Amor e sexo em familia – Festa de gala (parte III)

Autor

Olá a todos meus queridos leitores, eu sou xxx18 e venho aqui trazer a terceira parte do capitulo Festa de gala, da série Amor e sexo em família. Gostaria de agradecer a todos que acompanham a série e aguardam ansiosos cada capitulo, é muito bom saber que alguém aprecia seu trabalho. Por favor, deixem seu feedback nos comentários para me motivar a escrever mais e mais, digam oque gostaram nos contos. Agora vamos ao conto.
Continuando…
Ficamos ali parados, estáticos, trêmulos. Alice estava muito pálida, a vermelhidão do sexo sairá completamente dando lugar a uma palidez mórbida. Tentei abrir a boca para tentar dar alguma explicação que eu sabia ser inútil, mas antes que qualquer palavra saísse, Bruna disse:
– Pelo sons e gemidos que ouvi, eu não precisaria perguntar, mas vou mesmo assim. Vocês estavam transando? E por favor não insultem minha inteligência com alguma desculpa esfarrapada, sejam sinceros.
Eu parei, olhei para Alice, que segurava meu braço e mantinha a cabeça baixa, olhando para o chão, então eu disse:
– Sim.
No momento que confirmei, Alice aperta de leve meu braço, como um susto, e rapidamente olha para mim. Seus olhos estavam cheios de lagrimas, mas nenhuma rolava por seu rosto ainda. Bruna nos olhou por uns cinco segundos, depois olhou para os lados, depois voltou a nos olhar como se pensasse o que fazer, então disse apontando para o banheiro:
– Entrem.
Ela vai nos empurrando para dentro e depois fecha a porta. Agora estava nos três dentro do banheiro, Alice olhava confusa para Bruna, e eu olhava para Alice, pensando oque seria nosso futuro. Alice toma a iniciativa e diz com tristeza na voz:
– Oque você quer?
Bruna da um leve sorriso e diz:
– Oque eu quero? Quero entender algumas coisas.
Alice diz agora irritada:
– Oque você precisa entender é que agente se ama, só isso.
Bruna então diz:
– Mas vocês são irmãos, certo?
Agora Alice parece vencida, não sabia oque dizer, então eu digo agressivo:
– Voce não nos conhece, então não julgue. Nós nos amamos de verdade, é oque você precisa saber. O fato de sermos irmãos não diminuí nosso amor, só faz aumentar, você não pode entender isso.
– Calma garoto, eu só estou tentando entender. Confesso que já beijei um primo distante uma vez, mas isso aqui é outro nível. Já li sobre casos de incesto entre irmãos, mas nunca tinha visto alguém, estou curiosa.
Alice diz com suplica na voz, e algumas lagrimas rolam seu rosto:
– Por favor, não conte a ninguém. A gente se ama muito, e se descobrirem iriam nos separar, e eu prefiro a morte. Por favor eu lhe imploro.
Bruna agora fica sensibilizada e diz:
– Calma garota, não precisa chorar. Eu não vou entregar vocês.
Alice então diz:
– Obrigado, muito obrigado.
Bruna então da um sorrisinho e diz:
– Mas tem uma condição.
Eu já esperava por isso, então pergunto:
– Oque você quer?
Bruna fica nos olhando com um sorriso de canto, então depois de alguns segundos ela diz:
– Quero ver vocês se beijando.
Alice parecia aliviada, acho que ela esperava algo pior. Eu e Alice nos olhamos um pouco constrangidos, desconfortáveis. Alice se aproxima segurando em meus ombros, então nos beijamos enquanto Bruna assistia. Acho que foi nosso pior beijo, parecíamos iniciantes, envergonhados. Era um beijo frio, mal usávamos a língua, e nosso contato físico era mínimo. Alice tremia, estava gelada, e eu estava muito nervoso. Bruna então diz em incentivo:
– Vamos lá gente, esse é o casal que se ama tanto? Melhorem isso ai.
