Tia Amélia (Parte 1)

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esse conto é dividido em 4 partes

Genésio tem por hábito frequentar um boteco que fica em seu bairro chamado “TIA AMÉLIA”. A tia do título existe realmente, mas, ninguém sabe ao certo de quem ela é tia. A tal Amélia é uma mulher de uns cinquenta anos (ou um pouco mais), que toca o negócio que ela mesma construiu com o auxílio de alguns “amigos da comunidade”. E o boteco que começou tímido e incipiente, logo ganhou corpo e conquistou fregueses de todos os tipos.

Alguns vinham por conta dos deliciosos quitutes da Tia Amélia; coxinhas, bolinhos de carne e croquetes eram sua especialidade; todos feitos por ela, com ingredientes que ela adquiria na mercearia do Seu João, um sujeito muito boa praça que dominava o comércio na região. Aliás, ele dizia que a melhor aptidão da Tia Amélia estava em sua boca. “Ela faz um boquete melhor que tudo na vida!”, ele afirmava à boca pequena, sempre tomando cuidado que tal elogio não chegasse aos ouvidos dela.

Genésio sempre cultivou um tesão enrustido por Tia Amélia, mas, como mandava o bom-senso, ele se contia em revelá-lo; as vezes, um elogio ali (“Nossa! Tia Amélia como você está gostosa, hoje!”), outro aqui (“Melhor que essa coxinha, só o seu sorriso!”), era o máximo que ele ousava, sempre observando a reação dela. Amélia se divertia com os galanteios de Genésio, e ficava lisonjeada com aquele sujeito de trinta a poucos anos se insinuando para ela. “Tome jeito, menino!”, ela respondia, sempre com um sorriso largo. “Não sou para o seu bico!”, ela emendava, acompanhado de uma sonora gargalhada.

De uma coisa Genésio tinha certeza: Tia Amélia era bem servida de macho, pois estava sempre alegre e de bem com a vida; e não apenas isso, ele jamais vira algum homem rondando aquela madurona cheia de si. Amélia tinha um corpo opulento na medida certa: peitos grandes, mas não exagerados, uma bunda cujo desenho, mesmo por cima da roupa, deixava qualquer um de pau duro; coxas grossas e bem torneadas e pés de fada, completavam aquela mulher escultural.

O rosto sem marcas, com olhos castanhos e lábios finos, eram emoldurados por uma linda cabeleira negra, ondulada e cujo brilho fascinava os homens e enciumava as mulheres. Tudo isso era Tia Amélia, dona de boteco e feliz com a vida.

Todavia, a curiosidade de Genésio parecia não ter fim, e ele, sempre que podia, esmiuçava detalhes da vida de Tia Amélia, colhendo informações aqui e ali, daqueles que a conheciam melhor que ele. De início, ele apostou no tal do Seu João, supondo que ele fosse o provedor de pica da Tia Amélia. Mas, logo descobriu que, embora tivessem algo mais que uma amizade, ele e a a Tia apenas tiveram um caso tórrido e rápido, o que fez Genésio perder tempo sem resultado.

Mas a revelação veio de uma fonte pouco conhecida de Genésio; se tratava de Dona Lucinda; ela sempre fora grande amiga de Amélia e uma (talvez, a única) das confidentes mais próximas da dona do boteco. O Genésio a conheceu através do Seu João, e a coisa rolou com facilidade por duas razões: a primeira é que Dona Lucinda adorava fofocar …, e a segunda …, bem, a segunda decorreu do fato de Lucinda achar Genésio um gostosão.

-Quem sabe … – ela insinuou com um olhar lânguido – Quem sabe, se você souber ser carinhoso comigo …, eu posso lhe contar muita coisa sobre a Amélia …

No dia em que ele ouviu essa frase, em frente ao armazém do Seu João, Genésio examinou o “material”, e verificou que o investimento valia o risco; Lucinda era uma mulher de quase sessenta anos, porém não aparentava, já que o rosto não tinha marcas ou rugas, e o conteúdo do vestido estampado que ela usava parecia prometer algo realmente recompensador.

Determinado a descobrir os segredos da Tia Amélia, Genésio encarou a proposta; convidou Lucinda a terminar a cerveja que estavam tomando, e depois de pagar a conta, voltou-se para ela e perguntou sem rodeios: “Para onde você quer ir, gostosa?”; os olhos de Lucinda faiscaram ao ouvir aquela pergunta vinda de um homem novo e cheio de intenções. “Deixo por sua conta”, ela respondeu com um sorriso maroto. “Não tenho compromisso”, ela emendou com uma piscadela abusada.

Sem perder mais tempo, Genésio pegou sua motocicleta e convidou Lucinda para subir na garupa; ela não se fez de rogada, tratando logo de agarrar o macho pela cintura, encostando sua cabeça no ombro do seu condutor. E como o tesão falava mais alto, Genésio rumou para o único motel nas proximidades. Não era nenhum “cinco estrelas”, mas servia para a finalidade urgente do casal.

Assim que entraram na suíte, Genésio quase arrancou o vestido de Lucinda, que além dele, vestia apenas uma minúscula tanga vermelha; imediatamente, ele caiu de boca nos peitos de Lucinda, que embora um pouco caídos, ainda assim eram apetitosos, com mamilos durinhos coroados por grandes aureolas. A mulher enlouqueceu, gemendo e enrolando os dedos nos cabelos do parceiro.

