Quer trair?

Autor

Tenho 28 anos, 1.70 m de altura, 58 kg, loira, pernas compridas, coxas grossas, seios pequenos, bumbum empinado, cabelos bem curtos o que me confere um rosto bem juvenil, de moleca mesmo. Procuro me manter e sei que chamo a atenção graças ao tempo que destino a academia e por isto tenho o apelido íntimo de Tosinha, dado pelo meu marido, que na verdade é um diminutivo de gostosinha. Sou casada há seis anos, não temos filhos e vou chamar meu marido de Tosinho assim não o identifico, pelo menos até ele aprontar de novo que aí sim, vai ver o que acontece.

Tosinho em outubro do ano passado me disse que iria começar a jogar futebol com os amigos da empresa, uma vez por semana no período da noite. Passaria a chegar depois das onze da noite em casa. Por mim tudo bem, afinal seria bom para a saúde dele, mas tinha medo que se machucasse.

E assim foi, até que na segunda semana do mês de novembro, numa destas quartas-feiras, ele chegou de madrugada e deitou-se ao meu lado cheirando bebida, dormindo profundamente. Na manhã seguinte, acordei bem cedo e vi que ele não tinha colocado as roupas para lavar, como fazia normalmente. Quando abri a malinha, vi que as roupas estavam dobradinhas e que não foram utilizadas. Achei aquilo estranho. Ao pegar a camisa que ele tinha usado para ir trabalhar, senti levemente o cheiro de um perfume adocicado, feminino.

Escutei o barulho da porta do banheiro trancar e fui para a cozinha preparar o café. De banho tomado ele senta-se à mesa e lhe pergunto:

– Tosinho… Chegou tarde ontem… O jogo foi bom?

– Foi bom. Cheguei até a fazer dois golaços. Sabe amor, estou ficando bom nisso e a demora é que o pessoal faz um churrasco depois do jogo e acabei ficando por lá. Pelo menos umas duas vezes por mês tenho que ficar porque senão o pessoal fica enchendo o saco, dizendo que você não é parceiro, é anti-social, enfim… Eles já pegam no pé do nosso gerente que nunca apareceu e você sabe que dependo deles no meu trabalho. Sou o chefe e preciso da equipe unida.

Preferi não responder nada para não começar uma briga. Fui ao meu quarto me trocar para ir trabalhar e quando voltei, a máquina de lavar estava funcionando. Passei o dia inteiro pensando no assunto. Não queria acreditar que ele estivesse me traindo, afinal sou bonita, gostosa, faço quase tudo o que ele quer na cama e o que mais ele poderia desejar, mas pulga atrás da orelha é foda.

Na semana seguinte saí do meu trabalho mais cedo no dia do jogo, peguei um táxi e fiquei na porta da empresa dele esperando-o sair com o carro. Não demorou muito e ele estava acompanhado de uma mulher. Mandei o motorista segui-lo e fui tirando fotos com meu celular até a entrada de um motel. Puta da vida pedi para o motorista me deixar em casa.

Não sabia o que fazer. O que aquela vagabunda tinha que eu não tinha. Minha cabeça estava em parafuso. Pensei em um monte de coisas, de fazer ele me comer na hora que chegasse para ver como estava o seu tesão por mim até voltar no motel, esperar ele sair e armar o maior barraco. Foi aí que tive uma idéia para me vingar e dar o troco na mesma moeda.

Na manhã seguinte, eu estava com um bico enorme. Ele deve ter percebido algo e me disse que na próxima quarta-feira ele não iria jogar. Falei que não havia problema, mas ele me disse que uma vez no mês, ele não iria para ficar comigo, pois parecia que eu estava muito triste com a ida dele nos jogos. Porém, na outra quarta-feira ele deveria chegar mais tarde, porque era o último jogo do ano e haveria uma comemoração especial.

Não forcei nada para não estragar o que pretendia fazer e nem deixar ele perceber que eu sabia de algo. Assim, na semana seguinte ele não foi e entramos na segunda semana de dezembro. Minha firma deu férias coletivas e assim fiquei livre para por em prática meu plano.

