Sentei no Negão dotado da obra de reforma no caminho do mercado.

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Sai de casa pra fazer compras como de costume, e no caminho tinha uma obra de reforma de uma casa, na frente estava cheio de madeiras que protegiam quem passava na frente, e no portão tinha um pedreiro Negão de mais ou menos 45 anos, barrigudinho, poucos cabelos no peito,sem camisa, de short de malha, e um chapéu, ele sempre olhava quem passava na rua, e quando tive aquela visão, quase travei, olhei pra a barriga, olhei pro volume do short, olhei ele e passei olhando o cacete dele, frisei mesmo aquele volume e continuei no caminho para o mercado, na volta ele continuava lá, olhei pra a barriga, olhei pro volume do short, olhei ele e passei olhando o cacete dele, frisei mesmo aquele volume e continuei no caminho para casa e mais tarde dormir ainda pensando nele, passou uns dias e precisei ir no mercado novamente e ele ainda estava lá na obra, olhei pra a barriga, olhei pro volume do short, olhei ele e passei olhando o cacete dele, frisei mesmo aquele volume novamente, para ele não ter dúvidas de que eu gostei do que eu vi, fui no mercado e comprei o que estava precisando e na volta, reparei que tinha uma placa de vende se na casa, quando eu estava me aproximando, ele me olhou como de costume, eu parei e na “bucha” perguntei: Você acabou de reformar a casa e já quer vender? Ele disse: Meu nome é Paulão, e continuou, Não doutor a casa não é minha, estou mostrando para quem se interessar, ele perguntou se não me interessaria, se eu não queria entrar e dar uma olhada, já com segundas intenções, já que eu alternava o meu olhar em seus olhos e em seu volume, eu disse sim, posso ver tudo sim, e ele já sabendo o que eu queria disse, se quiser tem água geladinha, café, leite e tudo que eu quisesse, eu disse claro e entramos, ele fechou o portão de madeira, passamos na entrada por um gramado no quintal, e entramos na casa, que estava vazia, fomos na cozinha, tinha uma geladeira velha mas funcionando, bebedouro, cafeteira, alguns mantimentos dele, bebi um pouco de água, e fomos ver a casa, que estava toda reformada, com dois quartos e uma suíte, dois banheiros lindos, tudo já limpo e pronto para morar, na sala tinha um sofá bem cuidado onde provavelmente ele dormiria, eu perguntei, foi você que reformou, ele disse: Sim doutor, eu disse não sou doutor, sou um pé rapado, meu nome é Haroldo, e acabamos na sala perto do sofá, coloquei as bolsas perto da porta e voltei para perto dele e do sofá, ele ficou calado em minha frente como quem quisesse dizer, agora o próximo movimento é seu, e eu olhando para os olhos dele me aproximei, baixei o short e cueca dele, e o empurrei cima do sofá, onde ele se sentou, e coloquei aquele mastro ainda mole cheiro de mijo de macho na boca, mole ele já tinha mais de quatro centímetros e meio de de diâmetro, quase não conseguia engolir, e a cada linguada e chupada, não parava de crescer, tanto que eu já não conseguia mais passar a cabeça pela minha boca, continuei com a mão e as linguadas, descia até o saco e voltava, o cara era muito gostoso, um macho de verdade, sensacional eu perguntei, se ele comia muita buceta, com aquele mastro lindo, ele disse que estava separado, eu disse, também sou separado, e que dormia e tomava conta da obra, ele disse que era louco para aparecer uma puta como eu lá, mas ninguém aparecia, eu era o primeiro, e mamei, mamei, mamei demais aquele cacete, enquanto mamava ele foi ficando maior, duro e grosso, não ficou monstruoso, acho que chegou a uns 19 centímetros, mas bem grosso, já devia passar de seis centímetros de diâmetro, e perguntei, e cuzinho a mulherada já te deu muito, ele disse, nem a esposa e nem as outras tiveram coragem de tentar, eu tentando chupar, mas minha boca já não conseguia engolir, eu abria bem e não passava dos lábios bem esticado, ele preocupado disse, estou explodindo de tesão, você vai tentar, vai aguentar? eu disse, vou encarar de frente, olhando em seus olhos, eu sentei em cima no colo dele, com os nossos cacetes para cima em nossas barrigas, eu percebi que ele estava mesmo era carente, ele começou a me beijar cheio de tesão, me beijava como se eu fosse uma mulher, apesar de pra mim ser apenas sexo, eu senti que pra ele era como se tivesse fazendo amor com sua namorada, então ficamos ali, nos beijando e sarrando um cacete no outro, em nossas barrigas, apertava meus peitos como se eu fosse mulher, ficamos ali nos beijos e abraços, a cada hora que ele apertava as minhas nádegas e segurava a minha cintura e puxava para baixo, doido para entrar dentro de mim, e eu querendo engolir logo ele todo, nosso tesão estava enorme, colocou o dedão seco em meu cuzinho, vi que tinha chegado a hora, ele queria me comer, me comer com aquele mastro grosso e enorme, perguntei se ele tinha algum lubrificante, ele enfiou a mão entre as espumas do sofá e pegou um envelope de KY e uma camisinha extra G, eu perguntei se ele tinha alguma doença, ele disse que nas empresas que ele trabalhava, sempre tinha exame de sangue e fazia até testes de Aids, então eu disse, eu também, sempre me cuidei, então será a nossa estreia, nunca deixei ninguém gozar em meu cuzinho sem camisinha, peguei o envelope, abri com os dentes, fiquei em cima dele na posição agachado de frente para ele, coloquei um pouco de KY em seu dedo e disse, me lubrifique, ele ficou com os olhos brilhando introduzindo seu dedo grosso em meu anel, eu fazia questão de piscar o anel a cada enfiada de seu dedo, ele disse, seu cuzinho deve ser apertadinho, pelo que eu estou sentindo, eu falei, para o seu pau. não existe cú largo, eu coloquei mais KY em sua cabeça e pedi para ele segurar em pé, e comecei a sentar devagar em cima, como era muito grossa, apontei a cabeça na estrada de meu anel e falei, não disse que iria encarar de frente olhando em seus olhos, pode largar, não precisaria segurar mais, agora ele não escapa mais, e a cada forçada, sentia entrar um pouco mais, e ele começou a gemer, segurou com toda força minha cintura e empurrou tentando me puxar para baixo, eu impedi e disse, olhando em seus olhos, calma, vamos fazer amor com prazer e sem dor, e quando a cabeça entrou, ele me olhando nos olhos, me beijou e eu fui descendo devagar, quando passou do meio, engoli todo aquele cacete de vez, até sentir seus pelos em meu anel, e suas bolas em minhas nádegas, ao mesmo tempo em que sentia todo o formato do pau dentro de mim, era um prazer indescritível, comecei a “bombar” subindo e descendo de cócoras, ele dentro de mim, me beijando, com muito tesão e fome de sexo, ficamos um bom tempo daquela posição, subi um pouco e ele continuou metendo, metendo e metendo, e me beijando, não consegui segurar, era tanto prazer que gozei em sua barriga sem me tocar, ele também não segurou muito tempo, urrou, me puxou com força enterrando tudo dentro de mim, falou que iria me encher com o seu leite, eu falando goza quero todo o seu leite dentro de mim, me enche de leite, e urrando me puxou com força e gozou sem parar, veio a noite ainda fiquei por lá até a o dia seguinte, gozamos juntos umas 3 vezes, eu voltei lá umas 4 vezes, até que um dia ele não estava mais, a casa tinha sido vendida, e na época não tinha zap ou coisa parecida, acabamos perdendo o contato.
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