Agora eu seguro na cintura de Alice, enquanto ela segurava minha cabeça. O beijo melhora, agora era mais vivo, emocionante. Mas Bruna ainda não estava satisfeita:
– Voce deve ter mais pegada que isso Alexandre. Vocês não se amam tanto? Mostrem para mim.
Fico irritado com Bruna, então eu mostrei como se faz. Minhas mãos abaixaram e segurei Alice pelas pernas, que se enroscaram em mim, e a prensei na parede. Agora eu beijava Ali suspensa no ar, e ela me apertava com as coxas. Nossas línguas bailavam, agora sem pudor algum. Tentei esquecer que Bruna nos observava, me concentre totalmente em Alice. O beijo foi quente, amoroso, sensual. Alice me sujou todo de batom, seus lábios passeavam enlouquecidos por todo o redor da minha boca, enquanto eu chupava sua língua com vontade. O beijo durou quase um minuto inteiro, e quando terminou, eu disse:
– Satisfeita?
Bruna riu, depois disso:
– Quase.
Ela se aproxima de mim e diz:
– Agora é minha vez. Me beija.
Olhei para Alice, ela estava chateada. Bruna então diz a Alice:
– A senhorita permite o cavalheiro aqui me beije?
Alice então diz:
– Anda logo com isso Ale.
Então eu seguro Bruna pela cintura, e ela vem com sua boa de encontro a minha. Foi estranho tocar os lábios de outra garota depois de tanto tempo. A língua dela invadiu minha boca, e eu correspondi. Ela então pega minha mão e coloca sobre seu peito, que era bem grande, maiores que os de Alice. Segurei sem muita firmeza, enquanto ela segurava meus cabelos. O beijo durou alguns segundos, apenas o necessário. Ao terminar, Bruna me olha nos olhos e diz:
– Voce beija bem.
Alice estava emburrada, o ciúmes tomara conta de seu rosto, mas ela sabia que não havia escolha. Bruna olha para Alice agora e diz:
– Ta com ciúmes Alice?
Alice diz desafiadora:
– Eu não preciso, sei que ele me ama.
Bruna sorri e diz:
– É verdade, deu para perceber. Não quero roubar ele de você, só quis prova-lo um pouquinho.
Então ela se aproxima de Alice e diz:
– Agora quero provar você.
Alice faz uma cara de surpresa, meio assustada, e antes que pudesse esboçar alguma reação, Bruna a agarra pelo pescoço e a beija. Fiquei em choque, minha irmã/namorada estava sendo beijada por outra garota na minha frente. Bruna colocou Alice contra a parede enquanto a beijava sensualmente, ela comandava totalmente o beijo, enquanto Alice mal sabia oque estava acontecendo. Eu assistia as duas se beijando e para confessar, estava gostando do que via. Eu viu pelos cantos das suas bocas suas línguas contornando uma a outra, enquanto Bruna agora segurava um seio de Alice com força. Aquilo me deixou excitado, afinal é uma fantasia de vários homens. Qual homem não ficaria excitado ao ver duas novinhas gostosas se beijando de língua? O beijo delas foi mais longo que o meu e de Bruna e assim, que acabou, Alice me olhou assustada enquanto Bruna disse:
– Além de linda, beija bem. Agora sei por que o Alexandre se apaixonou.
Alice estava assustada, mas não estava tão triste como antes, só confusa, afinal ela não espera beijar outra mulher. Bruna olha para mim e vê minha ereção, então gargalha e diz:
– Alegramos você não foi? Homens.
Ela então olha para Alice e diz:
– Qual de nós duas vai resolver o probleminha dele?
Alice da um tapa no rosto de Bruna. Não foi um tapa forte, mas também não foi fraco, fazendo um estalo no banheiro. Nessa hora eu fiquei paralisado, pensei que Alice pôs tudo a perder, agora com certeza Bruna iria nos entregar. Bruna surpresa e com a mão no rosto diz:
– Já vi que vai ser você.
Então ela ri, e olhando nossa cara de pavor diz:
– Relaxem, eu não fiquei brava. Dizem que algumas das melhores amizades de meninas começam com uma briga.