No dia da tal comemoração especial, me arrumei toda, retirei minha aliança, coloquei uma mini-saia daquelas que deixam minhas coxas bem à mostra, umbiguinho de fora, enfim… uma verdadeira ninfeta. Fiquei esperando perto da empresa onde trabalha e vi o gerente dele sair para ir almoçar. Eu o segui e como o restaurante self-service estava cheio, pedi para sentar em sua mesa, puxando conversa.

Ele não me conhecia, mas eu o conhecia e sabia da sua reputação de garanhão, pois o Tosinho já havia me mostrado fotos e falado dele. Deveria ter uns quarenta anos, não tinha aliança no dedo e era bonito e charmoso. Sem mencionar quem eu era, fui seduzindo-o até que no final do almoço, quando ele já ia embora, falei:

– Puxa… Que pena que já deu o seu horário. Gostei tanto de conversar com você.

– Também gostei. Você é uma mulher muito interessante. Que tal marcarmos um dia para jantarmos?

– Infelizmente não vai dar porque amanhã volto para Florianópolis. Eu não sou daqui. É uma pena, porque poderíamos conversar mais em outro lugar.

– Que lugar você gostaria de ir? – Disse ele malandramente.

– Não sei. Você que é daqui deve conhecer bons lugares. Vou onde me levar.

Quer ser mais direta do que esta indireta? Pegou o celular, ligou para a secretária dizendo que recebeu uma mensagem de uma consulta médica que ele havia esquecido e não voltaria na parte da tarde. Fiquei esperando na porta do restaurante enquanto ele ia buscar o carro. Parecia uma puta parada ali e não havia homem que não me olhasse.

Ele chegou e entrei no carro. Perguntei aonde iríamos, colocando a mão na coxa dele. Agora não havia mais dúvidas e ele falou que havia um bom motel, numa estrada próxima. Concordei com uma condição, ele não poderia ver meu nome quando entregasse a carteira de identidade. Ele concordou dizendo que eu era cheia de segredos.

Foi só entrarmos no motel que ele me agarrou com muito desejo. Suas mãos começaram a percorrer meu corpo, a amassar minha bunda, sua boca procurando meus lábios e aí que me passou pela cabeça que o que estava fazendo era errado com Tosinho, mas ao mesmo tempo a lembrança dele com a outra me pressionou a me liberar e aproveitar.

Eu fui tirando a roupa dele e aquele pau duro saltou para fora da cueca. Era maior do que o do Tosinho, mais grosso, cheio de veias, pentelhos bem ralinhos do jeito que eu gosto, um belo espécime diria. Pedi a ele se poderia tirar uma foto daquele pau para guardar de lembrança. Ele deu risada e me autorizou.

Começou a tirar a minha roupa, peça por peça. Quando fiquei completamente peladinha fomos ao chuveiro. A água morna batia contra as minhas costas e nos abraçamos. Com minha mão direita fiquei alisando seu pau ensaboado que estava extremamente duro. Por sua vez, suas mãos se dedicavam a apertar a minha bunda e seus dedos a brincar na entradinha do meu cuzinho. Quando tentou enfiar o dedo, disse-lhe que era virgem na bundinha e não queria. Ele respeitou, continuou a brincar onde estava e depois mudou penetrando um dedo na minha vagina.

Ficamos ali um pouco mais do que cinco minutos e quando nos enxugávamos ele perguntou:

– Quer tomar alguma coisa?

– O seu leitinho. – Respondi e imediatamente me ajoelhei e abocanhei aquela caceta dura.

Aquilo o surpreendeu, mas não quis nem se mexer. Ainda estávamos no banheiro. Sugava sua bolas, lambia todo aquele pirulito e colocava a cabecinha, com aquele gosto salgadinho, toda na minha boca e engolia até onde dava. Se tem algo que gosto de fazer é uma chupeta. Ouvia elogios e murmúrios dele durante vários minutos até que percebi seu pau aumentando de volume e o gozo com três ou quatro jatos de porra encheu a minha boca. Engoli tudo porque gosto e ainda limpei o pau dele com a boca. Não entendo porque os homens gostam tanto de gozar na boca das mulheres e porque estas não aproveitam. Em seguida disse-lhe que agora poderia pedir um Martini para mim.

