Amor e sexo em família – Festa de gala (parte II)

Autor

Ola a todos meus queeidos leitores, eu sou xxx18 e venho aqui traser a segunda parte do capitulo Festa de gala, da série Amor e sexo em familia. O conto ficou ainda maior do que eu esperava, e terei que trazer uma terceira parte desse capitulo, que saira em breve. Espero que estejam gostando, deixem seu feedback nos comentarios. Agora vamos a segunda parte do conto.

Continuando…

Fiquei surpreso por ela já saber meu nome, e pela determinação e carisma na voz.

– Sim, como sabe?

Ela sorri e diz:

– Conversei com sua irmã agora a pouco, perguntei seu nome e de quem vocês eram filhos.

Eu continuava a olhar Alice de longe que agora devolvia o olhar ao me ver conversando com Bruna. Ao ver nossa troca de olhares, Bruna brinca:

– Sua irmão esta com ciúmes eu acho. Ela não deve gostar muito que você converse com garotas não é?

Resolvi brincar também para não ficar estranho:

– Não muito, ela é um pouco ciumenta, coisa de irmã.

Ela gargalha, depois passa alguns segundos observando minha irmã e então diz:

– Muito bonita sua irmã.

Resolvi concordar:

– Sim, ela é.

Então ela fala mais séria agora:

– Ela esta causando inveja aqui na festa.

Fiquei curioso e falei com ar de preocupação:

– Como assim?

– Aquelas garotas que estão conversando com ela, nenhuma chega aos pês da sua irmão, nem em beleza, harmonia ou carisma. Como conheço todas elas, reconheço seus sorrisos falsos, vejo inveja em seus olhares, elas sabem quem é a mais bonita da festa: Sua irmã Alice.

Realmente Alice era muito superior a todas aquelas garotas riquinhas. Bruna talvez estivesse a altura, apesar de eu preferir a beleza mais inocente e despretensiosa de Alice. Olhei para Bruna e disse:

– Voce também é muito bonita.

Ela sorri e diz:

– Obrigado. Vejo que você é muito cavalheiro, mas sei reconhecer quando perco uma batalha, sua irmã com certeza é a mais linda da festa.

Havia humildade em sua voz, ela realmente aceitara a derrota e a segunda posição.

– Vocês não são daqui né? Nunca vi vocês em alguma festinha acompanhados de seu pai antes.

– Só estamos passando férias com ele, nossos pais são separados.

– Entendi.

– Voce vai a muitas festinhas de trabalho do seu avô?

Ela sorri e diz:

– É que a maioria dessas reuniões e confraternizações de trabalho são aqui, e acontece que eu moro aqui. Meu avo é quem me criou praticamente, desde meus 9 anos quando meus pais foram para os Estados Unidos. Eles costumam vir para cá em datas especiais e uma vez a cada dois meses para me ver.

Percebi que ela era bem aberta, em poucos minutos falou metade de sua vida para mim. Eu já sabia, que ela era determinada, simpática, humilde, julgava o caráter das pessoas, e que fora criada por um avô rico quando seus pais viajarão para longe. Resolvi estender o assunto:

– Voce mora aqui?

– Sim.

– Muito bonita sua casa.

Ela sorri e diz:

– Voce não quer ver meu quarto?

Eu sabia que essa era a intenção dela o tempo todo, ela estava a fim de mim. Eu digo um pouco vermelho.

– Acho melhor não Bruna.

Ela gargalha e diz:

– Não precisa ter medo, não vou te agarrar, se quiser podemos chamar sua irmã.

Eu já ia dizer não novamente quando Bruna se levanta rapidamente e diz:

– Espere aqui.

Ela vai em direção a Alice, e depois de alguns minutos conversando com Alice, retorna com ela a puxando pelo braço, e diz brincando:

– Eu convenci sua irmã a vir com a gente, como garantia de que não vou molesta-lo.

Depois ela gargalha, mas Alice parecia desconfiada. Então ela agarra nos dois pelo braço e vai puxando pela festa enquanto Alice questiona:

– Ninguém vai sentir nossa falta?

Mas Bruna já tinha uma resposta e diz confiante e sorrindo:

– Não se preocupe, a essa altura todos já estão sofrendo os efeitos do champagne.

Ela tinha razão, todos já estavam alegrinhos na festa, então ela completa:

– Agora é nossa vez.

Então ao passarmos por uma mesa com um balde de gelo em cima com algumas garrafas de champagne, Bruna pega uma na maior cara de pau, e nos arrasta mais rápido para seu quarto. Ao entrarmos ela fecha a porta, enquanto eu e Ali nos olhávamos confusos, o rosto de Ali queria dizer: que garota maluca é essa?. Depois de fechar a porta, Alice pergunta:

– Por que nos trouxe aqui?

Bruna sorri e diz carismática:

– Gostei de vocês, parecem legais.

Alice sorriu confusa, mas agora ela se sentia mais a vontade, inclusive sentando na cama de Bruna, que era gigante. Bruna me entrega a garrafa e diz:

– O cavalheiro poderia abrir para as nobres damas?

Então eu me esforço para abrir a rolha, e elas gargalham com meu esforço, até que a rolha voa pelo quarto. Bruna toma a garrafa aberta de minha mão e vira um gole direto na boca, e então entrega a garrafa para Alice que hesita, então Bruna diz:

– Vai dizer que nunca bebeu antes?

Alice percebe o desafio e pega a garrafa para meu descontento, e vira um gole também e depois devolve a garrafa para Bruna que vê minha cara de descontentamento:

– Não gosta que a irmãzinha querida beba?

Eu não respondo, e ela empurra a garrafa em meu peito dizendo:

– Sua vez.

Tomei um gole também, alegrando Bruna que da um salto repentino em sua própria cama, fazendo ela e Alice quicarem no colchão. Ela gargalha, Alice a olha assustada mas sorrindo. Ficamos ali conversando e bebendo por quase meia hora, a euforia começara a nos tomar conta, eu via Alice alegre e se divertindo, e admirava sua beleza, eu estava muito afim de transar com ela, já fazia dias. Algumas vezes Bruna parecia me olhar estranho quando me via olhando para Alice, então comecei a disfarçar os olhares de cobiça. Depois de mais alguns minutos eu digo:

– Acho melhor voltarmos para a festa, devem estar sentindo nossa falta.

Alice e Bruna concordam, então saímos do quarto. Voltando para a festa vejo que alguém percebeu nossa falta: Helen.

– Aonde vocês estavam?

Alice responde:

– A neta do chefe do papai, ela mora aqui e quis nos mostrar o apartamento por completo.

Helen faz uma cara de desconfiança e diz:

– Andaram bebendo, não foi?

Não respondemos nada e ela diz:

– Não se preocupem, não sou careta igual o pai de vocês, eu lembro de como é ser adolescente.

Alice então demonstra seu rancor por Helen e impulsionada pelo champagne agora a pouco tomado dispara uma piadinha:

– Voce deve se lembrar mesmo, afinal não faz tanto tempo.

Helen fica um pouco irritada com o comentário, que demonstrava a diferença de idade entre Helen e o nosso pai. Helen então diz tentando manter a calma:

– Olha garota, eu sei que você não gosta de mim, mas apesar do que você pensa eu gosto de verdade do seu pai. E mesmo você fazendo piadinhas contra mim, não vou contar nada a seu pai sobre sua raiva e seus goles de champagne. Não sou sua inimiga, lembre-se disso.

Alice ficou muda, apenas se afastou, eu fui atrás. Fomos dar mais uma volta pela festa, Bruna agora estava conversando com seu avô e mais alguns amigos dele, ela parecia ter esquecido de nos. Estávamos na área externa olhando o céu e a lua, e Alice então diz:

– Acho que a Bruna esta afim de você.

– Já te disse Ali, eu amo você, e apenas você. Não se preocupe com outras.

Alice diz sorrindo e confiante:

– Eu sei disso, não estou preocupada, só fiz uma observação.