Genésio mamou os peitões até saciar sua sede; empurrou a parceira para cima da cama, e livrando-se da lingerie, mergulhou sua cabeça entre as coxas de Lucinda, deixando que sua língua procurasse o grelo dela; encontrou uma grutinha quente e molhada, lambendo seu entorno e subindo e descendo desde o cuzinho até o clítoris, o qual foi alvo de uma estupenda chupada, que fez Lucinda gritar de tesão, vencida por um orgasmo pleno.

Genésio prosseguiu em suas chupadas e lambidas na vagina de sua parceira, permitindo que ela experimentasse uma sequência de orgasmos que a deixavam atordoada de tanto prazer. “Puxa! Se eu soubesse que você era tão gostoso, tinha me insinuado antes!”, ela balbuciou, entre um gozo e outro, comemorados com altos gemidos. “Você é muito gostosa, sua safada!”, elogiou Genésio, sem desviar-se de sua deliciosa tarefa. E quando se deu por satisfeito, Genésio subiu sobre Lucinda, enterrando seu mastro duro e grosso nas suas carnes quentes e suculentas.

Lucinda deu um grito ao sentir-se preenchida pela enorme rola de seu parceiro, abrindo-se ainda mais para acolher aquela tora em seu interior. “Nossa! Que rola grossa e dura! Encheu meu buraquinho!”, ela comentou, enquanto seu parceiro iniciava movimentos de vai e vem, sacando e enterrando a rola na sua vagina. “Eita, buceta gostosa!”, elogiou Genésio intensificando ainda mais seus movimentos. Com esse ataque vigoroso, Lucinda, novamente, experimentou mais orgasmos, tão profusos que ela engasgava em seus próprios gemidos.

Após mais de uma hora fodendo sem parar, a mulher pediu arrego. “Ufa! É muito macho para mim!”, ela comentou, quase ofegante. “Então, vem chupar minha rola, sua safada …, chupa até gozar!”, respondeu Genésio, enquanto sacava a rola em riste, ficando em pé ao lado da cama. Suada e arfante, Lucinda levantou-se da cama, olhando para seu parceiro, cujo olhar denunciava sua ansiedade.

Lucinda olhou para aquele mastro pulsante, e depois de um sorriso maroto, ajoelhou-se em frente a Genésio, que aguardava em expectativa; sem usar as mãos, Lucinda abocanhou a rola, chupando-a com uma destreza única; Genésio segurou os cabelos de sua parceira, mas não forçou os movimentos, pois não queria transformar a boca de Lucinda em uma vagina servil; apenas deixou-se levar pela mamada deliciosa que sua parceira lhe concedia de bom grado.

Genésio estava tão empolgado, que mal teve tempo de anunciar o orgasmo que sobreveio intenso e descontrolado; Lucinda, mostrando-se hábil no assunto, segurou as bolas do parceiro e não deixou que ele sacasse a rola de sua boca, deixando que a carga de sêmen quente e viscoso ocupasse o interior de sua boca. E foi tanto leite, que mesmo com todo o esforço da fêmea, acabou por vazar pelos cantos de sua boca, lambuzando seus peitos.

Quando Genésio tirou a rola da boca de Lucinda, esta ainda a segurou com uma das mãos, aplicando uma deliciosa punheta para extrair todo o restinho de suco que ainda vertia de seu interior; Genésio experimentou um forte estertor percorrendo seu corpo como uma descarga elétrica, acompanhada de longos arrepios ao longo de toda a superfície de sua pele.

Totalmente vencidos pelo prazeroso cansaço decorrente de tanto esforço, o casal deitou-se sobre a cama, tentando recuperar a energia perdida. Lucinda abraçou seu parceiro e acariciou seu peito coberto por uma camada rala de pelos, aproveitando para beijar os mamilos de seu macho; Genésio retribuiu o gesto, brincando com os mamilos de Lucinda e beliscando-os carinhosamente. E como ninguém é de ferro, o cansaço transformou-se em sonolência, impondo ao casal um merecido descanso.

Algum tempo depois, Genésio foi acordado com a deliciosa mamada que Lucinda aplicava em sua rola que, imediatamente, respondeu à provocação, mostrando-se em uma nova e pujante ereção. Ele acariciou os cabelos de sua parceira, saboreando o momento. “Então, você tá querendo mais, sua safada?”, ele perguntou em tom provocador. “Tô sim …, mas quero essa rola no meu cu!”, Lucinda respondeu mantendo-se concentrada em chupar a rola dura. Genésio enlouqueceu ao ouvir a resposta de sua parceira.

Sem perda de tempo, ele puxou sua parceira e fez com que ela ficasse de quatro; em seguida, ele deu um trato no buraquinho da Lucinda, lambendo e enfiando a língua como uma simulação do que estava por vir; Genésio, então, deu umas cuspidelas em seu pau, deixando-o lambuzado. Ao sentir o que se aproximava, Lucinda empinou a bunda e separou as nádegas com as próprias mãos, oferecendo-se ao parceiro. Com um golpe contundente, Genésio enterrou a rola no cu de sua parceira, que gritou de tesão, deliciando-se com a penetração que foi sucedida por estocadas rápidas e profundas.

Não demorou para que ela gozasse, inclusive porque, Genésio inclinara-se sobre ela, dedilhando sua vagina quente e melada. O sexo anal prolongou-se por tanto tempo que ambos perderam a conta de quantas gozadas Lucinda usufruiu, deixando-se levar pela situação, até que, mais uma vez, Genésio gritou enquanto descarregava nova carga de sêmen, agora no rabo de sua parceira; Lucinda rebolou gostoso, contraindo seu esfíncter como se mordesse a rola do parceiro, que desconhecendo tal técnica, gemeu de prazer. Mais uma vez, o prazer foi sucedido por um imperioso descanso, que seus corpos clamavam de maneira irrecusável.