Fomos para o quarto e ele me jogou na cama. Deitou-se ao meu lado e começou a beijar meu pescoço e deslizou para os meus seios. Abocanhava cada um sugando e mordiscando meus mamilos. Fazia tempo que o Tosinho não dava uma atenção a eles e meu tesão foi disparando fazendo com que eles ficassem eriçados. Estava quase entrando em transe.

Depois, foi descendo suavemente e sua boca começou a beijar minha barriga, meu umbigo, baixando até morder minhas virilhas. Minha xoxota pequenininha, lisinha, sem pelo algum, aguardava ansiosamente. Abri minhas pernas e senti o calor daquela boca. Começou a judiar de mim, lambendo-a em sua volta, até que enfim, senti sua língua dentro de mim. Áspera, quente e gostosa, percorria todo o interior da minha vagina, buscando cada canto escondido.

Encontrou o meu clitóris e segurei a sua cabeça. Percebendo minha excitação ele começou a sugar, lamber, introduzir o dedo, enfim, sabia o que estava fazendo e não demorou para que eu começasse a tremer, dizer coisas desconexas e aí sim, estava em transe, gozando. Fazia tempo que não tinha um orgasmo daquele jeito.

Ainda sem ter me recuperado por completo, tomei um gole do Martine. Vi ele colocar uma camisinha e se deitou em cima de mim, num papai-mamãe. Seu pau roçava gostosamente em cima da minha xoxotinha e mais uma vez, abri as pernas e com a mão o direcionei para que ele se encaixasse mais facilmente.

Ele foi deslizando suavemente e aquilo foi entrando, com um pouquinho de dor porque era maior e mais largo do que o do Tosinho, mas gostosamente. Aos poucos começou o movimento bem lento e bem curto, aquele de entra e sai que conhecemos. Suas mãos passeavam nas minhas coxas e sua boca procurou a minha num beijo saboroso e molhado. Na cama, eu olhei para o espelho no teto e vi um homem em cima de mim. Mais uma vez me lembrei do Tosinho e achei que estava fazendo a coisa errada, mas a lembrança daquela sirigaita também não saia da minha cabeça. Tosinho devia ter feito a mesma coisa com ela.

Somente voltei a mim quando ele me pediu para ficar na posição de frango assado. Senti um pouco de dor no início porque a penetração ficou mais profunda, mas aos poucos ela sumiu. Aquilo estava tão bom, não sei se pelo fato de estar me vingando, e comecei a me soltar:

– Vai… Me come… Come esta putinha… Vai… Aiiii !… Vai… Come… Aiiiii!

– Quer dizer que você gosta que te chama de putinha né. Então vai putinha. Toma rola. Esta putinha vai me dar até não aguentar mais. Você sabe dar mesmo. Vai meu tesão… Vai minha putinha… Vai vagabunda.

Nossa que tesão que eu estava sentido. Tosinho nunca me havia chamado de putinha, de vagabunda e eu descobri que adoro isto. E não posso dizer que não era uma putinha, porque estava sendo mesmo. As bombadas e o ritmo dele aceleraram até que gozou, extenuado e deitou-se ao meu lado.

Neste momento, mais uma vez, limpei todos os pensamentos da minha mente. Não estava fazendo nada errado, pois Tosinho deve ter feito a mesma coisa com aquela vadia. Olhei para o cara deitado ao meu lado e queria mais.

Refeito, me quis de quatro. Posicionei-me e senti aquele mastro entrando dentro de mim. Suas mãos vieram diretamente para os meus peitinhos, apertando-os. Procurei rebolar um pouco para ajeitar melhor as coisas o que fez ele dar um suspiro profundo. Vi que ele gostou e comecei a mexer. Por sua vez ele começou a dar estocadas fortes. Agora suas mãos estavam segurando meus quadris como se dissesse que eu não iria fugir, mas quem queria fugir. Estava bom demais.