Fiquei aliviado, o susto passara. Bruna então diz:
– Olha eu não sou inimiga de vocês, pelo contrario, gostei muito de vocês. Não quero que fique algo estranho entre a gente. Não se preocupem, eu guardo o segredo de vocês. Se vocês se amam, devem ficar juntos e fazerem oque quiserem.
Ela então olha nos e diz:
– Vou deixar vocês a sós agora, devem ter muito o que conversarem.
Então ela abre a porta, e antes de fechar diz brincando e sorrindo para Alice:
– Alice, é serio, resolve isso ai, não é bom deixar os garotos assim.
Então ela fecha a porta, e nesse momento, Alice imediatamente vem ao meu abraço. Ela apoia a cabeça em meu ombro enquanto eu a abraço forte, o susto passara, ambos estávamos aliviados. Alice diz:
– Eu te amo.
Eu aliso seu cabelo enquanto digo:
– Eu também te amo.
Depois de alguns segundos eu digo consolando-a:
– Já passou meu amor. Ela não vai contar nada.
Nessa hora minha ereção já tinha passado, agora eu estava dominado por um sentimento de alivio mas também de protecionismo a Alice, eu queria que ela se sentisse bem acima de tudo. Alice me da um leve e rápido beijo, porem muito significativo. Depois disso não dizemos mais nenhuma palavra durante uns vinte minutos abraçados, pensando. Depois de algum tempo saímos do banheiro e voltamos a festa. Meu pai já estava a nossa procura e perguntou?
– Onde vocês estavam?
Então eu respondo:
– Eu estava no banheiro.
E Alice completa:
– Eu pedi a Bruna para usar o quarto dela para ajeitar meu vestido, pois todos os banheiros estavam ocupados.
Então meu pai diz:
– Esta na hora de irmos, já esta tarde.
Então estávamos de saída, mas antes de sair, Bruna chega para mim e entrega um papel e diz:
– Liguem para mim uma hora dessas, para conversarmos.
Então fomos para casa, eu e Alice calados todo o trajeto apenas nos olhávamos no banco de trás do carro. Ao chegar em casa, fui tomar banho enquanto Alice estava na sala, depois ela veio e tomou um também enquanto eu aguardava deitado na cama. Ao terminar o banho Alice já sai do banheiro de camisola, e se deita ao meu lado me abraçando. Conversamos um pouco sobre o ocorrido na festa, e sobre nosso futuro, que apesar de todo o acontecido ainda estava firme, passaríamos ele juntos.
Quando já nos preparávamos para dormir, Alice me olha de lado, como se desse um aval, para eu tomar uma iniciativa. Eu a beijo, e seu corpo parecia um imã, que me puxava para cima dela enquanto ela abria as pernas para me acomodar entre elas. Ela já estava sem calcinha, então coloco meu pau já duro para fora e a penetro gentilmente. Ela me olhava nos olhos, havia algo de diferente nessa transa, nós parecíamos não buscar prazer, e sim uma confirmação de amor, era um sexo simbólico. Alice se deixara dominar por completo enquanto eu a penetrava devagar, não haviam gemidos, só suspiros de amor. Ela me olhava com um semblante de tranquilidade e dizia:
– Eu te amo. Voce é tudo para mim.
Eu respondo:
– Voce é o amor da minha vida.
Nós nos beijamos, um beijo amoroso, molhado, cheio de vida e sentimento. Eu aumento a velocidade, enquanto beijava seu pescoço, e ela me fazia carinhos nos cabelos, ombros e costa. Ela logo da um suspiro maia forte, com um leve e único gemidinho durante toda a transa. Imaginei que ela tinha gozado por seu semblante, e sua pele que se arrepiara. Logo eu gozo dentro dela, sem muito alarde, então a beijo novamente e digo:
– Eu te amo.
Ela sorri levemente e diz:
– Eu também.
Depois desse dia, de todo o ocorrido esse dia não poderia terminar melhor, com nos deitados de conchinha depois de fazermos amor. Eu cheirava seu cabelo e pescoço enquanto alisava seus seios, barriga e quadril. Ficamos ali juntinhos até dormimos.
Continua…

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 5,00 de 10 votos)
Loading...