#

Primeira vez da infância da minha vizinha

1546 palavras | 0 |4.17
Por

Bem, minha vida sexual começou bem cedo. Eu tinha 10 anos e lia sobre sexo em livros de ciência, não sabia de muita coisa, mas já era safado. Quando tudo começou, minha vizinha tinha em torno de seis anos, e era muito inocente. Uma vez, estávamos brincando quando ela sentou no meu colo. Ela era um pouco gordinha entao a bunda era bem carnuda. Aproveitei o momento, instintivamente, e comecei a me esfregar nela. Aquela noite foi desse jeito. Os meninos da rua já haviam falado como fazia pra bater punheta, então eu já sabia, e depois da brincadeira foi só o que eu fiz.

As brincadeiras com Ester (não vou inventar essa de “nomes fictícios”, não tem a menor chance de saberem quem sou eu) duraram anos, mas não passavam de brincadeiras. A gente beijava na boca, e uma vez eu peguei ela beijando a priminha da mesma idade (ela devia ter uns 7 anos na época. Passei a beijar e me esfregar nas duas quando elas iam brincar juntas.

Bem, me mudei nessa época, e voltava pra cidade antiga pra visitar minha mãe. Numa dessas visitas, ester (que já estava com 9 anos) foi lá em casa. Quando nos olhamos, sabíamos o que queríamos fazer. Eu já estava com 14, queria muito bem foder aquela bucetinha. Eu não era mais virgem, já havia transado algumas vezes com meninas da escola. Ela eu sabia que era, e pra mim, na época, menina virgem era um mistério. Nunca tinha “tirado a virgindade” de ninguém, então procurei conversar com umas amigas minhas de mente sobre o assunto. Nunca fui de ter tabus, e costumo conversar abertamente sobre sexo até hoje.

Bem, finalizado o papo no msn no começo da tarde, no final dela eu já tive o primeiro momento a sós com Ester. Os pais dela e minha mãe saíram pra igreja, ela ficou sozinha em casa. O detalhe é que os nossos quintais eram ligados, e a nossa cozinha tinha uma janela de lado pro quarto dela. Chamei e ela apareceu com cara de inocente. Perguntei se podia ir pra casa dela pra gente conversar, e ela disse que sim.

Abriu a porta da cozinha, eu olhei pelo beco que dava até a rua se não vinha ninguém, aproveitei e corri pra casa dela. Quando entrei, cheguei perto, colado nela. Ela perguntou o que eu queria, eu disse que fazia tempo que a gente não se via, queria conversar um pouco. Fomos pro quarto dela e sentamos na cama. Ela começou a me mostrar o computador novo que o pai tinha comprado, e disse que tava aprendendo a usar. Eu, que desde cedo já jogava aquele CS com os moleques nas lan houses, disse que ia ensinar ela.

Sentei na cadeira, ela ficou de pé do lado. Fui mostrando como usar o navegador, e nós fomos conversando. Durante esse tempo, convenci ela a sentar na cadeira também, na minha frente. A cadeira era pequena, e ela ficava escorregando. Então disse pra ela sentar no meu colo, e ela o fez.

Ester na época tava começando a se desenvolver, muito precoce, devo dizer. Os peitinhos estavam inchados, começando a crescer mesmo, início de puberdade. A cintura já havia começado a se desenhar. As coxas eram a parte mais bem desenvolvida. Estavam grossinhas e a bunda redondinha, mas ainda assim eram de criança.

Assim que ela sentou, já sentiu meu pau duro. Ele não é grande, tem 16 centímetros atualmente, na época deveria ter uns 12, mas pra uma menina de 9 anos era suficiente. Quando ela sentou, eu coloquei meu queixo no ombro dela e comecei a fazer carinho nas coxas dela. Ela estava com uma calça leggins, lembro que ela e a mãe usavam aquelas roupas desde que eu me mudei pra lá.

Não demorou muito e eu puxei ela pra minha perna direita e tasquei um beijo nela. Não foi como os beijos de quando éramos pequenos, foi um beijo demorado e safado. Não demorei e joguei ela na cama, puxei a calça dela e me deitei sobre ela abrindo suas pernas. Comecei a beijar a boca dela enquanto esfregava meu pau na calcinha dela.