O barulho de sua pélvis batendo contra a minha bunda era ritmado, gostoso. Sentia os poucos pentelhos roçando em mim e gemia de prazer. Da minha parte, procurava morder o pau dele com minha vagina para que não saísse mais de dentro dela. Me chamando de putinha, estapeava a minha bunda deixando-a vermelha. Eu estava entregue e senti novamente aquela descarga de tesão gozando. Percebendo, ele aumentou a força das penetrações e parece que meu orgasmo se prolongou, ainda mais.

Estava sem forças e meus braços foram para frente, o que me fez deitar com ele por cima de mim. Senti sua boca beijando meu pescoço, mas eu não queria mais nada. Então ele, se aproveitando do meu estado, me diz:

– Deixa eu comer a sua bundinha?

– Não… Aí não… O máximo que eu deixo e você se deitar em cima de mim e encoxá-la.

Eu já estava de bruços e ele veio por cima. Seu pau ficou no meio da minha bunda e começou a esfregá-la. Aquilo era gostoso também e comecei a apertá-lo com minhas nádegas. De vez em quando, não sei se de propósito ou não, sua pica escorregava batendo no meu anelzinho, mas eu reclamava e ele tirava. Assim ficamos naquele amasso delicioso até que ele gozou mais uma vez. Agora, acho que estávamos satisfeitos.

Já haviam se passado quase quatro horas e ele foi tomar um banho. Quando saiu, pedi para tirar mais uma foto dele, agora com o pau mole e ele autorizou. Então falei:

– Se quiser, pode tirar minhas de frente e de costas para que fique de recordação, desde que não apareça meu rosto.

Ele tirou uma meia dúzia de fotos e verifiquei se meu rosto não aparecia. O meu intuito era que realmente aparecessem as minhas duas pequenas tatuagens, uma na parte das costas, quase que na bunda e a outra na parte da frente, no púbis. Se eu estivesse certa e ele mostrasse ao Tosinho, na certa ele reconheceria.

Saímos do motel e ele queria meu celular a qualquer custo. Disse a ele que ficaria com o número dele e quando viesse novamente a esta cidade, o procuraria. Pedi para me deixar num hotel próximo à empresa. Entrei no hotel como se fosse uma hóspede e o vi indo embora. Chamei um táxi e fui para casa.

Tosinho chegou de madrugada em casa, mas fingi que estava dormindo. De manhã, quando percebi que ele acordou e vinha para a cozinha, deixei meu celular com a foto daquele pinto sobre a mesa. Ele viu e questionou:

– O que é isso? Deu para ver fotos de pinto agora?

– Ah! Uma amiga me mandou. E o que tem? Aposto que no seu celular tem um monte de mulher pelada. Você acha que mulher não tem desejo de ver também?

Não falou mais nada. Tomou café e foi trabalhar. Conhecendo os homens como acho que conheço, tinha certeza de que o gerente dele iria comentar que tinha comido uma mulher e mostrar as fotos. À noite ele chegou espumando de raiva e gritando:

– Que porra você fez ontem? Onde você esteve? Você pode me explicar? Meu gerente mostrou fotos suas para todo o meu departamento, dizendo que comeu.

– Quer se acalmar e falar baixo… Estive num motel com o seu gerente, mas ele não sabe quem eu sou. Ah! Ele me comeu sim.

– Você está louca? Que porra você fez… Sua vagabunda, puta. Você me traiu…

– Eu? E quem é esse aqui. Acho que você também me deve explicações. – mostrei as fotos que estavam no meu celular com ele entrando no motel.

Ele ficou pálido, sem voz e também não sabia o que falar. Terminei a conversa dizendo:

– Vamos colocar uma pedra neste assunto. Nós dois traímos e estamos quites, agora se você me aprontar de novo, vou até a sua empresa e me apresento para o seu gerente.

Até agora ele está andando na linha, mas eu tenho uma coceirinha…

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 5,00 de 2 votos)
Loading...