Tia Amélia (Parte 3)

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Tudo parecia bem na vida de Amélia, não fosse por Juninho, seu filho; desde cedo ela o achou um moleque mole, sem iniciativa …, frouxo, na verdade. E, com o passar do tempo ela passou dos pensamentos para as palavras, sempre chamando a atenção dele, em qualquer situação e em qualquer lugar. Ele, por sua vez, não respondia e muito menos reagia, o que deixava Amélia ainda mais irritada com essa postura lerda e passiva do filho …, a bem da verdade, ele lembrava seu ex-marido, e, talvez, isso fosse algo que a incomodasse mais que tudo.

Bem, como tudo na vida tem um fim, Juninho, cansado de tanto ouvir sua mãe o chamar de frouxo e lerdo, tomou uma decisão: ao completar dezoito anos, alistou-se no exército e optou por servir bem longe da mãe, assim decidindo para que ambos pudessem rever suas vidas. No dia de sua partida, e muito a contragosto, Amélia foi despedir-se dele, e depois de vociferar uma penca de ofensas, ela não se conteve e começou a chorar. Juninho a tomou nos braços, mas nada disse, apenas seguiu seu caminho.

Após a partida dele, e por muito tempo além, Amélia não se conformava com o afastamento do filho; afinal, ele era a única coisa na vida que valera a pena, mesmo com seu comportamento passivo e sem distinção. Lembrava-se de, quantas vezes, ele retornava da escola, sujo e rasgado, pois fora agredido pelos colegas de classe; e ela, a invés de consolá-lo, batia nele mais ainda, dizendo que ele não podia ser frouxo ou covarde. E lembrar-se disso era o que mais a deixava amargurada.

Um dia, Juninho retornou, não definitivamente, mas apenas aproveitando uma licença prolongada a que tinha direito. Amélia viu aquele homem na frente dela e ficou surpresa ao constatar que Juninho tornara-se um homem …, e que homem! Um sujeito de boa pinta, educado, simpático e conversador …, e ainda macho! Logo de início mostrou que não levava desaforos para casa, e interpelava quem ousasse fazer um gracejo ou troça a respeito da sua condição de militar.

Aquele novo comportamento do filho, não apenas causava orgulho em Amélia, como também, por uma razão que ela desconhecia, a deixava excitada! Olhava para ele com olhar de mulher …, e até mesmo de fêmea! Condenou-se por ter esse tipo de pensamento a respeito de seu próprio filho.

Algumas noites depois da chegada de Juninho, ele a convidou para jantarem fora; Amélia foi pega de surpresa com o convite, mas seu filho insistiu, dizendo que ela precisava espairecer um pouco, e ela, vencida pela argumentação do filho, aceitou o convite. Foram a uma pizzaria localizada no centro, requintada e muito recomendada. Juninho pediu a indicação de um vinho, ao que o garçom atendeu, trazendo uma garrafa de vinho chileno que, segundo ele, era um dos melhores.

Degustaram a bebida e a comida e Amélia ficou satisfeita com o novo comportamento de seu filho; porque bebera um pouco a mais, ela também ficou eufórica e no caminho para o carro teve que apoiar-se em Juninho com medo de tropeçar e cair. Abraçada pelo filho, Amélia sentiu o calor de seu corpo, bem como a musculatura rígida que incitava suas ideias.

Já em casa, Amélia desejou prosseguir com a comemoração, pedindo que o filho abrisse alguma bebida de seu boteco para que pudessem saborear um pouco mais. Juninho disse que não era uma boa ideia, e ela irritou-se com a resistência dele, exigindo que ele obedecesse ao seu pedido. Juninho recusou-se e o clima entre eles esquentou.

-Juninho, vai lá e pegue uma bebida para mim! – insistiu Amélia em tom enérgico.

-Não, não vou! – ele respondeu rispidamente – Aliás, a Senhora já bebeu demais …

-Não me desobedeça, garoto! – ela devolveu em tom de ameaça – Faça o que eu mando …

-Não, mãe, não vou! – ele respondeu, elevando o tom da voz.

-Bem, já que você não vai, vou eu! – ela respondeu, caminhando em direção à porta de acesso para o boteco.

Nesse momento, Juninho segurou a mãe pelos braços, impedindo-a de prosseguir; Amélia tentou reagir, mostrando-se relutante. O rapaz manteve-se firme e seu gesto, puxando a mãe para si e fazendo com que ela o encarasse. E o clima ficou ainda mais tenso …

-Me larga, seu frouxo – vociferou Amélia, tentando desvencilhar-se das mãos de seu filho.

-Eu vou te mostrar quem é o frouxo, sua safada! – respondeu ele, enquanto seus lábios procuravam os da mãe, selando um beijo tão inesperado que Amélia viu-se rendida por ele.

Eles se abraçaram mantendo seus lábios colados; Juninho acariciava a mãe, sentindo suas formas por cima das roupas, enquanto ela sentia o volume que crescia na calça do rapaz; em dado momento, ela tentou desvencilhar-se dele, mas, Juninho além de mais alto era também mais forte, e a segurou com firmeza.

-O que você pensa que está fazendo? – ela perguntou, no momento em que ele desfez o beijo.

-Estou beijando minha mãe! – ele respondeu com o olhar faiscante – E eu sei que era isso que você queria, não é? Eu não sou mais frouxo como você pensava, eu sou um homem …, e agora, vou ser seu macho, sua safada!

Amélia bem que tentou reagir, resistir ao assédio de seu próprio filho, mas, em dado momento, ela se viu dominada por seu próprio instinto; o desejo falava mais alto em seu interior, incapaz de ocultar o tesão que ela, agora, sentia pelo próprio filho!

O que veio a seguir, além de inesperado, foi surpreendente; Juninho quase rasgou as vestes de sua mãe, deixando-a nua para seu olhar; ele examinou detidamente o corpo de Amélia, que ainda tentou proteger-se com as próprias mãos, mas logo descobriu que isso era inútil; de seu lado, ela sentia o desejo de seu filho, que mais parecia um poderoso e irresistível atrativo, que a empurrava na direção dele.

Cuidadosamente, Juninho livrou-se de suas roupas, ficando nu ante sua mãe e exibindo, orgulhoso, seu membro duro e ereto. Amélia olhou para aquela rola e sentiu-se arrebatada; era um pica de respeito!

Ela não fazia ideia que o filho fosse um macho tão bem-dotado; ela examinou a benga grossa e enorme que pulsava pulando para cima e para baixo, num movimento que parecia chamá-la, implorando para possuí-la de uma maneira que nenhum homem jamais seria capaz de fazê-lo. E Amélia bem que tentou resistir, mas o chamado da natureza era mais forte que ela.

Imediatamente, ela correu na direção dele, abraçando-o apertado, enquanto seus lábios iam ao encontro dos dele, selando mais beijos repletos de lascívia. Os corpos esfregavam-se tomados pela luxúria do momento que se eternizava em apalpações sem fim e sensações desatinadas.

Amélia segurou a rola dura de seu filho, sentindo toda a sua deliciosa dimensão; gulosa, ela não perdeu tempo em ajoelhar-se na frente de Juninho, tomando aquela pica em sua boca, e chupando-a com enorme sofreguidão. E enquanto ela se dedicava a chupar e lamber o instrumento de seu filho, este acariciava seus cabelos, incentivando-a a continuar com aquele sexo oral inestimável. Era um verdadeiro delírio exultante sentir em sua própria boca o mastro de seu filho, pulsando, duro e inchado, evidenciando que ele pertencia a ela, como sempre pertenceu.

Tomado por uma vontade incontrolável de persistir naquele momento idílico, Juninho tomou sua mãe nos braços e tendo-a em seu colo, levou-a para o quarto, depositando-a carinhosamente sobre a cama. Ele subiu sobre ela, e segurando a rola dura, esfregou-a na entrada da gruta materna, sentindo toda a sua umidade quente e caudalosa; aproveitando o choro da vagina materna, Juninho conduziu sua rola em sua direção, penetrando-a com um movimento lento e compassado.

Amélia segurou a cintura do seu filho, gemendo baixinho enquanto sentia-se penetrada por aquele mastro enorme, que a preenchia perfeitamente; e quando o rapaz cessou o movimento, ela balançou a pélvis, em uma deliciosa certificação de que todo aquele membro estava enterrando em suas entranhas.

-Ai, filhinho, que delícia! – ela balbuciou em tom carinhoso – Que pica gostosa, você tem …

-Eu sei, mamãe tesuda! – ele respondeu – Não se esqueça que foi você quem a fez …, a fez só pra você!