O vento batia forte ali, então Alice diz:

– Vi um banheiro perto do quarto da Bruna, vou lá arrumar meu cabelo, o vento bagunçou ele, me espera aqui.

Então ela vai, e fico ali vendo seu rebolado se afastando, e todas sua curvas me atraiam para ela, então pensei: é ruim que vou esperar. Eu a sigo até um banheiro no corredor, e assim que ela entra e ia fechar a porta, eu seguro entro junto, fechando a porta. Alice me olha assustada, então eu a beijo com fervor, um beijo desesperado, de alguém que não aguentava mais. Ela apenas acompanha o beijo, estava atordoada com a velocidade dos eventos. Eu já não aguentava mais ficar longe dela, então repentinamente eu a viro de costas onde a forço a se apoiar na pia de frente ao espelho. Ela fica atordoada, só entendendo quando repentinamente levanto seu vestido e começo a abaixar sua lingerie. Ela reluta, eu a seguro enquanto ela diz:

– Não Ale, alguém pode nos flagrar, tem muita gente aqui.

Eu a ignoro, seguro seu corpo fortemente que tentava fugir. Mas ela não tentava com toda suas forças, não como uma vitima prestes a ser estuprada, ela queria aquilo, seu olhar dizia isso, seu rosto mostrava prazer ao ser dominada, ela só não queria ser flagrada. Ela então faz um ultimo e inútil apelo a mim que já se encaixara atrás dela e abria meu zíper:

– Não Ale, por favor.

Eu apenas digo:

– Relaxa.

Então eu a penetro, então ela geme forte olhando para mim através do espelho. Sua boceta estava tão encharcada que meu pau desliza fácil até tocar seu útero. Isso mostrava o quanto ela queria ser fodida, eu via meu pau sair todo melado por sua lubrificação, chegava a escorrer. Realmente a abstinência atacava a nos dois. Alice se entregou, gemendo a cada estocada. Ela antes relutante agora dizia:

– Isso, vai meu amor.

Eu então puxo seu cabelo com carinho, porem firmeza, fazendo-a se aproximar mais de mim, então ela gira o pescoço clamando por um beijo, e eu atendo. Agora com uma mão segurando seu cabelo, ela pega a outra e enfia dentro de seu decote, me fazendo apertar seu peito. Então Alice agora se olhava no espelho, totalmente dominada por mim com uma mão em seu cabelo e a outra lhe abraçando e segurando seu seio. Ela parecia se admirar sendo fodida por trás. Ela volta a se apoiar na pia, enquanto eu aumento as estocadas. Ela geme mais e mais e logo goza:

– Aah, aah, isso meu amor. Eu te amo.

Sua boceta se encharca ainda mais com seu gozo, e fica ainda mais quente, aquilo estava muito bom, meu tesão foi as alturas olhando para sua bunda branquinha enquanto meu pau entrava e saia melado de sua boceta. Não demora e eu gozo, segurando forte em sua cintura, meu pau pulsa jorrando jatos e jatos de porra dentro dela. A quantidade era tanta que assim que tirei meu pau de dentro dela, minha porra escorreu por suas coxas. Alice ficou exausta, a transa lhe arrancara as forças, ela ficou com a cabeça baixa apoiada na pia, com o rosto vermelho e porra escorrendo por suas pernas. Ela se vira e no beijamos, então ela começa a limpar as pernas com papel, e depois de vestir a calcinha e se recompor, ela gargalha e diz:

– Nossa, eu estava precisando disso.

– Eu também.

Eu a beijo e digo:

– Voce é demais.

Ela responde:

– Voce é que é. Eu te amo.

Então resolvemos sair do banheiro e voltar a festa. Ao abrirmos a porta, ficamos pálidos, pois Bruna estava ali bem em frente a porta, com o choque em seu rosto, e seu rosto dizia que tinha nos flagrado, então ela diz:

– Eu sabia, eu sabia que tinha algo entre vocês.

Continua…

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 5,00 de 1 votos)
Loading...