Ela tirou minha camisa e eu desabotoei o pijama dela (não me pergunte por que ela tava de pijama àquela hora), revelando seus peitinhos prematuros. Chupei eles brevemente, meu alvo era outro: desci beijando a barriguinha dela e já senti o cheiro de sua bucetinha. Tava ensopada, provavelmente ela já estava excitada há muito tempo. Comecei a chupar por cima da calcinha primeiro, beijei suas coxas e lambi sua virilha, ela já tava quase me implorando pra chupar a bucetinha dela, mas eu não tenho certeza de que ela sabia o que estava fazendo.

Baixei sua calcinha e não lembro de mais nada. Perdi os sentidos quando vi aquela bucetinha carnuda e sem nenhum pelinho. Não tem comparação entre uma buceta depilada e uma bucetinha novinha sem pelos. Chupei ela enquanto esfregava meu pau, sabia que ia gozar rápido por que tava cheio de tesão, então fiz o seguinte: decidi comer o cu dela também, já que ela não sabia o que esperar, não ia negar. Coloquei a cabeça do meu pau na portinha do cu dela e comecei a forçar. Ele já estava bem melado por causa da cabeça da minha rola que estava pingando, e da buceta dela que escorria por de saliva e tesão. Forcei até a cabecinha entrar, comecei a punhetar e gozei dentro. A porra escorria pra fora, eu espalhava ela sobre meu pau com os dedos e logo meu pau escorregou pra dentro do cuzinho dela com facilidade. Ela pediu pra tirar mas eu só a abracei por trás dizendo que eu ia tirar logo, mas que precisava fazer aquilo antes.

Comecei a bombar com o pau dentro do cuzinho dela por um tempo pra garantir que ele continuasse duro. Assim que terminei, fui lavar meu pau na pia do banheiro dela, por que depois de aliviar aquele tesão todo, começava o verdadeiro prêmio: foder aquela bucetinha virgem.

Voltei pra ela, ela ainda tava com as pernas abertas. Voltei a chupar a bucetinha dela e ela voltou a ficar ofegante. De vez em quando afastava meu rosto pra ver o cuzinho dela ainda vermelho e sentir mais tesão. Logo dei início ao trabalho principal. Sentei ela no meu colo de frente pra mim, botei meu pau na portinha da buceta dela e deixei escorregar aos poucos enquanto beijava ela. Enquanto isso mexia na bucetinha dela com os dedos pra garantir que ela estivesse excitada. Meu pau foi escorregando aos poucos até que encontrei dificuldade pra penetrar. Sabia que alí estáva seu hímen. Minha amiga disse que as vezes a mulher transa e não precisa romper o hímen, que ele fica intácto, eu estava torcendo pra ser assim com ester, mas infelizmente não foi. Forcei ela pra baixo e ela deu um gemidinho que eu tratei de calar com um beijo. Não saiu muito sangue, fiquei com ela um tempo assim. Ela disse que tava ardendo, então eu tirei aos poucos.

Chupei a bucetinha dela por uns 2 minutos e tornei a penetra-la. Ela não reclamou mais, só fazia cara de dor de vez em quando. Coloquei ela de quatro e segurei pelo cabelo. Fodi aquela bucetinha com o maior prazer da minha vida. Levei menos de 10 minutos pra gozar de novo, o que foi rápido considerando que eu já havia gozado.

Devo admitir que na época não sabia quando uma garota gozava, então pra garantir eu voltei a chupar ester, dessa vez usando muito mais os dedos. Chupei ela por um bom tempo, de vez em quando ela começava a gemer mais alto. Chupei ela até ela parar de responder aos estímulos.

Beijei ela e mandei ela ir tomar banho. Pulei o murinho pra minha casa e fui fazer o mesmo.

Passei uma semana lá, uma semana comendo ela. O cuzinho infelizmente ela não quis mais dar, mas a bucetinha eu comi todos os dias.

Depois disso, minha mãe se mudou sem que eu voltasse. Hoje eu só vejo ela pelo facebook, mas não nos falamos. Ela tem um namorado da mesma idade, ela entrou pra igreja e agora se comporta, pelo que sei. Queria encontra-la de novo para ver se ela daria pra mim. Tenho certeza que ela continua uma safadinha bissexual, só que se reprime por causa da religião.

Hoje eu tenho mais de vinte anos, e não saio com menina com menos de 18, mas não deixo de sentir tesão por novinhas. Esses dias eu quase peguei minha priminha de 14 que está passando as férias na casa da avó, vizinha aqui da casa da minha mãe. Vim pra cá por que to de férias também. Se rolar algo eu venho aqui contar pra vocês.

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 4,17 de 6 votos)

Por #

Nenhum comentário

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos