, até que ela disse:
– É tão bom viver assim, sem precisar fingir, sermos nos mesmos. Espero o dia que isso acabe, que possamos viver juntos.
Eu já tinha pensado muito sobre isso, de podermos um dia viver em um lugar como amantes, um teto só nosso.
– Um dia Ali, podemos ir para outro país talvez, termos um lugar nosso.
Ela sorri e pergunta com os olhos brilhando enquanto segura minha mão:
– Promete?
Eu a olho bem nos olhos e digo:
– Prometo. Quando tivermos 18 anos, poderemos ter nossas vidas.
Ela sorri e se pega pensando:
– É tudo que eu mais quero, ter uma casa nossa, uma cama para fazermos amor todos os dias antes de dormimos juntinhos. Não vejo o dia em posso ser sua mulher, gritar de prazer todas as noites e te dar um filho um dia.
– Já esta pensando em filhos? Alice você esta muito nova para pensar nisso.
– Mas um dia vamos ter. Voce não quer?
Eu não respondo nada, só sorrio para ela achando graça de sua pergunta.
Depois dessa conversa, perguntei a ela se ela queria ir ao cinema, e ela aceitou. Escolheu o filme menos badalado e a ultima fileira, e eu já sabia o por que. A sala estava quase vazia, tinha umas 20 pessoas, e a mais próxima de nos estava 3 fileiras a frente. Mal começou o filme e Ali so queria saber de namoricos, carinhos e beijos a todo momento. Chegando a metade do filme a coisa esquentou, e Alice enfiou a mão na minha bermuda e começou a me punhetar, bem devagar. Ter a mão de uma garota é outra coisa, é uma punheta mil vezes melhor do que ticada por nos mesmo. Alice passava a mão por toda extensão do meu pau, passando o polegar bem na cabeça. Até um momento que ela abre mais o zipper e tira meu pau para fora e rapidamente para minha surpresa, cai de boca nele. O toque daquela boca quente e molhada, e aqueles lábios carnudos contornando meu pau, o fez inchar ainda mais, no mesmo momento. Ela ia da cabeça até a base e usando bem a língua. Seu cabelo impedia de olhar seu rosto, então me limitava a olhar para frente e ver se ninguém percebia algo. Não demorou e eu anunciei:
– Vou gozar Ali.
Vou confessar que eu esperava que ela engolisse, pois eu iria me suja inteiro, e assim ela o fez. Quando sentiu os espasmo pre gozo do meu pau, segurou a boca na cabeça dele e sugou cada gotinha de porra, e então escutei aquele som maravilhoso dela engolindo: glup. Depois ela foi ao banheiro, acho que para lavar a boca. Quando o filme terminou, voltamos para casa.
Em casa eu já esperava que Alice queria transar a noite, e planejava fazer isso em silencio, mas então meu pai nos informa:
– Vou sair para jantar com Helen hoje, e só voltaremos de madrugada.
Provavelmente iriam para um motel, e eu pensei, ótimo, eles fodem la, e agente aqui.
Depois de eu tomar um banho, Alice disse para esperar no quarto. Quando saiu do banheiro, já usava a lingerie que eu escolhera, um baby doll roxo com uma calcinha rendada quase como um shortinho, não era fio dental, mas realçava sua bunda linda, todo aquele contorno perfeito. Ela parou na minha frente um estante, ela gostava de se exibir, sabia seus atributos. Virou de costas e se curvou levemente empinando a bunda para mim. Que visão, quase enfartei com aquela bunda lisinha e redondinha que estava maior a cada dia. Ela olhou para trás e riu, pois sabia o poder que tinha. Ela se aproxima e pergunta:
– Gostou?
– Sim, muito.
Ela se aproxima mais me empurrando para deitar na cama e montando sobre mim. Parando alguns estantes mais para eu poder admirar seu corpo e toca-lo, sua cintura, bunda e coxas. Depois de alguns segundos me olhando ela morde os lábios, então eu a puxo e a beijo. Abaixando uma das alças ela expõe um seio para que eu o pegue enquanto nos beijamos. Não demora até ela sair de cima de mim e ficar de quatro para mim. Tiro minha roupa rapidamente olhando sua bunda, então eu abaixo lentamente sua calcinha e exponho sua boceta, vou com minha boca nela e então Alice geme assustada. Me ponho atrás de Alice e então ela abaixa o quadril abrindo mais as pernas, me encaixo bem atrás dela e meto. Na primeira metida ela já geme, e então eu escuto ela pensando alto, algo que nem era para eu ouvir:
– Que delicia.
Finjo não ter ouvido e continuo metendo devagar, e a medida que ela começa a gemer mais e mais, e sua respiração ofegante, eu aumento a velocidade. Segurando em sua cintura com ela de pernas bem abertas e cara no travesseiro eu meto com muita força a fazendo gritar muito alto.
– Isso Ale, me come amor. Come sua mulher.
O barulho do meu corpo batendo em sua bunda era alto, e somado ao barulho da cama rangendo, o som de sexo na casa era absurdo. Não demora até Alice anunciar:
– Vou gozar Ale.
Então ela amolece na cama depois de soltar um único gemido, esse mais baixo, mas mais intenso. Continuo a meter, mas ia demorar pois já tinha gozado 2 vezes naquele dia. Então peço a Alice:
– Vira de frente amor?
Ela sorri e diz:
– Quer olhar nos meus olhos?
– Sim, quero.
Ela sorri enquanto seus olhos brilham. Ela se vira me beijando ajoelhada na cama, então eu a deito e vou me deitando sobre ela no clássico mamãe e papai. Meu pau automaticamente se encaixa em sua boceta que estava molhadinha. Continuamos a foda assim, com as testas juntinhas, olhando no olho enquanto ela geme de boca aberta. Ela enlaça minha cintura com as pernas enquanto eu aperto seu peito exposto pela alça baixa. Vou metendo forte, e depois de uns 10 minutos de som de virilha batendo e muitos beijos ela goza novamente e eu agira a acompanho, gozando fundo nela enquanto ela me encara, observando minha cara de prazer e tendo prazer com meu rosto de satisfação. Ela sorri e nos beijamos.
– Te amo Ali.
– Eu também te amo Ale.
Viramos para o lado e conversamos um pouco sobre a vida, depois de um tempo ela adormece nua sobre meu peito, com um semblante de paz.
Continua…