Juninho passou a sacar e enterrar a rola na vagina de sua mãe, com movimentos pélvicos cadenciados em um entra e sai tão harmonioso que cada gesto dele era comemorado por ela, com gemidos e suspiros. E eles foderam com um vigor libidinoso, intensificando e correspondendo aos movimentos um do outro, em uma espécie de dança luxuriosa que, em certos momentos, fazia que seus corpos parecessem apenas um.

Juninho fodeu sua mãe por mais hora, mostrando que além de bem-dotado, possuía um vigor incomparável; Amélia, que já experimentara uma sequência quase sucessiva de orgasmos, nadava em sua própria seiva, dominada pelo macho que estava sobre ela, obedecendo fielmente a sua vontade e ao seu tesão.

Em dado instante, Juninho passou também a saborear os mamilos durinhos de sua mãe, cujos peitos pareciam exercer um domínio inexplicável sobre sua vontade; ele chupava e lambia os mamilos, deliciando-se com seu sabor e consistência.

Em uma improvável demonstração de um desejo irrefreável, Juninho sacou a rola de dentro de sua mãe e fez com que ela ficasse de quatro sobre a cama, penetrando-a por trás, estocando com movimentos vigorosos, impondo a ela mais orgasmos que se sucediam, deixando-a totalmente dominada pela vontade do seu macho. Amélia não tinha mais palavras e até mesmo oxigênio suficiente para demonstrar verbalmente como estava se sentindo realizada pelo tesão de seu filho.

E assim eles permaneceram, até que, exaustos pelo esforço, quedaram-se sobre a cama; mesmo assim seus corpos suados não se afastaram; pelo contrário, eles se abraçaram como dois namorados, trocando beijos e carícias.

-Nunca pensei que você sentisse tesão por mim? – ela comentou com uma risadinha.

-Sempre te desejei, mamãe! – Juninho confidenciou com um olhar firme – Sempre te quis para mim como mulher …, como minha fêmea!

-Eu sou sua, meu amor! – ela disse esfuziante – Bem que tentei resistir, mas a verdade é que você sempre me teve …, em todos os sentidos.

-Então, vem cá! – disse Juninho ficando de joelhos sobre a cama – Vem, que eu vou te enrabar como você merece ser enrabada!

Agindo como se obedecesse a uma ordem, Amélia ficou de quatro sobre a cama, empinando seu rabo lindo, e apoiando o rosto sobre o travesseiro; Juninho tratou de lamber cuidadosamente a vagina de sua mãe, que já estava novamente vertendo líquido em uma clara manifestação do seu estado de excitação. Depois, ele se dedicou ao cuzinho de sua mãe.

Amélia afastou as nádegas com suas próprias mãos, enquanto seu filho, segurando a rola dura com uma das mãos, com a outra segurou sua cintura, aproximando-se do seu alvo; ele enterrou a glande com um enérgico movimento, o qual foi comemorado por Amélia com um longo e delicioso gemido. Baixando um pouco sua bunda, Amélia ofereceu-se para o filho que, imediatamente, prosseguiu, enterrando sua rola em movimentos lentos, até que ela estivesse preenchendo as entranhas de Amélia.

Não demorou para que ele começasse a estocar com vigor, enfiando e sacando a rola e fazendo sua mãe gemer ainda mais, vencida pelo tesão que tomava conta de seu corpo e também de sua alma. A medida em que intensificava os movimentos, Juninho inclinou-se sobre a mãe, procurando sua vagina com uma das mãos e executando um dedilhado bem trabalhado, o que resultou em mais orgasmos sucessivos proporcionados àquela mulher fodida pelo próprio filho.

E quando ele, finalmente, anunciou que seu gozo se aproximava, Amélia implorou para que ele gozasse em sua boca; ajoelhada na frente de seu filho que estava em pé ao lado da cama, Amélia masturbou Juninho, apontando a glande na direção de sua boca. Juninho começou a urrar, contorcendo-se violentamente, enquanto ejaculava, projetando jatos de esperma na direção do rosto de sua mãe.

Amélia viu-se lambuzada de esperma pelo rosto e também pelos peitos, mas regojizou-se porque sentia em sua boca uma pequena parte daquele gozo imenso; orgulhosa, ela exibiu o conteúdo de sua boca para, em seguida, engoli-lo com um sorriso.

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